quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Porque devemos perdoar


Perdoar significa deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicionalmente àqueles que nos feriram. É não levar em conta o mal causado; é não reter a mágoa ou ferida; é agir como se o incidente nunca houvesse acontecido. 

O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4). Jesus recebeu o poder de perdoar da parte do pai (Mt 2:5). Um perdão pleno, gratuito e eterno é oferecido a todos quantos se arrependerem e crerem no evangelho.

De modo que devemos perdoar aqueles que nos ofendem, de modo imediato, abundante, definitivo, porque esse perdão deve imitar o ato divino.

O perdão que recebemos de Deus é proporcional ao perdão que liberamos sobre os nossos ofensores (Mt 6:12). Não se trata de uma questão de salvação, mas, sim, de bem-estar consigo mesmo e com Deus (Lc 6:37-38).

O perdão é um ato da minha vontade. O perdão não depende das emoções. As emoções não são inclinadas a perdoar. Muito pelo contrário, as emoções nos mandam revidar, dar o troco às ofensas, mas cabe a nós pormos nossa carne sujeita à servidão e devemos decidir trilhar na vereda do perdão.

É uma questão de obediência (Devo amar, devo perdoar). Devo cumprir cabalmente o mandamento de Jesus descrito no sermão da montanha: se teu inimigo tiver fome, dai-lhe de comer, se tiver sede, dai-lhe de beber, se quiser andar contigo uma milha, anda com ele duas, não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem. O servo não questiona, ele simplesmente obedece. 

O PERDÃO PODE SER:

Natural – Origina-se no próprio homem

Sobrenatural – É de competência divina.

A parte que cabe a Deus é o milagre. Deus opera o milagre no assunto do perdão, restaurando a alma, as emoções, o amor próprio, modificando o senso pessoal de justiça, libertando da amargura, curando o inconsciente. Esse mover sobrenatural de Deus exige, no entanto, a condição de que se faça a parte que cabe ao ser humano.

O perdão, é uma escolha, é um ato de obediência à ordenança de Deus, o qual só fará o milagre quando o homem cumprir o que lhe cabe no processo de perdão.

Quem não perdoa é prisioneira do seu passado. Perde a capacidade de viver do presente. Tem dificuldade em analisar a situação como de é de fato. Ele encara o presente com os olhos do passado.
Quem não perdoa é prisioneiro das pessoas do passado. Fica com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, tomar café com a pessoa na mente).

Quem não perdoa é prisioneiro da mágoa. É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomática.

Quem não perdoa é atormentado por demônios (Mt 18:4) Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

Há um poder extraordinário no perdão, que nos torna livres em Deus. Livres do passado, livres dos instrumentos de feridas, livres das mágoas e libertos.

José Gomes

Adaptado Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Esgotamento espiritual ou falta de perdão


Em se tratando de exaustão espiritual, se faz necessário não esquecer de que somos espíritos que vivem em corpos físicos e, a ressurreição do corpo ainda não ocorreu!

Se houver abuso do nosso corpo com Alimentação inadequada, falta de sono ou um programa sobrecarregado de trabalho, com pouco ou nenhum tempo para recreação, com certeza, tudo isso se refletirá em nossas emoções desgastadas, mente obscurecida e espírito exausto.

Se estivermos sob grande tensão física, emocional ou mental, esse estado também se refletirá em nossa alma. Em tais momentos podemos exaurir nossa energia espiritual.

Ao exercer o ministério sagrado, a tensão mental e emocional provenientes do envolvimento nos problemas de outras pessoas esgotam as forças e energias.

Paulo salienta que a fraqueza humana é necessária para que possamos estar constantemente mostrando o poder de Cristo em nós: Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós - 2 Coríntios 4:7.

Um dos maiores problemas da pessoa esgotada espiritualmente é a falta de perdão que, degenera em ressentimento e amargura de raízes profundas.

Um dos principais fatores para ter de novo vigor e forças espirituais é perdoar todos que fizeram parte de nossas mágoas nesta vida. Perdoe a todos que o abandonaram, os que se esquivaram quando você mais precisou deles. Perdoe os mexericos mediante os quais as notícias de sua exaustão e de seus problemas chegaram a todos os demais crentes das vizinhanças. Perdoe os líderes que o feriram com suas palavras e ações. E perdoe às pessoas que você julgou serem gigantes espirituais, mas provaram ter pés de barro e uma porção de fraquezas, exatamente como as demais pessoas.

