sexta-feira, 31 de maio de 2013

Oração é Devoção

Deus disse a Moisés o seguinte:“De lá  buscarás ao Senhor teu Deus, e o acharás, quando a buscares de todo o teu coração e de toda a tua alma.” ( Dt 4. 29. ).

O homem foi criado com o impulso de buscar comunhão com Deus. Existe nele um vazio que não pode ser preenchido com nada, a não ser uma genuína comunhão com Deus. Por mais que ele adquira coisas, elas nunca poderão tomar o lugar dessa comunhão que preenche a própria essência do ser – dando-lhe um objetivo para a vida e alimentando sua alma.

Deus criou Adão e instilou nele o fôlego da vida. Ele foi um ser físico, antes de ser espiritual. Essa dimensão espiritual lhe deu a capacidade de manter comunhão e intercambio com Deus, no meio do jardim, na viração do dia. Ao pecar, o homem perdeu essa possibilidade.

Mas Deus ainda desejava manter comunhão com ele, e então tomou a iniciativa em Abrão. Este veio a ser o pai ( Abraão ) de todos os fiéis que iriam ter a oportunidade de manter comunhão com Deus.

Mais tarde, Deus manifestou sua presença física na terra, através do Tabernáculo de Moisés. Contudo, com poucas exceções, só o sumo sacerdote podia entrar na terceira divisão do Tabernáculo, que era chamado o Santo dos Santos.

No reinado de Davi, assim que ele foi aclamado rei de Israel, a primeira coisa que fez foi mandar trazer para o local do culto de Israel a Arca da Aliança, que era símbolo da presença de Deus.Entretanto, ao invés de recoloca-la no tabernáculo ele deveria, por ordem de Deus, erigir uma casa própria em Sião, onde Davi morava. “Pois o Senhor escolheu a Sião, preferiu-a por sua morada.” ( Sl 132. 13.).

Em Sião, Deus teria um contato direto com Israel, e manteria comunhão com seu povo.

Todavia, a adoração que o povo prestava a Deus voltou a assumir um estilo ritualístico. E Deus mais uma vez tomou a iniciativa de restaurar a comunhão com o homem, vindo ao mundo na pessoa de Jesus Cristo.

Hoje, na era da Igreja, Deus nos deu o Espírito Santo para que pudéssemos manter comunhão com o Pai e o Filho. Jesus disse:“Ele me glorificará porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu,e vo-lo há de anunciar. ”( Jo 16. 14,15.).

E depois Ele diz mais: “E aquele que me ama, será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.“( Jo 14. 21.). E no versículo 23 Ele diz: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; e meu Pai o amará, e viveremos para ele e faremos nele morada.”

A oração – petição é muito importante para obtermos as coisas de que precisamos, mas orar não é apenas pedir, é mais que isso. Jesus desse: “Buscai e achareis! ”

Deus não é um mero depósito de bens de onde retiramos tudo de que precisamos, por mais nobre que seja nossa motivação. Ele é um ser vivo, que deseja manter comunhão conosco. “Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.”(Jo 4. 23.).

O apóstolo Paulo levou uma vida de oração e comunhão com Cristo. Ele dá o seguinte testemunho à igreja de Filipos: “Mas o que para mim era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Jesus Cristo meu Senhor: Por amor do qual, perdi todas as cousas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo.”( Fp 3. 7,8.).

Como é que Paulo pode ganhar a Cristo? Sabemos que a salvação é um dom de Deus, pela graça, mediante a fé. O que Paulo está dizendo nesse texto não é que faz isso para ganhar a salvação, mas ele se referir a uma profunda comunhão com Cristo. 

Esse nível de comunhão não se consegue por acaso: Tem que ser buscado, e por isso exige esforço de nossa parte. O que Paulo recebeu com esse tipo de oração? Ele responde a essa pergunta no verso 10: “Para o conhecer e o poder da sua ressurreição e a comunhão dos seus sofrimentos, conformando-me com Ele na sua morte.” E depois:“Prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (v. 14).

