sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Por que o justo sofre?

Por que o justo mesmo estando sobre a proteção de Deus sofre tribulação?"

O que devemos analisar de imediato é que a lei da semeadura e da colheita está em pleno vigor.

A Palavra de Deus preceitua que tudo quanto o homem semear, isso também ceifará. Não raro, sofremos apenas a conseqüência de nossa imperícia.

Todavia, existem casos que desafiam e anulam essa justificativa. Então, surgem as perguntas:

"Por que sofre o justo?";
"Por que o cristão, protegido pelo amor de Deus, padece tribulações?";
"Por que o ímpio, que amaldiçoa e escarnece da divindade parece vencer e prosperar em todas as coisas?;

"Como explicar que alguém no vértice de sua comunhão, com Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo, se veja de repente soterrado pela adversidade, pela tragédia e pela destruição?"

Estas perguntas não são novas. Foram sempre a arma maliciosa e cruel que os céticos e materialistas usaram, e ainda usam, para ridicularizar e pôr em dúvida a confiança e a firmeza dos fiéis, ao se encontrarem falidos e desamparados.

Estas perguntas têm sido um dilema insolúvel até mesmo para os religiosos mais sinceros de todos os tempos. Nos dias de Jesus, após a realização de uma cura, indagaram-lhe os seus discípulos: "Mestre quem pecou para que este homem nascesse cego, ele ou seus pais?"

Ainda hoje prevalecem essas conjecturas. "Sofremos porque nossos pais pecaram" - dizem uns. "Sofremos - argumentam outros - porque nós mesmos pecamos em tempos remotos; pagamos dívidas antigas, a fim de evoluirmos espiritualmente."

Pergunta-se então ao próprio Cristo: "Terá o sofrimento caráter tão somente negativo?" Eis a resposta do Mestre Divino: "Nem ele nem seus pais pecaram, mas isso aconteceu para que se revelasse a glória de Deus". E para que coisa mais positiva do que revelar-se a glória de Deus entre os homens?

O grande enigma do sofrimento dos justos é-nos impossível decifrar.

A par destas difíceis perguntas, há ainda quebra-cabeças como "Por que o Céu, sendo um lugar onde não entra pecado, foi justamente o berço da iniqüidade, com a rebelião de Lúcifer?", ou dilemas semelhantes a "Como podia Deus ser eterno, em termos absolutos e ao mesmo tempo deixar-se subjugar pela morte no Calvário?", ou ainda, "Como Deus, sendo um Deus de amor, permite um filho seu morrer incinerado num desastre aéreo, em plena viagem missionária?", são segredos que talvez nunca conseguiremos perscrutar nesta vida.

Entretanto, como a questão do sofrimento dos justos afeta decididamente o nosso dia a dia, rogamos a Deus que, pelo poder do seu Espírito Santo, rasgue novas perspectivas e descortine novos horizontes na compreensão e no entendimento do amigo leitor, a fim de que vislumbre, bem mais e melhor, as razões por que Deus permite a provação.

De fato, temos de convir, quer queiramos ou não, que Deus não procede, em geral, e também neste caso, como nós gostaríamos que Ele agisse. Não é assim no mundo material, nem no espiritual.

Os terremotos e os tufões não são os seus meios ordinários, mas extraordinários.

A razão por que Deus permite certas coisas, encontra-se além das nossas conjeturas. Contudo, poderemos estudar suas obras na natureza, e acharemos que concordam com as obras da sua providência: Mt 6.25-32. "Deus tem a eternidade perante si",diz santo Agostinho, e "pode esperar". O seu tempo não é limitado como o do homem, que, se tem alguma coisa a fazer, quer fazê-lo logo, pois a noite vem. Porém, não é assim com Deus: Ele opera, em nosso pensar, deliberada, segura e irresistivelmente.

Não devemos contar os anos de Deus como contaríamos os poucos dias a nós reservados: "Não retarda o Senhor a sua promessa como alguns entendem". O nosso fraco alcance, a profundidade do infinito e a sua extensão, lembram que os juízos de Deus são muito profundos.

Aprendamos, portanto, que quando Deus trabalha, ninguém pode impedir; contudo, Ele trabalha como o eterno Deus: Jo 13.7.

Fonte: Livro "A Bíblia Responde" Editora CPAD

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Jonas e a missão do povo de Deus

Eu acredito que todos os crentes, e também muitos não crentes, conhecem a história de Jonas. Eu a ouvi quando ainda era garoto. Na ocasião, o que mais me impressionou foi o fato de Jonas ter sido engolido por um grande peixe. Penso que essa é a recordação que a maioria de nós tem do livro de Jonas. Quando se fala em Jonas, pensa-se logo no peixe que engoliu o profeta.

