sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O SOBERANO - ACIMA DE TUDO


"Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro;"  Ef. 1.21

Por Cristo ser o Filho de Deus muitos usam a lógica e pensam que Cristo é menor ou inferior ao Pai. Mas, o que o homem pensa não é a realidade. A verdade é que o próprio Deus Pai chama o Seu Filho de Deus e este nome indica um Deus Triuno (Heb 1:8; Sal 45:6,7).

Cristo, mesmo sendo Filho, têm todos os atributos de Deus:
santidade - Heb 4:15, eternidade - João 1:1,2; 8:58, onipotência - João 1:3; Mat. 11:27, onisciência - Mat. 27:18; João 2;25; 13:11 (a não ser o que o Pai esconde do Filho - Mat. 24:36). Cristo, de posição, é O Filho eterno, mas na qualidade de Cristo é Deus. Cristo nunca, com a Sua mente divina, achou que era errado "ser igual a Deus" (Fil. 2:6). Os que crêem na Sua Palavra não devêm pensar nada menos.

Muitos pensam, também, que pelo fato de Cristo ser feito homem Ele se tornou inferior ao Soberano Deus. É verdade que Cristo, como homem e por causa da paixão da morte, nasceu de mulher e sob a lei (Gal 4:4) para ser feito homem, uma posição um pouco inferior a que os anjos ocupam (Heb 2:9). Para que fosse o Salvador do pecador, Jesus "esvaziou-se a Si mesmo" (Fil. 27) da qualidade de Deus para também ser homem. Cristo não foi forçado a ser feito carne mas "humilhou-se a Si mesmo" (Fil. 2:8).

Cristo veio ser obediente até a morte para poder ser o Salvador dos pecadores que o Pai havia dado a Ele (João 6:37; 17:2,6,9,11,24). Mas, em meio a toda a sua condescendência (rebaixamento voluntário) (João 6:38) nunca deixou Jesus de "ser igual a Deus" (Fil. 2:6; João 10:30). Cristo, na carne, nunca, em nenhuma parte, foi menos do que Deus e isso fica claro quando consideramos os seguintes feitos revelados na Palavra de Deus: 

Como homem Jesus se cansou (João 4:6) mas como Deus Ele dá descanso para os que vêm a Ele (Mat. 11:28-30);

Como homem Jesus sofreu sede (João 19:28) mas como Deus Ele dá água da fonte de água que salta para a vida eterna (João 4:14);

Como homem Cristo teve fome (Mat. 4:2) mas como Deus Ele partiu os pães e saciou a fome das multidões (Mat. 14:19-21) e como Deus Cristo é o pão da vida (João 6:48). 

Como homem Jesus foi tentado em tudo mas como Deus, Ele ficou "sem pecado" (Heb 4:15);

Como homem, Cristo usou um barco para se transportar de um lado do mar ao outro, mas como Deus até o vento e o mar lhe obedeceram (Mar 4:39-41) e até mesmo andou por cima do mar (Mat.. 14:25);

Como homem Cristo morreu, mas como Deus Ele ressuscitou (João 10:18) vencendo a lei, o pecado e a morte (I Cor 15:54-57).

Sem a menor duvida, Cristo, na carne e na terra, era como Ele mesmo disse, "Eu e o Pai somos um" (João 10:30).

Cristo foi mesmo obediente em tudo, até a morte (Fil. 2:8) e com isto satisfez por completo o Deus Pai (Isa 53:11). Cristo foi exaltado soberanamente e posto à direita de Deus Pai nos céus (Fil. 2:9; Efés 1:20). Cristo não é limitado pelo corpo e pela posição de homem mas agora plenamente na posição de Deus e assim ACIMA DE TUDO! Ele têm uma posição de honra e glória que é difícil para a mente humana perceber no seu total. Mas não há necessidade de se preocupar: Cristo está ACIMA DE TUDO!

Qualquer principado (dignidade de príncipe), ou poder (ter faculdade de ou ter possibilidade de), ou potestade (dominação, autoridade ou senhorio) ou nome é menor que Cristo (Ef. 1:21). A Cristo é dada exaltação soberana "para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai" (Fil. 2:9-11).

