segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FECHADO PARA BALANÇO


“Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração! Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho eterno” Sl. 139.23-24. 

Vejo com frequência durante o ano algumas placas em estabelecimentos comerciais, tais como: “sob nova direção”, “Estamos em obras” ou “volto logo”, mas só no final de ano e início de um novo observo uma outra placa, “fechado para balanço”. 

Parece que durante o ano o que domina é a ação, a mudança, reformas, ampliações; uma saída rápida até é permitida, mas tem que voltar logo. 

Mas na passagem para um novo ano, depois de toda correria, tem que fechar para balanço. 

Um tempo de avaliação, de contagem, de acertos e de conclusões, positivas ou negativas, de lucros ou perdas. 

Parada necessária, para projetar o novo ano que está começando. Isto me parece muito sensato, sábio e prudente e posso aplicar também na minha vida. 

Depois de um ano de correria, ação, consertos, obras, reformas, conquistas, derrotas, acertos e erros, acho que é tempo de reflexão, tempo de quietude diante de Deus, tempo de sondagem de alma; depois de tanta agitação é bom parar um pouco para pensar, repensar e tomar decisões, e talvez novos rumos, que realmente venham fazer diferença no novo ano, neste momento cabe, seguir o conselho do profeta Jeremias. “Assente-se solitário e fique em silêncio...” (Lm.3.28) 

Pois algumas perguntas precisam ser respondidas neste tempo, entre elas: 

Como vai minha vida com Deus? 

Como vai minha comunhão com meus irmãos? 

Como está minha família? 

O que tenho feito com os talentos e dons que tenho recebido de Deus? 

Que Deus nos ajude a separar um tempo e “fechar” para fazer um balanço, amplo, total e irrestrito de nossa vida, com certeza haverá muita coisa para ser ajustada. 

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?”Lc.14.28

Espero que tenha um final de ano com muita reflexão para um novo ano de muita ação. 

Pr. Ronaldo Cabrera 

Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 30 de dezembro de 2012

Ano Novo! Atitudes e Novos Projetos!


Natal, Ano Novo, festas, descontração ... 

Preocupamo-nos com o que fazer entre o Natal e o ano Novo; 

Erramos! A nossa preocupação precisa estar centrada no que vamos fazer entre o Ano Novo e o Natal 

Por isso te convido a refletir e a escrever um novo capítulo que se inicia no primeiro dia do ano, pois juntamente com os fogos que embelezam os céus, um show que impressiona os observadores, iniciamos nova etapa com novas oportunidades. 

É importante atentar para o que o Apóstolo Paulo disse em Filipenses 3.13-14: Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. 

Para melhorar no nosso relacionamento com o Pai Celestial, precisamos Entregar o nosso caminho ao Senhor; confiar nele, e o mais Ele o fará. Salmo 37.5 

Achegar-nos à Deus, e Ele se chegará a nós. Limpar as mãos, purificar os corações. Abrir a Bíblia e absorver cada palavra de vida que nos dá, Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. Hebreus 4:12

Somente a regularidade na leitura bíblica não é suficiente, é preciso fazer com alegria e prazer e clamar; o Profeta Jeremias diz “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes” (Jeremias 33.3). 

Através da oração, buscar ao Senhor enquanto se pode achar, invocar enquanto está perto, converter-se ao Senhor, para que se compadeça de nós, tornar para Deus, porque Ele é grandioso em perdoar (Isaias 55.6-7) 

Se nesse ano que passou o cansaço e opressão o assolou, é só render-se a Deus e, fazer do verso bíblico de Mateus 11.28 uma realidade de vida: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” 

A ilustração abaixo reflete a realidade na vida de muitas pessoas 

... E perguntaram para Deus: 

- O que mais te intriga nos seres humanos? Deus respondeu: 

- Eles fartam-se de ser crianças e têm pressa por crescer, e depois suspiram por voltar a ser crianças...
- Primeiro, perdem a saúde para ter dinheiro e logo em seguida, perdem o dinheiro para ter saúde... 