Por mais impressionante que seja a história do homem engolido por um peixe, enfatizar esse aspecto da história é se desviar da mensagem do livro de Jonas, é perder o foco, é fechar os olhos para aquilo que Deus deseja nos comunicar, é ignorar o mais importante em favor do irrelevante. (Às vezes, até penso que o nosso inimigo está por detrás dessas “desfocalizações”, sussurrando nos nossos ouvidos, conspirando contra a correta interpretação da Bíblia, levando-nos a enfatizar os detalhes e a ignorar a mensagem, conduzindo nos para o irrelevante para que não consideremos o que é importante.)

A mensagem central do livro de Jonas não é a desobediência do profeta e nem a saga do grande peixe. A mensagem central do livro de Jonas é o amor de Deus pelos ímpios, a sua grande compaixão pelos perdidos, a sua imensa misericórdia em favor daqueles que estão debaixo de condenação. Por causa da situação terrível em que se encontravam os ninivitas, Deus lhes enviou o profeta Jonas com a incumbência de chamá-los ao arrependimento.

O livro de Jonas começa com a Palavra de Deus vindo a Jonas, chamando-o a pregar para os ninivitas (Jn 1.1-2); continua com a Palavra de Deus vindo a Jonas, chamando-o, pela segunda vez, a pregar para os ninivitas (Jn 3.1-2); e termina com a Palavra de Deus vindo a Jonas, questionando a dureza de coração do profeta: “Não hei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de cento e vinte mil pessoas, que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda, e também muitos animais?” (Jn 4.11).

Para Deus, o alcance dos não alcançados é a tarefa primordial do seu povo.

O povo de Deus foi chamado com o único propósito de glorificar a Deus, levando outras pessoas a conhecerem a Deus. Essa tarefa é tão prioridade, que o Senhor mesmo, como se pode ver no livro de Jonas, está disposto a, literalmente, mover céus e terra, ventos e mares, peixes e plantas, profetas e tudo o mais para que os perdidos tenham a oportunidade de ouvirem a palavra de Salvação.

Se por um lado, o livro de Jonas nos mostra o amor de Deus pelos perdidos, por outro lado, ele nos revela a dureza de coração do povo de Deus. Em todo o livro, considerando-se todas as pessoas apresentadas, Jonas é o único que conhece a Deus. Além de ser israelita, membro do povo de Deus, ele é profeta. Mas, apesar de ser profeta, e, teoricamente tão espiritual, Jonas é relutante em obedecer a Deus. E daí, diante disso, o livro nos sugere a seguinte pergunta:

“Se Jonas, que é profeta, reluta em obedecer a Deus; se Jonas, que é profeta, está com o coração tão duro e tão apartado da vontade de Deus, qual seria, então, a situação do povo do Senhor?”.

A resposta a essa pergunta é óbvia: o povo está tão afastado de Deus quanto os seus profetas estão afastados de Deus.

Em diversas ocasiões, o livro nos relata que Jonas ouvia a voz de Deus. O problema de Jonas não era que ele não via os milagres de Deus. Nós lemos que Jonas experimentou milagres extraordinários da parte de Deus. O problema era que ele estava relutante em obedecer a Deus.

Jonas não queria levar a Palavra de Deus aos não alcançados. Jonas não queria sair do meio do seu povo. Jonas não queria investir no alcance aos perdidos. Jonas estava com o coração endurecido e insensível aos propósitos missionários de Deus.

Sem dúvida, a mensagem do livro de Jonas é uma mensagem bastante atual e relevante para a Igreja de hoje.

Nesse tempo em que o mundo cresce, a tecnologia se desenvolve, o conforto aumenta, o individualismo se fortalece, as desigualdades se evidenciam e o pecado reina, o povo de Deus precisa obedecer ao Senhor, sair da zona de conforto e investir no alcance dos não alcançados.

Que a Igreja não seja encontrada insensível, ignorando os propósitos do Senhor e lutando contra Deus. (Gustavo Borja Bessa)

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Deus se importa com sua vida

"QUAL, DENTRE VÓS, É O HOMEM QUE, POSSUINDO CEM OVELHAS E PERDENDO UMA DELAS, NÃO DEIXA NO DESERTO AS NOVENTA E NOVE E VAI A BUSCA DA QUE SE PERDEU, ATÉ ENCONTRÁ-LA?"(Lc. 15:4).