Não despreze o fariseu, pois serás fariseu também! Embora os houvesse enfrentado tantas vezes, Jesus nunca alimentou quaisquer ressentimentos contra eles. Ele chorou por causa das pessoas religiosas de Jerusalém. (Mateus 23:37)

“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós.”:Colossenses 3:13.

A insistência na falta de perdão traz tormento para aquele que não perdoa. Tendo experimentado o amor de Deus em nós, jamais poderemos voltar a agir sem o espírito de perdão, pois estaríamos pecando contra esse amor.

A pessoa que não perdoa não sabe que os pecados desta pessoa foram incluídos na obra de Jesus, morte e ressurreição.

FOMOS CHAMADOS PARA AMAR OS QUE CAÍRAM, NÃO PARA JULGÁ-LOS.

O derradeiro ato de Estevão foi concordar, pela fé com o Pai, em que a obra de Jesus foi suficiente para trazer perdão a todos.
Até mesmo àqueles que o estão assassinando! Muitos de nós conhecemos outros tipos de crentes. Perdoe-lhes, reconheça que o pecado deles não lhes foi debitado na conta, como seus pecados não foram debitados na sua conta.

Cristo está em nós, como nosso tipo divino de amor, e nesta fé devemos sair e começar a distribuir AMOR E PERDÃO.

É quando percorremos os nossos caminhos da vida, e agimos como se ele estivesse aqui dentro de nós, que comprovamos que ele realmente está dentro de nós. Só mais tarde é que nossos sentimentos nos alcançam.

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A parábola da semente


O Reino de Deus é semelhante a um homem que lança a semente sobre a terra. Noite e dia, estando ele dormindo ou acordado, a semente germina e cresce... por si própria. Marcos 4.26-28

Se seguirmos a cronologia do Evangelho de Marcos, a parábola da semente que germina e cresce foi uma das primeiras. Naquele tempo o reino era extremamente pequeno e consistia apenas de algumas poucas pessoas que tinham ouvido Jesus pregar o evangelho e respondido à sua convocação. Essa parábola, portanto, tinha como objetivo tranquilizar seus seguidores e trazer-lhes encorajamento quando a disseminação do reino parecesse lenta.

Em alguns aspectos importantes, o reino cresce como crescem as plantas. Um agricultor espalha a semente e, no tempo devido, quando o grão amadurece, ele maneja sua foice e faz a sua colheita. Entre o tempo da semeadura e o da ceifa, no entanto, ele não faz praticamente nada. Se ele dormir ou se ficar acordado, não faz nenhuma diferença, pois, de uma forma ou de outra, a semente brota e cresce.

Como é na natureza, assim é no reino de Deus. O reino tem crescido através dos anos em proporções enormes, mas o seu princípio de crescimento permanece o mesmo

Primeiro, o reino cresce irreprimivelmente.
Ninguém pode deter seu desenvolvimento, pois uma força oculta está em atividade, fazendo “primeiro o talo, depois a espiga e, então, o grão cheio na espiga” (v. 28).

Segundo, o reino cresce imperceptivelmente.
Não podemos observá-lo acontecendo. E ele continua crescendo a despeito de nossa observação.

Terceiro, o reino cresce espontaneamente.
Não podemos contribuir para o seu processo oculto de crescimento. A terra produz os grãos “por si própria” (v. 28). A palavra grega é automaté. Não, é claro, que o processo seja literalmente automático, pois é por meio da operação secreta do Espírito Santo que o reino cresce.
A obra é dele, não nossa.

E dizia: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra. E dormisse, e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não sabendo ele como. Porque a terra por si mesma frutifica, primeiro a erva, depois a espiga, por último o grão cheio na espiga. E, quando já o fruto se mostra, mete-se-lhe logo a foice, porque está chegada a ceifa. Marcos 4:26-29

Retirado de “A Bíblia Toda, O Ano Todo” (John Stott). Editora Ultimato, 2007.


Graça e Paz




segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Posicionamento diante do Senhor


Depois da morte de Moisés, servo do Senhor, falou o Senhor a Josué, filho de Num, servidor de Moisés, dizendo: Moisés, meu servo, é morto; levanta-te pois agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, para a terra que eu dou aos filhos de Israel. Josué 1,1 e 2

Israel ficou aprisionado no Egito 400 anos, mas Moisés foi enviado pelo Senhor para libertar o povo.  Os hebreus que nasceram no Egito, eram escravos e tinham mentalidade de escravo.  