- Pensam tão ansiosamente no futuro que descuidam do presente e assim, nem vivem o presente nem o futuro... 

- Vivem como se fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido! 

Reflitam sobre isso.... 

Ano Novo, uma ótima oportunidade para acertar e mudar de vida. 

FELIZ ANO NOVO!! 

Por Litrazini

Graça e Paz




sábado, 29 de dezembro de 2012

No Ano Novo tudo vai ser diferente?


“No novo ano tudo vai ser diferente! Vou deixar meus maus hábitos!” Você também tomou resoluções desse tipo, usando a mudança de ano como data para uma virada em sua vida?

A cada novo ano, muitas pessoas tomam resoluções radicais para suas vidas. A mudança de ano vem acompanhada de uma certa aura de transformação, levando-nos a crer que nessa data será mais fácil romper com maus hábitos e superar fraquezas de caráter.

O que sobra de todos esses bons propósitos? O que resta das decisões tomadas em datas aparentemente significativas? Talvez alguns se lembrem que no dia 9/9/99 foram realizados muitos casamentos em diversas partes do mundo. E agora certamente os primeiros desses matrimônios já estão desfeitos. Harmonia rompida e promessas de fidelidade não cumpridas levaram ao fracasso.

Pedro garantiu certa vez a seu Mestre: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei” (Mt 26.35) – mas ele falhou vergonhosamente. Será que o comportamento desse discípulo não espelha nossos próprios propósitos vãos?

Será que também nós não falhamos repetidamente? Paulo escreve: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7.19). Muitos de nós procuram desculpar e minimizar suas falhas, dizendo: “Paulo também era assim…” Mas ele, nessa passagem, procura apenas demonstrar a luta entre o bem e o mal dentro de cada um de nós. Em outras passagens fica muito claro que ele estava empenhado com todas as suas forças em viver uma vida vitoriosa. Paulo prosseguia em direção ao objetivo, em direção a Cristo: “…prossigo para o alvo…” (Fp 3.14).

No caso de Daniel, a chave para sua vida vitoriosa estava muito bem definida. Ele também chegou ao ponto em que tomou uma resolução: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Dn 1.8). Daniel conseguiu colocar sua resolução em prática porque, mesmo sob ameaça de morte, em nenhuma circunstância deixou de orar três vezes por dia ao seu Deus: “três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (Dn 6.10b). Esse hábito era algo natural para ele. Mas é justamente nesse ponto que todos os nossos bons propósitos falham. Estamos dispostos, temos o firme propósito de deixar de lado maus hábitos e velhos defeitos. Dizemos a nós mesmos: “A partir de 1º de janeiro vai ser para valer!” Mas falharemos vergonhosamente mais uma vez se apenas deixarmos os maus costumes de lado, sem nos habituarmos a levar uma vida realmente voltada para Deus.

Como está nossa relação com Deus? Tornou-se hábito para nós ler Sua Palavra, orar e servi-lO? 

Acerca de Jesus está escrito: “E, saindo, foi, como de costume, para o monte das Oliveiras; e os discípulos o acompanharam. Chegando ao lugar escolhido, Jesus lhes disse: Orai, para que não entreis em tentação” (Lc 22.39-40). É nesse sentido que desejo a todos um ano muito abençoado, um ano em que nossos hábitos e costumes nos levem para mais perto de nosso Senhor e Mestre. “Orai, para que não entreis em tentação!”

Peter Malgo – chamada.com.br

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz


sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Refletindo a Glória de Deus


Disse mais o SENHOR: Eis aqui um lugar junto a mim; aqui te porás sobre a penha. E acontecerá que, quando a minha glória passar, pôr numa fenda da penha, e te cobrirei com a minha mão, até que eu haja passado. E, havendo eu tirado a minha mão, me verás pelas costas; mas a minha face não se verá. (Êxodo 33:21-23)

Deus deu um lugar para Moisés ficar; Deus colocou Moisés na fenda; Deus cobriu Moisés com a mão; Deus passou; Deus revelou-se.