O infinito valor da alma que seria salva
Na Palestina dos dias de JESUS, um rebanho de cem ovelhas seria um rebanho considerável, pelo que temos aqui a descrição de um proprietário bastante rico. No entanto, segundo diz JESUS, até mesmo um proprietário desses sentiria a falta de uma ovelha que fosse. É possível que tal homem não sentisse qualquer emoção particular a respeito, mas tão-somente o senso da perda financeira. Não obstante, lemos que havia certa forma de simpatia entre o pastor e as ovelhas, e que, em alguns casos, o pastor dava nomes a cada uma das suas ovelhas.

Se este tivesse sido o caso, então a perda teria sido muito mais séria do que um débito financeiro. O pastor não perderia todo interesse pelas demais noventa e nove ovelhas, mas, apesar disso, pensaria em deixá-las temporariamente a fim de procurar a ovelha perdida e trazê-la à segurança. O número de ovelhas perdidas foi o mínimo possível, mas o pastor não deixou de interessar-se por isso.

Tudo isso serve para mostrar-nos o grande amor de DEUS, um amor que JESUS compartilhou em seu ministério. É por essa razão que JESUS acolhia os odiados publicanos ou coletores de impostos, e também as prostitutas.

Tomamos conhecimento que a literatura rabínica, algumas vezes, declara que os publicanos estavam fora do alcance da chamada ao arrependimento, mas JESUS não compartilhava dessa opinião, e também asseverou, acerca das prostitutas, que algumas delas entrariam no reino dos céus antes das orgulhosas autoridades religiosas de seus dias.

JESUS usou, nesta parábola, uma ilustração comum, porquanto os seus ouvintes estavam bem familiarizados com a vida pastoril. Mostrou ele que um proprietário de ovelhas, apesar de rico, deixaria noventa e nove ovelhas a fim de procurar a única ovelha que se perdera. E mostrou que aquilo que qualquer homem faria em prol de uma ovelha, ele mesmo, em seu ministério, estava fazendo em favor das almas dos homens.

Assim, mostrou ele o grande valor que atribuía a uma única alma, atitude perfeitamente característica em JESUS, que nunca deixou de dar elevado valor ao homem. E esse valor se deriva do fato de que DEUS está transformando homens cristãos segundo a própria imagem e substância da natureza moral de CRISTO, conduzindo dessa forma muitos filhos à glória e elevando-os bem acima da posição dos anjos. A criatura que tem esse tipo de potencial é infinitamente valiosa.

"SABEMOS QUE TODAS AS COISAS COOPERAM PARA O BEM DAQUELES QUE AMAM A DEUS,DAQUELES QUE SÃO CHAMADOS SEGUNDO O SEU PROPÓSITO, PORQUANTO AOS QUE DE ANTEMÃO CONHECEU, TAMBÉM OS PREDESTINOU PARA SEREM CONFORME A IMAGEM DE SEU FILHO, A FIM DE QUE ELE SEJA O PRIMOGÊNITO ENTRE MUITOS IRMÃOS". (Rm. 8:28-29).

Não há qualquer indício sobre o motivo pelo qual a ovelha se desviou e se perdeu. JESUS não estava examinando as razões por que as pessoas se afastam do caminho certo - por que as prostitutas assim se tornaram, por que os coletores de impostos enganavam em suas cobranças, furtavam e matavam. Mas preocupava-se aqui com o arrependimento, que é uma modificação uma reforma, uma vida nova, e ao quais todos os pecadores são candidatos.

É de supor que o trabalho de procura do pastor deve ter sido extenuante, pois arriscou tudo quanto era necessário, sofreram calor da viagem, os perigos dos assaltantes, os rigores de uma jornada dificílima, mas tudo isso estava plenamente justificado porquanto representava o infinito valor da alma que seria salva.

Não podemos negar que o simbolismo das "ovelhas" é uma representação da humanidade toda, e ilustra a intenção do Pai, em conduzir todos os homens até ele mesmo. Assim sendo, o texto em foco simplesmente nos permite subentender a capacidade de todos os homens de se achegarem a CRISTO,

"O QUAL DESEJA QUE TODOS OS HOMENS SEJAM SALVOS E CHEGUEM AO PLENO CONHECIMENTO DA VERDADE"(1 Tim. 2; 4).

Wilson de Oliveira Carvalho

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Porque devemos perdoar

Perdoar significa deixar livre, soltar, libertar, despedir, mandar embora, atribuir um favor incondicionalmente àqueles que nos feriram.

É não levar em conta o mal causado; é não reter a mágoa ou ferida; é agir como se o incidente nunca houvesse acontecido.

O perdão dos pecados é uma prerrogativa divina (Sl 130:4). Jesus recebeu o poder de perdoar da parte do pai (Mt 2:5). Um perdão pleno, gratuito e eterno é oferecido a todos quantos se arrependerem e crerem no evangelho.

