domingo, 31 de março de 2013

Filipe e o Ovo de Páscoa


Uma professora ensinava uma aula de alunos do terceiro grau. Nesta aula havia uns 10 alunos, todos na faixa de oito anos.

Um dos seus alunos era um menino chamado Filipe. Filipe tinha síndrome de Down. Apesar de aparecer feliz, Filipe mostrava cada vez mais sua sensibilidade. Ele se sentia diferente dos outros alunos.

Se vocês conhecem algumas crianças de 8-10 anos vocês devem saber que as vezes elas podem ser um pouco insensíveis.

É justamente nesta idade também que a criança está querendo cada vez mais ser aceita pelos seus amigos.

Infelizmente, Filipe, apesar dos esforços da professora, não foi aceito pelos outros meninos. Mesmo assim, a professora fez tudo possível para que Filipe se sentisse uma parte da turma.

Filipe não escolheu ser diferente. Ele não queria ser diferente dos outros alunos mas ele era. E todos sentiram isso.

Esta professora foi bastante criativa. Um ano, durante a páscoa ela levou para a sua aula dez ovos plásticos vazios. Cada aluno iria receber um ovo.

O objetivo era que cada aluno saísse para o jardim e procurasse  um símbolo de vida renovada, de vida nova, um símbolo da Páscoa. Depois, eles iriam misturar todos os ovos e abri-los para ver o que tinha dentro.


Todos os alunos saíram correndo para achar algo para colocar dentro do seu ovo. Em pouco tempo, todos voltaram e depositaram seus ovos numa mesa.

Daí a professora começou a abrir os ovos.

Ela abriu um e dentro tinha uma flor. Todas as criança ficaram admiradas.

Ela abriu outro e tinha dentro uma borboleta. As meninas disseram “Ai que lindo! Que bonito!” Os meninos não disseram muita coisa , por que meninos são assim, não é?

A professora abriu um terceiro ovo, mas não tinha nada dentro. Imediatamente todos começaram a rir e gritar

- “Isso não é justo. Que coisa estúpida. Alguém errou!”

Foi quando a professora sentiu alguém puxando sua blusa. Ela olhou e viu que Filipe estava ao seu lado.

- “É meu” disse Filipe. “É meu.” As crianças começaram a rir e dizer

- “Ah Filipe, você nunca faz nada certo! Você tá sempre por fora!”

- “Eu fiz certo, eu fiz” disse Filipe. “É o túmulo. O túmulo está vazio!”

Toda a aula ficou em silencio. Ninguém disse nada. E você pode acreditar, ninguém nunca mais disse a Filipe que ele era estúpido ou que fazia sempre as coisas erradas. De repente Filipe foi aceito pela turma.

Naquele mesmo ano Filipe faleceu. Sua família sabia por muito tempo que ele não iria viver uma vida longa.

Muitas coisas estavam erradas com seu pequeno corpo. No final de Julho, com uma infecção que qualquer um dos seus amigos teria sobrevivido, Filipe faleceu.

Seu velório foi realizado na igreja que os pais dele frequentavam.

No dia do seu velório, nove crianças de oito anos de idade foram para a frente da igreja e colocaram em cima do seu caixão um ovo de plástico - vazio.

Autor Desconhecido

Feliz Páscoa!!!

A Graça e a Paz de Cristo Jesus,


Lidiomar T. Granatti e Moacir Neto

Por Litrazini

sábado, 30 de março de 2013

A Ressurreição de Jesus Cristo


“Disse-lhe Jesus:  Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente. Crês isto?” (João 11.25)

“E nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao que também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dentre os mortos; e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus juiz de vivos e de mortos. Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que crê recebe remissão de pecados. (Atos 10.39 a 43).

A ressurreição foi tão extraordinária, misteriosa e inesperada que não era algo para todas as pessoas. Elas não poderiam compreender o que estavam vendo e nem reagir com fé em seus corações. Cristo apareceu de maneira especial a estas pessoas para que se tornassem suas testemunhas, elas tiveram um encontro íntimo e pessoal com Jesus, para que pudessem ir falar aos outros.

“Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas e, depois, aos doze. Depois foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem. Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora do tempo. (1 Corintios 15. 3 a 8).

Se Cristo não ressuscitou dos mortos, a nossa fé não tem fundamento. No pensamento de Paulo, a ressurreição confirmou Jesus e a sua mensagem. Sem ela, a fé seria vã.

“Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, guardada nos céus para vós outros. (1 Pedro 1.3,4)

Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, tendo despojado os principados e potestades, publicamente os expôs ao desprezo,  e triunfou deles na cruz. (Colossenses 2.14,15).

Jesus pagou o preço da nossa dívida com a morte,  a consequência mais extrema do pecado para todos os que nele confiam. A Bíblia fala de incontáveis seres espirituais (anjos decaídos, espíritos e demônios), que opõe-se a Deus e afligem as pessoas. Cristo os despojou e derrotou ao morrer na cruz e ressuscitar dentre os mortos.

Ao vencer a morte, a consequência mais extrema do pecado, Cristo derrotou publicamente o diabo e seus aliados.

Os crentes são o exército de Cristo e participam da sua vitória. Somos os cativos de Cristo, conquistados por seu amor e submissos à sua vontade.

“De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que viro o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia”(João 6.90)
             
Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 29 de março de 2013

Por que é importante participar da Santa Ceia?


A Santa Ceia é uma ordenança do próprio Cristo para a Igreja, de modo que é bastante mencionada no Novo Testamento. É um memorial instituído por Ele afim de lembrarmos o Seu sacrifício na cruz em prol do perdão dos nossos pecados, para que pudéssemos desfrutar da vida eterna ao lado do Pai.

Veja as palavras de Jesus ao celebrar a Santa Ceia:
Chegou, porém, o dia da Festa dos Pães Asmos, em que importava sacrificar a Páscoa. E andou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a Páscoa, para que a comamos.

E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e, com ele, os doze apóstolos. E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta Páscoa, antes que padeça, porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no Reino de Deus. E, tomando o cálice e havendo dado graças, disse: Tomai-o e reparti-o entre vós, porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o Reino de Deus. E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós. (Lucas 22.7,8,14-20)

Com base nesse texto, entendemos que Jesus, usando elementos da Páscoa judaica, deu novo significado a esta refeição. Uma vez que Ele próprio seria o Cordeiro sacrificado para o perdão dos pecados do povo, o pão repartido representaria Seu corpo, e o vinho, Seu sangue derramado para a remissão dos nossos pecados.

Portanto, o ato de alguém comer o pão e beber o vinho na Santa Ceia comunica que essa pessoa entende que foi beneficiada pela morte sacrificial de Jesus e que passou a ter comunhão com Deus. Afinal, essa foi a última refeição de Jesus com Seus discípulos, antes de Ele ser crucificado, e, segundo Sua determinação, ela deveria ser repetida em Sua memória, quando Ele ressuscitasse e retornasse ao céu, onde se assentaria à destra de Deus Pai.

Estando associada à refeição da Páscoa, um memorial da libertação da escravidão no Egito, a Santa Ceia tem significados múltiplos, tais como libertação do jugo do pecado, remissão, perdão, justificação, comunhão, aliança com Deus por intermédio de Jesus, e a volta de Jesus para buscar Sua Igreja (Lucas 22.18,29,30).

Sendo assim, este ato de comunhão com o Senhor não só proporciona uma experiência de unidade do Corpo de Cristo, como também é uma motivação maior para não cairmos em pecado e para abster-nos de todo mal. É o reconhecimento e a proclamação da Nova Aliança de Deus com a humanidade e a reafirmação do senhorio de Jesus e do nosso compromisso em cumprir a Sua vontade.

Deste modo, nenhuma pessoa que não seja verdadeiramente convertida e batizada nas águas, ou que possui pecado não confessado no coração, deve tomar a Ceia. Se assim agisse, tornar-se-ia réu do corpo e do sangue de Cristo, pois foi o pecado que o pregou à cruz.

Não é à toa que o apóstolo Paulo advertiu os coríntios sobre a necessidade de examinarem sua vida espiritual antes de participarem dessa celebração (1 Coríntios 11.26, 28, 29). Eles não tinham entendido o verdadeiro propósito e significado da Santa Ceia. Por isso que as igrejas de hoje têm um momento de preparação espiritual antes da Ceia, para que ninguém participe de forma indigna.

Apesar de a autorreflexão e a confissão serem elementos importantes, a Santa Ceia não deve constituir-se em um momento de tristeza, mas de ação de graças e júbilo. Afinal, essa festa é uma oportunidade de crescimento espiritual e de bênçãos, se participarmos com a atitude correta.

