domingo, 30 de junho de 2013

Mistérios do Criador

O elefante é o único animal cujas pernas dianteiras (ou seriam patas?) se dobram para frente. Por que? Porque, de outra forma, seria difícil para esse animal levantar-se, por causa do seu peso.

Por que os cavalos, para se erguerem, usam as patas dianteiras, e as vacas, as traseiras?

Quem orienta esses animais para que ajam dessa maneira?

Quem teria o poder de colocar um punhado de argila no coração da terra e, através da ação do fogo transformá-la em formosa ametista de alto valor?

Quem colocaria certa quantidade de carvão nas entranhas do solo e, mediante a combinação do fogo e a pressão dos montes e das rochas, transformar esse carvão em resplandecente diamante, que vai fulgurar na coroa dos reis ou no diadema dos poderosos?

Por que o canário nasce aos 14 dias, a galinha aos 21, os patos e gansos aos 28, o ganso silvestre aos 35 e os papagaios e avestruzes aos 42 dias?

Por que a diferença entre um período e outro é sempre de sete dias?

Quem regula a natureza, sem jamais cometer engano, determinando que as ondas do mar se quebrem na praia à razão de 26 por minuto, tanto na calma como na tormenta?

Muitas coisas acontecem na natureza sem que tenhamos um mínimo de sensibilidade para perceber. Exemplos:

A melancia tem número par de franjas.

A laranja possui número par de gomos.

A espiga de milho tem número par de fileiras de grãos.

O cacho de bananas tem, na última fila, número par de bananas, e cada fila de bananas tem uma a menos que a anterior. Desse modo, se uma fileira tem número par, a seguinte terá número ímpar.

A ciência moderna descobriu que todos os grãos das espigas são em número par, e é admirável que Jesus, ao se referir aos grãos, tenha mencionado exatamente números pares: 30, 60 e 100. (Marcos 4:8).

Outro mistério que a ciência ainda não descobriu: enormes árvores, pesando milhares de quilos, apoiadas em apenas poucos centímetros de raízes.

Ninguém até agora conseguiu descobrir esse princípio de sustentação a fim de aplicá-lo na construção de edifícios e pontes.

Mas há maravilha ainda maior!

O oxigênio e o hidrogênio, ambos sem cheiro, sem sabor e sem cor, combinados com o carvão, que é insolúvel, negro e sem gosto, resulta no alvo e doce açúcar. Esses são apenas alguns vislumbres de um Deus sábio e amoroso.

Esse mesmo Deus que realiza tais maravilhas no mundo que Ele criou, pode também efetuar em nós um milagre ainda muito maior.

Ele pode dar-nos um novo nascimento, fazendo novas todas as coisas. (João 3:3:2 - Corintios 5:17).

Ele pode tomar nossa vida triste, inútil e insípida e torná-la alegre, útil e plena de significado para a glória Dele.

Portanto, não se desespere. Não importa quão grave seja a sua condição física, moral ou espiritual. O Senhor Jesus, que "ontem e hoje é o mesmo, e o será para sempre"(Hebreus 13:8), só Ele tem a última palavra. Você pode experimentar um milagre!

Tão somente creia Nele, receba-O como seu único Senhor e Salvador, e coloque a sua vida nas mãos Dele.

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu único filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna." (João 3:16).

Extraído do Livro Vislumbres do CRIADOR de Steven Mosley

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 29 de junho de 2013

Tristeza segundo o mundo, ou tristeza segundo Deus?

II Coríntios 7.9-10 - "A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte.Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito."

Paulo escreveu isso para a Igreja, não para o mundo.arrependimento é para o mundo tanto quanto o é para a Igreja. Nessa passagem, "arrependimento" vem da palavra grega metanoia que significa "mudança da mente". Deus não está procurando arrependimento de pecados somente, mas uma mudança de mente e de coração através do processo de pensamento que tolera essa maneira de viver. Ele quer que arrependamos do caráter que alimenta o pecado.

Arrependimento é mais do que se desculpar por alguma coisa feita. Paulo disse que há uma tristeza que não produz arrependimento, mas a morte! Nem todas as tristezas são piedosas. Nem todas as lágrimas são motivadas por um arrependimento genuíno.

Através do verso acima, entendemos que há um tipo de tristeza (do mundo) que nos leva à morte e outro (tristeza piedosa) que nos leva à vida. Qual é a diferença entre "a tristeza do mundo e a tristeza piedosa? A diferença é simples: a tristeza do mundo focaliza você, enquanto a tristeza piedosa focaliza Cristo. A tristeza de acordo com o mundo se preocupa com as consequências resultantes do pecado, não com o fato de que o pecado tem nos separado do coração de Deus. Quando uma pessoa está preocupada em como o pecado pode afetar seu status, seu bem-estar, sua posição ou reputação, não é uma tristeza piedosa. Isso produz um enfoque egoístico, que leva aquela pessoa, cada vez mais, a um estado de endurecimento do coração! Isso eventualmente leva à morte!