De modo que devemos perdoar aqueles que nos ofendem, de modo imediato, abundante, definitivo, porque esse perdão deve imitar o ato divino.

O perdão que recebemos de Deus é proporcional ao perdão que liberamos sobre os nossos ofensores (Mt 6:12). Não se trata de uma questão de salvação, mas, sim, de bem estar consigo mesmo e com Deus (Lc 6:37-38).

O perdão é um ato da minha vontade. O perdão não depende das emoções. As emoções não são inclinadas a perdoar. Muito pelo contrário, as emoções nos mandam revidar, dar o troco às ofensas, mas cabe a nós pormos nossa carne sujeita à servidão e devemos decidir trilhar na vereda do perdão.

É uma questão de obediência (Devo amar, devo perdoar). Devo cumprir cabalmente o mandamento de Jesus descrito no sermão da montanha: se teu inimigo tiver fome, dai-lhe de comer, se tiver sede, dai-lhe de beber, se quiser andar contigo uma milha, anda com ele duas, não te deixes vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem.

O servo não questiona, ele simplesmente obedece.

O PERDÃO PODE SER:
Natural – Origina-se no próprio homem
Sobrenatural – Ë de competência divina.

A parte que cabe a Deus é o milagre. Deus opera o milagre no assunto do perdão, restaurando a alma, as emoções, o amor próprio, modificando o senso pessoal de justiça, libertando da amargura, curando o inconsciente. Esse mover sobrenatural de Deus exige, no entanto, a condição de que se faça a parte que cabe ao ser humano.

O perdão, é uma escolha, é um ato de obediência à ordenança de Deus, o qual só fará o milagre quando o homem cumprir o que lhe cabe no processo de perdão.

Quem não perdoa é prisioneira do seu passado. Perde a capacidade de viver do presente. Tem dificuldade em analisar a situação como de é de fato. Ele encara o presente com os olhos do passado.

Quem não perdoa é prisioneiro das pessoas do passado. Fica com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, tomar café com a pessoa na mente).

Quem não perdoa é prisioneiro da mágoa. É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomática.

Quem não perdoa é atormentado por demônios (Mt 18:4) Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

Há um poder extraordinário no perdão, que nos torna livres em Deus. Livres do passado, livres dos instrumentos de feridas, livres das mágoas e libertos.

José Gomes

Adaptado por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Afinal, Quem é Jesus Cristo??

A Segunda pessoa da Trindade, o Filho Eterno encarnou-se e viveu na terra como Jesus Cristo o Deus-homem.Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz! Filipenses. 2.5 a 8.

Cinco palavras referentes a Cristo resumem toda a Bíblia:
PREPARAÇÃO: O Antigo Testamento – é uma preparação para o advento de Cristo
MANIFESTAÇÃO: Os Evangelhos – Tratam de sua manifestação ao mundo.
PROPAGAÇÃO: O Livro de Atos – trata de sua propagação (seu nome e seus ensinos).
EXPLANAÇÃO: As Epístolas – Explanam sua doutrina
CONSUMAÇÃO: O Apocalipse – Trata da consumação de todas a coisas referentes a ELE.

Cristo ressurgiu dos mortos e ainda vive. Não é apenas uma personalidade histórica, porém, uma Pessoa viva.

Ele é o fato mais importante da história e a força mais vital no mundo de hoje.

A Bíblia sem Jesus seria a matemática sem os números, a física sem a matéria ou a biologia sem a vida.

O Nome de Cristo permanece sozinho. Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome.

Nenhum credo pode contê-lo, nenhum catecismo pode explicá-lo, carne de nossa carne, o próprio Deus do nosso próprio Deus. A Ele, pois, seja a glória., o domínio e o poder para todo sempre. “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”: Colossenses 2.9.

Atributos de Jesus que só pertencem a Deus
Vemos que Jesus é Onipotente, Onipresente e Eterno em Mateus 28.18 e 20: “E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”;

João 16.30 revela sua Onisciência: “Agora, sabemos que sabes tudo e não precisas de que alguém te interrogue...”

A Imutabilidade de Jesus é comprovada em Hebreus 13.8 que diz: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje, e eternamente” .

Comprovamos também que todos os atributos do Pai estão em Cristo em Colossenses 2.9 “Porque nele habita corporalmente toda plenitude da divindade”

OS NOMES E TÍTULOS DE CRISTO
Os nomes e títulos dados a Jesus Cristo na Bíblia revelam muita coisa relacionada com sua natureza e trabalho.

1- JESUS – Foi o nome terreno conferido a ele por José desde o seu nascimento, em obediência a ordem de Deus dada por meio do Anjo Gabriel. Esta palavra significa “Salvador”. “E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”: Mateus 1.21.

