segunda-feira, 14 de outubro de 2013

DEUS E O HOMEM

O homem foi criado justo e bom, pois tudo o que Deus fez, Ele mesmo disse: “E viu Deus tudo o que tinha feito, e que era muito bom”(Gn.1.31). E Deus se relacionou com o homem, sua criatura, de diversas formas e etapas. Vejamos:

1º Inocência:
Inicialmente Deus se relacionava, se comunicava, amorosamente com o homem, diariamente. Em Gn. 3.8:“E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia...”O capítulo 2 de Gênesis fala desta relação amorosa, no jardim do Éden. Mas o homem desobedeceu uma ordem de Deus. “Ordenou o Senhor Deus ao homem dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mau. Dela não comerás, pois no dia em que dela comeres, certamente  morrerás” (Gênesis 2.16,17).

Deus avisou o homem. Deus não queria que isso acontecesse, mas Ele não criou robôs sem liberdade. ELE DEU LIBERDADE DE ESCOLHA, liberdade essa que temos até hoje.

2º Consciência:
A partir de Gênesis 3, a Bíblia mostra a “queda do homem”. Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos, Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. [...] Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.  (Gn. 3.1-70).

Nossos primeiros pais passaram a conhecer o bem e o mal, e sentiram vergonha da própria nudez, demonstrando a perda da inocência, com a qual Deus os criara. “Pelo que, como por um homem (Adão) entrou o pecado no mundo e pelo pecado a morte. Assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm. 5.12). Nós aprendemos que o pecado dos nossos primeiros pais, trouxe uma consequência universal. Deus expulsou nossos primeiros pais do jardim, isto é, da presença dele: Gn. 3.11-24.

3º A Lei:
Paulo ensina, em Romanos 5.13, que entre Adão e Moisés já existia o pecado no mundo. “Pois antes da Lei, estava o pecado no mundo. Mas não havendo lei, o pecado não é imputado.” Após a chamada de Israel, uma nova relação com Deus vai acontecer. Isto é – A LEI vai ser a forma de aliança de Deus com os homens. Toda a Lei pode ser resumida nos 10 mandamentos. E obedecendo a Lei o homem tinha comunhão com Deus. A desobediência seria quebra de comunhão.

4º A Graça:
O povo de Israel falhou. E a prova maior está na morte do próprio Filho de Deus – Jesus Cristo. Ele veio e cumpriu a Lei em sua própria vida, em nosso lugar. Em João 1.11: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” e você aprenderá que Jesus veio como Judeu, entre os Judeus, para salvar os Judeus. Mas João 1.12 completa dizendo: “Mas a todos os que o receberam, àqueles que creem no seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos  filhos de Deus”.

Portanto, agora, não é mais necessário Leis e Cerimônias para a comunhão com Deus, mas sim a Graça de Deus. Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa. Porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. [...] Porque, como pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim pela obediência de um muitos serão feitos justos. Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor. (Rm 5.15-21). Este período também é chamado de “Era da Igreja, ou, do Espírito Santo”.

Litrazini


Graça e Paz

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