E no versículo 15, ele apresenta um desafio a todos nós:“Todos, pois, que somos perfeitos ( maduros), tenhamos este sentimento...” Neste último versículo, o apóstolo revela que o sinal de que uma pessoa atingiu  maturidade espiritual é o desejo de chegar a um nível espiritual no qual tenha uma comunhão íntima com Cristo.

Deus é amor. O amor precisa ser extravasado através da comunhão. Assim sendo, a própria natureza de Deus exige uma coisa que nós temos o privilégio de dar a ele – comunhão.

Extraído do Livro: Oração, A chave do avivamento – Autor: Paul Y. Cho

Adaptado Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Quando não conseguimos aguentar

Quando vivemos de modo realista e reflexivo, chegamos a lugares onde sentimos que não vamos aguentar. Pode parecer que não, mas esses são os lugares mais saudáveis da vida. Mas são também os mais difíceis.

Quando chegamos ao limite, quando a dor parece insuportável, quando algo inacreditável ocorre, as dúvidas chegam inesperadamente. Não as negue; reconheça-as. Os momentos de dúvidas são uma escola. Conforme tentamos compreendê-las, um novo tipo de fé é forjado. Essa fé vem com vagar e é saudável. Ela é modelada na bigorna do plano misterioso de Deus e parte dele nunca seremos capazes de explicar. Mas tudo bem.

A verdadeira pergunta é como; Como fazemos esse novo tipo de fé crescer na dificuldade da dúvida?

"Primeiro, correndo risco e fracassando, nem sempre de uma forma segura".
Não dá para viver uma vida de medo. Nem sempre conseguimos viver em segurança.

Vencer as dúvidas significa começar a viver pela fé e não pelo que vemos. Essa nova jornada tem seus riscos. Não conseguimos ver o que há além de cada curva ou prever cada perigo. Algumas vezes fracassamos, mas isso não é fatal! É a maneira pela qual crescemos, confiando em Deus nos riscos e nos fracassos. Vá em frente. Recuse-se a viver em segurança.

"Segundo, continuamos crescendo quando abrimos mão ou perdemos coisas valiosas e não encontrando segurança no que é temporal".

No cerne dessa técnica está o princípio de não se apegar a nada.

Eu e Cynthia conhecemos um casal que chega mais próximo do ideal de pais que já conhecemos. Todo Natal recebemos um cartão deles. Durante anos eles foram o modelo de família para nós. Contudo, certo dia, encontraram-se à beira de um terrível abismo. Sua preciosa filha deu entrada num hospital psiquiátrico depois de tentar o suicídio por causa de distúrbio de alimentação.

Nossos queridos amigos chegaram ao fundo do poço. Eles não estavam sorrindo e citando versos da Bíblia. Eles não ficavam sorrindo para a vida, repetindo clichês cansativos como: "Apesar de tudo, Deus é maravilhoso, Ele é bom". Não, eles quase se afogaram em suas dúvidas. Choraram amargamente. Questionaram tudo no qual creram.

Eles continuavam sendo pessoas de fé enquanto estavam perdidos na escuridão? Claro que sim.

Com a graça de Deus, com o tempo, eles liberaram essas dúvidas depois de enfrentá-las com sinceridade e se recusaram a buscar segurança no que é temporal. Hoje, olhando para trás, estão convencidos de que aqueles dias solitários provaram ser os melhores dias da sua vida. Hoje a trajetória deles com Deus é muito mais madura do que antes.

"Terceiro, continuamos a crescer questionando e investigando as incertezas, sem nos agarrarmos impensadamente ao que é ortodoxo".

Leia isso mais uma vez, em voz alta. Não dá para engolir as respostas de alguém de modo cego. Mantemos a nossa mente e o nosso coração na busca da verdade de Deus. Procurando nas Escrituras, buscando a sabedoria e o entendimento de Deus. É isso o que quero dizer com questionar e investigar.