2- CRISTO – (provavelmente do grego), o mesmo que Messias (palavra hebraica). É um título que literalmente significa: “O Ungido de Deus”. “E Simão Pedro, respondendo, disse-lhe: Tu és oCristo, o Filho do Deus vivo.”: Mateus 16.16.

3- O SENHOR – No Novo Testamento, corresponde a palavra “Jeová” do Antigo Testamento. Um dos nomes de Deus, consequentemente, quando aplicado a Jesus, é uma prova de sua divindade:“E toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor,para a glória de Deus Pai”: Filipenses 2.11.

4 - O VERBO – (Ou palavra de Deus) “E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e verdade”: João 1.14.

5- O FILHO DE DAVI – Nome pelo qual foi chamado mais de uma vez, é seu nome judaico característico, mostrando a sua descendência do Rei. “E, partindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando e dizendo: Tem compaixão de nós Filho de Davi”: Mateus 9.27.

6- O FILHO DO HOMEM – É o nome que a maior parte das vezes Jesus empregou falando de si mesmo. “Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”: Lucas 19.10

7- O FILHO DE DEUS – É um título empregado freqüentemente por Jesus Cristo, a ele é aplicado geralmente com profunda reverência, por outros, bem como usado por ele próprio. Em João 9.34,35: “Eu mesmo vi e já vos dei testemunho de que este é o Filho de Deus. No dia seguinte João estava outra vez ali, com dois dos seus discípulos”.

A Bíblia esclarece que Jesus Cristo era o Filho de Deus antes de seu nascimento humano:
João 16.28: “Sai do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai”.
I João 4.9: “...Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo, para que por ele vivamos”.
Romanos 8.3: “Deus enviando seu próprio Filho em ...”
João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que enviou seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Litrazini

Graça e Paz

domingo, 26 de janeiro de 2014

Você está enfrentando um dilema? Deus pode te ajudar e orientar!

Agora acontece a mesma coisa que se sucedeu antes. Cristo, em sua presença visível, nos deixou, mas a arca de sua aliança continua aqui, a sua presença sacramental.

Eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Lembre-se dessa palavra: Todos os dias, independente das circunstâncias. Jesus ainda está aqui.

Outra palavra do Novo Testamento é: Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.

Quem se importa? A quem você pode recorrer?
Onde são tomadas as decisões entre o certo e o errado?
Como posso lutar se não há um poder maior de justiça para examinar a erosão causada pelo pecado?
Como devemos lutar contra os nossos inimigos?
Devemos tentar seguir somente com as nossas próprias forças?

Você não conseguirá vencer os desafios sozinho!

Você não conseguirá vencer Satanás com a sua própria força. A ajuda divina está sempre disponível

Viva a vida, confie em Deus, e clame a Ele. Esta é a combinação que resulta na vitória.

Se quisermos combater os nossos adversários espirituais, devemos fazê-lo através do poder de Deus: mas antes é necessário remover de nossos corações o mal que fizemos, através de um sincero arrependimento.

A fé e a ausência de ofensas a Deus e aos homens, na consciência, formam uma combinação vitoriosa.

Você está com problemas?

A tentação lhe encurralou?

O seu conjugue não é salvo?

Aquele que prometeu te amar, honrar e proteger te abandonou?

... Procure refúgio e força em Deus!...

Você não está sozinho. Há alguém ao seu lado nessa batalha. Ele te apoiará e conduzirá até a vitória...

Nenhum de nós consegue vencer sem a ajuda de Deus.

Preciso de um sentimento permanente da presença do Senhor.

Preciso de uma nuvem durante o dia e de uma coluna de fogo no percurso da noite.

Na hora mais escura, quando as luzes deste mundo tiverem se apagado, preciso saber que Deus está comigo e cuida de mim.

Pecador, qual é a sua esperança? Quem lhe abrirá o caminho quando você morrer?

Que amigo dividirá as águas e o deixará passar?...

Você precisa saber que Jesus nunca falha. Volte para ele agora.

Extraído da obra: A Revivoltime. Pulpit, de C.M. Ward

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 25 de janeiro de 2014

Você sabe o que Jesus oferece?

Ele oferece a verdadeira liberdade ao nos livrar do pecado, como disse: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres."(João 8:36)

Ele liberta da ira, do ódio, do egoísmo, da mentira, do orgulho, dos vícios, do engano de Satanás.

Ele oferece a vida abundante e verdadeira, cheia de propósitos e de objetivos para que possamos curtir, como disse: "O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." (João 10:10)

Ele preenche o vazio que há em nós, dá a razão da nossa existência, do nosso viver, da felicidade plena, e nos enche de alegria verdadeira e constante.