Para ilustrar essa diferença, vamos examinar a vida e os motivos do rei Saul e do rei Davi. Deus ordenou ao rei Saul que atacasse Amaleque e destruísse totalmente tudo que lá tivesse. Ele tinha de matar homens, mulheres, crianças e bebês, gado, ovelhas, camelos e burros. Saul foi para a guerra; entretanto, ele trouxe o rei Agague vivo e ficou com o melhor do gado, das ovelhas, dos animais confinados, dos cordeiros e com tudo que era bom, sem destruir tudo. Então, a Palavra do Senhor veio ao profeta Samuel sobre a desobediência de Saul à ordem de Deus. Samuel confrontou Saul porque em seu coração não havia arrependimento. Saul se defendeu dizendo que havia feito tudo o que Deus lhe havia ordenado. Samuel apontou especialmente o que Saul havia omitido e, quando Saul viu que Samuel estava correto, ele se desculpou e culpou o povo. Samuel declarou que era a Saul que havia desobedecido a ordem do Senhor. Quando Saul percebeu que não havia ninguém mais para ele culpar, rspondeu: Pequei; honra-me, porém, agora diante dos anciãos do meu povo, e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o Senhor teu Deus (1 Samuel 15.30). Ele reconheceu os seus pecados como muitos fazem quando são apanhados em flagrante. Entretanto, era uma tristeza do mundo, pois ele estava preocupado com a exposição de seu pecado diante dos líderes e dos homens de Israel, não porque ele havia pecado contra Deus. Sua resposta era para guardar sua reputação e o seu reino, e seu motivo era a ambição egoísta. Como resultado, o reino que ele tentou proteger duramente da sua própria maneira foi tirado dele. Ele temeu o homem mais do que temia a Deus, o qual é a motivação daqueles que buscam seus próprios interesses!

Agora veja o rei Davi. Ele cometeu um adultério com Bate-Seba, esposa de Urias, o heteu, o servo fiel de Davi. Quando Davi menos esperava, ela estava grávida como resultado de seu pecado; mas seu esposo não quis dormir co ela enquanto os seus homens estavam no campo de batalha. Davi, então, colocou Urias na linha de frente da batalha e deu ordens a Joabe, o capitão, para retirar os homens de detrás dele para que os inimigos o matassem. Davi cometeu um adultério e premeditou um assassinato para cobrir o seu pecado o seu pecado. Então, ele foi confrontado pelo profeta Natã e, quando seu pecado foi exposto, Davi disse a Natã: Pequei contra o Senhor (2 Samuel 12.13). Saul e Davi confessaram que haviam pecado, mas Davi compreendeu sobre quem ele havia pecado e caiu com a face no chão em arrependimento. Davi não estava preocupado com o que seus líderes ou os homens de Israel poderiam pensar dele; ele se preocupou apenas com o que Deus pensava sobre ele, pois sabia que havia machucado o coração de Deus. Ele clamou, dizendo: Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante dos teus olhos... (Salmo 51.4). Davi era um homem segundo o coração e Deus, enquanto Saul tinha seu coração em seu próprio reino. Davi foi sustentado pelo seu amor a Deus; Saul foi destruído pelo seu amor próprio.


John Bevere - Extraído do Livro: Voz do que Clama

A Graça e a Paz do Senhor Jesus Cristo,

Moacir Neto

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Morando na aldeia do arrependimento e na Rua da Frustração

Uma vez que você decidiu abandonar o seu lugar fixo no banco da igreja ou sair do confortável assento acol­choado no fundo da igreja para persegui-lo, Deus envia um aviso de mudança de endereço para você. Desse momento em diante, você se torna um viajante, um peregrino em eterna peregrinação ao lugar da presença de Deus.

O problema é que aquele que você está perseguindo nunca fica imóvel o suficiente para que o homem o coloque em uma caixa permanente (embora finjamos que consegui­mos). É quase como escolher partir do Egito para caçar a Deus em meio ao Mar Vermelho. O encontro inicial com o Deus da nuvem que se move ou da coluna de fogo é apenas o começo.

O ato de cruzar um capítulo da vida é miraculoso e inesquecível. Mas, há outro cruzamento a sua frente, do lado mais distante de um deserto que tem um teste de fé anexado a ele. (E não há retorno para os confortos e iguari­as do Egito do passado).

— Mas eu não gosto de viver com este... este, este sentimento de intranqüilidade. Algum dia deixarei de sentir que preciso de mais dele?