Tudo o que Moisés fez foi pedir. Tudo o que podemos fazer é pedir. A promessa da presença de Deus junto a Moisés também está à nossa disposição.

Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.( Mt. 7.7).Somente pedindo é que receberemos, somente buscando é que acharemos.

E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.(Mt. 21.22)

Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar. (João 16.23)

Todavia o ser humano, seja por que motivo for, normalmente, se priva da presença de Deus, é mais cômodo fazer como os Israelitas fizeram, buscar um intermediário e não ao próprio Deus:

E acontecia que, saindo Moisés à tenda, todo o povo se levantava, e cada um ficava em pé à porta da sua tenda; e olhava para Moisés pelas costas, até ele entrar na tenda.

E sucedia que, entrando Moisés na tenda, descia a coluna de nuvem, e punha-se à porta da tenda; e o SENHOR falava com Moisés. E, vendo todo o povo a coluna de nuvem que estava à porta da tenda, todo o povo se levantava e cada um, à porta da sua tenda, adorava.

Falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo; depois tornava-se ao arraial; mas o seu servidor, o jovem Josué, filho de Num, nunca se apartava do meio da tenda.  (Êxodo 33:8-11)

Precisamos deixar a zona de conforto, o comodismo e buscar ao Pai, ter um relacionamento pessoal com Ele, pois somente através dessa comunhão seremos, restaurados, renovados, curados e libertos.

Chega de viver de migalhas, quando podemos desfrutar com abundancia das promessas de Deus e de sua presença, sem contar que será o diferencial na nossa vida, assim como foi com Moisés, veja:

“...Sim, quando desceu do monte, Moisés não sabia que a pele do seu rosto resplandecia, depois que falara com ele. Olhando, pois, Arão e todos os filhos de Israel para Moisés, eis que a pele do seu rosto resplandecia; por isso temeram chegar-se a ele. Então Moisés os chamou, e Arão e todos os príncipes da congregação tornaram-se a ele; [...] Assim que Moisés acabou de falar com eles, pôs um véu sobre o seu rosto.
 Porém, entrando Moisés perante o SENHOR, para falar com ele, tirava o véu até sair; e, saindo, falava com os filhos de Israel o que lhe era ordenado. Assim, pois, viam os filhos de Israel o rosto de Moisés, e que resplandecia a pele do seu rosto; e tornava Moisés a pôr o véu sobre o seu rosto, até entrar para falar com ele. (Êxodo 34:29-35).

Quando temos a presença do Espírito Santo do Senhor somos transformados, refletimos a Glória do Pai em nosso semblante, a ponto das pessoas verem algo diferente em nós. O que gera o desejo de descobrir o diferencial na nossa vida. Mas isso só será conseguido através de uma vida com Deus.

Através do reflexo da Glória do Pai em nós, vidas serão acrescentadas ao aprisco do Senhor.

O que você tem refletido?

Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Vale dos sentimentos


Era uma vez um lugar chamado “Vale dos Sentimentos”.

Lá moravam todos os sentimentos do mundo, cada qual com o seu nome.

Alegria, Riqueza, Sabedoria, Determinação.....

Apesar de serem tão diferentes, se davam muito bem.

Até os sentimentos como Orgulho, Tristeza e Vaidade não tinham problemas entre si. Mas era lá no fundo do vale, na última das casinhas que morava o mais bonito dos sentimentos: era o Amor! Ele era tão bom que quando os outros sentimentos chegavam perto dele, ficavam mudados porque eles sabiam que, dentre eles, o Amor era o melhor!

Porém, no mesmo vale, num lugar mais afastado havia um castelo!  E lá também morava um sentimento, só que não tinha nadinha de bom... Era a Raiva! E a Raiva, de tão ruim que era, não gostava dos moradores do vale! Por isso, quando acordava de mau humor, fazia de tudo para estragar a beleza do lugar.