Imagine uma pessoa que nasceu num lar humilde e de repente melhora de vida, ela não consegue voltar à vida simples de antes.  Mas Israel sempre foi escravo e não sabia o que era ser livre.

Existem pessoas que continuam presas ao passado, enraizadas na vida de escravidão, porque não conhecem a liberdade.

Todos nós éramos escravos do pecado e o Senhor Jesus nos deu o direito de sermos livres na cruz do calvário. 

Israel não tinha entendimento do que era liberdade, mas recebeu uma palavra do Senhor que eles seriam cabeça e não cauda e que iriam para uma terra que manava leite e mel.  Doze espias foram encaminhados a essa terra, mas apenas dois; Josué e Calebe trouxeram um relatório fidedigno. “A terra mana leite e mel, vamos conquistar a terra.”

O relatório dos outros 10 espias foi desanimador, próprio de pessoas que tinham mente de escravo: “Lá tem gigantes, é terra Jebuseus, Heteus, etc...”

Quando queremos o sobrenatural, precisamos sair da nossa área de conforto e enfrentar gigantes. 

A quem você tem dado ouvidos? A incrédulos ou a pessoas que tem suas vidas firmadas no Senhor e na sua Palavra?

Dependendo do que você ouve, o seu futuro é mudado! Calebe e Josué sabiam para onde estavam indo e eles estavam indo possuir a Terra Prometida.

O que Deus falou ao povo: “Dou uma terra que mana leite e mel”. Para quê ficar olhando os gigantes?  Se o Senhor te prometeu Ele irá cumprir!

A terra estava lá, Deus não mentiu. Passaram-se 40 anos e Josué e Calebe tomaram posse da Terra.

Se a promessa vai demorar ou se realizará rapidamente, é apenas um detalhe. Se haverá gigantes ou anões é apenas um detalhe, mas o que Deus prometeu, Ele é o maior interessado em fazer cumprir na sua vida.

Quando Deus se apresenta diante de nós, Ele vem com juízo ou com bênção. Moisés foi o homem que tirou o povo de Deus do Egito, Ele viu a Glória de Deus, trouxe as duas tábuas com as leis, foi um grande instrumento nas mãos do Senhor e de repente ele morre. Então; o Senhor se aproxima de Josué e o comissiona para guiar o povo à Terra Prometida.  Josué recebeu a noticia que o líder de Israel havia morrido. Uma grande responsabilidade pairou sobre sua vida.

Existem pessoas que diante das perdas se desesperam. É bem verdade que quando um ente-querido parte é muito doloroso, mas a notícia ruim na vida do crente é vitamina para ele se levantar. “No mundo tereis aflições, mas tende bom animo, eu venci o mundo e vós também vencereis.”

A segunda palavra que Deus libera para Josué foi: “Levanta-te” tome postura, não se entregue, não se renda, porque você levará esse povo para Canaã. Diante das adversidades não se entregue, não se renda, porque Canaã está logo ali. A tua promessa está chegando, passe o Jordão, encare o problema!

Talvez você tenha recebido um diagnostico terrível – atravesse o Jordão e para atravessar o Jordão é preciso se levantar, tomar uma postura. 

A frase mais impactante do filho pródigo é:“Levantar-me-ei e irei ter com meu pai.” 

O cair é do homem, o levantar é de Deus. Se você está morto espiritualmente, levanta-te hoje, reconcilia-te com o Senhor. 

Atravesse o Jordão, porque o Senhor tem uma terra para você que mana leite e mel. 

Pr. Jonas Vilar 

Por Litrazini

Graça e Paz



domingo, 27 de janeiro de 2013

Palavra de Deus


Salmos 119.105 –Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para o meu caminho.

O capítulo 119 do Livro de Salmos contém 175 versículos, todos mencionando a excelência da palavra de Deus.

Salmos 119.11 – Guardei a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti. 119.140 – A tua palavra puríssima, por isso o teu servo te ama. 

Dt 32.2 – Goteje a minha palavra como a chuva, destile o meu dito como o orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva.

