domingo, 30 de setembro de 2012

Quem tem governado sua vida, luz ou trevas?


E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele trevas nenhuma. Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos e, não praticamos a verdade. Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (I João 1.5-7)

As trevas cegam, não conseguimos ver no escuro, portanto quando andamos nas trevas (pecado) estamos cegos para as coisas de Deus e do seu Reino.

O que tem no mundo? Trevas!!

A Bíblia é clara, quem anda no mundo o amor do Pai não está nele (1João 2.15), pois, está envolvido com os valores e costumes do mundo terreno e não há comunhão entre a luz e as trevas. Mesmo no mundo físico, aonde a luz chega, as trevas vão embora.

Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não são do Pai, mas do mundo. (1João 2.16)

Tudo isso é passageiro, por isso precisamos buscar as coisas do alto, essas sim, são eternas.

Quando buscamos as coisas do alto, dedicando tempo à oração, à leitura da Palavra, passamos a gostar das coisas que Deus gosta; a própria Palavra é clara em dizer que ao conhecermos a verdade ela nos liberta. Passamos a valorizar o que Deus valoriza, os valores do Senhor passam a ser nossos valores.

Ao colocar o nosso coração nas coisas do alto, o fruto do Espírito Santo é gerado em nosso interior pelo seu agir.

As tribulações, aflições e perseguições continuam a acontecer em nossas vidas, porém a nossa reação a elas são totalmente diferenciadas de antes. Tudo isso nos entristece sim, não ficamos insensíveis, todavia não nos abate mais, porque passamos a ver a dimensão dos fatos no mundo espiritual. As escamas que embaçam e/ou impedem nossa visão, caem e nossos olhos são abertos. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis. (1João 2.27)

A alegria e prazer que sentíamos antes pelas coisas e prazeres mundanos passam e, a alegria em servir ao Senhor dos Senhores sem tornam o novo foco dos nossos desejos.


Todavia a maior recompensa de todas é uma vida na eternidade com alegria, regozijo e paz e as surpresas que nos aguardam. “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam”.(ICo.2.9)

Somos limitados e falhos, por isso pecamos todos os dias, mas o nosso consolo e conforto é citado pelo apóstolo João em 1João 1.8 e 9 que diz: Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.

Acenda a luz e fique limpo.

Litrazini

Graça e Paz


sábado, 29 de setembro de 2012

Quem é D E U S ?


O homem está sempre buscando explicações que provem a existência de Deus, porém não há provas que satisfaçam o incrédulo.

A Bíblia não se preocupa em apresentar “provas” da existência de Deus. Ela simplesmente reconhece a Sua existência, principalmente como “Deus Criador”. Gênesis 1.1 – “No principio criou Deus os céus e a terra”.

Qualquer definição humana para Deus é sempre limitada, pois Ele é infinito e nós todos, finitos.

A origem do nome de Deus ocorreu quando, Deus se apresentou a Moisés, no deserto de Midiã, Ele disse de si mesmo: “Eu sou o que sou” – (Êxodo 3.13 a 15). Isto significa que a Fé Bíblica afirma que Deus existe por si só, Único, Perfeito, Infinito, Imutável e Eterno, Todo poderoso Onisciente e Onipresente. Ele é origem, sustento e fim de todas as coisas.

A Bíblia afirma que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, ao mesmo tempo. Por isso damos o nome de “Trindade”. Apesar desta expressão não estar nas Escrituras, a verdade da Trindade está nela contida, claramente.

A TRINDADE em Mateus 3.16 e 17 que diz: “E sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. Eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. Aparecem aqui as três pessoas da divindade. 1.Jesus = Homem ; 2. Espírito Santo = Pomba; 3. Deus Pai = Voz

Mateus 28.19 – “Portanto, ide e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Como Paulo abençoava as Igrejas no passado? “A graça do Senhor Jesus Cristo e o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo sejam com vós todos” (II Coríntios 13.13)

Deus é o Criador, Jesus Cristo – A Palavra, participava da obra da criação; e o Espírito Santo se movia por cima das águas (Gênesis.1.2), confira em Gênesis 1.1 a 3 com João (Evangelho) 1.1 a 3.

Podemos ilustrar a Trindade, de forma bem simples usando a figura do homem: corpo, alma e espírito, ou mesmo a água que é encontrada no estado sólido, líquido e gasoso.