Por Cristo ser o agrado do Deus Pai em tudo, "todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16). Por Cristo estar ACIMA DE TUDO há a salvação de qualquer pecador! Aquele que está ACIMA DE TUDO intercede eternamente pelo seus (Heb 7:25), segurando-os Sua mão (João 10:28), com Deus Pai os aperfeiçoando até ao dia de Jesus Cristo, a obra que o próprio Pai começou (Fil. 1:6). Não há morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem potestades, nem o presente, nem o porvir, nem altura, nem profundidade, nem alguma outra criatura que pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo, o ACIMA DE TUDO (Rom 8:38,39). Por isso o crente está seguro! 

Os que estão naquele que está ACIMA DE TUDO têm a confiam que Deus pode "fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder (Cristo) que em nós opera" (Ef 3:20; Fil. 4:13). Por isso o crente pode ser vitorioso! Por Cristo estar ACIMA DE TUDO o crente pode ser santificado pois aquele que confessa tudo a Deus é perdoado e purificado pelo sangue de Cristo (I João 1:9; I Pe 1:18,19). Não há pecado nenhum, nem desobediência nenhuma por parte do crente que pode frustrar o proposto do ACIMA DE TUDO que veio padecer "para levar-nos a Deus" (I Pe 3:18). Por isso o crente em Cristo é confiante e feliz!

Um aviso para os que estão confiando em algo além de Cristo Jesus para a sua justiça. Deus só aceita os que vêm a Ele por Cristo (João 14:6). Ninguém satisfez a Deus da mesma forma que Cristo Jesus. Ninguém é exaltado soberanamente senão Cristo Jesus. Confiar em outro ser além de Jesus Cristo ou confiar em outro e também nEle é o mesmo que não ter a salvação que vêm de Deus, pois tudo foi sujeitado unicamente aos pés de Cristo. Unicamente Cristo está ACIMA DE TUDO.

Por Litrazini

Graça e Paz




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Princípios para uma vida abençoada


"Jesus, o mestre por excelência, no sermão do monte..." deixou claro que a verdadeira felicidade não é resultado da observância de regras religiosas engendradas pelo homem, mas uma transformação profunda do caráter operada por Deus.

Em Mateus 5.1-16 Jesus expõe os princípios para uma vida abençoada:

1. Ter uma atitude correta em relação a nós mesmos – v. 3 
Ser pobre de espírito é ser humilde, é ter uma correta auto estima (Rm 12.3), é ser honesto consigo mesmo. É conhecer-se a si mesmo e aceitar-se a si mesmo. Feliz é aquele que não busca ser maior do que os outros, que não vive buscando aplausos para si mesmo.

2. Ter uma atitude correta em relação ao pecado – v. 4
Ser feliz é chorar pelo pecado, é sentir tristeza por entristecer a Deus. Encobrir o pecado é afastar-se do caminho da felicidade. Chorar pelo pecado é reconhecer sua hediondez, sua malignidade e fugir dele com todas as forças da alma.

3. Ter uma atitude correta em relação a Deus – v. 5,6,8
 Feliz é aquele que entregou seus direitos a Deus. Manso é aquele que não briga por seus direitos, que não luta para conduzir o seu próprio destino, mas aceita com alegria a direção de Deus.

Feliz é aquele que tem fome e sede de justiça. Ele não luta por benefícios pessoais, mas por princípios absolutos que emanam da Palavra de Deus. 

Também, a felicidade é resultado da pureza de coração. Ser feliz é ter um coração puro, é abastecer os pensamentos, os olhos, os ouvidos, a alma com as coisas que procedem do Espírito de Deus.

4. Ter uma atitude correta em relação ao próximo – v. 7,9
Jesus disse que feliz não é aquele que acumula e ajunta só para si, mas o que exerce misericórdia. Feliz é o que se torna instrumento da mesma misericórdia da qual foi alvo.