Quem quer isto?
Ele nos faz viajar nas coisas espirituais, na Sua Palavra e promessas, Nos faz caminhar ao Seu lado, arrebatando-nos, dando sonhos, visões, e oferecendo uma linda viagem para o céu, para estarmos ao Seu lado por toda a eternidade, como disse: "Virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também." (João 14:6)

Alguém desejaria algo assim?
Quanto aos problemas, destes, Ele não nos livra, mas novamente prova ser verdadeiro. Antes, nos adverte que teremos muitos problemas, como disse: "No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." (João 16:33)

Mas Ele nos dá esperança, pois venceu, e promete estar para sempre ao nosso lado, mesmo em meio aos problemas, como disse: "E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos." (Mateus 28:20)

Ele nos livra de encarar os problemas de modo errado; "Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada."(Romanos 8:18)

Livra-nos da expectativa e ansiedade (que é o que faz sofrer diante dos problemas), ao afirmar que Ele tem cuidado de nós: "Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças." (Filipenses 4:6)

“E disse aos seus discípulos: Por isso vos digo: Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer, nem quanto ao corpo, pelo que haveis de vestir. Pois a vida é mais do que o alimento, e o corpo mais do que o vestuário. Considerai os corvos, que não semeiam nem ceifam; não têm despensa nem celeiro; contudo, Deus os alimenta.

Quanto mais não valeis vós do que as aves! Ora, qual de vós, por mais ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado à sua estatura? Porquanto, se não podeis fazer nem as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? Considerai os lírios, como crescem; não trabalham, nem fiam; contudo vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles.

Se, pois, Deus assim veste a erva que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais vós, homens de pouca fé? Não procureis, pois, o que haveis de comer, ou o que haveis de beber, e não andeis preocupados. Porque a todas estas coisas os povos do mundo procuram; mas vosso Pai sabe que precisais delas. Buscai antes o seu reino, e estas coisas vos serão acrescentadas."(Lucas 12:22-31)

Esta é a promessa de Jesus, quem vai querer!
É isto que Ele tem a oferecer!? Amor? Paz? Perdão? Felicidade? Alegria? Vida plena e sem ansiedade? Comunhão e intimidade com Deus? Resposta ao que pedirmos com fé em oração? Salvação? Vida eterna?

E tudo de graça, porque Ele já pagou o que era devido, com a sua própria vida e seu sangue derramado, devido ao amor com que me amou? Como diz: "Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós."(Romanos 5:8)

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8:33)

Jair Souza Leal

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Poucos compreendem o que seja a graça de Deus

A expressão máxima da graça de Deus é a presença de Jesus Cristo no mundo, e tudo quanto, como fruto de sua vida, morte e ressurreição, irrompe como possibilidade para a natureza criada e toda a humanidade

Contam que C.S. Lewis chegou ao auditório de um congresso religioso e observou acalorado debate.Perguntou ao sujeito ao lado qual a razão de tanta discussão. Estão discutindo qual é a distinção do Cristianismo em relação às outras religiões, esclareceu o homem. Simples, comentou Lewis, sem hesitar, a graça de Deus. 

De fato, todas as religiões estão baseadas no esforço pessoal e no princípio da justiça retributiva. Somente o Cristianismo apresenta a possibilidade de um relacionamento entre Deus e os homens além das fronteiras do mérito e demérito. Infelizmente as palavras de Lewis, dos pais do protestantismo, e, pior, uma das afirmações mais categóricas e fundamentais do Novo Testamento se perderam na poeira do fenômeno religião de consumo, onde os deuses disputam melhores lugares nas prateleiras do mercado religioso. Poucos cristãos, ou que se dizem cristãos, compreendem o que seja a graça de Deus. Arrisco, portanto, algumas sugestões.

A graça de Deus é o favor imerecido de Deus para com a humanidade. [Mateus 5.45; Efésios 2.8-10; Tiago 1.17,18; 2Pedro 1.3]

A graça de Deus é a disposição de Deus em tratar bem aqueles que o rejeitam e dar coisas boas a quem não lhe quer bem ou mesmo sequer reconhece sua existência. [Mateus 5.41-48]

A graça de Deus é a boa vontade de Deus, a pré-disposição positiva de Deus, o desejo de abençoar, a intenção constante de fazer o bem e agir com bondade em relação ao universo criado e toda a humanidade. [Êxodo 33.19; Salmo 100.5; 2Crônicas 16.9; Jeremias 29:11; 33:3; Hebreus 4:16] 

A graça de Deus é a interpelação, o apelo, o chamamento, o convite, a insistente convocação de Deus para que a humanidade se renda à sua bondade.[Hebreus 1.1,2; 3.7; 3.15; 4.7; Atos 14.16,17; 26.14]