A doutrina da criação é baseada na fé e não nas conclusões da razão humana, ou nas provas científicas. A Doutrina não é contra a razão, nem contra a ciência; todavia, em Apocalipse 4.11 lemos: “Digno é o Senhor, de receber glória, e honra, e poder, porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas”.

A fé cristã tem afirmado quatro verdades sobre Deus criador:

Deus criou o universo do nada:
“Pela Fé entendemos que o universo foi formado pela Palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.” (Hebreus 11.3)

Deus criou o universo em 6 dias: 
“E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto”(Gênesis 1.31).:

Deus criou o universo para a sua própria glória: 
“ Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis”(Romanos 1.20).

Deus criou o universo, “Tudo muito bom”: 
“E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã: o dia sexto”(Gênesis 1.31), outros textos Gênesis 1.10,12,18,21,25.

Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Sentimento, vontade e atitude é igual ao amor


O sentimento gera o pensamento.

Do pensamento brota a ideia.

A ideia traz a vontade.

A vontade se concretiza em atitudes, que determinam os acontecimentos.

Mas será que essa cadeia interligada tem a ver com o AMOR?

Muitas vezes a gente reluta em colocar algo em prática, fazendo a nossa meta virar um tremendo sacrifício. Não é à toa que as pessoas abandonam sonhos, relacionamentos e investimentos emocionais porque não conseguem PERDOAR.

É ou não é verdade que – um zilhão de vezes – a gente desconfia de tudo e de todos, sem acreditar que algo de bom possa nos acontecer de verdade?

Se você já ficou divagando – horas – tentando responder perguntas intangíveis, deixando oportunidades raras passarem, é hora de ponderar a respeito.

Ora, a palavra AMOR é a que mais aparece em toda a literatura, incluídas aí as modernas formas de comunicação, gerando filmes, novelas, poesias e sonetos. Mas será que o AMOR é um pensamento, uma vontade, uma atitude ou um mero acontecimento?
 
A religião era o fundamento do povo judeu, que realmente reverenciava a Deus, mas Jesus nos conta a parábola onde certo homem foi assaltado e ferido, mas todos que passaram por ele meramente olharam, e tão somente o último prestou socorro (Lc 10:25-37), o que, de acordo com o Mestre, representou um ato de amor.

Possivelmente nós não teremos muitas chances de encontrar pessoas feridas nas ruas e lhes prestar apoio. Talvez somente nos seja possível ajudar alguém com fome ou doente.

Há, contudo, um campo que está aberto para nosso exercício de amor: a prática do perdão, mas que deve ir além da frase: “Eu desculpo”, que é mera retórica.

Para nós sairmos da esfera abstrata e adentramos na real, precisamos expressar atitudes de apoio, gentileza e carinho. Se isso for difícil, podemos fazer de pouquinho em pouquinho, treinando nossa mente e coração a viver uma vida plena, e não amarrada em conceitos e teorias que simplesmente nos deixam mais sozinhos.

O perdão é uma atitude, e deve ser dirigido até mesmo para aqueles que nos magoaram profundamente.
 
Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; (Mateus 5:43-44).

O SENTIMENTO, O PENSAMENTO, A IDÉIA, A ATITUDE de perdoar somente trará saúde para sua alma, sendo possível com o auxílio de Deus, nosso Pai.

Pr. Elcio Lourenço

Por Litrazini

Graça e Paz



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Como ser feliz e vencer a morte?


Vencendo as doenças físicas, emocionas e espirituais
E como vencer essas enfermidades do corpo, da alma e do espírito?

Uma senhora foi a uma consulta médica de rotina e descobriu que estava com uma doença terminal e que teria poucos dias de vida. O médico lhe informou:

- D. Maria, seu caso é raro e grave. Você só tem 04 meses de vida.

O marido, filhos e netos ao tomarem conhecimento do fato, choraram amargamente a falta antecipada daquela pessoa tão querida. Mas consolando a todos que estavam presentes, como um belo sorriso, D. Maria disse:

- Não se preocupem. Ainda tenho 04 meses para ser feliz.

- Vou viver intensamente e dar valor a cada segundo que me resta.

- Vou fazer de cada momento uma oportunidade de ser e fazer feliz a quem me cerca.

Todos ficaram pasmos com tal declaração.

E para testificar as palavras de D. Maria, todos ficaram na espreita para verem sua atitude.

E todos ficaram surpresos, pois ela parecia mais feliz do que antes.

Curtia cada momento, cada detalhe. Ninguém podia ver uma lágrima em seus olhos a não ser sorriso e brilho no olhar.