A felicidade está no dar, no repartir, no distribuir com prodigalidade. Mas, Jesus disse também que feliz é o pacificador. Feliz é aquele que em vez de cavar abismos nos relacionamentos, torna-se um construtor de pontes.

Feliz é aquele que aproxima as pessoas, que leva a reconciliação, que tem uma palavra de paz e que instrumentaliza a aproximação daqueles que viviam separados pelos muros da indiferença, do ódio ou do preconceito.

5. Ter uma atitude correta em relação ao mundo – v. 10-16
Nossa sociedade não é amiga de Deus, nem do povo de Deus. Assim como o mundo rejeitou a Cristo, ele também nos rejeita.

Qual deve ser a nossa atitude ao sermos odiados e perseguidos pelo mundo? Devemos nos alegrar! Nossa alegria é ultracircunstancial. O mundo não pode dá-la nem tirá-la. Mas, a nossa posição no mundo não pode ser apenas passiva.

Somos chamados para exercer uma poderosa influência transformadora. Como o sal, devemos inibir o mal; como luz, devemos apontar o rumo a seguir. Essa ação é fruto de uma vida transformada.

E uma vida transformada tem poder para viver e pregar o Evangelho transformador de Jesus Cristo.

Autor: Hernandes dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz
  

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O que determina nosso legado e herança espiritual


E, quanto a vós, não fareis acordo com os moradores desta terra, antes derrubareis os seus altares; mas vós não obedecestes à minha voz. Por que fizestes isso?

Assim também eu disse: Não os expulsarei de diante de vós; antes estarão como espinhos nas vossas ilhargas, e os seus deuses vos serão por laço. E sucedeu que, falando o anjo do SENHOR estas palavras a todos os filhos de Israel, o povo levantou a sua voz e chorou. Juízes 2:2-4

A nova geração de israelitas negligenciou seu relacionamento com Deus. Eles não viram o mover sobrenatural divino como seus pais.

Quando se afastaram de Deus foram disciplinados por Ele.

Falhar em ensinar nossos filhos, negligenciar a tarefa de instruí-los a obedecer, a amar a Deus e seus princípios trará terríveis consequências sobre a vida deles.

Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele. Provérbios 22:6

O que ama a instrução ama o conhecimento, mas o que odeia a repreensão é estúpido.  Provérbios 12.1 

Assim como foi no deserto, durante a jornada rumo à terra prometida, a responsabilidade de educar e transmitir as experiências, os milagres e o agir sobrenatural de Deus aos filhos, pertence aos pais.

Através de nossa vida com Deus, do mover do Espírito do Senhor, estaremos demonstrando o agir, o poder, a grandeza, a superioridade do Senhor em nós e, assim provocar o desejo de buscá-lo, motivando o interesse dos que nos cercam, glorificando o Nome do Senhor dos Exércitos 

Nosso estilo de vida, o entendimento e demonstração do que Deus é e, o que as Escrituras dizem determinarão o nosso legado e a herança espiritual que deixaremos.

As decisões de nossas vidas demonstrarão o censo de valores e entendimento dos princípios bíblicos que transmitiremos à geração futura.

Você já pensou que os caminhos das novas gerações estão em nossas mãos, que poderemos influenciar de forma maléfica ou benéfica?

Pense que podemos mudar os rumos das nações com nossos ensinamentos.

Você poderá dizer: Mas eu sou apenas uma pessoa, como mudar o rumo de uma nação??

Lembre-se que todo grande movimento, necessitou de alguém para dar o pontapé inicial.

Podemos até não ver os resultados de nossas atitudes nessa vida, porém ele poderá ser comprovado através dos galardões que receberemos na Jerusalém Celestial e, essa é a riqueza que interessa, pois, não enferruja nem é corroída pelas traças como nos adverte Mateus 6.19,20: 

Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam

A exemplo de Josué, poderemos fazer diferença, conforme comprova o texto de Juízes 2.7: E serviu o povo ao SENHOR todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram depois de Josué, e viram toda aquela grande obra do SENHOR, que fizera a Israel. 