Ajudaria se lhe dissesse que todas os luminares espirituais do passado viveram no endereço da frustração? Eles moram na rua Sede Santa, na aldeia do Arrependimento e o código postal deles é o Desespero Divino. A sede é maior do que aquilo que recebem, e o descontentamento divino os levam a fazer uma ora­ção parecida com esta: "Mostre-nos a tua glória". Eles não base­aram a sua fé no sucesso de sua busca; mas basearam a sua bus­ca na força de sua fé.

O arrependimento pode acelerar o processo de entrada na presença dele. O arrependimento é como "adorar sobre esteróides". O verdadeiro arrependimen­to produz uma tristeza piedosa que é uma ponte sobre a fenda do pecado que nos separa dele. Deus também dá à luz o desespero e o quebrantamento.

Se a adoração suplica pela presença de Deus, parece que o arrependimento coloca uma exigência pela presença dele, pois Ele disse que não desprezará um espírito quebrantado e um co­ração quebrantado e contrito.

O papel moeda ou nota de dólar americano são conhecidos como notas de demanda. Toda a fé dos governantes dá garantia a elas, e isso exige um valor em troca. Toda a fé de Deus em si mes­mo dá suporte as suas afirmações so­bre arrependimento. Isso faz surgir uma demanda legítima pela presença dele; e a abastece como o apertar do acelera­dor de um carro.

Nosso problema é que consideramos o arrependimento "uma visita ocasional à aldeia do Arrependi­mento". Deus nos chama a um estilo de vida de arrependimento, o que signi­fica morar na aldeia.

Você sente como se não conse­guisse mais suportar o peso de sua sede? Sua frustração o faz sentir-se como se estivesse à beira da depres­são?

Pode parecer assim, mas o pro­blema é que você está desiludido com o homem (provavelmente nenhum ho­mem em particular) e está cansado daquilo que chamamos de igreja (em­bora você ame a sua igreja local).

Pode parecer assim, mas você nunca esteve em lugar melhor que esse! Por quê?
A frustração é o ende­reço para onde Deus envia os ungi­dos.

Seja grato por todos os dons e bênçãos, mas não é uma "bênção de Deus" agir como se você "tivesse o suficiente dele". Deus dá à luz uma frustração em seu coração que o compele a caçá-lo para obter cada vez mais de sua presença. Isso faz com que você queira muito mais dele! Esse é verda­deiramente o único "casamento feito nos céus".

A nossa fé não se baseia em sentimentos, mas é abastecida pela paixão. Nós ancoramos a nossa fé nas coisas que Deus disse e prometeu em sua Palavra inspirada, mas a paixão fornece a coragem, dirige a busca e serve ao Deus da Palavra.

As Escrituras dizem que Deus efetua em nós tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dele/Sua vontade vai atrair todos os homens para Ele.

Nós vive­mos como se o primeiro mandamento dissesse: "Reconheça a existência do Senhor nosso Deus e vá a encontros com ele, em respeito ao seu poder de nos enviar para o inferno". Na verdade ele diz: "Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimen­to".

Extraído do Livro Os Descobridores de Deus de Tommy Tenney

Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Concepções errôneas sobre a espiritualidade

Existem algumas concepções errôneas sobre a espiritualidade e a maturidade cristã que simplesmente não são à prova d'água.

Advertência: Elas podem ser uma surpresa para você, talvez até um choque; portanto, fique firme.

Por ser cristão, todos os seus problemas serão resolvidos.
Prestamos um grande desserviço a um in­crédulo quando o fisgamos com a frase: "Venha a Cristo e todos os seus problemas vão acabar". A Bíblia nunca diz isso. Ela promete que seremos novas criaturas, garante que teremos um destino seguro, mas não pressupõe uma desci­da suave ladeira abaixo uma vez que Cristo entre na vida da pessoa.

De fato, em alguns casos os problemas aumen­tam e a estrada fica mais difícil!

Todos os problemas que terá de enfrentar estão mencionados na Bíblia.
Não estão. É bem pouco sábio fazermos declarações amplas, abrangentes, em relação a pontos sobre os quais as Escrituras não falam.

Muitas ve­zes não encontramos uma resposta explícita na Escritura para o nosso problema específico. Nessas ocasiões, somos forçados a andar pela fé, confiando no Senhor para mos­trar-nos o próximo passo conforme necessário. 

A Bíblia simplesmente não oferece uma resposta específica para cada problema da vida.

Se você está tendo problemas é porque lhe falta espiritualidade.
Não é triste que essa idéia seja anunciada em muitos lugares hoje? A existência de um problema simplesmente mostra que você é humano! Todos, temos problemas e você não deixa de ser espiri­tual porque luta com um dilema. Na verdade, muitos dos homens e mulheres mais espirituais que conheço enfrentaram alguns dos mais difíceis problemas que a vida oferece.