Não se esqueça: em breve, Jesus voltará para buscar aqueles que reconheceram Seu sacrifício na cruz e que foram lavados e remidos pelo sangue dele.

SUGESTÕES DE LEITURA:
Mateus 26.26-29; Marcos 14.22-25; Lucas 22.15-20; 1 Coríntios 11.23-32

Autor: Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 28 de março de 2013

Um Antídoto para o Cansaço


Nosso ritmo, a atividade incessante, o barulho, as interrupções, os prazos finais e as exigências, o programa diário, e os periódi­cos sentimentos de fracasso e futilidade bom­bardeiam nossos seres como o bombardeio de uma cabeça de ponte na praia.

Nossa tendên­cia natural é abanar uma bandeira branca, gritando: "Desisto! Eu me entrego!"

Este, na­turalmente, é o extremo perigoso de estar cansado — a decisão de abandonar a embarcação, de atirar a toalha, de ceder ao desânimo e desistir. Não há nada de errado ou antinatural com sentir cansaço, mas é completamente errado abandonar o navio no meio da bata­lha.

Cansar-se é a conseqüência de muitas expe­riências — nenhuma delas má, porém, todas elas exaustivas. Para citar apenas algumas:

Podemos estar cansados de esperar. 
"Estou cansado de clamar; secou-se-me a garganta. Os meus olhos desfalecem de esperar por meu Deus" (Salmo 69:3).

Podemos estar cansados de estudar e apren­der. 
"Não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne" (Eclesiastes 12:12).

Podemos estar cansados de combater o ini­migo. 
"Este se levantou, e feriu os filisteus, até lhe cansar a mão e ficar pegada à espada" (2 Samuel 23:10).

Podemos cansar-nos de crítica e perseguição. 
Estou cansado do meu gemido; toda a noite faço nadar a minha cama no choro, e molho o meu leito com lágrimas. Os meus olhos vão-se consumindo pela mágoa; têm envelhecido por causa de todos os meus inimigos (Salmo 6:6-7).

Muitas e muitas coisas são ótimas em si mesmas, mas nossa força em seus limites. . . e antes que passe muito tempo a fadiga puxa nossos pés de debaixo de nós. Quanto mais tempo o cansaço se alonga, tanto mais enfren­tamos o perigo daquela condição cansada, que agarra nosso homem interior pela gar­ganta e estrangula nossa esperança, nossa motivação, nossa chama, nosso otimismo, nosso encorajamento.

À semelhança de Isaías, desejo dizer "a palavra que ampara o cansado" com uma pala­vra de estímulo (Isaías 50:4). Visto que nosso Senhor nunca se cansa, ele pode dar força ao cansado — realmente ele pode! Se você ques­tionar isto, deve parar e ler Isaías 40:28-31.

Faça-o agora mesmo. Entendamos, porém, que Deus não dá força e estímulo como um farmacêutico avia a re­ceita. O Senhor não promete dar-nos algo para tomarmos de modo que possamos en­frentar nossos momentos de cansaço. Ele nos promete sua própria Pessoa. Isso é tudo. E é suficiente.

O Salvador diz: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve"  (Mateus 11:28-30).

E Paulo escreve: Pois ele é a nossa paz. . . (Efésios 2:14).

Em lugar de nossa exaustão e fadiga espiri­tual, ele nos dará descanso. Tudo o que ele pede é que vamos a ele. . . que passemos algum tempo pensado nele, meditando sobre ele, falando com ele, ouvindo em silêncio, ocupando-nos com ele — total e completamen­te perdidos no esconderijo de sua presença.

Considerai... para que não vos canseis, desfalecendo em vossas almas (Hebreus 12:3).

O cansaço, por favor observe, pode resultar em desmaio.

Está você cansado? Oprimido? Angustiado?
 
Venha ao Salvador. Venha imediatamente, venha repetidamente, venha ousadamente. E descanse.

Quando foi a última vez que você veio ao Senhor, totalmente só, e lhe deu sua carga de cuidados?

Não admira que você esteja desanimado. Você está cansado!

Venha. Descanse. Ele pode tomar para si o seu problema.