A graça de Deus é o fluxo constante de amor e vida divinos que sustentam o universo e toda a humanidade. [Isaías 18.4; Atos 17.28; Romanos 11.33-36; Hebreus 1.3] 

A graça de Deus é a energia ativa, o poder abençoador, a força, o empurrão que Deus imprime no universo e na humanidade para que o bem e o bom possam existir. [1Coríntios 15.10; Filipenses 2.13,14; Colossenses 1.29]

A graça de Deus é a ação e o trabalho de Deus em favor do universo e de toda a humanidade. [Salmo 37.5; Isaías 64.4; Mateus 6.25-34; Filipenses 4.19; 1Pedro 5.7]

A graça de Deus é a oportunidade, chance, concessão, permissão, autorização que Deus concede à humanidade para que experimente sua bondade e participe de seus atos bondosos. [Isaías 55.6; 2Coríntios 8.1]

A vida não se explica sem a graça de Deus: Deus tudo criou, tudo sustenta e a todos concede vida e fôlego para que existam, inclusive em rebeldia e de maneira contrária ao seu caráter três vezes Santo. O Deus cristão é o Deus de toda a graça [Isaías 6.1-5; Atos 17.24,25; 1Pedro 5.10], e o seu evangelho não é outro senão o evangelho da graça de Deus [Atos 20.24].

A graça de Deus está presente inclusive onde a igreja ainda não está e aonde o evangelho ainda não chegou. [Atos 10.31; 14.16,17]

O mundo, a humanidade e o futuro são viáveis pelo fato de estarem sob a graça de Deus. Vale a pena fazer o bem, vale a pena semear para a justiça e a paz, pois a mão de Deus está promovendo e agindo em cooperação para trazer à existência o que é bom. [Romanos 8.28-30]

Toda e qualquer experiência humana do amor; todos os atos de justiça, compaixão, e solidariedade; todas as expressões da ética e da estética; a arte e a cultura; a ciência, a tecnologia e o trabalho; as filosofias e sabedorias; a ordem, a estrutura inteligente e a coerência lógica da realidade física, orgânica e social; o prazer, a alegria e o contentamento; a superação, a possibilidade de começar de novo, e a inovação; a rebeldia contra a morte e tudo quanto a promove, sustenta ou representa; as possibilidades utópicas em relação ao futuro; a fé, a esperança e a paz, se explicam pela graça de Deus.

A expressão máxima da graça de Deus é a presença de Jesus Cristo no mundo, e tudo quanto, como fruto de sua vida, morte e ressurreição, irrompe como possibilidade para a natureza criada e toda a humanidade. Como bem disse o apóstolo João [1.14], Jesus é a verdade cheia de graça.

Autoria: Ed René Kivitz / Guia-me

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Quem São os Ungidos do Senhor?

Uma palavra capciosa que tem circulado por aí nos últimos anos é ‘ungido’, a qual geralmente é usada junto com frases assim: ‘Estou sentindo a unção!’, ‘Ele/ela é ungido para pregar a Palavra’, ou então ‘Sou um apóstolo/profeta ungido’ e outros termos igualmente melosos.

Em geral, quando este termo é usado, ele quer dizer que uma ‘unção especial’ está sendo derramada sobre determinadas pessoas. Ficamos sabendo que todos nós também podemos ter essa ‘unção especial’, se colocarmos em prática as verdades da Palavra de Deus, do mesmo modo como todos nós a temos recebido de Deus.

Primeiro vamos dar uma olhada na palavra ‘ungido’ e ver se realmente existe uma ‘unção especial’. No Velho Testamento, a palavra ‘ungido’ significa aplicar óleo no corpo de alguém, simbolizando que Deus escolheu essa pessoa para o serviço do Senhor. Essa pessoa foi consagrada ao Senhor.

A palavra ‘consagrado significa ter sido separado à parte, provido com o poder de Deus para executar o Seu serviço especial. Também significa que essa pessoa foi declarada limpa, santa e pura. Embora o homem comum seja pecador, é Deus quem consagra e por isso está escrito no Salmo 105:15: ‘Não toqueis os meus ungidos, e não maltrateis os meus profetas’. Esses eram homens que, no contexto do Velho Testamento, Deus havia escolhido e consagrado para o Seu serviço. (Como vivemos no contexto do Novo Testamento, ou seja, no contexto gentílico, essa palavra mudou em sua significação).