Certo dia, teve uma boa ideia. Foi até o calabouço e preparou a poção mais esquisita e estraga prazeres de que se teve notícias! A fumaça da poção tomou conta do lugar, do vale e se transformou numa tempestade como nunca se tinha visto antes.

Quando o vale se encheu de raios, chuva e vento, todos correram para se proteger. O Egoísmo foi o primeiro a se esconder, deixando todos para trás. A Alegria deu risada de alívio por ter se salvado rapidinho. A Riqueza recolheu tudo que era seu antes de se abrigar! A Tristeza... A Sabedoria.... A Vaidade.... todos conseguiram chegar em suas casas a tempo! Todos, menos o Amor. Ele estava tão preocupado em ajudar os outros sentimentos que acabou ficando para trás. 

Então uma coisa aconteceu! Um raio bem forte caiu sobre o vale atingindo o Amor. A Raiva deu sua tarefa por cumprida e foi dormir.

Quando a tempestade passou, os sentimentos puderam abrir as janelas aliviados.  Mas ao saírem eles sentiram uma coisa diferente no ar. Algo que nunca tinham sentido antes.

Foi então que eles viram.... “O que aconteceu com o Amor ? “ “Ele não se mexe!!!”  “Tá tão parado que até parece que.... MORREU!”

Nisso a Tristeza se pôs a chorar! O Orgulho não aceitava. Disse que era mentira! A Riqueza disse que era um desperdício!  E a Alegria, pela primeira vez, não sorriu! Foi aí que uma coisa estranha começou a acontecer. Os sentimentos começaram a ter desavenças, porque sem o Amor para uni-los, as diferenças  apareceram!

A situação já estava bem ruim quando eles repararam que estavam sendo observados. Alguém que eles nunca tinham visto ali antes. Então, o estranho se ajoelhou na frente do Amor, tocou-o calmamente e ele abriu os olhos! “Ele não morreu! O Amor não morreu!” – gritaram os outros sentimentos!

Foi aí que todos puderam ver o rosto do estranho que se chamava Tempo.

 E todos comemoraram porque o Amor estava vivo e sempre vai estar porque não há nada que acabe com o Amor, tendo o Tempo ao seu lado para ajudá-lo.

E a paz e a harmonia ainda reina por muito, muito tempo no vale dos sentimentos.

E sabe o que aconteceu com o Amor e com o Tempo???

Eles se casaram e tiveram três filhos : Experiência, Perdão, Compreensão e que moram até hoje no vale dos sentimentos, lá no fundinho do coração!

“Quando procuramos o bem nas outras pessoas, descobrimos o que há de melhor em nós mesmos”.

Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

As minhas forças acabaram


E Judá se ajuntou, para pedir socorro ao SENHOR; também de todas as cidades de Judá vieram para buscar ao SENHOR. Ah! nosso Deus, porventura não os julgarás? Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos o que faremos; porém os nossos olhos estão postos em ti. (2Cr. 20.4.12)

É difícil admitir, mas para ser franco com vocês, quando eu percebi a situação terrível em que me encontrava, eu tremi nas bases, o medo se apoderou de mim de tal forma, que eu fiquei literalmente sem chão, sem teto, sem provisão, como um filhote desprotegido diante de uma fera faminta e enraivecida.

Sim, eu estava totalmente vulnerável, e o pavor tomou conta de mim, as ondas se agigantaram, os ventos contrários derrubaram as velas, e com elas, quaisquer esperanças de permanecer vivo. As águas nervosas invadiram nossa embarcação, e eu estava esperando o momento de afundar e ver o fim de tudo, e a situação era ainda pior, porque eu era o capitão, o líder, o ungido de Deus, eu era o esposo, o pai, o chefe, o mestre. Eu era Josafá, o grande rei de Judá, mas, naquele momento, diante de um inimigo tão poderoso e furioso, eu só conseguia ver uma coisa: As minhas forças acabaram.