Isaías 40.8 – Seca-se a erva, e caem as flores, mas a palavra de Deus permanece eternamente.

Isaías 55.11 – Assim será a palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia; antes, fará o que me apraz e prosperará naquilo para que a enviei.

Mt 4.4 – Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

Mt 24.35 – O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não há de passar.

Jo 15.3 – Vós já estás limpos pela palavra que eu vos tenho falado. 

Jo 17.17 – Santifica-os na palavra a tua palavra é a verdade.

2 Tm 2.15 - Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.

2 Tm 3.16 – Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redarguir [replicar/responder argumentando], para corrigir, para instruir [ensinar] em justiça [a virtude de dar a cada um aquilo que é seu]. Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.

2 Tm 4.1-2 – Conjuro-te diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes [insistir] a tempo e fora de tempo, redarguas [responder argumentando], repreendes [advertir ou censurar com veemência], exortes [animar/aconselhar], com toda a longanimidade [paciência, coragem intrepidez] e doutrina [ensinamento/catequese cristã]...

2 Tm 4.13 – Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos [pele de cabra ou ovelha em que a Palavra foi inicialmente escrita; livros].

Cl 3.16 – A palavra de Cristo habite em vós abundantemente...

Hb 4.12 – Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.

Tg 1.20 – Sede cumpridores da palavra e não apenas ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.

Ap 22.19 - Se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro. Dt 4.2 – Nada acrescentareis à palavra que vos mando.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 26 de janeiro de 2013

O que significa que Jesus salva?


"Jesus salva" é um slogan popular em adesivos, placas em eventos esportivos e até mesmo em faixas que são puxadas no céu por aviões de pequeno porte. Infelizmente, poucos dos que veem a frase "Jesus salva" verdadeiramente e completamente entendem o que isso significa. Há uma tremenda quantidade de poder e verdade nessas duas palavras. 

Jesus salva, mas quem é Jesus? 
A maioria das pessoas entende que Jesus era um homem que viveu em Israel cerca de 2000 anos atrás. 

Praticamente todas as religiões do mundo enxergam Jesus como um bom professor e / ou um profeta. No entanto, apesar dessas coisas sobre Jesus definitivamente serem verdadeiras, elas não transmitem quem Jesus realmente é, nem explicam como ou por que Jesus salva. 

Jesus é Deus em forma humana (João 1:1, 14). Jesus é Deus que veio para a Terra como um verdadeiro ser humano (1 João 4:2). Deus tornou-se um ser humano na pessoa de Jesus para nos salvar. Isso traz à tona a seguinte questão: por que precisamos ser salvos?

Jesus salva, mas por que precisamos ser salvos?
A Bíblia declara que todo ser humano que já viveu pecou (Eclesiastes 7:20, Romanos 3:23). Pecar é fazer algo, seja em pensamento, palavra ou ação, que contradiz o caráter perfeito e santo de Deus. 

Por causa do nosso pecado, todos nós merecemos o julgamento de Deus (João 3:18, 36). Deus é perfeitamente justo, por isso Ele não pode permitir que o pecado e o mal permaneçam sem punição.

Uma vez que Deus é infinito e eterno, e que todo pecado é, em última instância, contra Deus (Salmo 51:4), somente um castigo eterno e infinito é suficiente. Morte eterna é a única punição justa para o pecado. Esse é o motivo pelo qual precisamos ser salvos.


Jesus salva, mas como Ele salva? 
Porque pecamos contra um Deus infinito, ou uma pessoa finita (nós) tem que pagar pelos seus pecados por uma quantidade infinita de tempo, ou uma pessoa infinita (Jesus) deve pagar por nossos pecados uma só vez 

Não há outra opção. Jesus nos salva ao morrer em nosso lugar. Na pessoa de Jesus Cristo, Deus se sacrificou em nosso favor, pagando a penalidade infinita e eterna que só Ele poderia pagar (2 Coríntios 5:21, 1 João 2:2). 

Jesus tomou sobre Si a punição que merecemos a fim de nos salvar de um destino eterno horrível, a consequência justa de nossos pecados. Por causa do Seu grande amor por nós, Jesus deu a Sua vida (João 15:13) para pagar a penalidade que merecíamos, mas não podíamos pagar. 

Jesus ressuscitou em seguida, demonstrando que Sua morte foi realmente suficiente para pagar a penalidade pelos nossos pecados (1 Coríntios 15). 