Extraído do livro dê-me ânimo de autoria de Charles R. Swindoll

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 27 de março de 2013

Páscoa? O que é a Páscoa de fato


Páscoa no hebraico é pessach que significa passagem ou passar por cima: “... é a páscoa do Senhor"(Ex.12:11), "Porque o Senhor passará para ferir os egípcios..."(Ex.12:23), "É o sacrifício da páscoa ao Senhor que passou por cima das casas dos filhos de Israel..." (Ex.12:27). Primeiro ela foi instituída pelo próprio Deus – Êxodo 12.

A Páscoa é na verdade uma festa comemorativa para lembrar do tempo em que Deus livrou o povo de Israel do cativeiro egípcio.

A história é magnífica, conta que estando o povo de Israel cativo no Egito, Deus enviou a Moises para libertar ao seu povo. Mesmo tendo sido Moises criado com o Faraó, este não permitia que o povo de Israel fosse solto, após o Senhor Deus enviar dez pragas sobre o povo egípcio, ainda assim o Faraó não quis libertar o povo, então o Senhor Deus mandou o sétimo e último flagelo sobre os egípcios, onde o anjo da morte viria fazer justiça, matando os primogênitos do Egito, e passaria por cima da casa dos israelitas e o mal não lhe atingiria. Desde que, aspergissem o sangue de um cordeiro novo e limpo, sobre os as portas das casas.

Os elemento da Páscoa eram:

1. O Cordeiro – representa o próprio Senhor Jesus que foi morto e derramou seu sangue por nossos pecados.
2. Pães Asmos – Pão sem fermento, fala da necessidade de separação das contaminações.
3. Ervas amargas – Faz menção que quando se estava sob o jugo do diabo, nossa vida eram amargas.

A PÁSCOA DOS CRISTÃOS

Os Judeus tem a sua maneira própria e sagrada de comemorar a Páscoa, pois para eles a Páscoa representa uma lembrança viva de que eles são o povo escolhido por Deus.

Em comparação ao que houve com o povo de Israel, para nós cristãos, esta Páscoa fala da redenção que nos dá o Senhor Jesus, livrando-nos do jugo e da escravidão de Satanás.

Assim como um cordeiro foi sacrificado no dia da páscoa para a libertação dos judeus do Egito, Cristo foi sacrificado para a libertação dos nossos pecados:  “... Ele salvará o seu povo dos pecados deles" (Mt.1:21); "...pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados" (Ap.1:5); "...Cristo, nosso cordeiro pascal, foi imolado" (I Co.5:7). Cristo se fez oferta pelo pecado.

Há uma perfeita identificação entre o pecado do crente e a oferta pelo pecado (Jo.3:14). Esta identificação é ainda mais evidente no Antigo Testamento, pois "a palavra hebraica hattâ't usada para traduzir pecado é derivada de uma forma verbal que significa purificar, de modo que o substantivo significa um sacrifício que obtém a purificação.”

A páscoa foi realizada na sexta-feira. Três dias depois os judeus deveriam comemorar a festa das primícias (Lv.23:12). Esta festa indicava a ressurreição após três dias. O primeiro molho de trigo que fosse colhido, isto é, as primícias, deveria ser movido perante o Senhor (Lv.23:10,11). Este mover do trigo era símbolo da vida que, ao contrário de um animal morto, inerte e sem movimento, se expressa pelo mover da vida (At.17:25,28).

Na ressurreição o corpo de Cristo que estava inerte no túmulo foi movido por Deus e a terra se abalou (Mt.27:51-54; Mt.28:2; Hb.12:26,27). Cristo foi vivificado no espírito (IPe.3:18). Mas a oferta só poderia ser feita após três dias depois da páscoa. Isto tem a ver com a ressurreição que ocorreu somente três dias depois da morte de Cristo.

O local exato da morte de Cristo não se sabe. As Escrituras mencionam o lugar onde Cristo foi crucificado, que se chamava Calvário (Lc.23:33). Em hebraico (aramaico) o nome é Gólgota (Jo.19:17) que significa Lugar da Caveira (Mt.27:33).


Jesus Cristo não poderia ser crucificado fora da Judéia, muito embora tenha sido crucificado fora de Jerusalém (Hb.13:11,12; Jo.19:20; Mt.21:39). A Judéia, local do templo de Salomão, era o local onde Deus havia escolhido para habitar (I Rs.9:3). Com isto Deus queria mostrar que só há um Caminho para a salvação.

Os sacrifícios da páscoa não podiam ser realizados em qualquer lugar, mas somente naquele lugar onde Deus havia determinado.