Em pleno século XXI, estando integrados a uma geração em que admitir fraqueza e medo são sinais de um perdedor, de um fracassado, e admitir que precisa de ajuda é sinal de imaturidade e de dependência, o que será que temos para aprender com Josafá?

É BOM SENTIR MEDO? (v. 4)
Diante das circunstâncias, diante de inimigos poderosos, diante de uma notícia realmente assustadora, Josafá teve medo. Isso mesmo, o rei de Judá teve medo.

Que coisa, um homem ungido por Deus ter medo! O homem escolhido pelo SENHOR dos Exércitos sentir medo! Que feio, hein, Josafá! Você não tem vergonha não? Olha que mau exemplo você deixa!

Meus amados irmãos, aprenda com Josafá uma coisa: É BOM SENTIR MEDO!!! Sabe por quê? Porque sentir medo é uma espécie de sinal de alerta, sentir medo é reconhecer que existe um problema real, um obstáculo difícil a ser ultrapassado, um inimigo furioso e poderoso no seu calcanhar, e que você se encontra numa situação muito crítica. Sim, é bom sentir medo!

QUEM PODERÁ NOS SOCORRER? (v. 4)
Se sua resposta é Chapolim Colorado, você está enganado, filho de Adão! Se você pensa que um amigo ou seu chefe, ou seu pastor, ou um super herói qualquer serão seus protetores, serão seus heróis, uma surpresa desagradável virá com certeza.

Josafá sentiu medo ao ver a grandeza do problema? Sim, deve ter ficado realmente apavorado, mas, em seguida, fez o que um autêntico vencedor de Deus faz: Buscou ao Senhor. Coisa linda né? Ele buscou ao Senhor e convocou todo o povo a fazer o mesmo, suplicando e jejuando, demonstrando publicamente que seu medo era racional e a única ajuda de que precisavam somente Deus poderia dar.

Quero deixar claro que Deus é Quem ajuda, é Quem socorre, é Quem resolve. Ele pode usar um amigo, um líder, um pastor, ou até mesmo um estranho para lhe socorrer, mas lembre-se sempre de buscar ao Senhor, pois é DELE que vem o socorro, independentemente dos instrumentos que Ele venha utilizar!

AS NOSSAS FORÇAS ACABARAM (v. 12)
Mesmo sendo o todo-poderoso rei de Judá, Josafá confessou publicamente a sua fraqueza. Ele não se apresentou como “o cara”, ou como “um deus”. Josafá reconhecia sua insignificância e sua dependência do El Shadai.

Essas palavras me levam a pensar nas de Paulo - “Tudo posso naquEle que me fortalece... quando sou fraco, então é que sou forte... o poder se aperfeiçoa na fraqueza.”. Essa é a postura de um homem realmente forte – reconhece sua fraqueza, e não pensa duas vezes antes de pedir ajuda ao seu Deus.

OLHANDO PARA DEUS (v. 12)
 “... Porém, os nossos olhos estão postos em TI”. Primeiro ele declarou seu medo, depois sua fraqueza, mas o porém dele deixa claro uma coisa: Ele sabia que Deus poderia mudar tudo.

O que Josafá fez diante da adversidade? Olhou para Deus, confiou em Deus, depositou tudo nas mãos de Deus, esperou o socorro de Deus. E não é fácil agir assim!

É mais fácil a gente olhar para as pessoas que, no nosso modo de ver, podem nos ajudar, podem nos socorrer, mas não é nas pessoas, por mais especiais que elas sejam, que devemos depositar nossa fé. É em Deus, o Pai, o Senhor, o Salvador, o Grande El Shadai.

Autoria: Tuta Moraes

Por Litrazini:

Graça e Paz


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

O grito - Jesus te ama!


Certa vez em Minas Gerais, um homem, em uma noite fria, recebeu ordens do Senhor para sair do conforto de sua casa e ir a uma praça. Em Minas, as noites são muito frias, Deus mandou que gritasse bem alto "Jesus te ama", o homem não entendeu, pois a praça estava totalmente deserta, era de madrugada, mas Deus disse: - grite bem alto "Jesus te ama".