Litrazini:
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Graça e Paz



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Algumas gotas de óleo lubrificante

Num quarto modesto, o doente grave pedia silêncio. Mas a velha porta rangia nas dobradiças cada vez que alguém a abria ou fechava. O momento solicitava quietude, mas não era oportuno para a reparação adequada.

Com a passagem do médico, a porta rangia, nas idas e vindas do enfermeiro, no trânsito dos familiares e amigos, eis a porta a chiar, estridente. Aquela circunstância trazia ao enfermo e a todos que lhe prestavam assistência e carinho, verdadeira guerra de nervos.

Contudo, depois de várias horas de incômodo, chegou um vizinho e colocou algumas gotas de óleo lubrificante na antiga engrenagem e a porta silenciou, tranquila e obediente.

A lição é singela, mas muito expressiva.

Em muitas ocasiões há tumulto dentro de nossos lares, no ambiente de trabalho, numa reunião qualquer. São as dobradiças das relações fazendo barulho inconveniente.

São problemas complexos, conflitos, inquietações, abalos...

Entretanto, na maioria dos casos nós podemos apresentar a cooperação definitiva para a extinção das discórdias.

Basta que lembremos do recurso infalível de algumas gotas de compreensão e a situação muda.

Algumas gotas de perdão acabam de imediato com o chiado das discussões mais calorosas.

Gotas de paciência no momento oportuno podem evitar grandes dissabores.

Poucas gotas de carinho, penetram as barreiras mais sólidas e produzem efeitos duradouros e salutares.

Algumas gotas de solidariedade e fraternidade podem conter uma guerra de muitos anos.

É com algumas gotas de amor que as mães dedicadas abrem as portas mais emperradas dos corações confiados à sua guarda.

São as gotas de puro afeto que penetram e dulcificam as almas ressecadas de esposas e esposos, ajudando na manutenção da convivência duradoura.

Nas relações de amizade, por vezes, algumas gotas de afeição são suficientes para lubrificar as engrenagens e evitar os ruídos estridentes da discórdia e da intolerância.

Dessa forma, quando você perceber que as dobradiças das relações estão fazendo barulho inconveniente, não espere que o vizinho venha solucionar o problema.


Lembre-se que você poderá silenciar qualquer discórdia lançando mão do óleo lubrificante do amor, útil em qualquer circunstância, e sem contra indicação.

Não é preciso grandes virtudes para lograr êxito nessa empreitada. Basta agir com sabedoria e bom senso. Às vezes, são necessárias apenas algumas gotas de silêncio para conter o ruído desagradável de uma discussão infeliz.

Se você é daqueles que pensa que os pequenos gestos nada significam, lembre-se de que as grandes montanhas são constituídas de pequenos grãos de areia.

Transcrito por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Falar e ter vida com Deus


“... Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar".Josué 1.9 

Falar com Deus é fácil, mas ouví-lo requer vida com Ele! 

Muitas pessoas vivem satisfeitas consigo mesmas, oram, leem a Bíblia, no seu entendimento, falam com Deus todos os dias, orgulhosas por estar cumprindo o seu papel de cristão. 

Ledo engano! 

Grande parte dessas pessoas, se preocupam em dar uma resposta, muitas vezes para si mesmas, outras vezes para a sociedade que os cercam. 

Necessariamente, essa atitude não representa ter vida com Deus, pois ao terminar o devocional, fecham a porta e excluem Deus pelo resto do dia. Eu dou o nome de religiosas, para pessoas assim. 

Na vida com Deus, estamos em todo o tempo com Ele em nossos lábios, atitudes e principalmente no pensamento.

Vida com Deus é comer, beber, falar e respirar a presença do Pai em todos os lugares, em meio à multidão, ou sozinho, sem fanatismo, sem extremismos, mesmo que para alguns, pareça loucura. 

Ter vida com Deus é viver em sociedade mas, à parte dos vícios da sociedade! É Contaminar sem ser contaminado. 

É dizer não, quando você anseia por dizer sim para o desejo do seu eu. 