"Quarto, crescemos admitindo ou lutando com a nossa humanidade, sem negar as nossas limitações e esconder os nossos medos".

Posso garantir a você que este escritor das coisas de Deus compreende quando você se depara com a dúvida. Já passei por isso mais vezes do que você poderia acreditar. Você definitivamente não está sozinho.

Extraído do Livro Rompendo Dificuldades de Charles R.Swindoll

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Métodos de evangelização

1. O pacto de Lausane: 
O projeto de Deus é o evangelho todo, por toda a igreja, a todo o mundo.

2. Igreja: Uma agência de evangelização ou um campo missionário – A igreja que não evangeliza precisa ser evangelizada. Não vivemos para nós mesmos. Existimos para a nossa missão como o fogo existe para a combustão.

3. Cada crente uma testemunha, a única maneira de ganharmos esta geração
Se não ganharmos nossa geração teremos fracassado em nossa tarefa.

4. Evangelização é um estilo de vida mais do que um programa
Evangelização não é apenas uma questão de método, mas de compromisso. É mais um estilo de vida do que um programa.

I. EVANGELIZAÇÃO COMO ESTILO DE VIDA

1. Precisamos ter visão
a) Visão de que o homem sem Cristo está perdido
b) Visão de que as falsas religiões prosperam
c) Visão de que a ignorância não salva
d) Visão de que os campos estão brancos para a ceifa

2. Precisamos ter paixão
a) A evangelização é uma tarefa imperativa
b) A evangelização é uma tarefa intransferível
c) A evangelização é uma tarefa impostergável

3. Precisamos ter compromisso
a) A evangelização exige investimento financeiro
b) A evangelização exige investimento de vida

II. EVANGELIZAÇÃO COMO INFLUÊNCIA

1. O Método de André e Filipe
a) Vem e Vê – O envolvimento pessoal, a influência, o esforço.
b) Levar alguém a Cristo – Os crentes novos que levam outras pessoas a Cristo
c) Culto da colheita – Um domingo por mês você faz um culto especial de evangelização
d) Só Jesus satisfaz o seu coração – Trabalho de mobilização dos jovens e adolescentes para trazerem amigos
e) Reuniões de estudo em casa – para estudar a Bíblia, para assistir a uma mensagem de DVD.

2. O Método da Pescaria
a) Há diferentes tipos de peixes. Para cada um você precisa de uma isca diferente, de uma abordagem diferente.
b) Precisamos identificar os melhores métodos para alcançarmos os melhores resultados.
c) Jesus foi estratégico no envio dos discípulos como pescadores de homens.
d) Paulo foi flexível com os métodos.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 28 de maio de 2013

Descobrindo o seu papel na obra do Senhor

A manifestação do Espírito Santo em nós, nos capacitando com poder de Deus para realizar uma tarefa segundo a sua vontade é designada como dons espirituais, ocorre entre o nosso espírito e o Espírito de Deus. Não podemos confundir dons do Espírito Santo com habilidades naturais. Habilidade é a capacidade natural que cada um de nós tem, está ligada a aptidão; para ser um bom médico cirurgião é necessário aptidão.

Nossas dádivas divinas, ou dons espirituais, não nos são dadas para que as retenhamos conosco. São nossas para que as usemos no sentido de promover o reino de Deus no mundo presente.

Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito Santo de Deus, É ele quem decide quem recebe os dons, os distribui como quer. Aquele que não conhece os seus dons, não é porque Deus não lhe deu, é simplesmente porque ainda não os descobriu; Em 1Co.12.4,7 lemos: “Ora, os dons são diversos... mas a manifestação do Espírito é concedida a cada um, visando a um fim proveitoso”

O apóstolo Paulo diz em Ef. 4.12, que o propósito dos dons espirituais é “O aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”. Se não executarmos nossa tarefa, seremos repreendidos diante do trono de Deus: “Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo” 2.Co.5.10.