O homem sem entender, colocou as mãos na boca para amplificar a voz, gritou a plenos pulmões "Jesus te ama"! Gritou a segunda vez, nenhuma resposta, pensando talvez ter se enganado, voltou para seu lar.

No dia seguinte, como de costume foi para sua igreja. Tudo normal, mas após o apelo, veio à frente para conversão, um dos homens  mais ricos daquela região; pedindo a palavra disse que estava em casa na noite passada, amarrou uma corda em uma coluna de madeira no teto, passou-a pelo pescoço, subiu em uma cadeira para dar fim em sua vida, reclamava que ninguém o amava: amigos, parentes... Naquele último momento de vida, nem Deus o amava; se o amasse teria que falar algo para ele naquela hora, senão iria se suicidar, foi quando escutou por duas vezes: "JESUS TE AMA", gritado a plenos pulmões naquela madrugada, o que o fez desistir em lágrimas do suicídio.
 
Às vezes fazemos a obra de Deus (com a graça de Deus), de imediato não vemos os resultados, agora olhe em sua volta, ou lembre-se de alguém que tenha evangelizado no seu cotidiano. A princípio você não vê os resultados, todavia “Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei  (Isaías 55:10-11).

As Doutrinas humanas que são de perdição, pregadas por muitos, por vezes, inspirada por um deus morto, tem como resultado, seguidores e adeptos, Quanto mais eu e você que somos embaixadores de Cristo, sacerdócio real, nação santa, raça eleita, para anunciar as boas novas de Cristo.
 Seitas hereges, carregam milhões em todo o mundo, tem resultado, muitos passam para a eternidade, crendo em uma mentira, pagam um alto preço de condenação, e nós, homens e mulheres de Deus, que trazemos a mensagem divina das Boas Novas, pregação do evangelho, devemos crer que a nossa obra não é vã.

Lembremo-nos que Paulo plantou, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento. (1Co. 3.6). Façamos a nossa parte, Deus fará a Dele.

Marcos Vinícius

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Natal, a celebração da salvação.


Para muitos o natal é uma festa a ser meramente comemorada, dão-se presentes, regalam-se com comes e bebes, festejam entre parentes e amigos.

No entanto, como cristãos, entendemos pela Palavra de Deus que o natal (nascimento de Cristo), representa o cumprimento das muitas promessas a respeito da vinda do Messias, o Salvador da humanidade. 

Portanto o natal é bem mais que comemoração: É celebração da salvação.

Quanto ao fato do nascimento de Cristo ser celebrado não deveriam existir discussões. Porém, quanto à data, à forma e o significado deste evento existem muitas controvérsias.

Em primeiro lugar, discute-se muito a respeito do dia separado para esta celebração. Realmente 25 de dezembro não é a data original do nascimento de Jesus Cristo. O dia correto não se sabe, no entanto com alguns cálculos bíblicos é possível concluir que o nascimento se tenha dado em um dia entre os meses de março e junho; Apesar de ter quem defenda que foi próximo ao final de Setembro.

No período que envolve a colheita e a primavera judaica a data tradicional de 25 de dezembro, inicialmente fez parte do calendário romano, quando era comemorado o “Solstício de Inverno” (dia que marca a chegada do inverno e do verão).

Na ocasião era realizada uma festa pagã de adoração ao astro sol, que representava para eles a divindade chamada “Sol invicto”. Porém, por influência da presença marcante dos cristãos na vida do império, este dia veio a ser oficializado como do dia da comemoração do nascimento de Jesus Cristo, desfazendo o costume pagão, o que veio a se tornar uma tradição cristã, Malaquias profetizou: “Mas para vocês que temem o meu nome, nascerá o sol da justiça trazendo salvação em seus raios” (Jesus).