É dizer tabom Pai, eu faço, tá doendo, mas eu faço. 

É amar quando o nosso desejo é tripudiar. 

É ser humilde e reconhecer as limitações. 

É depender de Deus na menor até a maior decisão.


É crer que Deus é real, que não está o céu esperando você entrar no quarto e despejar uma variedade de pedidos todos os dias. Crer que Ele é verdadeiro e que zela por cumprir a sua Palavra. 

Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: Pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus. Miquéias 6.8. 

Ter vida com Deus é atravessar uma tempestade de granizo tendo o Senhor como guarda-chuvas. 

Por Litrazini

Graça e Paz



domingo, 25 de novembro de 2012

A carteira e a Bíblia


Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração. Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque ou há de aborrecer a um e amar ao outro ou se há de chegar a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.” Lucas 13:34; Lucas 16:13

Em um sábado à tarde, meu vizinho tocou a campainha da minha casa e me disse:

– Você já sabe que o vidro da porta do seu carro está quebrado?

Saí correndo porta afora. Havia cacos por toda parte. Em pleno dia furtaram objetos do interior do veículo.

- Mas o que levaram? Pensei. Dei falta de duas coisas: minha carteira e a Bíblia

Mal entrei em casa e novamente tocaram a campainha. Um desconhecido trazia minha Bíblia. Ele a encontrara aberta sobre a calçada um pouco adiante da minha casa e, como nela estava escrito meu nome e endereço, veio devolvê-la. Alegrei-me por recuperá-la; obviamente, quanto à carteira, nunca mais a vi.

Na pressa o ladrão confundiu a Bíblia com uma bolsa… quando constatou o erro, jogou-a fora e levou somente a carteira.

Foi a escolha dele. Também é a de nossa sociedade moderna, que ama o materialismo e despreza Deus.

Mas será que é a escolha correta?

Jesus advertiu Seus discípulos: “Não ajunteis tesouros na terra… onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu… Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração… Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” Mateus 6:19-21,24

Qual tem sido a sua escolha?
A Bíblia ou a carteira?

O seu futuro eterno depende dessa opção.

“Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” Mateus 6:33

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini:

Graça e Paz


sábado, 24 de novembro de 2012

O Reino de Deus e o Dinheiro


"Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração...”. (Mt. 6.19-34)

Discernimento entre o que é Temporal e o Eterno 
Atualmente onde você está acumulando tesouro? Na terra ou no céu?

O dinheiro é temporal, instável e finito
A traça – ataca especialmente produtos armazenados. Ou seja, o dinheiro não foi feito para ficar armazenado, acumulado. Ele é meio de troca e, portanto deve assim ser utilizado; não como fim e sim como meio.

A ferrugem – é resultado do contato do metal com o oxigênio. É um processo lento, mas eficaz, causa a deterioração completa do metal.

Os ladrões – aqueles que roubam, levam o que amealhamos de repente.

Louco – é assim que Jesus compara aquele que só vive para acumula na terra sem a perspectiva do céu. (Lc.12:19-21)

Os olhos são a candeia do corpo. Se os seus olhos forem bons, todo o seu corpo será cheio de luz. Mas se os seus olhos forem maus, todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, se a luz que está dentro de você são trevas, que tremendas trevas são!

O que os seus olhos estão vendo?  
Candeia é uma lamparina, ou seja, um recipiente com óleo e pavio. Se a candeia foi acesa e não conter óleo o pavio apenas fumegará, não haverá luz. Entretanto, se tiver completa haverá luz.

O homem precisa de Deus para ter uma visão correta sobre o dinheiro. Do contrario ele ficará perdido. Todos nós nascemos em trevas: "Aos justos nasce luz nas trevas; ele é piedoso, misericordioso e justo" Salmos 112.4. Em trevas viemos e em trevas iremos se o Senhor Jesus não vier e não resplandecer em nossos corações: "Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo" II Coríntios 4.6.
 