Pense em Jó e no seu sofrimento. Ele não tinha uma resposta. Ele não compreendia o porquê. Seus conselheiros, com suas declarações rígidas e precipitadas, estavam total­mente enganados; eles também não sabiam as respostas. Embora Jó fosse espiritual, tinha problemas enormes.

A exposição a ensinamentos bíblicos sólidos resolve automaticamente os problemas.
A instrução bíblica por si só não resulta em soluções instantâneas dos problemas. Por mais confiável que seja o ensino, ou quão talentoso o professor, a declaração da verdade não proporciona a re­moção das dificuldades.

Pense nas Escrituras como um mapa absolutamente exa­to. O mapa lhe diz como chegar a um determinado desti­no. Mas o fato de apenas olhar um mapa não irá transportá-lo automaticamente ao Arizona, à Inglaterra ou ao Peru. Para chegar a esses lugares você terá de se esforçar... pagar o preço... arranjar tempo para a viagem... permanecer nela até chegar ao destino.

O mesmo acontece na vida cristã. O mapa de Deus é confiável e está disponível. Ele também é claro e direto. Não há, porém, nenhum artifício em suas páginas que en­vie automaticamente o leitor ao seu destino por meio de um tapete mágico.

Extraído do Livro PERSEVERANÇA de Charles Swindoll

Por Litrazini
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Graça e Paz

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Bíblia!! Quer saber o que é a Bíblia? Vem comigo...

A palavra “Bíblia” vem do latim e grego e significa “livro”, um nome apropriado, já que a Bíblia é o Livro para todas as pessoas, de todos os tempos. É um livro sem igual, sozinho em sua classe.

Sessenta e seis livros fazem parte da Bíblia. Eles incluem livros da lei, tais como Levítico e Deuteronômio; livros históricos, tais como Esdras e Atos; livros de poesia, tais como Salmos e Eclesiastes; livros de profecia, tais como Isaías e Apocalipse; biografias, tais como Mateus e João; e epístolas (cartas formais), tais como Tito e Hebreus.

Os Autores - Cerca de 40 autores humanos diferentes escreveram a Bíblia.
Ela foi escrita durante um período de 1500 anos. Os autores foram reis, pescadores, sacerdotes, oficiais do governo, fazendeiros, pastores e médicos. De toda essa diversidade surge uma unidade incrível, com temas em comum por todo o seu percurso.

A unidade da Bíblia deve-se ao fato de que, essencialmente, ela tem um Autor: Deus. A Bíblia é “Inspirada por Deus” (2 Timóteo 3:16). Os autores humanos escreveram exatamente o que Deus queriam que escrevessem, e o resultado foi a perfeita e santa Palavra de Deus (Salmos 12:6; 2 Pedro 1:21).

As Divisões - A Bíblia é dividida em duas partes principais:
O Velho Testamento e o Novo Testamento. Em resumo, o Velho Testamento é a história de uma nação, e o Novo Testamento é a história de um Homem. A nação foi a forma que Deus usou para trazer o Homem ao mundo.

O Velho Testamento descreve a fundação e preservação da nação de Israel. Deus prometeu usar Israel para abençoar o mundo inteiro (Gênesis 12:2-3). Uma vez que Israel tinha sido estabelecida como nação, Deus fez surgir uma família daquela nação através da qual a benção iria vir: a família de Davi (Salmos 89:3-4). Então, da família de Davi foi prometido um Homem que traria a benção prometida (Isaías 11:1-10).

O Novo Testamento detalha a vinda desse Homem prometido.Seu nome era Jesus, e Ele cumpriu as promessas do Velho Testamento por viver uma vida perfeita, morrer para tornar-se o Salvador e ressuscitar dos mortos. 

O Personagem Principal - Jesus é o personagem principal da Bíblia 
O livro inteiro é sobre Ele. O Velho Testamento prediz Sua vinda e prepara o palco para Sua entrada ao mundo. O Novo Testamento descreve Sua vinda e Seu trabalho para trazer salvação a nosso mundo pecaminoso. 

Jesus é mais do que uma figura histórica; na verdade, Ele é mais do que um homem. Ele é Deus em carne, e Sua vinda foi o evento mais importante da história do mundo. Deus Se tornou homem para nos dar um retrato claro e compreensível de quem Ele é. Como é Deus? Ele é como Jesus; Jesus é Deus na forma humana (João 1:14; 14:9).

Um Curto Resumo
Deus criou o homem e o colocou em um ambiente perfeito; no entanto, o homem se rebelou contra Deus e deixou de ser o que Deus tinha planejado para ele ser. Deus colocou o mundo sob uma maldição por causa do pecado, mas imediatamente colocou em ação um plano para restaurar o homem e toda a criação à sua glória original.