Hoje em dia o que não falta é encontrarmos profetas/apóstolos autonomeados usando este verso, num esforço de auto exaltação, de pertencer a uma classe especial de ‘ungidos de Deus’, dizendo que ninguém ouse questionar o que eles estão ensinando [Mesmo porque em geral eles pregam o falso Evangelho, em vez do verdadeiro, e temem ser desafiados em suas falsidades]. Esta é uma posição muito perigosa para alguém nela se colocar, acreditando ter recebido uma unção especial, uma medida extra do Espírito Santo.

O profeta Joel disse: ‘E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito’(Joel 2.29). Isso aconteceu no Dia de Pentecoste, conforme Atos 2.16-18, e tem continuado até o dia de hoje. Deus derramou o Seu Espírito sobre toda a carne e todos os que recebem o Senhor Jesus Cristo em seus corações são batizados com o Espírito Santo e com fogo. (Mateus 3.11 e Marcos 1.8). Todos os que têm fé e são batizados em Cristo nascem de novo e se tornam novas criaturas.

Sim, Deus nomeia e coloca membros diferentes em vários lugares no corpo eclesiástico, conforme o talento de cada indivíduo; mas em parte nenhuma da Bíblia existe a sugestão de uma ‘unção especial’ ou de uma ‘medida extra do Espírito Santo’, a fim de selecionar alguns no Corpo de Cristo.

Sempre existirão os que desejam sentir-se especiais ou superiores e os cristãos não estão isentos disso. Este ensino apela à nossa natureza corrupta, à ‘soberba da vida’ (1 João 2.16), contra a qual todos nós devemos lutar. Jesus nos ensina, em Filipenses 2.3: ‘…cada um considere os outros superiores a si mesmo’.

No Velho Testamento os sacerdotes e profetas ungidos eram os representantes temporários de Deus, provendo perdão aos pecados do povo, até o tempo em que o Sumo Sacerdote Jesus viesse, a fim de prover, sobre a cruz, o perdão definitivo de nossos pecados. Os sacerdotes e profetas eram declarados limpos, santos e puros.

Do mesmo modo, todos os que estão Nele também são declarados limpos, santos e puros, pois Deus nos ensina isso em Romanos 4.2-8, com ênfase no verso 5: ‘Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça’.Filipenses 3:9: ‘E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé’;Hebreus 9:12: ‘Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção’; Marcos 1:40-41: ‘E aproximou-se dele um leproso que, rogando-lhe, e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo.’; Atos 10.15: ‘…Não faças tu comum ao que Deus purificou’.

Nesse caso, quem são hoje em dia os ungidos? 
1 João 2;27: ‘E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis’ ;2 Coríntios 1.21: ‘Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus…’

‘Não toqueis os meus ungidos’ significa, portanto, não tocar em todos aqueles que receberam Jesus Cristo em seus corações. Isso deveria servir de advertência a todos os que pervertem a Palavra de Deus, a fim de alimentar o seu orgulho, querendo colocar-se acima dos ungidos de Deus, Muitos homens autonomeados apóstolos/profetas são os que, ironicamente, se apropriam desta frase, com mais frequência, querendo intimidar o povo de Deus.

Contudo, muitos homens sinceros que pregam a Palavra de Deus jamais seriam tão ousados a ponto de se declararem ungidos/infalíveis, sendo humildes bastante para entender a depravação humana.

Observem como Deus é maravilhoso, quando declara que todos os nossos pecados são lavados no sangue do Cordeiro e que todos nós somos iguais diante dEle. ‘Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus’ (Gálatas 3.28).

Autoria: Mary Schultz 

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O SACRIFÍCIO DO SENHOR JESUS CRISTO

“Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores” ( 1Tm. 1.15))

Quando pensamos hoje sobre a vida e a morte expiatória do Salvador, podemos exultar. Se bem que a maioria O vê apenas como um modelo de bondade para com a humanidade, exemplo digno de ser seguido. Mas será que o principal objetivo do Senhor realmente é motivar as pessoas a melhorar a sociedade?

Sua vinda ao mundo, Sua vida e morte sacrificial tinham um propósito infinitamente mais elevado: reconciliar o homem com Deus.

Consideremos alguns aspectos de Seu sacrifício

É um sacrifício salvífico:
Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa” (Atos 16:30-31).

É um sacrifício substitutivo:
“Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).

É um sacrifício purificador:
“O sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado” (1 João 1:7).

É um sacrifício redentor:
“E ele é a propiciação pelos nossos pecados” (1 João 2:2).

É um sacrifício reconciliador:
“Noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou” (Colossenses 1:21).

É um sacrifício universalmente válido:
“Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade” (1 Timóteo 2:3-4).

Porém, é um sacrifício exclusivo, ou seja, só vale para quem o aceita pela fé:
“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que creem no seu nome” (João 1:11-12).

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini


Graça e Paz