Esta é uma obra que o homem não pode fazer: ser luz, porque ele é trevas. O nosso espírito é a lâmpada do Senhor, mas ela não poderá brilhar se o óleo do Espírito Santo não for derramado para manter a lâmpada acesa, e Cristo não vier ser a luz que alumia todo homem: "Porque tu acenderás a minha candeia; o SENHOR meu Deus iluminará as minhas trevas"Salmos 18.28.

"Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro".

– Temos que decidir a quem entregaremos o trono! Tanto Deus como o Dinheiro reivindicam um lugar de honra em nossa vida

"Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa? Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas? Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida? "Por que vocês se preocupam com roupas? Vejam como crescem os lírios do campo. Eles não trabalham nem tecem. Contudo, eu lhes digo que nem Salomão, em todo o seu esplendor, vestiu-se como um deles. Se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada ao fogo, não vestirá muito mais a vocês, homens de pequena fé? Portanto, não se preocupem, dizendo: ‘Que vamos comer? ’ ou ‘que vamos beber? ’ ou ‘que vamos vestir? ’ Pois os pagãos é que correm atrás dessas coisas; mas o Pai celestial sabe que vocês precisam delas.

Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal".

Não se preocupe Deus sabe do que você precisa  
A ideia não é ficarmos parados em casa e supor que Deus nos dará o que precisamos. Antes é fazermos a nossa parte porque Deus não deixará de executar a dEle. Nós preparamos a terra e semeamos a semente no seu devido tempo. Deus garante a chuva na medida certa segundo a estação própria.

“Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite”. (Deuteronômio 11:14)

‘Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas’ (Pv.3:6). Para o cristão Deus vem antes de tudo. Seja no trabalho ou em qualquer outro lugar ou em relação a qualquer outra coisa. Deus é prioridade.

O princípio do dízimo e da oferta foi estabelecido por Deus também como forma de subjugarmos o poder do dinheiro. Pois, quando damos a Deus estamos dizendo a Mamom quem é que dá as cartas em nossas vidas. A nossa decisão de servir a Deus!

Autor: Pr. Luiz Carlos Leite

Por Litrazini:
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Graça e Paz



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Continuamente lavado pelo Evangelho


 “Disse mais o Senhor a Moisés: Farás também uma bacia de bronze com o seu suporte de bronze,  para lavar. Pô-la-ás entre a tenda da congregação e o altar e deitarás água nela. Nela, Arão e seus filhos lavarão as mãos e os pés. Quando entrarem na tenda da congregação, lavar-se-ão com água, para que não morram; ou quando se chegarem ao altar para ministrar, para acender a oferta queimada ao Senhor. Lavarão, pois, as mãos e os pés, para que não morram; e isto lhes será por estatuto perpétuo, a ele e à sua posteridade, através de suas gerações” (Êxodo 30.17-20).

Assim que você nasceu, o sangue e o vérnix no seu corpo foram lavados por uma enfermeira ou mesmo por sua mãe ou seu pai. Você já tomou banho alguma vez depois que nasceu? Claro que já. Nossos corpos, continuamente, se tornam sujos, o que exige uma nova limpeza. O mesmo acontece conosco espiritualmente.

Mesmo depois de nascermos novamente pelo Espírito de Deus (João 3.1-8), continuamos a pecar. Temos que ser lavados a primeira vez por Jesus, mas Ele também continua a nos lavar de nossos pecados. 

A bacia de bronze com água não foi colocada no meio do pátio do tabernáculo para uma lavagem inicial, feita de uma vez por todas, que depois a tornou uma relíquia inútil. Ela deveria ser usada continuamente. Deus exigiu que os sacerdotes se lavassem “quando entrarem na tenda da congregação (…), ou quando se chegarem ao altar para ministrar” (Êxodo 30.20). Quantas vezes isso acontecia? Tantas quanto o número de vezes que eles entrassem na tenda, oferecessem um sacrifício ou fizessem uma oração. Eles precisavam se lavar todas as vezes, sem exceção, o que significa que precisavam fazê-lo todos os dias. 

Essa é uma grande lição para nós hoje. Vivemos em um tempo em que o evangelho da salvação tem sido divorciado da vida cristã comum e diária.