Jesus salva, mas quem Ele salva? 
Jesus salva todos os que recebem o Seu presente da salvação. 

Jesus salva todos aqueles que confiam plenamente e somente no Seu sacrifício como o pagamento pelo pecado (João 3:16, Atos 16:31). 

Enquanto que o sacrifício de Jesus tenha sido perfeitamente suficiente para pagar pelos pecados de toda a humanidade, Jesus só salva aqueles que pessoalmente recebem o mais precioso dos Seus presentes (João 1:12).
Se você agora compreende o que significa que Jesus salva, e deseja confiar nEle como seu Salvador pessoal, certifique-se de que você entende e acredita no seguinte e, como um ato de fé, comunique o seguinte a Deus. "Deus, eu sei que sou um pecador e sei que por causa do meu pecado, mereço ser eternamente separado de ti. Mesmo sem merecer, obrigado por me amar e oferecer o sacrifício pelos meus pecados através da morte e ressurreição de Jesus Cristo. 

Creio que Jesus morreu pelos meus pecados e confio apenas nEle para me salvar. 

Deste ponto em diante, ajude-me a viver a minha vida para ti e não para o pecado. 

Ajude-me a viver o resto da minha vida em gratidão pela salvação maravilhosa que Tu tens fornecido. 

Obrigado, Jesus, por me salvar!" 

Fonte: GotQuestion 

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Verdadeira liberdade


Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão. Gálatas 5.1

O Novo Testamento apresenta Jesus como nosso supremo libertador e a vida cristã como uma vida de liberdade. O próprio Jesus disse a alguns judeus que creram: “Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8.31-32).

Mas o que significa essa liberdade cristã?

Antes de tudo, ela nos liberta da servidão terrível de ter que obter a salvação por meio da obediência à lei. Ela também nos liberta da culpa e da consciência culpada, e nos dá a inexprimível alegria do perdão, da aceitação e do acesso a Deus, e a incrível experiência da misericórdia sem mérito.

A liberdade cristã, porém, não significa que estamos livres de todas as restrições e limitações.

Em primeiro lugar, liberdade cristã não significa ceder aos desejos da nossa natureza caída e egoísta. “Irmãos, vocês foram chamados para a liberdade”,escreveu Paulo, “mas não usem a liberdade para dar ocasião à vontade da carne”(Gl.5.13)

Assim, a nossa liberdade em Cristo não deve ser usada como pretexto para a satisfação dos nossos próprios desejos, pois se vivemos no Espírito, não podemos satisfazer aos desejos de nossa natureza pecaminosa (v. 16). 

Em segundo lugar, liberdade cristã não significa explorar nosso próximo. Antes “sirvam uns aos outros mediante o amor” (v. 13). Temos um maravilhoso paradoxo aqui. Não temos liberdade para ignorar, negligenciar ou abusar de nossos semelhantes, ao contrário, somos exortados a amá-los e, através do amor, servi-los.  

De certa forma, a liberdade cristã é um tipo de escravidão, mas não devemos ser escravos da nossa natureza egoísta, e sim do nosso próximo. 

Somos livres em relação a Deus, mas escravos em relação ao outro.

Por fim, liberdade cristã não significa liberdade para desrespeitar a lei, pois “toda a Lei se resume num só mandamento: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”(v. 14). O apóstolo não diz que se amamos o nosso próximo não precisamos cumprir a Lei, e sim que estamos cumprindo.

A verdadeira liberdade não significa que somos livres para satisfazer os nossos desejos, mas para controlá-los; não somos livres para explorar nossos semelhantes, mas para servi-los e não somos livres para desobedecer a lei, mas para cumpri-la. 

Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão[...] Eu, porém, irmãos, se prego ainda a circuncisão, por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado. Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando. Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor. Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. (Gálatas 5.1-15) 

Retirado de A Bíblia Toda, O Ano Todo (Editora Ultimato, 2007) 

Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Errando o Alvo


Um dos vocábulos usadas para a palavra pecado no Novo Testamento significa "errar o alvo". Pecar é não viver de acorde com os princípios de Deus. Todos nós erramos este alvo; não existe uma só pessoa que seja capaz de cumprir todas as leis de Deus, em todos os tempos.