Os sacrifícios e adoração fora de Jerusalém eram considerados pecado (I Rs.12:25-33; I Rs.13:9,10; I Rs.8:29,33,38,44; Dn.9:3; Jo.4:20).

Walter Souza Borges

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 26 de março de 2013

Ser Cristão


NENHUM GRUPO RELIGIOSO pode ser considerado cristão se realmente não seguir a Cristo; 

Se não O tiver como Senhor e Salvador (Lc 2.11; Jo 4.42; Jo 20.28); 

Se não guardar Seus mandamentos (Jo 14.15); 

Se não permanecer nEle e em Suas palavras (Jo 8.31); 

Se seus adeptos não forem realmente discípulos de Jesus (At 11.26); 

Se não crer nEle, na Sua morte e ressurreição corporal (Mc 14.28; Jo 3.18); 

Se não batizar seus seguidores em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mt 28.19); 

Se não cumprir a ordenança da ceia – pão e vinho – em Sua memória (Mt 26.26-28); 

Se não crer nas Escrituras e em todas as palavras do Senhor Jesus (Mt 22.29; Jo 2.22; At 17.11); 

Se não crer que Cristo é o Verbo encarnado, o Deus que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1, 14); 

Se não aceitar que Ele é o Criador de todas as coisas (Jo 1.3, 10); 

Se não crer na Sua eternidade (Jo 1.18; 6.57; 8.19; 10.30, 38; 14.7, 9, 10, 20). 

Um grupo não pode ser chamado de cristão

Se não acreditar na divindade de Cristo (Ap 1.8);

Se não acreditar na Sua segunda vinda, na ressurreição dos mortos e no Juízo Final (Jo 6.40, 47, 54; 10.28. 1 Ts 4.16-17; Ap 19.20. 20.5, 11-15). 

O fato de um grupo religioso fazer o bem, dar esmolas e distribuir alimentos não o caracteriza como genuinamente cristão. Nossas boas obras não nos salvam (Ef 2.8-9). 

Jesus disse que quem O ama guarda todos os seus mandamentos. Ele não falou em “parte” dos mandamentos. 

Quem ama verdadeiramente o Senhor Jesus e o tem como Senhor e Salvador nEle confia e busca o Seu auxílio para aliviar suas dores: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Ouçam: “VINDE A MIM”. A Ele. 

Jesus não sugere a possibilidade de os oprimidos irem a outras pessoas, mortas ou vivas. Que é de Jesus ouve a Sua voz. 

Para que um grupo religioso seja chamado de cristão precisa:

Ensinar o perdão incondicional dos pecados àqueles que se arrependem (Mt 6.12; 9.6; 12.31; At 2.38); 

Ensinar e crer que na morte o espírito se separa do corpo e segue imediatamente para o mundo espiritual; 

Ensinar que os cristãos seguirão para um lugar de paz; os que não são de Cristo, para um lugar de tormentos (Lc 16.19-31). 

Ao ladrão que se arrependeu, disse Jesus: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Referido ladrão não passou por nenhuma estação intermediária; não houve qualquer interrupção na sua subida ao céu; não houve empecilhos, traumas, penitências, trabalho extra, caminhos difíceis. O ladrão foi direto. 

Jesus afirmou: “Quem crê nele {em Jesus] não é condenado; quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3.18). 

Qualquer grupo que queira seguir a Cristo deve seguir essas premissas na sua totalidade. Do contrário, é apenas uma caricatura do Cristianismo. 

Pr. Airton Evangelista da Costa 

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 25 de março de 2013

Viver segundo a visão de Deus


Subiu, pois, Abrão do Egito para o lado do sul, ele e sua mulher, e tudo o que tinha, e com ele Ló[...] invocou ali o nome do SENHOR. [...] E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos. Gênesis 13.1-9

Viver segundo a visão de Deus na prática não é fácil, mas quem vive segundo a visão de Deus é uma pessoa bem aventurada.  Ao contrário de todos, quem vive segundo a visão de Deus vive na contramão.

Uma vez que Deus fez uma promessa, Ele nos convida a viver de acordo com a visão d’Ele.  

Abrão era um homem rico, ele não tinha motivos para largar tudo que tinha, mas Deus havia falado a ele que saísse da terra onde morava e do meio da sua parentela.

Viver de acordo com a visão de Deus é viver 24h à disposição do Espírito Santo de Deus. Se Deus manda você ir, você vai, se manda você parar, você para e assim por diante.