Os dons espirituais são concedidos pelo Espírito gratuitamente a todo membro do corpo de Cristo e para a edificação da igreja: “Servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus Se alguém fala, fale como entregando oráculos de Deus; se alguém ministra, ministre segundo a força que Deus concede; para que em tudo Deus seja glorificado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o domínio para todo o sempre. Amém."I Pe 4.10, 11.

Toda afirmações significativa no Novo Testamento sobre os dons, esta relacionada ao Corpo de Cristo e à sua edificação.

Os dons espirituais não são dados apenas para a edificação de cada membro individualmente, mais para o bem de todos. Isto significa que:
1) Deus não nos dá dons como recompensa pela firmeza de caráter ou maturidade espiritual mas somente em virtude da sua graça: “De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da féRm 12.06.

2) Dons espirituais não são recompensa por nossa fidelidade especial na caminhada da fé. Dons espirituais são distribuídos por Deus de acordo como Ele acha correto

Nossas atitudes em relação aos dons do Espírito Santo:
a) Não sermos ignorantes como Paulo cita em I Co 12.1: “Ora, a respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes”.
b) Não sermos negligentes, lemos em 1Tm.4.14: “Não negligencies o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbítero”.
c) Desejá-los, vemos em I Co 12.31: “Mas procurai com zelo os maiores dons...”
d) Reavivá-los conforme II Tm 1.6:”Reaviva o dom de Deus que há em ti”

Podemos receber os dons do Espírito Santo quando
a) Recebendo o Doador dos dons, o Espírito Santo: “E todos ficaram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem” - At 2.4.
b) Como apraz o Espírito Santo: “Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer”  I Co 12.11.
c) Procurando, com zelo, os melhores dons: “Mas procurai com zelo os maiores dons. Ademais, eu vos mostrarei um caminho sobremodo excelente”- I Co 12.3.
d) Pela imposição de mãos e profecia: “Não negligencies o dom que há em ti, o qual te foi dado por profecia, com a imposição das mãos do presbítero”- I Tm 4.14.

Não devemos ter receios de receber menos do que a promessa de Deus: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”- Lc 11.13.

Se você ainda não descobriu o dom que o Espírito Santo te concedeu, busque o, ele facilitara o seu trabalho na obra do Senhor.

Se você já conhece o dom concedido pelo Espírito Santo do Senhor, administre-o com graça, sabedoria, discernimento e temor.

Litrazini
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Graça e Paz

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Você sabe como conseguir a salvação?

Como herdamos o pecado de Adão, também nos foi dado o direito à salvação por Cristo 
Romanos 5.12 a 21 = “Portanto , assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, porque todos pecaram... Entretanto, reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir. Todavia, não é assim o Dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o Dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos...Se pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o Dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.... Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos....”

Única porta
João 10.7 a 10 = “Jesus, pois lhes afirmou de novo: Em verdade, em verdade vos digo: Eu sou a porta das ovelhas... Eu sou a porta, se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”

Único Salvador
Atos 4.11-12 = “Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular. E não há salvação; por que abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que Sejamos salvos.”

Jesus Cristo eliminou a separação entre Deus e o homem 
João 1.14 = “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”;
1 Pedro 3.18 = “Pois, também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito.”

Pela Obediência
Hebreus 5.9 = “e, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem.”

É Dom de Deus
João 3.16 ,17 = “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o eu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”;
Romanos 6.23 = “porque o salário do pecado é a morte, mas o Dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus.”;
Efésios 2.8 e 9 = Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é Dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.”

Somos Justificados pela Fé 
Romanos 3.22 a 25 = “justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos (sobre todos) os que crêem;porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça...”.

Não há condenação 
João 5.24 = “Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.”;

Recebe perdão divino 
1 João 1.9 = “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.”