E para alguns, até mesmo os padrões do mundo são difíceis de serem observados. Um dos espetáculos mais eletrizantes que podemos assistir é o dos Jogos Olímpicos Mundiais. Alguns atletas preparam-se durante anos e anos, disciplinando o corpo e a mente a fim de superar recordes cada vez mais elevados, e muitas vezes não alcançam seu objetivo.

Certa patinadora no gelo disse que temia que uma queda um dia viesse a prejudicar seu desempenho. Disse ela: "Pense só no volume de tempo que eu tenho investido nisso, e no que outras pessoas também investiram para ajudar-me. Um só erro basta para destruir tudo."

Na vida espiritual, estamos constantemente errando. Não existe possibilidade de apresentarmos um desempenho perfeito.

O Rei Davi disse: "Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem um sequer." (Sl. 14:3.)

O profeta Isaías confessa: "Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho." (Is. 53:6.)

Nós todos fomos afetados pelo pecado de Adão. Davi disse: "Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe." (Sl. 51:6.) Isto não significa que ele nascera de uma união ilegal, mas que ele herdara de seus país a tendência para pecar.

"Por que temos que ser castigados por algo que Adão fez?"

Pense nisso. Será que você teria agido diferentemente de Adão? Estou certo de que eu não teria.

Nós todos somos pecadores por escolha própria. Quando atingimos a idade da razão, e nos defrontamos com a escolha entre o bem e o mal, todos falhamos. Deliberamos ficar com raiva, ou mentir, ou praticar atos egoísticos. Passamos adiante mexericos ou denegrimos o caráter de alguém. Nenhum de nós pode realmente confiar no próprio coração, assim como ninguém pode confiar em um leão.

Em certa reserva florestal da África Oriental, os leões podem vaguear à vontade, como se estivessem em seu próprio habitat. Os visitantes têm permissão para atravessar a área de carro ou de jipe, para ver os animais, mas são advertidos a que nunca se aproximem deles. Uma senhora, porém, arriou a vidraça do veículo para ver melhor e, inesperadamente, um leão a atacou, ferindo-a gravemente. Aquele animal parecera tão manso, tão dócil, mas em questão de instantes tornou-se feroz.

A Bíblia aplica este princípio da seguinte maneira: "Eis que o pecado jaz à porta"(Gn. 4:7.) Quando as circunstâncias favorecem, a maioria das pessoas é capaz de qualquer coisa. Davi foi um exemplo clássico. Premido pelas circunstâncias do desejo carnal, ele possuiu a mulher de outro homem; depois, tomou previdências para que o marido dela fosse eliminado, enviando-o para a linha de frente da batalha.

Mas alguém pode estar dizendo: "O senhor faz todo mundo parecer tão podre que isso não pode realmente ser verdade." Naturalmente, que não é. Mas é possível um indivíduo possuir moral ilibada e, no entanto, não ter amor por Deus, que é o requisito fundamental da lei.

E quando deixamos de preencher os requisitos de Deus, somos culpados e estamos sob condenação. O fato de sermos culpados implica em que merecemos castigo.

A própria santidade de Deus reage contra o pecado: "A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens..." (Rm. 1:18.)

Extraído do Livro COMO  NASCER  DE  NOVO de autoria de Billy Graham

Por Litrazini

Graça e Paz



Experimentando a Presença de Deus



A presença do Senhor é essencialmente redentora, curadora e consoladora

Frank Lauback (1884-1970), um desconhecido missionário que trabalhava numa remota região muçulmana das Filipinas, experimentou seguidamente a presença de Deus em sua cabana ao pé da montanha, passando dias em jubilosa consciência da presença de Deus com orações de louvor e adoração fluindo continuamente do seu coração.

Num fabuloso livreto devocional chamado O Jogo dos Minutos, Lauback sugere que os cristãos podem procurar manter Deus na mente pelo menos um segundo em cada minuto do dia. Suas cartas foram publicadas em forma de livro em Letters by a Modern Mystic (Cartas de um Místico Moderno) com frases preciosas como as seguintes:

“Qualquer pessoa pode transformar uma pequena e rude cabana em um palácio, apenas inundando-a com a presença de Deus (40). Hoje, Deus parece por trás de tudo. Eu o sinto por toda parte (44). Eu decidi manter o Senhor Todo o tempo em minha mente (49).