Abrão obedeceu a Deus e ainda deu carona para seu sobrinho, mas quando Deus tem uma visão para nossa vida ela é exclusiva.

Aconteceu dos pastores de Ló entrarem em contenda com os pastores de Abrão e por isso Abrão diz a Ló que escolhesse uma direção para ir. Ele fez isso porque confiava em Deus e não tinha medo do amanhã.  

Viver segundo a visão do Senhor é descansar literalmente n’Ele

Ló escolheu uma terra que era como um jardim maravilhoso.  Ele foi pelo que viu: campinas verdejantes.  

Vivemos numa época em que as coisas são para ontem e viver segundo a visão de Deus é ter paciência, é descansar no Senhor.  

Ló queria tudo já pronto. Mas Abrão não tinha pressa, ele escolheu andar de acordo com o tempo do Senhor para sua vida. Quando Ló viu a planície do Jordão e seus olhos brilharam.

Existem muitas pessoas que como Ló vivem pelo que vêem, são oportunistas. Há uma diferença entre o oportunista e o visionário. O visionário vê segundo a visão de Deus.

Se alguém está em contenda com você, não legisle em causa própria, deixe Deus ser Deus. Se a pessoa quer algo que pode prejudicá-lo, não se desespere, descanse no Senhor, Ele está no controle.

Pense assim:“Como Deus agiria se estivesse vivendo essa situação?”

Quando você tem a visão segundo a visão de Deus, sabe que a promessa é sua e que ninguém irá tomá-la, não importa o que as pessoas estejam fazendo para tentar prejudicá-lo.

Não se preocupe com esse mundo, com que as pessoas pensam ou acham, descanse no Senhor e deixe-O agir, porque o importante é que o fim será melhor do o início.
 
Eu é que sei os pensamentos que tenho a respeito de vós, pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais.” A melhor coisa a se fazer diante dos oportunistas é deixar o Senhor agir em nosso favor.

Descansa no Senhor, Ele sabe o que você precisa e o que você necessita, viva segundo a visão d’Ele.  

Ainda que pareça que as pessoas estão levando vantagem, viva na visão de Deus, Ele te honrará.

Autor: Pr. Jonas Vilar

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 24 de março de 2013

O preço do erro


Nos dias atuais está havendo um incentivo muito grande à busca do próprio prazer, da realização de sonhos e aspirações egoístas.

A Bíblia diz que todas as coisas que fazemos terá uma conseqüência boa ou má (Gal.6). Vamos colher os frutos de nossas obras. A única coisa que colhemos sem plantar é a dor e o sofrimento.

Sofremos as conseqüências dos erros alheios. "A erva má não precisa ser plantada e cresce em qualquer lugar". Se fizermos coisas erradas, a dor é certa e inexorável. Ocorre que as conseqüências dependem da gravidade dos erros.

Pequenos erros têm pequenas conseqüências. Grandes erros têm grandes conseqüências. As conseqüências dos grandes erros são visíveis. As conseqüências de pequenos erros às vezes não são visíveis, mas nem por isso deixam de existir.

As coisas erradas que fazemos são como grãos de areia que vai se impregnando à nossa cabeça, nossas roupas, nosso corpo. E então essa "areia" vai pesando em nossas almas, dificultando nosso caminhar, tirando da sua cor e sabor.

O preço das coisas erradas que fazemos é a dor, a angústia, a solidão, o sofrimento, a destruição...

A ignorância de nossos erros não diminui, não dilui, não ameniza, não retira e nem faz desaparecer a dor e o sofrimento que lhe são conseqüentes. 

O preço do erro é a dor, o sofrimento e a destruição. Precisamos fazer as coisas certas, do modo certo, no momento certo para que não venhamos a sofrer as conseqüências de nossos erros.

Quer ter uma vida leve?
Faça as coisas certas, do modo e no momento certo. Ainda que o mal se doce à sua boca, e o seu sabor se apegue à sua língua, se transformará em fel de áspides em suas entranhas(Jó 20:12-14). 

O erro sempre tem conseqüências funestas, desastrosas, dolorosas. Infelizmente, numa grande parte dos casos não podemos voltar no tempo e desfazer nossos erros e assim apagar o sofrimento, a dor e a destruição que causamos. Não temos direito a uma segunda chance.