E assim foi feito em todos aqueles 04 meses e todos os anos há mais que lhe foram acrescentados. Porque D. Maria viveu muitos outros anos.
 
Superou a doença e encarou o problema fazendo dele uma solução para rever suas questões e ser feliz. Aliás, muito feliz. (A.D.)

A preocupação supera a inspiração que impede a criatividade, gerando a rotina, o enfado que por sua vez gera a insatisfação, ocasionando o desânimo, a apatia, trazendo a tristeza, enfermidades e por fim a morte.

Esse processo é triste e mais real que se imagina, porém, pode ser revertido, como na ilustração.

Claro que temos que trabalhar para sobreviver, todavia, isso pode ser feito de maneira que não provoque o ciclo acima.

Precisamos traçar uma programação diária, estabelecendo disciplina e determinação para que seja cumprida. Nessa programação é necessário incluir leitura bíblica, oração, envolvimento de trabalho voluntário para o Reino de Deus, entre outros.

Fazendo isso, estaremos ocupando a nossa mente, o nosso tempo, (a Bíblia alerta para não dar lugar para o diabo), com tarefas que edificam que restauram as nossas emoções, pois estaremos alimentando o nosso corpo físico, emocional e espiritual, fazendo com que haja equilíbrio entre eles, eliminando os sentimentos nocivos que seriam originados pelo maligno, por práticas incompatíveis com a Palavra, ou por distúrbios emocionais.

Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo (João 15:11). Repetidas vezes o Senhor disse aos discípulos como um relacionamento com Deus enriquece as pessoas de tal maneira, que elas não somente sentem uma grande satisfação, mas transbordam de alegria e júbilo.

A partir daí, o Espírito Santo passa a gerar em nosso interior o seu fruto que é a alegria, amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio. A alegria restaura o ânimo, que gera satisfação mesmo em pequenas coisas, tirando todo o enfado, afastando a rotina, revelando a cada dia, novidade de vida, estimulando a criatividade, pois o novo foco estará direcionado para as coisas de Deus, O Apóstolo Paulo diz em Filipenses 4.8: que tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Lembre o texto de Provérbios 17.22 que diz que o coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos. (Pv.17.22)

Os problemas e aflições continuarão, a própria Palavra nos conforta em 2 Co.4.8,9, quando diz: Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu (Jesus)vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. (João 10.10)

A escolha é nossa!!

Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Pra que complicar a vida? Eu prefiro simplificar e, você?


Deus, mesmo sendo invisível aos nossos olhos; deixa-nos sinais em todos os lugares: na manhã que nasce calma, no dia que transcorre com o calor do sol ou com a chuva que molha a relva. Basta olhar ao redor.

Por vezes, nos comportamos como incrédulos, apesar dos sinais, apesar dos livramentos, não confiamos na providência divina, nos desesperamos, queremos resolver as coisas do nosso jeito, no nosso tempo.

Muito bonito declarar que todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e vivem segundo o seu propósito, o difícil e fazer disso realidade no nosso dia a dia, o difícil é crer que situações adversas são provas permitidas pelo Senhor para que cresçamos na fé e possamos lidar com provas mais difíceis à frente.

O difícil é entender que o que cremos ser bom hoje, pode nos trazer consequências terríveis em um futuro não tão distante.

Lindo declarar que Deus é bom e que sua benignidade dura para sempre, todavia ao sinal da primeira contrariedade ou obstáculo, enchemos os nossos lábios com murmurações e abrimos uma avenida enorme para Satanás nos oprimir.

Porque será que esquecemos tão rápido o poder, a soberania e as promessas de Deus.

Quero lembrar que mesmo em momentos de agonia e desespero, podemos recorrer ao nosso Pai Celestial, pois temos inúmeras promessas de consolo e conforto em sua Palavra. Confira:

Quando você diz: “Não posso resolver...“ Deus diz: “Eu dirijo os teus passos” (Pv. 3:5-6)

Quando você diz: “É impossível...“ Deus diz: “Tudo é possível” (Lc. 18:27)

Quando você diz: “Me sinto só...“ Deus diz: “Não Te deixarei, nem Te desamparei” (Hb. 13:5)

Quando você diz: “Eu não posso fazer...“ Deus diz: “Tudo podes”(Fp. 4:13)

Quando você diz: “Não mereço perdão...“ Deus diz: “Eu Te perdôo”(1João 1:9; Rm. 8:1)