Com métodos modernos de cruzadas evangelísticas e cultos de adoração do tipo seeker-sensitive¹ nos quais o foco está no não cristão, a maioria dos cristãos atualmente pensa que o “evangelho” é algo que contamos aos não cristãos para que eles sejam salvos. Tivemos que ouvi-lo tempos atrás para sermos salvos e agora os não cristãos precisam ouvir para serem salvos.

Mas aprendemos algo diferente a partir dessa passagem de Êxodo 30. Aprendemos que o povo de Deus, que é descrito tanto no Antigo quanto no Novo Testamento como “um reino de sacerdotes” (Êxodo 19.6, 1 Pedro 2.9), deve constantemente ouvir as boas novas do evangelho e constantemente aplicar a limpeza dele aos seus corações.

Assim como os sacerdotes tinham de ser lavados novamente a cada dia, nós precisamos ser lavados continuamente pelas boas novas de que o sangue e o Espírito de Jesus nos limparam e continuam a nos limpar de nossos pecados.

O Apóstolo João disse aos cristãos do passado: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 2.1-2a).

Daniel R. Hyde / Traduzido por Alex Daher | iPródigo

Por Litrazini:

Graça e Paz



quinta-feira, 22 de novembro de 2012

A Prova Está Na Sua Paciência - Texto de Max Lucado

Este material foi cedido por Max do jornal “Crossings” (Cruzadas) da igreja onde ele prega, Oak Hills Church, em San Antonio, Texas. Material parecido e mais elaborado pode ser encontrado no livro de Max “Um Amor Que Vale A Pena”, publicado pela CPAD.]
 
Jesus uma vez contou uma parábola sobre um rei que decidiu acertar as contas com seus devedores. Seu contador encontrou um senhor que devia não milhares, ou centenas de milhares, mas, milhões de dólares. O rei sumariamente declara que o homem e a esposa e crianças dele serão vendidos para pagar a dívida. Por causa da sua incapacidade de pagar, o homem está prestes a perder tudo e todo mundo querido a ele. Não é de se admirar que “Mas o empregado se ajoelhou diante do patrão e pediu: "Tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo ao senhor." - O patrão teve pena dele, perdoou a dívida e deixou que ele fosse embora.” (Mat. 18:26-27 BLH ênfase minha)
 
A palavra paciência aparece de forma inesperada aqui. O devedor não pede clemência ou perdão; ele roga por paciência. Igualmente curioso é este aparecimento singular da palavra. Jesus usa esta palavra duas vezes nesta história e nunca mais. Ela não aparece em nenhuma outra parte nos Evangelhos. Talvez o uso escasso serviu no primeiro-século como um marcador de texto. Jesus reserva a palavra para uma ocasião para fazer um ponto. Paciência é mais que uma virtude para filas longas e garçons lentos. Paciência é o tapete vermelho no qual a graça de Deus nos chega.
 
Não houvesse nenhuma paciência, não teria havido nenhuma clemência. Mas o rei foi paciente, e o homem com a dívida multimilionária foi perdoado.
 
Mas, aí a história dobra para a esquerda. O recém perdoado traça uma linha reta do tribunal para os subúrbios. Lá ele procura um sujeito que deve a ele algum dinheiro.
“O empregado saiu e encontrou um dos seus companheiros de trabalho que lhe devia cem moedas de prata. Ele pegou esse companheiro pelo pescoço e começou a sacudi-lo, dizendo: "Pague o que me deve!" - Então o seu companheiro se ajoelhou e pediu: "Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei tudo." Mas ele não concordou. Pelo contrário, mandou pôr o outro na cadeia até que pagasse a dívida. (Mt 19:28-30 BLH ênfase minha)
 
O rei fica atordoado. Como o homem poderia ser tão impaciente? Como ousa o homem ser tão impaciente! A tinta do carimbo CANCELADO ainda está úmida nas contas do homem. Você não esperaria uma pouco de Madre Teresa dele? Você pensaria que uma pessoa tão perdoada amaria muito. Mas ele não o fez. E a falta de amor dele o conduziu a um equívoco caro.
 