Você quer saber como conseguir a salvação? 
Romanos 10.9 e 10 = = “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos será salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação.”

O que acontece quando uma pessoa aceita o sacrifício de Jesus e o confessa com sua boca
Lucas 15.10 = “Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.

Os que entrarão na Nova Jerusalém ou no céu 
Apocalipse 21.27 = “E não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira, mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.”

O que acontece com quem NÃO aceita a Jesus como Senhor e Salvador
João 3.36 = “Por isso, quem crê no filho tem a vida eterna; o que todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanecerá a ira de Deus.”

Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 26 de maio de 2013

Graça! Graça? Quem e/ou o que é isso.

A graça estava embrulhada em panos e deitada numa manjedoura.

Foi a graça que morou entre nós, que curou o doente, fez o cego enxergar e levantou o morto.

Foi a graça que festejou com os cobradores de impostos degradados, que era chamada de amiga dos pecadores, que não jogou a primeira pedra.

Foi a graça que foi cravada na cruz junto com nosso pecado e nossa culpa, a graça que a sepultura não pode esconder, que agora está sentada do lado direito do Pai, que um dia voltará para nos buscar.

Nós precisamos nos lembrar que fomos salvos pelo perdão, mas que somos amados hoje pela graça divina.

Normalmente, todas as cartas gregas começavam com a palavra chairin, que significa “saudações”, mas o apóstolo Paulo mudou esse costume pois, ele começava todas as suas cartas com a palavra “graça”, ele usava a palavra charis, que era parecida na forma, mas radicalmente diferente no significado. “Graça e paz seja convosco”. E, terminava da mesma forma: “A graça do Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espírito”. “A graça seja com todos os que amam”.

A graça é a sua invocação; a graça é a sua bênção, a graça é tudo o que está entre as duas coisas.

Graça é o que levou Saulo ao chão na estrada para Damasco.

Graça é o que o colocou de joelhos por seu pecado e o livrou dele.

A graça cravou na pele de Paulo um espinho para que evitasse ser destruído por sua própria arrogância e transformou a fraqueza dele na própria força do poder de Deus. “A minha graça te basta”, Deus disse e, para Paulo, graça é a primeira e a última palavra e todas as palavras do meio. Paulo nunca mais deixou de ficar admirado diante da graça.

Se não há nada como o ato da graça, e ela é a única coisa que a igreja tem para nos oferecer, porque nos esquecemos dela com tanta facilidade?

Por que igrejas cheias de pessoas que dizem que foram salvas pela graça podem ter gente tão intolerante?

Porque quando perguntamos a um descrente o que ele pensa quando se diz a palavra evangélico, ele cita uma postura conservadora, condenatória ou moralista e não o amor repleto de graça?

Os autores da Bíblia dizem que Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. Isto porque somente os humildes desejam recebê-la.

Quando estamos desesperados, quando conhecemos a urgência da nossa necessidade, estamos abertos à graça.

Os cobradores de impostos e os filhos pródigos caem de joelhos com a maior facilidade.

A graça não é nenhuma garantia de consciência limpa, mas muitas pessoas adotam essa visão distorcida. Elas passam ano após ano sofrendo de desobediência, soltando a raiva sem pesar as consequências, praticando transgressões sem parar para pensar, recusando-se a viver com equilíbrio, gastando tempo e dinheiro, sem considerar o caminho do Espírito, tudo em nome da graça.

Os sábios escritores da vida espiritual, alertam as pessoas sobre a necessidade de refletir sobre a cruz, sobre a morte de Cristo. Fica muito difícil ser ingrato com as pessoas e recusar-se a perdoá-las, quando nos colocamos à sombra da cruz.

Precisamos de pessoas que nos aceitem, recebam e amem incondicionalmente; pessoas que não dizem somente o que queremos ouvir, mas alguém que fale a verdade por amor, e, quando vêem nossos erros não nos rejeitem, mas, se aproximam de nós e nos mostrem o verdadeiro sentido da graça de Deus.