Como parte do Seu plano de redenção, Deus chamou a Abraão para sair da Babilônia e ir para Canaã (mais ou menos 2000 A.C.). Deus prometeu a Abraão, a seu filho Isaque e seu neto Jacó (também chamado de Israel) que Ele iria abençoar o mundo através de um de seus Descendentes. A família de Israel emigrou de Canaã a Egito, onde eles passaram a ser uma nação.

Mais ou menos 1400 A.C., Deus guiou os descendentes de Israel a deixar o Egito sob a direção de Moisés e deu a eles a Terra Prometida, Canaã. Através de Moisés, Deus deu ao povo de Israel a Lei e fez uma aliança (testamento) com eles: se eles permanecessem fiéis a Deus e não seguissem a idolatria das nações ao seu redor, eles iriam prosperar. Se eles abandonassem a Deus e seguissem aos ídolos, então Deus iria destruir sua nação. 

Mais ou menos 400 anos depois, durante os reinos de Davi e seu filho Salomão, Israel se solidificou em um reino grande e poderoso. Deus prometeu a Davi e Salomão que um Descendente deles reinaria como um Rei eterno. 

Depois do reino de Salomão, a nação de Israel foi dividida. As dez tribos do norte se chamaram de “Israel”, e eles duraram mais ou menos 200 anos até que Deus os julgou por sua idolatria: Assíria levou Israel cativo mais ou menos 721 A.C. As duas tribos do sul foram chamadas de “Judá”, e elas duraram mais tempo, mas eventualmente também abandonaram a Deus. Babilônia levou eles cativo mais ou menos 600 A.C. 

Mais ou menos 70 anos depois, Deus graciosamente trouxe o restante dos cativos de volta a sua própria terra. Jerusalém, a capital, foi reconstruída mais ou menos 444 A.C. e Israel mais uma vez estabeleceu sua identidade nacional. Dessa forma o Velho Testamento termina.

O Novo Testamento começa mais ou menos 400 anos depois com o nascimento de Jesus Cristo em Judá. Jesus era o Descendente prometido a Abraão e Davi; Aquele que iria cumprir o plano de Deus de redimir a humanidade e restaurar a criação. Jesus fielmente completou Sua tarefa: Ele morreu pelo pecado e ressuscitou dos mortos. A morte de Cristo é a base para a nova aliança (testamento) com o mundo: todo aquele que tem fé em Cristo vai ser salvo do pecado e viver eternamente. 

Depois da Sua ressurreição, Jesus enviou Seus discípulos para anunciar as novas da Sua vida e Seu poder para salvar em todos os lugares. Os discípulos de Jesus saíram em todas as direções anunciando as boas novas de Jesus e da salvação. Eles viajaram pela Ásia Menor, Grécia e por todo o Império Romano. O Novo Testamento termina com uma profecia do retorno de Jesus para julgar o mundo incrédulo e libertar a criação da maldição 

Fonte: GotQuestion 

Por Litrazini
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Graça e Paz


terça-feira, 25 de junho de 2013

Onde está o cuidado de Deus?

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.(Jo 16.33). Deus promete estar conosco em todos os momentos, principalmente nos períodos de dor.

Fico impressionada com o cuidado de Deus em todos os momentos. Mesmo que todos os acontecimentos mostrem o contrário, tenha certeza de que Ele está conosco, guardando, protegendo, dirigindo.

“Ainda que eu passe por angústias, tu me preservas a vida da ira dos meus inimigos; estendes a tua mão direita e me livras” (Sl 138.7).

Por vezes não entendemos porque estamos passando por vales que provocam dores e desespero, porém, pude comprovar que enfrentamos tais situações adversas pelo fato de não discernir os ensinamentos do Pai, mas mesmo nos vales o cuidado divino pode ser constatado no momento em que restauramos o relacionamento vertical com Deus e aí, o gozo e alegria nos envolve de maneira gloriosa.

“Mesmo quando eu andar por um vale de trevas e morte, não temerei perigo algum, pois tu estás comigo” (Sl 23.4) Temos a promessa da presença do Senhor em meio ao sofrimento: “O Senhor está comigo, não temerei” (Sl 118.6). 

“O Senhor assistiu-me e fortaleceu-me.” (2 Tm. 4.17) 

"Mas quanto a mim eu buscaria a Deus, e a ele dirigiria a minha fala. Ele faz coisas tão grandiosas, que se não podem esquadrinhar; e tantas maravilhas que se não podem contar" (Jó 5.8-9). 