O homem que não consegue perdoar é chamado de volta ao castelo.
 
“ ‘Empregado miserável!’[disse o patrão, ou seja, Deus] ‘Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. - Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você."- O patrão ficou com muita raiva e mandou o empregado para a cadeia a fim de ser castigado até que pagasse toda a dívida. (Mat. 18:32-34 BLH)
 
A paciência do rei não fez nenhuma diferença na vida do homem. Ao criado, a clemência do trono nada mais era que um teste cancelado, uma bala evitada, um passe para sair da prisão. Ele não ficou impressionado pela graça real; ele ficou aliviado de não ter sido castigado. A ele foi dada muita paciência, mas ele não deu nenhuma, o que nos deixa curiosos para saber se ele na verdade entendeu o presente que recebeu.
 
Se você achar paciência difícil de dar, você poderia fazer a mesma pergunta. Quão repleto você está com a paciência de Deus? Você ouviu falar. Leu sobre ela. Talvez você já grifou passagens de Bíblia sobre ela. Mas você a recebeu? A prova está na sua paciência. Paciência profundamente recebida produz paciência livremente oferecida.
 
Mas paciência nunca recebida leva a uma abundância de problemas, entre os quais um dos maiores é a prisão. Lembra-se onde o rei enviou o criado que não perdoava? “O patrão ficou com muita raiva e mandou o empregado para a cadeia a fim de ser castigado até que pagasse toda a dívida.” (Mat. 18:34 BLH)
 
Pôxa! Nós suspiramos. Estou contente que aquela história é uma parábola. Que bom que Deus não prende o impaciente na vida real. Não esteja tão seguro que ele não o faz. Egoísmo e ingratidão criam paredes grossas e prisões solitárias.
Impaciência ainda prende a alma. Por essa razão, nosso Deus é rápido para nos ajudar a evitá-la. Ele faz mais que exigir paciência de nós; ele nos oferece. Paciência é um fruto do Espírito dele. Ela pendura da árvore de Gálatas 5:22: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade,”. Você pediu para Deus lhe dar um pouco de fruto? Bem eu fiz uma vez, mas. . . Mas o que? Você ficou impaciente? Peça a ele de novo, e de novo e novamente. Ele não ficará impaciente com seu pedir, e você receberá paciência ao orar.
 
E enquanto você estiver orando, peça entendimento. A pessoa paciente “dá prova de grande entendimento,” (Prov. 14:29 NVI). Será que sua impaciência é o resultado de uma falta de entendimento? Aconteceu comigo.
 
Algum tempo atrás membros dos ministérios da nossa igreja participaram numa conferência de liderança. Especialmente interessado em uma aula, eu cheguei cedo e consegui uma cadeira na primeira fileira. Quando o palestrante começou, porém, eu fiquei distraído por duas vozes nos fundos da sala. Dois homens estavam cochichando um ao outro. Eu estava pensando seriamente em atirar um olhar bravo para trás, quando o palestrante ofereceu uma explicação. “Perdoe-me”, ele disse. “Eu esqueci de explicar por que os dois companheiros nos fundos da sala estão conversando. Um deles é um presbítero numa igreja nova na Romênia. Ele viajou para cá para aprender sobre liderança de igreja. Mas ele não fala inglês, por isso a mensagem está sendo traduzida.”
 
De repente tudo mudou. Paciência substituiu impaciência. Por quê? Porque a paciência sempre pega carona com entendimento. O homem sábio diz, “O que tem entendimento refreia a língua” dele (Prov. 11:12 NVI). Ele também diz, “quem tem entendimento é de espírito sereno” (Prov. 17:27 NVI). Não perca a ligação entre entendimento e paciência. Antes de você explodir, escute. Antes de você golpear, se ligue. “Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida” (Prov. 24:3 NVI).

Antes de qualquer outra coisa, amor é paciente.
 
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A Graça e a Paz do Senhor Jesus,
 
Moacir Neto