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 25 de maio de 2013

Por que Jesus ensinou em parábolas?

Tem-se dito que uma parábola é uma história terrena com um significado celestial. O Senhor Jesus frequentemente usava parábolas como um meio de ilustrar profundas verdades divinas. Histórias assim são facilmente lembradas, os personagens são fortes e o simbolismo rico em significado.

As parábolas eram uma forma de ensino muito comum no Judaísmo. Antes de um determinado ponto no Seu ministério, Jesus tinha utilizado muitas analogias gráficas usando coisas comuns que seriam conhecidas por todos (sal, pão, ovelhas, etc.), e seu significado era bastante claro no contexto de Seu ensino. As parábolas requeriam mais explicações, e em um ponto do Seu ministério, Jesus começou a ensinar utilizando parábolas exclusivamente.

A questão é a seguinte: por que Jesus deixaria a maioria das pessoas se perguntando sobre o significado de Suas parábolas?

O primeiro exemplo disso é a narrativa da parábola da semente e dos solos. Antes de interpretar essa parábola, Ele chamou Seus discípulos para longe da multidão. “Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: ‘Por que falas ao povo por parábolas?’ Ele respondeu: ‘A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não. A quem tem será dado, e este terá em grande quantidade. De quem não tem, até o que tem lhe será tirado. Por essa razão eu lhes falo por parábolas: ‘Porque vendo, eles não vêem e, ouvindo, não ouvem nem entendem’. Neles se cumpre a profecia de Isaías: 
‘Ainda que estejam sempre ouvindo, vocês nunca entenderão; ainda que estejam sempre vendo, jamais perceberão. Pois o coração deste povo se tornou insensível; de má vontade ouviram com os seus ouvidos, e fecharam os seus olhos. Se assim não fosse, poderiam ver com os olhos, ouvir com os ouvidos, entender com o coração e converter-se, e eu os curaria’. Mas, felizes são os olhos de vocês, porque vêem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem” (Mateus 13:10-17).

Jesus, deste ponto em diante no Seu ministério, sempre ensinava o sentido das parábolas apenas aos Seus discípulos. Entretanto, aqueles que continuamente rejeitavam a Sua mensagem foram deixados em sua cegueira espiritual se perguntando a respeito do que Jesus queria dizer. Ele fez uma distinção clara entre aqueles que tinham sido dados "ouvidos para ouvir" e aqueles que persistiam em descrença – sempre ouvindo mas nunca realmente entendendo e "sempre aprendendo, mas não conseguem nunca de chegar ao conhecimento da verdade" (2 Timóteo 3:7).

Os discípulos tinham recebido o dom do discernimento espiritual pelo qual as coisas do Espírito ficavam-lhes claras. Porque aceitavam a verdade de Jesus, eles receberam mais verdade. Pode-se dizer o mesmo hoje de crentes que receberam o dom do Espírito Santo, o qual nos guia em toda verdade (João 16:13). Ele abriu os nossos olhos à luz da verdade e os nossos ouvidos às doces palavras da vida eterna.

Nosso Senhor Jesus compreendia que a verdade não é uma doce música para todos os ouvidos. Na verdade, há aqueles que não têm nenhum interesse ou estima pelas coisas profundas de Deus.

Por que, então, Ele falava em parábolas?
Para aqueles com uma verdadeira fome de Deus, a parábola é um veículo tanto eficaz quanto memorável para a transmissão das verdades divinas.

As parábolas de Nosso Senhor contêm grandes volumes de verdade em poucas palavras-- e Suas parábolas, ricas em imagens, não são facilmente esquecidas.