A pergunta, então, para os que querem uma vida leve, livre e feliz, muda de eixo. Deixa de ser "por que fazer as coisas certas" para ser "Como fazer as coisas certas? Como não errar?".

Nossas conclusões, ainda que isso não seja percebida pela maioria das pessoas do mundo (inclusive as que estão numa das igrejas de Cristo), são tiradas por comparação. Comparamos duas coisas qual é a melhor. Quanto mais coisas para comparar, com mais perfeição veremos quais as melhores.

Se todas as coisas fossem iguais, não teríamos idéia de diferenças.

Quanto maior o conhecimento que possuímos, maior o número de comparações que fazemos e, maior a possibilidade de acertar.

Quanto maior nosso conhecimento, mais coisas podemos e saberemos fazer. Quanto menos conhecimento tivermos, menos coisas podemos e saberemos fazer. Entende o que quero dizer?

Conclusão lógica: quanto mais sabemos, menos erramos. Quanto menos sabemos, mais erramos. Simples, não é mesmo? Contudo, o conhecimento também pode ser fonte de dor e... responsabilidades. Por isso muitas pessoas, desde o tempo de Jesus Cristo, decidem não saber, não conhecer, para usar a ignorância como justificativa.

A Bíblia diz que quanto mais nos for dado, mais nos será exigido (Lc.12:48). 

Conclusão lógica: quanto menos soubermos, menos nos será exigido. Certo?
Errado. A nossa negligência em aprender e conhecer as Escrituras não tem desculpas. Temos que desejar como bebês recém-nascidos o leite do conhecimento (I Pe.2:2), para podermos ir crescendo. É nossa responsabilidade crescer na graça e no conhecimento (II Pe.3:18), até que venhamos a ser varões perfeitos (Mt.5:48), e perfeitos em toda boa obra (Ef.4:13).

Você consegue visualizar a SURPRESA daqueles que serão separados de Jesus no dia do Julgamento?

Eles dirão: "mas Senhor, nós pregamos a tua palavra, em teu nome expulsamos demônios, e fizemos muitas maravilhas (Mt.7:22). Quando foi que te vimos necessitados e não te ajudamos?". Jesus vai retrucar: "todas as vezes que deixaram de fazer a um dos meus pequeninos, a mim me deixaram de fazer" (Mt.25:44-45). Eu vejo muitos tentando justificar seu erro alegando ignorância: "Mas, Senhor, nós não sabíamos. Isso não é justo, não explicaram para nós, não nos ensinaram isso".

Jesus vai retrucar mais uma vez dizendo: "Vocês erraram por não conhecer as Escrituras e nem o poder de Deus (Mt.22:29).

Quem negligencia o conhecimento, o estudo da palavra de Deus corre o sério risco de ser colocado à esquerda de Jesus naquele dia (Mt.25:41-45).

Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor (Oséias 6). Se clamares por entendimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares, e como tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus. (Pv.2:2-5)

Takayoshi Katagiri

Adaptado Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 23 de março de 2013

Uma segunda chance?


“Respondeu-lhe Jesus: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo enquanto não me tiveres negado três vezes”. (João 13.38).

 Pedro falou: “Senhor, por Ti darei a própria vida”. Pedro estava falando sério. Pedro faria qualquer coisa por Jesus, inclusive sacrificar a própria vida. Porém, Jesus conhecia melhor a Pedro do que ele próprio se conhecia.

Então Jesus o avisou: “Em verdade te digo que antes que o galo cante três vezes tu me negarás”.

E o final da história, todos nós já conhecemos, Pedro negou vergonhosamente ao Senhor por três vezes. Foi um momento negro na vida do líder dos discípulos.

Nenhum dos escritores dos evangelhos abafou este vergonhoso fracasso de Pedro, o líder da comunidade cristã primitiva.

Isto nos ensina duas coisas: 

Primeiro, os membros da igreja cristã e seus líderes, não são super homens ou super crentes, e nós cristãos também não o somos. Ao contrário somos frágeis e sujeitos a tentações e ao fracasso. “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia”. (I Coríntios 10.12).

Segundo, os membros da igreja do Senhor Jesus e seus líderes dependem da graça de Deus. Não dependem de suas próprias forças ou de seus méritos pessoais.

A igreja primitiva não questionou a liderança de Pedro, mesmo sabendo que tropeçara em sua fidelidade a Cristo, pois ela sabia que todo homem depende da graça de Deus. E que Pedro errara, mas havia se arrependido e que Deus o perdoara e o levantara como um vaso precioso nas mãos de Deus para abrir a porta do Evangelho, primeiro para os judeus e depois para os gentios.