Lembremos que quando Jesus nasceu o mundo estava sob o domínio romano e, no primeiro dia da semana era adorado o “Sol invicto”. Quando Jesus ressuscitou no domingo, biblicamente, este dia passou a ser chamado “Dia do Senhor”. Até hoje a maioria dos cristãos consagram o domingo à adoração de Jesus Ressurreto.

Em segundo lugar os símbolos tradicionais de natal são muitas vezes questionados. Não estamos dizendo das discrepâncias, como o uso de duendes, gnomos..., que realmente nada tem a ver com o “Natal de Cristo”. Mas, das guirlandas, do presépio (estrebaria), o pinheirinho, as bolinhas coloridas, os pisca-piscas, as luzinhas, os presentes, os anjos, as estrelas, sinos e as canções. 

Em relação aos anjos, as estrelas, canções, presentes e a estrebaria não há muito que discutir, pois a Bíblia revela que Maria deu a luz à Jesus e deitou-o numa manjedoura (gamela onde se depositava alimentos para os animais), pois não havia lugar na estalagem. Aos pastores foi anunciado o nascimento, e um anjo fez os convites para visitá-lo na estrebaria (um compartimento ligado à hospedaria ou uma gruta próxima, como era costume dos judeus), logo surgiu uma multidão de exércitos celestiais (milhares de anjos) e louvaram a Deus.

Os magos do oriente foram guiados pela estrela e deram presentes (ouro, incenso e mirra), ao bebê Jesus (Lc. 2.1-19; Mt. 1.18-25 a 2.1-2). Em relação aos outros símbolos, eles são frutos de tradição cristã, apesar de alguns autores os associarem ao paganismo.

Dizem por exemplo que o pinheirinho vem da antiga prática pagã de idolatria envolvendo árvores sagradas, mas esquecem que não somos pagãos e nossa concepção deve ser renovada pela mente de Cristo e pelo Espírito Santo.

Por exemplo, a Bíblia diz que “...Apareceu o Senhor a Abraão nos carvalhos de Manre, estando ele assentado à porta da tenda no calor do dia”: Gn. 18.1. Em uma época em que os pagãos tinham o carvalho como sagrado, Deus não se incomodou de falar com seu servo ali, pois sabia que ele não adorava uma árvore e sim ao Criador, de quem foi chamado de amigo.

A Bíblia fala muito a respeito de árvores em comparação a vida de Deus nos justos (Sl.1; Jo.15.1-5; Sl.92.12; Is.61.3). Não é justo condenar cristãos que montam e enfeitam uma árvore; mesmo porque algumas dessas práticas foram consolidadas pela própria tradição protestante, o primeiro a por enfeites coloridos e iluminar uma árvore de natal.

O Natal deve ser uma festa de luz e cores, pois Jesus é a luz do mundo, é Ele que confere beleza e encanto a nossa vida. As bolas coloridas representam “Romãs”, que na Bíblia simbolizam santidade e prosperidade (vida frutífera) (Ex.39.24-26).
 
Os sinos também faziam parte das vestes sacerdotais. As guirlandas (coroas), na antiguidade faziam parte do prêmio dos vencedores, representam honra e glória. Há autores que afirmam que as guirlandas são uma forma satânica de figurar a coroação de Cristo com uma coroa de espinhos. Isto soa como extremamente tendencioso, pois a própria Bíblia afirma que os cristãos devem visualizar a Cristo como um rei coroado de Glória e Honra (Hb.2.9). A guirlanda não aponta outra coisa senão para esse esplendor de Cristo.

As mais belas canções de Natal são uma composição evangélica. Por exemplo: “Eis dos anjos a harmonia” – Charles Wesley. 

Sendo assim, celebre o natal dentro da liberdade cristã. Gosta de símbolos? Utilize-os, se não, não. Mas lembre-se destas recomendações:

Primeiro, o Natal de uma família cristã é a celebração espiritual (leia Lc.2.1 a 20; Mt.1.18 a 2.12 com sua família). Faça uma oração de gratidão por Jesus ter nascido para nos salvar. Avaliem a convivência familiar, façam consertos, peçam perdão e declarem boas coisas uns aos outros.