Assim, então, uma parábola é uma bênção para aqueles com ouvidos dispostos. Entretanto, para aqueles com corações endurecidos e ouvidos lentos para ouvir, uma parábola é também uma declaração de julgamento.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
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Graça e Paz


sexta-feira, 24 de maio de 2013

A Maneira como Deus Libera um Livramento

E disse ela: Certamente irei contigo, porém não será tua a honra da jornada que empreenderes; pois à mão de uma mulher o SENHOR venderá a Sísera.  E Débora se levantou, e partiu com Baraque para Quedes.  (Jz 4:9) - O Senhor mesmo quebra tradições e pré conceitos.

Deus não está preso à uma só maneira de agir!

Exemplos: ex-endemoninhado gadareno enviado como evangelista (Não havia ainda sido discipulado)

A Igreja Primitiva iniciando novos trabalhos.

A maneira de agir era sempre imprevisível. Em Jerusalém, após os discípulos serem batizados com o Espírito Santo, uma multidão se converte com uma pregação pública de Pedro.

Ainda em Jerusalém, um homem é curado em público, e uma multidão se converte – E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar, e de anunciar a Jesus Cristo. 

At 5:42. O texto  nos mostra que usavam as reuniões públicas e caseiras tanto para o ensino como para a pregação do evangelho. 

O  mesmo sucedeu em Cesaréia, na casa de Cornélio, onde ele faz uma reunião com seus parentes e amigos íntimos e chama Pedro para pregar (At 10:24). Filipe, em praça pública realiza sinais e prodígios, prega sobre o Nome de Jesus e sobre o Reino de Deus (At 8:5-8,12) 

No caminho de Gaza, Filipe dá um gancho no Eunuco (8:26-40). Em Salamina (At 13:5) ensinavam numa sinagoga de Judeus. Em Antioquia da Psídia (13:14,44) lotaram o local de reunião dos Judeus para pregar a Palavra de Deus.

Em Derbe (14:20,21) anunciaram o evangelho na cidade e fizeram muitos discípulos.

Em Atenas (17:16,17,19) Paulo sai intercedendo nas ruas da cidade, prega nas sinagogas, prega em praça pública e é convidado para pregar na corte mais alta que havia em Atenas.

Em Corinto (At 18:1-11), Paulo arruma um emprego, evangeliza em seu trabalho e ganha um discípulo (Áqüila), prega numa sinagoga e causa uma divisão na sinagoga, e começa a fazer suas reuniões na casa ao lado da sinagoga.

Em Éfeso (At 19:8-11), Paulo divide novamente uma sinagoga, e passou a fazer suas reuniões numa escola onde Paulo realizava muitos milagres.

Como vimos exaustivamente nos relatos acima, Deus não tem uma maneira padrão de agir.

Vendo isto, não podemos nos fechar para as coisas novas que Deus queira nos mostrar nesse tempo. Assim como nem tudo o que é novo é o melhor, também nem tudo o que é novo é ruim. Por isso, temos que nos abrir para novas formas de Deus agir.

Juntemos os nossos esforços em oração e intercessão.

Ouçamos os novos ministérios que possam surgir nesta época.

Não deixemos passar de nós este mover.

Autor: Pr. Anésio Rodrigues de Souza

Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Benefícios que fluem do Sangue de Jesus


O sangue de Jesus nos redime do pecado e do poder das trevas
"No qual temos a redenção pelo seu sangue..."(Ef. 1:7). Nós não estamos mais sob condenação ou embaixo do medo! Muitas pessoas foram redimidas e justificadas pelo sangue - mas não sabem disso, porque vivem com medo e em condenação. Foi lhes concedida fé no Senhor - mas não entraram na glória de serem justificadas pelo sangue. 

O sangue de Jesus comprou toda a igreja de Deus. 
"...Para pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue" (At.20:28). “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado” 1Pe.1.18,19. Resgatados significa recomprados.

A humanidade um dia pertenceu a Deus pela criação, mas perdeu-se através do pecado. O sangue de Cristo é o preço de nossa compra ou redenção... O sangue de Cristo fornece uma ligação imperecível entre Deus e o homem.