Jesus não rejeitou a Pedro, ao contrário, antes o tirou do estado em que se encontrava após o seu fracasso, animando-o para pastorear a Sua Igreja. (João 21).

Mais tarde, como nos conta a história o Apóstolo Pedro efetivamente deu a sua vida por Jesus.

Assim, saiba que Jesus está interessado em nos animar, encorajar, ajudar e nos dar uma segunda chance.

Que nós vivamos fielmente e que venhamos a amar uns aos outros e a compreender, perdoar e dar uma nova chance àqueles que por qualquer razão tenham caído ou fracassado.

Autor: Pr. Silvio Coelho

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 22 de março de 2013

Os crentes serão julgados?


2 Coríntios 5.10 “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal”.

A Bíblia ensina que os crentes terão, um dia, de prestar contas “ante o tribunal de Cristo”, de todos os seus atos praticados por meio do corpo, sejam bons ou maus.

No tocante a esse julgamento do crente, segue-se o estudo de alguns de seus pontos.

* Todos os crentes serão julgados; não haverá exceção (Rm 14.10,12; 1 Co 3.12-15; 2 Co 5.10).

*  Esse julgamento correrá quando Cristo vier buscar a sua igreja (1 Ts 4.14-17).

É um julgamento de obras.

* Tudo será conhecido. A palavra “comparecer” (gr. Phaneroo, 2 Co 5.10) significa “tornar conhecido aberta ou publicamente”. Deus examinará e revelará abertamente, na sua exata realidade,
(a) nossos atos secretos (Mc 4.22; Rm 2.16),
(b) nosso caráter (Rm 2.5-11),
(c) nossas palavras (Mt 12.36, 37),
(d) nossas boas obras (Ef 6.8),
(e) nossas atitudes (Mt 5.22),
(f) nossos motivos (1 Co 4.5),
(g) nossa falta de amor (Cl 3.23-4.1) e
(h) nosso trabalho e ministério (1 Co 3.13).

* Em suma, o crente terá que prestar contas da sua fidelidade e infidelidade a Deus (Mt 25.21-23; 1 Co 4.2-5) e das suas práticas e ações, tendo em vista a graça, a oportunidade e o conhecimento que recebeu (Lc 12.48; Jô 5.24; Rm 8.1).

* O juiz desse julgamento é Cristo (Jo 5.22, cf. “todo o juízo”; 2 Tm 4.8, cf. “Juiz”).

* A Bíblia fala do julgamento do crente como algo sério e solene, mormente porque inclui para este a possibilidade de dano ou perda (1 Co 3.15, cf. 2 Jo 8); de ficar envergonhado diante dEle “na sua vinda” (1 Jo 2.28), e de queimar-se o trabalho de toda sua vida (1 Co 3.13-15). Esse julgamento não é para sua salvação ou condenação. 

* As más ações do crente, quando ele se arrepende, são perdoadas no que diz respeito ao castigo eterno (Rm 8.1), mas são levadas em conta quanto à sua recompensa: “Mas quem fizer agravo receberá o agravo que fizer” (Cl 3.25; cf. Ec 12.14; 1 Co 3.15;

2 Co 5.10). As boas ações e o amor do crente são lembrados por Deus e por Ele recompensados (Hb 6.10) “Cada um receberá do Senhor todo o bem que fizer” (Ef 6.8).

* Os resultados específicos do julgamento do crente serão vários, como obtenção ou a perda de alegria (1 Jo 2.28), aprovação divina (Mt 25.21), tarefas e autoridade (Mt 25.14-30), posição (Mt 5.19; 19.30), recompensa (1 Co 3.12-14; Fp 3.14; 2 Tm 4.8) e honra (Rm 2.10; cf. 1 Pe 1.7).

* A perspectiva de um iminente julgamento do crente deve aperfeiçoar neste o temor do Senhor (2 Co 5.11; Fp 2.12; 1 Pe 1.17), e leva-lo a ser sóbrio, a vigiar e a orar (1 Pe 4.5,7), a viver em santa conduta e piedade (2 Pe 3.11) e a demonstrar misericórdia e bondade a todos (Mt 5.7; cf. 2 Tm 1.16-18). 

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini

Graça e Paz