Quando você diz: “Tenho medo...“ Deus diz: “Não Temas, EU estou contigo” (Is. 41:10)

Quando você diz: “Estou muito cansado...“ Deus diz: “EU te farei descansar” (MT. 11:28-30)

Quando você diz: “Ninguém me Ama de Verdade...“ Deus diz: “EU TE AMO” (João 3:16 ; João 13:34)

Quando você diz: “Não sei como seguir...“ - Deus diz: “EU Te ensinarei o Caminho” (Sl. 32:5)

Quando você pergunta: “Que Caminho me conduz a Deus?“


Deus diz: “Meu Filho Amado Jesus Cristo” (1 Tm. 2:5; Atos 4:12; João 3:16)

Para quem Deus e a Palavra d`Ele são reais de fato, não tem que continuar sofrendo e levando rasteira do maligno, mas simplesmente fazer o que as Escrituras orientam no Salmo 37.5 quando diz: Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.

Mas a Palavra ainda faz um alerta no Salmo 118.8 (o versículo central da Bíblia): É melhor confiar no SENHOR do que confiar no homem.

Pra que complicar se podemos simplificar as coisas?

Como?

Ora, Simplesmente crendo!!

Ltrazini

Graça e Paz


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vamos conhecer a natureza de Deus?


A Natureza de Deus e os Nomes
Deus é Espírito pessoal, eterno, infinito e imutável. O Espírito é um ser real, verdadeiro, mas invisível, constituído dos poderes de: pensar, sentir, querer e os de consciência e direção própria.

Assim é Deus, nele não há o desequilibro e entre os poderes de pensar, querer e sentir. (O homem é um espírito que possui uma lama e habita num corpo).

Podemos ter uma ideia melhor de Deus estudando o significado dos seus nomes que aparecem na Bíblia:

ELOHIM “Deus” Esta palavra emprega-se sempre que sejam descritos ou implícitos o poder criativo e a onipotência de Deus. Elohim é o Deus-Criador. A forma pura significa plenitude de poder e representa a Trindade. Elohim é a primeira expressão de Deus na Bíblia (Gênesis 1.1).

JEOVÁ – Os 72 sábios judeus que Ptolomeu Filadelfo rei do Egito encarregou de traduzir os textos do Velho Testamento para o grego (285 anos antes de Cristo) por temer e tremer em pronunciar o Nome de Deus como JEOVÁ, substituíram por Senhor, assim como encontramos em nossas traduções.

Observando Deus a necessidade entre os homens desceu para ajudá-los e salvá-los ao assumir esta revelação, ele revela-se a si mesmo como “Jeová”.

O nome Jeová tem sua origem no verbo “ser” e inclui os três tempos deste verbo, passado, presente e futuro, significa “Serei o que Serei” o “eu Sou” significa “Deus Absoluto”, “Deus Eterno Imutável”; “Deus que subsiste por Si mesmo” independente de tudo, Ele que era, que é e que há de ser.

Em outras palavras “O Eterno”, Também significa: Eu me manifestei, me manifesto e ainda me manifestarei. Originalmente expressavam o Nome de Deus pelas consoantes JHVH, evitando vogais; posteriormente tiravam as vogais de ADONAI e ELOIM (Senhor) e, acrescentaram a estas consoantes, daí a ficar desconhecida a real pronúncia.

O uso de diversos nomes complementares a JEOVÁ são encontrados nos originais Bíblicos, pois o nome do Senhor era mencionado biblicamente de acordo com o que representava no momento do acontecimento.

Os nomes encontrados nos consertos entre Jeová e seu povo são:

Aos que jazem em leitos de doenças manifesta-lhes como: JEOVA-RAFA – “O Senhor que cura”. Êxodo 15.26

Os oprimidos pelo inimigo invocam a: JEOVÁ-NISSI“ O Senhor nossa bandeira”, Êxodo 17.8-15.

Os encarregados de cuidados aprendem que ele é: JEOVÁ –SHALON –“o Senhor nossa paz”, Juízes 6.24.

Os peregrinos na terra sentem a necessidade de: JEOVÁ-RA’AH – “O Senhor meu Pastor”. Salmo 23.1

Os condenados e necessitados de justificação, esperançosamente invocam: JEOVÁ-TSID-KENU – “O Senhor nossa justiça”.Jeremias 23.6.
Aqueles que se sentem desamparados aprendem que ele é: JEOVÁ-JIREEH – “O Senhor que provê”. Gênesis 22.14.