O sangue de Jesus derrubou todas as paredes. 
"Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo, chegastes perto. Pois ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um, e destruiu a parede da separação, a barreira de inimizade que estava no meio" (Ef.2:13-14). Na verdade, aqueles que foram aspergidos pelo sangue não tem mais paredes. Todas elas desmoronaram! 

O sangue de Jesus nos santifica. 
"...O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1Jo.1:7). Isto deveria colocar no seu rosto um grande sorriso de confiança. Você está santificado - completamente aspergido! Esta é uma tarefa contínua do Espírito. 

O sangue de Cristo satisfaz a justiça, trazendo paz 
“E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus.”  Foi especificamente o sangue que Jesus Cristo derramou na cruz que satisfez a exigência da santidade de Deus, estabeleceu um acordo de paz com aqueles que o receberam e forneceu os recursos para que toda a criação se reconciliasse com Deus.

Jesus Cristo deu a vida divina no sangue para satisfazer todas as dívidas de pecado da humanidade e para restaurar o acordo de paz entre Deus e o homem.

O sangue de Cristo venceu Satanás e o afugentou. 
"Eles o venceram pelo sangue do Cordeiro, e pela palavra do seu testemunho e não amaram a sua vida até a morte" (Ap.12:11) Qual é a palavra do testemunho? É simplesmente esta: "Eu acredito no sangue! Eu comprovo o poder dominador e vencedor do sangue de Jesus. Essa passagem retrata satanás expulso para a terra confrontando e acusando os cidadãos do reino de Deus.

A arma primária do povo de Deus contra satanás é o sangue do Cordeiro. O sangue de Cristo, o Cordeiro, faz que o povo de Deus prevaleça, pois responde a todas as acusações do inimigo.

O sangue satisfez todas as acusações contra o povo e uniu-nos a Deus. 

O sangue nos dá acesso ao Santo dos Santos ao nosso Pai Celestial sem repreensão"Portanto, irmãos, tendo ousadia para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus..."  (Hb.10:19). Devemos ir ousadamente ao nosso Pai sem medo!

Por Litrazini
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Graça e Paz

quarta-feira, 22 de maio de 2013

JESUS: A Imagem Visível do Deus Invisível


A DIVINDADE DO FILHO é apresentada de forma abundante no Evangelho Segundo João.

Logo no início, o Verbo é o que “estava com Deus e era Deus”, o mesmo Verbo que “se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.1,2, 14).

No capítulo 14, há várias declarações do próprio Jesus, em que reitera o que está em Jo 10.30: “EU E O PAI SOMOS UM”. Vejamos:

Jo 14.6: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém VEM ao Pai senão por mim”. Ele não disse ninguém VAI, “mas ninguém VEM”, por considerar que Ele estava no Pai e o Pai nele.

Jo 14.7-9: “Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto; Quem me vê a mim, vê o Pai”. 

Jo 14.10: “Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim. As palavras que vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras” (cf. Jo 17.10,11, 21,23). 

Jo 14.11: “Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim”.

Jo 14.13-14: “E tudo quanto pedirdes em meu nome EU o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, EU o farei”. Vejam que Ele não diz: “O que pedirdes ao Pai Ele o fará”. Mas diz que Ele mesmo o fará. 

Jo 14.15, 21: “Se me amardes, guardareis os meus mandamentos”. Ele não diz “os mandamentos do meu Pai”. 

Jo 14.20: “Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós”.

Jo 14.23-24: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada”. Onde está o Filho, está o Pai.

Apesar da inconteste igualdade com o Pai, para enfrentar a cruz e morrer em nosso lugar, Ele tomou a forma de servo, despojando-se de suas prerrogativas divinas. “Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se [ou esvaziou-se] a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz”. 

“Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra. E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.10). 

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
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Graça e Paz