O Senhor sustenta os Seus na prova: Ele os molda, prepara e permanece ao lado deles quando tudo está sombrio. Sua presença é real. Seu interesse é genuíno. 

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia” (Salmo 46.1) 

A fé que Ele concede não é meramente uma vaga esperança que desaparece sob pressão. É uma força que nos permite atravessar e vencer os “vales da sombra da morte”.

Conta uma antiga lenda que na Idade Média um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher.

Na verdade, o autor do crime era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um bode expiatório para acobertar o verdadeiro assassino.

O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história.

O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem à morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz:

- Sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do senhor: vou escrever em um pedaço de papel a palavra INOCENTE e outro pedaço a palavra CULPADO. Vou sortear um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O senhor decidirá seu destino - determinou o juiz.

Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem.

O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo uma vibração aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e o engoliu.

Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem.

- Mas o que você fez? E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?

- É muito fácil - respondeu o homem. Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o seu contrário. 

Imediatamente o homem foi liberto.

Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar até o último momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída.

Não desista, não entregue os pontos, não se deixe derrotar.

Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos. Creia que você pode conseguir

Por Litrazini
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Graça e Paz

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Vida Nova Rompendo os laços do passado



Quando nos entregamos a Cristo, nascemos de novo. Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo (Jo.3.3,7). É uma experiência que rompe com os laços do passado.

Fomos soltos do pecado, antes vivíamos perdidos na transgressão, sem ter como saudar o débito, mas na cruz, esta dívida foi paga quando Jesus tomou as nossas contas e, desafiando quem as cobrava cravou-as na cruz.

Há cerca de dois mil anos atrás, Jesus pagou todos os nossos débitos. Todos os nossos pecados foram perdoados. Precisamos somente aceitar a salvação em Cristo.   

O computador tem a tecla delete, que apaga todo arquivo selecionado; mesmo depois de muitas horas de trabalho contínuo, ao acionar a tecla delete, tudo desaparece. Jesus em seu infinito amor deletou todos os arquivos contra nós. No dia da nossa conversão, os pecados cometidos foram selecionados e a tecla delete acionada.

Um novo arquivo foi formado para substituir o antigo. Em Cristo, nossos pecados foram perdoados, estamos livres de toda acusação, se continuarmos na fé. “No corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido...”(Cl. 1.22,23).

DEUS TEM UMA GRANDE BORRACHA, UM GRANDE APAGADOR.

Antes de Jesus, As normas da Lei eram desobedecidas aqui e ali, mas diante da cruz de Cristo a lei foi cancelada e a graça de Deus concedida aos homens.

A CRUZ DE CRISTO É A ESCADA QUE NOS CONDUZ AO CÉU.

Quando nascemos de novo, somos resgatados do reino e domínio satânicos e trazidos para o reino Divino. Podemos até fazer coisas que costumávamos realizar quando estávamos sob o governo maligno, mas não fazemos mais parte dele. Fomos resgatados e transferidos para outro território.

Sem Cristo, éramos cegos, desesperançados, vivíamos tropeçando em busca de respostas às questões da vida. Hoje, estamos na luz e Jesus é o guia que nos leva ao lugar seguro. Agora somos filhos de Deus.

Quando nos entregamos verdadeiramente e totalmente a Cristo, alcançamos a liberdade das acusações demoníacas.“Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm. 8.1).

Depois dos pecados perdoados, ficamos livres do juízo de Deus. Não que nos esqueçamos das transgressões cometidas nos passado; mas o diabo, para nos intimidar, remexe o lixo onde foram sepultadas e leva-nos a pensar que ainda existem.

A certeza de que fomos perdoados vem do que Deus diz em sua fiel e imutável Palavra: E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo. (Cl. 2.13.15)

A cruz de Cristo realizou uma guinada na história e afetou a vida de todo mundo, para sempre. Por conta da cruz de Cristo, existe esperança para o mundo. A batalha foi ganha.

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 23 de junho de 2013

Derrube o Golias!

Ele disputa a posição ao lado da cama, esperando ser a primeira voz que você ouve. Cobiça seus pensamentos quando você está acorda­do, aquelas primeiras emoções que nascem no travesseiro.

Ele o desperta com palavras de preocupação, incita-o com pensamentos de tensão. Se você tiver medo do dia antes de começar seu dia, tenha certeza: seu gi­gante ficou ao lado de sua cama.

E ele está simplesmente se aquecendo. Ele sopra em seu pescoço enquanto você toma seu café da manhã, sussurra em seu ouvido enquan­to você sai pela porta, sombreia seus passos e se agarra ao seu quadril.