Quando o reino de Deus se concretizar sobre a terra, ele será conhecido como: JEOVÁ SHAMMAH – “O Senhor está ali.” Ezequiel 48-35.

JEOVÁ-SABAOTE – “O Senhor dos Exércitos” (I Samuel 1.3). Esse nome revela liderança e Domínio pessoais.

JEOVÁ-ELOIM – “O Senhor Altíssimo” (Salmo 97.9) Esse nome revela supremacia e soberania absoluta de Deus. Ele é o Transcendental.

JEOVÁ-M’KADDISH – “O Senhor que voz santifica” (Êxodo 31.1). Revela purificação pessoal, Deus separa do pecado e para si mesmo aqueles quem ama.

Os nomes que são atribuídos a Deus nas Escrituras, indicam sua personalidade:

EL – (Deus) é usado em certas combinações.

EL-ELYON – (Gênesis 14.18-20), o “Deus Altíssimo” o Deus que é exaltado sobre tudo.

EL GIBBER - (Isaias 9.6), “O Deus Forte”

EL SHADAY – (Êxodo 6.3) o “Deus que é suficiente para as necessidades do seu povo.”

EL-OLAM – (Gênesis 21.33), o “Eterno Deus”.

EL-EMANU – “Deus conosco”

ADONAI – Significa literalmente Senhor ou Mestre e da ideia de governo e domínio. Este nome no Novo Testamento aplica-se a Cristo glorificado. (Êxodo 23.17; Is 10.16.33)

PAI – Usado tanto no AT como no NT. Em significado mais amplo descreve a Deus como sendo a fonte e todas as coisas e criador do homem. Todavia essa relação não garante a salvação. Somente aqueles que recebem a Cristo são filhos no sentido íntimo de salvação. João 1.2-13

Litrazini

Graça e Paz



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

As boas novas do evangelho num mundo de más notícias


O mundo está empapuçado de más notícias.Tem um prazer mórbido de se alimentar com as informações dragadas do submundo do crime, da corrupção e da violência. Notícia boa não vende jornal nem desperta interesse. O homem corrompido refestela-se com os petiscos imundos do pecado.

É nesse contexto de mazelas e decadência que Paulo escreve sua carta aos Romanos, para falar do evangelho. Destacamos, aqui, algumas lições:

Em primeiro lugar, qual é a natureza do evangelho.
O evangelho trata das boas novas de salvação num mundo imerso na mais completa perdição.
O homem morto em seus delitos e pecados é escravo da carne, do mundo e do diabo. É filho da ira e caminha para a perdição. Está no reino das trevas e sob a potestade de Satanás. Sem qualquer mérito existente nesse homem, Deus o amou. Mesmo sendo inimigo de Deus, o próprio Deus caminhou na sua direção para reconciliá-lo consigo mesmo por meio de Cristo Jesus.

O Evangelho, portanto, é Deus buscando o perdido. É Deus abrindo para o pecador um novo e vivo caminho para o céu. O evangelho é a expressão da graça de Deus, manifestada em Cristo, aos pecadores perdidos.

Em segundo lugar, quais as atitudes que devemos ter em relação ao evangelho.
O apóstolo Paulo assumiu três atitudes importantes em relação ao evangelho. “Eu sou devedor” (Rm 1.14). “Eu estou pronto a anunciá-lo” (Rm 1.15). “Eu não me envergonho” (Rm 1.16).

Somos devedores porque Deus nos confiou esse tesouro e não podemos retê-lo apenas para nós.

Precisamos ser mordomos fiéis na entrega fiel dessa mensagem salvadora. Devemos estar prontos a anunciar o evangelho em todo tempo, em todo lugar, a todas as pessoas, de todas as formas legítimas, usando todos os recursos disponíveis. 

Não podemos nos envergonhar dessa mais importante mensagem, a boa nova de que Deus nos amou e enviou seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna!

Em terceiro lugar, qual é a eficácia do evangelho.
O evangelho é o poder de Deus para a salvação.
Porque Deus é onipotente, o evangelho também o é. Não há outra alternativa para o homem ser salvo a não ser pelo evangelho. Não há pecador tão arruinado moralmente e tão perdido espiritualmente que o evangelho não possa alcançá-lo.

O evangelho não é um poder destruidor. É o poder de Deus para a salvação. É o poder que levanta o caído, que encontra o perdido e dá vida ao que está morto em seus pecados.

