quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Paixão por Deus e o zelo missionário andam de mãos dadas


John Piper disse que as missões não representam o alvo fundamental da igreja, a adoração sim. As missões existem porque não há adoração; ela sim é fundamental, pois Deus é essencial e não o homem. Quando a história fechar sua cortina e os incontáveis milhões de remidos estiverem perante o trono de Deus, não haverá mais missões. Elas representam, no momento, uma necessidade temporária. Mas a adoração permanece para sempre.

A adoração é o combustível e o alvo das missões. Fazemos missões para que os povos se prostrem e adorem o Deus vivo. O alvo das missões é a alegria dos povos na adoração a Deus. A paixão por Deus na adoração precede a apresentação de Deus por meio da pregação. As missões começam e terminam na adoração.

Se a glória de Deus não for colocada acima do bem do homem, Deus não será devidamente honrado. Isso não é rebaixar missões, é exaltar a Deus. Quando a paixão por Deus arder nos corações, a luz das missões brilhará para os povos mais remotos da terra. Onde a paixão por Deus é fraca, o zelo pelas missões também será fraco.

Sempre que a obra missionária avançou com firmeza, ela foi precedida por um profundo zelo e amor pelo nome e pela glória de Deus. É quando o nosso amor por Deus é acendrado que o nosso amor pelos perdidos é despertado. Não podemos amar o próximo se não amamos a Deus, como não podemos amar a Deus se não amamos o próximo. 

Amor a Deus e amor por missões não podem ser separados. Paixão por Deus e paixão pelas almas perdidas caminham juntas. Jamais veremos um reavivamento da obra missionária sem antes sermos despertados para amar profundamente a Deus e buscarmos acima de tudo a sua glória. Jamais poderemos afirmar, também, que estamos interessados na glória de Deus se não fazemos missões. A prova do nosso amor por Deus é obediência.
 
Deus nos chamou do mundo para a salvação, para sermos proclamadores das boas novas de salvação no mundo. Somos não apenas receptáculos, mas também canais da graça de Deus. Somos embaixadores em nome de Deus. Somos luz para as nações.

A obra missionária é uma tarefa imperativa, intransferível e inadiável. O propósito de Deus é alcançar em cada geração todas as etnias. Cada geração precisa ser evangelizada em sua própria geração. Se nos omitirmos seremos culpados. Se tardarmos muitos perecerão.

Fazemos missões orando, contribuindo e proclamando aqui, ali e além fronteiras. Muitos de nós são chamados não para sair, mas para ficar. Mas todos nós somos chamados para fazer missões.

Todo crente é um missionário no meio da sua família, no seu trabalho, na sua escola e na sua vizinhança. Todo crente tem o compromisso de orar por missões e de contribuir com missões. Aqueles que não podem descer ao fundo do poço, devem segurar a corda para que outros desçam. 
Para fazer missões precisamos investir dinheiro e a nossa própria vida. Quando investimos na evangelização dos povos, fazemos o melhor e o mais seguro investimento, pois investimos para a eternidade. No Reino de Deus perdemos o que retemos e ganhamos o que damos. A alegria de ver vidas salvas é maior do que acumular tesouros neste mundo. A alegria de promover a glória de Deus entre os povos, levando a eles o evangelho da salvação é o superlativo propósito da nossa existência.

A obra missionária não pode ser um apêndice na agenda da igreja que está comprometida em glorificar a Deus. Ele é mais glorificado em nós quanto mais nós nos satisfazemos nele. E quanto mais nós nos satisfazemos nele mais desejamos lhe obedecer e fazer sua vontade que é salvar aqueles que procedem de toda tribo, raça, povo, língua e nação.

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz


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