Tente chamar Jesus para a sua mente pelo menos um segundo a cada minuto (56) Convide-o a partilhar tudo o que você faz, pensa ou diz ... Ter o Senhor na mente a cada minuto que está acordado (58). Veja quantos minutos dessa hora você pode lembrar ou tocar Cristo por pelo menos uma vez a cada minuto, quer dizer, trazê-lo para a sua mente pelo menos um segundo de sessenta segundos (58). Nenhuma prática foi melhor do que esta: a de fazer de todos os pensamentos uma conversação com o Senhor (59)”. 

Logo depois dessas experiências, seu ministério se expandiu para o mundo inteiro através do programa de alfabetização: “Each One Teach One” (Cada Um Ensinando Um), usado para ensinar mais de 60 milhões de pessoas a ler em sua língua em 34 países emergentes.

Foi o único missionário americano a ser honrado com a sua foto num selo de 30 cents, comemorativo dos grandes americanos, em 1984. Publicou mais de 50 livros, sendo reconhecido como um dos maiores educadores de todos os tempos. Ele conseguiu experimentar a presença de Deus mesmo em meio à agenda movimentada, estando na presença de pessoas quase que o tempo todo. 

A presença do Senhor é essencialmente redentora, curadora e consoladora. Isso é muito importante terapeuticamente. 

Tenho encontrado muita gente e a história é parecida: elas creem que Deus as ama, mas também desejam ser amadas pelos amigos, parentes e precisam desesperadamente da atenção dos outros.
Como consequência são muitas vezes controladas pelas pressões do grupo de amigos ou pelas opções da rede social. Muitas reconhecem que têm medos diversos de rejeição social, do não ser popular, das ameaças de isolamento, da violência verbal, do bullying, da humilhação pública, e assim por diante.

Embora sejam cristãs na superfície, no fundo do coração se preocupam mais com a opinião alheia, mais o que os outros dizem e pensam.

Preocupados excessivamente com a auto estima e tentando agradar ao máximo, damos ouvidos as vozes intrusas que se alimentam das nossas fraquezas. Crescemos com medo de ser rejeitados, ridicularizados ou expostos, de não ser convidadas para a festa, de ser ignorados na roda de colegas e dificilmente dizemos não quando deveríamos fazê-lo.

mo fazer a vontade de Deus em meio a comunidades que reverenciam a opinião de poucos, mostram favoritismo, honram alguns em detrimento de outros? Talvez sua história seja semelhante.

Reconheçamos que o Senhor está pessoalmente presente nas nossas vidas. Façamos um esforço deliberado para reconhecer e experimentar a pessoa do Espírito em cada instante da vida.

Movamo-nos em direção à luz da sua presença em nossa consciência e psique.

Abramos a mente e compartilhemos todos os nossos pensamentos e planos (definidos e automáticos) com Ele.

Andemos constantemente durante o dia em relacionamento de comunicação e comunhão com o Senhor Jesus através da Palavra. Mas acima de todas as estratégias devocionais, devemos praticar a presença de Deus a fim de alcançarmos a realidade do conhecimento de Deus

Autoria: Pr. Rubens Muzio (Sepal)

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Jesus tira o blecaute da nossa vida


Porque tu, SENHOR, és a minha lâmpada; e o SENHOR ilumina as minhas trevas. (2Sm.22.29)

Jesus esta para nossa vida da mesma forma que o sol está para o nevoeiro.

Quando o sol aparece, ele dissipa todo o nevoeiro transformando o dia embaçado e cinza, por vezes até frio, em um dia claro, nítido e lindo.

Quando Jesus entra vai tirando as raposas e raposinhas que nos impedem de ter uma vida digna de um cristão, pois ele dissipa toda névoa e, trás à luz tudo o que nos impedem de ser abençoados por Deus.

Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor. (Canticos 2.15)

Nossos erros e pecados vão sendo revelados a nós mesmos, dissipando tudo o que os embaça e tornando as coisas claras e nítidas e visíveis. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta. Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá. Efésios 5:13-14

Ao convidarmos Jesus para entrar na nossa vida tem início o processo de aperfeiçoamento diário: Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus. (Fp.1.6). 