O evangelho revela-nos que a salvação está em Cristo e somente nele. Nenhuma religião pode salvar o homem. Nenhum credo religioso pode reconciliar o homem com Deus. Nenhum sacrifício ou obra humana pode aliviar a consciência do pecador nem mesmo conduzi-lo à salvação.

Em quarto lugar, qual é a exigência do evangelho.
O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo o que crê.
O evangelho de Cristo oferece salvação a todos sem acepção, mas não a todos sem exceção. Há uma limitação imposta.

O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê e não para aqueles que permanecem incrédulos e impenitentes. A ideia de que no dia final todos serão salvos está absolutamente equivocada. A salvação universal, ou seja, para todos sem exceção é uma grande falácia. A ideia de que aqueles que rejeitaram o evangelho serão destruídos e deixarão de existir, também, não possui amparo nas Escrituras.
A Palavra de Deus fala de bem-aventurança eterna e tormento eterno. O inferno não é a sepultura nem a cessação da existência. O inferno é um lugar um estado de penalidades eternas que está no final de toda vida sem Cristo.

Sabendo que o evangelho é a melhor notícia, vindo do céu, da parte do próprio Deus, acerca da salvação eterna em Cristo Jesus, oferecendo-nos redenção, remissão de pecados e vida eterna, precisamos tomar duas atitudes: Primeira, recebermos com gratidão, pela fé, essa gloriosa oferta. Segunda, comprometermo-nos a proclamar essa mensagem com senso de urgência, no poder do Espírito Santo.

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 23 de setembro de 2012

Escutando a voz de Deus


Jesus preferiu estar sozinho com o verdadeiro Deus a ficar junto à multidão de pessoas equivocadas. Não era uma voz de fora que Jesus ouviu, era uma voz interior.

A marca da ovelha era o que lhe tornava capaz de ouvir a voz do Pastor. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora (Jo.10.3). A marca de um discípulo é a sua capacidade de ouvir a voz do Mestre. “Escutem, eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e comerei com ele e ele comerá comigo” (Ap.3.20).

O mundo soca a mão na sua porta; Jesus apenas bate.

A vozes gritam por sua adesão; Jesus mansamente pede.

O mundo promete prazer rápido; Jesus promete um jantar tranqüilo ... com Deus. “Entrarei em sua casa e cearei com ele e ele ceará comigo”.Qual voz você escutas?

Não há um momento que Jesus não esteja falando. Nenhum sequer. Nunca haverá um quarto muito escuro... um saguão muito envolvente... um escritório muito sofisticado... que o terno Amigo, sempre marcando presença e que sempre nos acompanha, implacavelmente não esteja lá, batendo à porta dos nossos corações, com toda gentileza, esperando ser convidado a entrar.

Poucos ouvem essa voz. Um número ainda menor abre a porta.

Cercada de promessas evanescentes de prazer, está a promessa eterna de sua presença. “E Eu estarei com vocês todos os dias, até o fim dos tempos”(Mt.28.20). “Eu nunca o deixarei; eu jamais o abandonarei” (Hb.13.5).

Não há qualquer outro coro que soe tão alto a ponto de não permitir que a voz de Deus seja ouvida... se decidirmos ouvi-la.

“Não se admirem disso, porque está chegando a hora em que todos os mortos ouvirão a sua voz e sairão dos túmulos. Aqueles que fizeram o bem vão ressuscitar para a vida eterna. Mas aqueles que fizeram o mal, vão ressuscitar para ser condenado” (Jo.5.28,29).

Um dia virá em que todos ouvirão a voz dele. Haverá um dia em que todas as outras vozes serão silenciadas, e somente a voz dele será ouvida. Alguns escutarão sua voz desde o primeiro instante.


Não é que ele nunca tenha se pronunciado, mas é que eles nunca a ouviram. Para esses, a voz de Deus será a voz de um estranho. Eles a ouvirão uma vez e nunca mais. Vão passar a eternidade fugindo das vozes que seguiram na terra.

Mas os outros serão chamados de seus túmulos por uma voz familiar, pois são ovelhas que conhecem seu pastor, são servos que abriram a porta quando Jesus bateu.

Nesse dia, a porta se abrirá novamente. Somente dessa vez. E não será Jesus que entrará em nossa casa; seremos nós que entraremos na casa dele.

Litrazini

Graça e Paz