Ele checa sua agenda, lê suas correspondências e fala mais besteira do que jogadores em uma partida de futebol no centro decadente. "Você não vai conseguir o que precisa." "Você vem de uma longa linha de perdedores." "Junte suas cartas e saia da mesa. Você não teve sorte." Ele é seu gigante, seu Golias. Tendo uma colher de chá, ele trans­formará seu dia no vale de Elá dele, insultando, provocando, gabando-se e fazendo suas reivindicações ecoarem de um lado a outro da montanha.

Você se lembra de como Golias se portou mal? "Durante 40 dias o filisteu aproximou-se, de manhã e de tarde, e tomou posição" (1 Samuel 17:16).

Os Golias ainda vagam por nosso mundo. Dívida. Desastre. Diálise. Perigo. Engano. Doença. Depressão. Grandes desafios ainda andam com ar arrogante e altivo, ainda roubam o sono, tiram a paz e fazem uma lipoaspiração na alegria. Mas eles não podem dominá-lo.

Você sabe lidar com eles. Você se põe diante dos gigantes pondo-se, primeiro, diante de Deus.

Concentre-se nos gigantes — você tropeçará. Concentre-se em Deus — seus gigantes cairão.

Você sabe o que Davi sabia e faz o que ele fez. Você escolhe cinco pedras e toma cinco decisões.

1. A pedra do passado
Enquanto todos os outros tremiam, Davi se lembrava. Deus deu-lhe força para lutar contra um leão e atacar um urso. Não faria o mesmo com o gigante?
Uma boa memória faz heróis. Uma péssima memória faz covardes.
Escreva as preocupações de hoje na areia. Grave as vitórias de ontem na pedra.

2. A pedra da oração
Antes de subir, Davi desceu; antes de subir para lutar, Davi desceu para se preparar. Não enfrente seu gigante sem, primeiro, fazer o mesmo. Dedique tempo à oração.
O apóstolo Paulo escreveu: "Orem no Espírito em todas as ocasi­ões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração" (Efésios 6:18).

3. A pedra da prioridade
Lembre de sua prioridade mais importante: a reputação de Deus. Davi, zelosamente, a preservou. Ninguém difamaria seu Senhor. Davi lutou para que "toda a terra [saiba] que há Deus em Israel. Todos os que estão aqui saberão que não é por espada ou por lança que o SENHOR concede vitória; pois a batalha é do SENHOR" (1 Samuel 17:46,47).

4. A pedra da paixão
Ouvir mágoas não irá curá-las. Detalhar problemas não irá resolvê-los. Classificar rejeições não irá removê-las. Davi anestesiou o gigante porque provocou o Senhor.

5. A pedra da persistência
Imite Davi. Nunca desista. Talvez uma oração seja suficiente. Talvez uma desculpa não resolva. Talvez um dia (ou mês) de decisões não seja suficiente. Talvez você seja derrubado uma ou duas vezes... mas não de­sista. Continue a carregar as pedras. Continue a balançar a funda.

Davi apanhou cinco pedras. Ele tomou cinco decisões. Faça o mes­mo. Passado. Oração. Prioridade. Paixão. E persistência.

Da próxima vez em que Golias acordar você, pegue uma pedra. É provável que ele saia do quarto antes que você ponha a pedra na funda.

Baseado no Livro DERRUBANDO GOLIAS de Autoria de Max Lucado

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Graça e Paz

sábado, 22 de junho de 2013

O Saldo da Conta de Oração

“Então os que temiam ao Senhor falavam uns aos outros; o Senhor atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao Senhor, e para os que se lembram do seu nome. Eles serão para mim particular tesouro naquele dia que preparei, diz o Senhor dos Exércitos; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho que  o serve.”( Ml 3. 16,17.).

Deus escreveu e ainda está escrevendo um livro intitulado “ livro memorial ”. Aqueles que param para pensar e meditar descobrem que Deus está fazendo um registro meticuloso de tudo.

Podemos apenas fazer idéia da riqueza das meditações espirituais e idéia da que alguns homens tiveram a respeito de Deus nestes séculos todos. Apreciamos a intensa beleza dos salmos que Davi escreveu, quando pensava em sua comunhão com Deus. Mas, e os pensamentos que nunca foram escritos?

O novo Testamento nos fala sobre o Livro da Vida. Paulo e João, ambos falam sobre a importância de se ter o nome citado no Livro da Vida do Cordeiro, o primeiro no livro de Filipenses e o segundo no Apocalipse. Cristo, o Cordeiro de Deus, está fazendo registros acurados a respeito dos remidos.

Mas o aspecto mais importante desse livro que Deus está escrevendo é que isso mostra que o Senhor faz anotações. Nada fica perdido. Nada do que se faz para ele é em vão. Quantas vezes esquecemos coisas que os outros fazem por nós. Eu já disse várias vezes que os favores que as pessoas nos prestam são como que escritos em água, desaparecem rapidamente. Mas, o que elas fazem contra nós é escrito em placas de pedra, está sempre sendo lembrado.