Segundo, o nascimento de Jesus foi um presente de Deus para a salvação da humanidade.

No natal desembrulhe este presente diante de outras pessoas. Mostre Jesus para alguém que não o conheça. Símbolos são apenas símbolos.

Você possui o próprio Cristo nascido em seu coração. Este é o natal que deve ser celebrado todos os dias do ano.

FELIZ NATAL!!

Por Litrazini:

Graça e Paz





domingo, 23 de dezembro de 2012

Conheça Jesus


Porque vale a pena ser cristão

Vamos perguntar-nos concretamente se vale a pena ser cristão, apesar de vivermos em um país considerado cristão, com raízes e tradições cristãs. Que valor tem para nós o cristianismo, o verdadeiro cristianismo, nos dias de hoje?

Voltaire, ateu convicto, foi convidado certa vez por Frederico o Grande, rei da Prússia. Na hora dos brindes, ele ergueu sua taça e disse, zombando: "Troco meu lugar no céu por um marco prussiano". Um silêncio constrangedor dominou o ambiente por alguns instantes, até que outro convidado à mesa do rei voltou-se para Voltaire e respondeu: "Meu senhor, na Prússia temos uma lei: quem tem algo para vender deve provar que o objeto à venda realmente lhe pertence. O senhor pode comprovar que possui um lugar no céu?"

Ter um lugar no céu – isso é o que realmente importa!

Possuir um lugar no céu – é isso que realmente importa!

A Bíblia nos mostra a condição para recebê-lo: ter genuína unidade de vida com Jesus! Isso acontece através do novo nascimento (veja João 3.1-8).

Nascemos de novo espiritualmente pela fé pessoal em Jesus Cristo, e assim nos tornamos filhos de Deus: "Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus), deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus (renascerem espiritualmente), a saber, aos que creem no seu nome"(João 1.12). Frequentemente se ouve: "Afinal, todos são filhos de Deus!" Mas, conforme a Bíblia, isso não é verdade!

Trata-se realmente de um grande engano, que leva muitas pessoas a se acomodarem e tranquilizarem numa falsa segurança com relação ao seu destino eterno. Todos os homens são criaturas de Deus, mas filhos de Deus – os únicos que terão um lugar no céu – são somente aqueles que nasceram de novo através do Espírito Santo, como Jesus disse: "Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito Santo não pode entrar no reino de Deus" (João 3.5).

Quem nasceu de novo, como Jesus explicou, tem a confirmação e o testemunho do Espírito Santo em seu coração: "Agora sou um filho de Deus!"Isso não é sinal de orgulho, e sim de humildade, pois a pessoa salva não se baseia mais em suas próprias obras, mas unicamente no Senhor Jesus Cristo. Tal pessoa reconheceu que era pecadora e que não podia ser salva por boas obras, nem por qualquer outra coisa. Foi por isso que ela chegou-se a Jesus com o pedido: "Meu Salvador, por favor, salve-me!" 

O Senhor não apenas ouve essa oração, Ele também a atende: Jesus regenera – faz renascer espiritualmente – quem O aceita como Salvador em seu coração. Em Apocalipse 3.20 Ele diz: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." Se você abrir a porta da sua vida para Jesus, Ele entrará e a transformará. Como consequência, o Espírito Santo lhe dará a certeza: "Agora sou propriedade de Jesus, agora estou salvo, agora vou para o céu!"

A vida humana inicia com o nascimento físico – a vida espiritual verdadeira começa com o “novo nascimento”.

Jesus: único, incomparável, maravilhoso

Jesus não pode ser comparado a nada, nem a ninguém! Ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo – e por isso vale a pena segui-lO e ser cristão!

Vamos ler apenas alguns dos muitos textos da Bíblia sobre Jesus Cristo:

• Jesus "é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis... Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste"(Colossenses 1.15-17).

• "Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.6-11).

Fonte: The Christian Post

Por Litrazini:

Graça e Paz