Da mesma forma que o sol dissipa os nevoeiros dando visão clara e nítida de tudo à nossa volta; Ficamos mais sensíveis à voz do Espírito Santo, somos constrangidos quando fazemos alguma coisa errada, podendo assim discernir os ataques das trevas. Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram. 2 Coríntios 5:14

Apaguei as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi. (Is.44.22)

Somente o blecaute pode obstruir o sol, pois impede a passagem da luz, todavia para Jesus não há blecaute que impeça o seu agir, desde que ele seja convidado a fazer morada em nosso coração.
 
Somos chamados para ser luz no mundo e sal na terra, projetados para resplandecer a glória do Pai e isso só será possível se a luz tiver passagem e irradiar à nossa volta através de Cristo em nós.

Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12 

A maneira de convidá-lo é exercitar o que está em Romanos 10.9: Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.

Aceite Jesus como seu Senhor e Salvador e dissipe toda névoa e/ou neblina que ofusca e embaça o desenrolar da sua vida.

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Conjugando os verbos da nossa salvação


"A Salvação vem de Deus e não do homem." Nasceu no céu e não na terra. É resultado da graça de Deus e não da obra humana. É recebida pela fé e não por mérito. Deus mesmo é a fonte, o meio e o fim da nossa salvação. Dele, por meio dele e para ele são todas as coisas.

O Pai elaborou nossa salvação antes dos tempos eternos. O Filho a consumou na cruz e o Espírito Santo a aplica eficazmente em nossos corações. Nossa salvação é um fato, é um processo e uma expectativa. Ela é passada, presente e futura.

Com respeito à justificação, nós já fomos salvos
A justificação é algo que Deus fez por nós e não em nós. Ela acontece fora de nós e não dentro de nós. Ela muda a nossa posição diante de Deus e não a nossa vida interior. Ela acontece no tribunal de Deus e não nos refolhos da nossa alma. Quando cremos em Cristo, somos imediatamente justificados junto ao trono de Deus. Nossa dívida é paga, nossa culpa é cancelada, nossos pecados são cobertos e somos declarados justos, mediante a obediência perfeita de Cristo e sua morte substitutiva. 

A justificação é um ato forense, legal e judicial. Ela acontece uma única vez. Somos justificados com base na obra expiatória de Cristo. Jesus pagou a nossa dívida como nosso fiador e morreu por nós e em nosso lugar, como o nosso representante. Agora já não há mais nenhuma condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus. Toda a infinita justiça de Cristo foi colocada em nossa conta. Estamos justificados diante de Deus. Isso é um fato passado e consumado

Com respeito à santificação, nós estamos sendo salvos
A santificação é um processo que se inicia na conversão e só é concluída na glorificação. Fomos libertos da condenação do pecado na justificação, estamos sendo libertos do poder do pecado na santificação e seremos libertos da presença do pecado na glorificação. 

A cada dia devemos mortificar o velho homem e nos renovarmos do novo homem. Nesse processo, devemos nos sujeitar a Deus, resistir o diabo, fugir do pecado e sermos inconformados com o mundo.

Nessa caminhada da santificação precisamos deixar as coisas que para trás ficam, desembaraçar-nos de todo o peso e pecado que tenazmente nos assedia, olhando firmemente para Cristo, sendo transformados à sua imagem pelo Espírito Santo.

A santificação é efetivada pela instrumentalidade da Palavra de Deus e pela ação do Espírito de Deus. Deus não apenas nos destinou para a glória, mas também determinou nos transformar à imagem do rei da glória.

Com respeito à glorificação, nós seremos salvos
A glorificação é a consumação final da nossa redenção. Quando Cristo vier em sua glória e majestade, seremos libertos da presença do pecado. Teremos um corpo semelhante ao corpo da sua glória. Então, habitaremos e reinaremos com Cristo para sempre nos novos céus e nova terra. Não haverá mais lágrima, nem dor, nem luto. Nada contaminado entrará no céu. Nossa bem-aventurança será completa e final. 

Embora, a glorificação dos salvos seja um fato certo, ainda não é uma realidade histórica. Contudo, ainda que ela seja um acontecimento futuro, ela já está determinada e segura. Todos aqueles que foram justificados e estão sendo santificados, na mente e nos decretos de Deus já estão glorificados.

Já estamos selados para o dia da redenção. Nos decretos eternos de Deus já estamos na glória e nada nem ninguém no céu, na terra e debaixo da terra poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Ao Deus da nossa salvação, portanto, seja a glória agora e para sempre, amém!

Autor: Hernandes Dias Lopes 

Por Litrazini

Graça e Paz