É de extrema importância que nos lembremos de que nada é esquecido realmente, a não ser os pecados perdoados, e que são encobertos pelo sangue de Cristo. Portanto, nossas orações são sempre lembradas.

É muito importante a perseverança em oração. Não sabemos quanto tempo temos de orar para que Deus atenda nossa petição. Para Daniel, sua oração ajudou o anjo Gabriel a vencer a oposição espiritual que se lhe defrontaria durante vinte e um dias. Deus ouviu sua oração, que foi registrada em sua conta.

Vemos em Lucas 11 a respostas que Jesus deu a seus discípulos, quando estes lhe pediram: “ Ensina-nos a orar ”.Como respostas, Ele contou-lhes uma história. Um homem pede a um amigo que lhe empreste três Pães. O homem chegara numa hora bem inoportuna, de noite, quando o outro já estava deitado. Contudo, ao insistir em seu pedido. E então Jesus explica: “ Digo-vos que, se não se levantar para dar-lhos, por ser seu amigo, todavia o fará por causa da importunação, e lhe dará tudo o de que tiver necessidade.”( Lc 11. 8. ).

Algumas de nossas petições precisaram ser repetidas muitas e muitas vezes até que venha a reposta. E a ordem que temos é para que perseveremos em oração seja por causa de oposição espiritual ou por outra razão qualquer.
  
Nunca desista de orar por um problema! O que terá acontecido se Daniel tivesse parado de arar após o quinto dia, ou após o décimo?

Lembremos sempre que Deus é fiel. Ele atenderá nossas orações. Ele atenderá se orarmos sem esmorecer. Ore para que o saldo de sua conta de oração esteja fortemente a seu favor

Extraído do Livro: Oração A chave do avivamento – Autor: Paul Y. Cho

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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Jesus sofreu e morreu para absorver a ira de Deus

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro). Gálatas 3.13

Deus propôs [a Cristo], no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça, por ler Deus, na sua tolerância, deixado impunes os pecados anteriormente cometidos. Romanos 3.25

Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. 1 João 4.10

Se Deus não fosse justo, não haveria exigência para o sofrimento e a morte de seu Filho. E se Deus não fosse amoroso, não haveria disposição do Filho de sofrer e morrer. Mas Deus é justo e amoroso. Assim, seu amor se dispõe a cumprir as exigências de sua justiça.

A lei de Deus exige: “Amarás… o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5). Porém, todos temos amado mais a outras coisas. O pecado é isso — desonrar a Deus pela preferência de outras coisas, e agir com base nessas preferências. Assim, diz a Bíblia que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23). Nós glorificamos aquilo em que mais temos prazer. E não é Deus.

Sendo assim, o pecado não é algo pequeno, porque não é uma falta contra um pequeno suserano. A seriedade do insulto aumenta com a dignidade daquele que é insultado. O Criador do universo é infinitamente digno de respeito, admiração e lealdade. Sendo assim, deixar de amá-lo não é trivial — é uma traição. Difama a Deus e destrói a felicidade humana.

Como Deus é justo, ele não varre esses crimes para debaixo do tapete do universo. Ele tem ira santa contra eles. Merecem a punição e isso fica muito claro “porque o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4).

Existe uma santa maldição pairando sobre todo o pecado. Não punir seria injustiça. Seria endossar o desmerecimento de Deus. Uma mentira estaria reinando sobre o cerne da realidade. Assim, Deus disse: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gl 3.10; Dt 27.26).

Mas o amor de Deus não descansa com a maldição que paira sobre toda a humanidade pecaminosa. Ele não se contenta em demonstrar a ira, por mais santa que seja. Assim, Deus envia seu próprio Filho para absorver a sua ira e carregar a maldição no lugar de todos quantos nele confiam. “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (GI 3.13).

É esse o significado da palavra “propiciação” no texto acima citado (Rm 3.25). Refere-se à remoção da ira de Deus por prover um substituto. O próprio Deus oferece o substituto. Jesus Cristo não apenas cancela a ira; ele absorve-a e desvia-a de nós para si mesmo. A ira de Deus é justa, e foi executada, não retirada.


Não podemos brincar com Deus ou deixar por menos o seu amor. Jamais estaremos diante de Deus maravilhados por sermos por ele amados até que reconheçamos a seriedade de nosso pecado e a justiça de sua ira contra nós. Mas quando, pela graça, acordamos para nossa própria indignidade, podemos olhar o sofrimento e a morte de Cristo e dizer: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1Jo 4.10).

Autor: John Piper – Voltemos ao Evangelho

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