quarta-feira, 30 de abril de 2014

A verdade simples

Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, parti vos dar o fim que desejais.(Jr. 29:11)

A transformação de vida acontece quando você muda o pensamento. A verdade é desperdiçada em nossa vida se não a utilizarmos para realizar o que Deus deseja. Jesus prometeu: "Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (Jo 8:32). Mas a maioria de nós é apenas principiante na expe­riência das bênçãos de Deus, porque não permitimos que a ver­dade nos liberte, transformando o que pensamos e fazemos.

Espero que você esteja observando as fronteiras de sua vida e pensando em coisas novas.

Aqui está uma verdade simples que pode transformá-lo hoje: Deus quer que você deseje urgentemente uma vida mais ampla com mais oportunidades de servi-lo.

Aqui está outra verdade simples: Não importa quanto Deus queira expandir seu território, ele continua esperando que você o dese­je sinceramente e peça por isso.

Portanto, peça imediatamente! Peça-lhe uma família — mais honrada, mais abençoada, mais influente – para completa surpresa de todos os que o cercam! Peça-lhe mais contatos de negócio, mais responsabilidades, mais lucros, mais respeito e influência em sua área profissional e mais oportu­nidades de perguntar: "Como posso ajudá-lo?"

Veja, Deus quer inundar sua vida com milagres. Os mila­gres serão totalmente por causa do poder dele, mas para que isso aconteça você tem de fazer alguma coisa.

Considere o que Deus disse a seu povo sobre o que eles teriam de fazer para reivindicar a Terra Prometida:

• A Abraão, ele disse: "Já é sua, mas você tem de sair do que é confortável e conhecido e viajar para o novo e desconhecido".

• Para Moisés, ele disse: "Já é sua, mas você tem de dar início à liderança, ao serviço e ao ministério".

• Para Josué, ele disse: "Já é sua, mas você tem de lutar por isso".

• Para o povo, ao entrar na Terra Prometida, ele disse: "Já é sua, mas vocês têm de me seguir com paciente confiança e obediência completa".

• Para o povo depois que tomaram posse: "Já é sua, mas vocês devem crer e agir de acordo com a verdade para mantê-la".

Deus está dizendo alguma dessas coisas a você hoje?
Deus tem uma esfera imensa de influência preparada para você, mas você tem de agir de acordo com as verdades que ja co­nhece e tomar posse, ou nunca será sua.

Você confia o suficiente em Deus para deixar que a verda­de transforme seu modo de pensar e agir?

Extraído do livro A Oração de Jabez Devocional de Bruce Wilkinson e David Kopp

Por Litrazini

Graça e Paz


terça-feira, 29 de abril de 2014

A Intercessão do Espírito Santo

"E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos". Rm 8:27

O versículo acima diz claramente que o Espírito Santo intercede por nós, de acordo com a vontade de Deus. Ele conhece o plano divino para as nossas vidas, e faz com que, ao orarmos em línguas, oremos o plano de Deus para nós!

Esta passagem tem um contexto que a esclarece bem; no versículo anterior (o v.26), o escritor fala da nossa dificuldade em orar de forma correta quando diz que "não sabemos o que havemos de pedir como convém".

É importante reconhecer o quanto nos identificamos nisto; a expressão "como convém" revela o quanto sentimo-nos deslocados na oração por não ter certeza de qual é a vontade do Senhor quanto ao que pedimos. Mas glória a Deus porque o versículo afirma também que o Espírito nos ajuda, intercedendo por nós.

Portanto, se por um lado temos dificuldade em não saber orar como convém (ou seja, segundo a vontade de Deus), por outro o Espírito vem socorrer-nos com sua linguagem de oração, pois Ele conhece a vontade de Deus para cada um de nós.

Já o versículo posterior ao nosso texto base (o v.28), fala de como o Pai Celeste gerencia as circunstâncias na vida de seus filhos, fazendo com que todas as coisas - inclusive as ruins - venham a concorrer para seu próprio bem: "E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus"; e conclui apontando quem são os que se encontram dentro desta promessa: "aqueles que são chamados segundo o seu propósito".

Deus tem planos e propósitos para as nossas vidas, e, mesmo que não tomemos ciência deles, podemos experimentá-los e vê-los cumprirem-se.

Perceba que não é o fato de sabermos orar a vontade de Deus, mas exatamente o oposto, que nos dá direito de desfrutar do auxílio do Espírito; portanto, a Escritura Sagrada não está falando de conhecermos QUAL é a vontade de Deus para nós, mas sim que, mesmo não a conhecendo, podemos orá-la através do Espírito de Deus.

Nem sempre o Senhor nos mostrará quais são seus planos, mas SEMPRE poderemos desfrutá-los... se orarmos por eles!

Temos um adversário, Satanás, que tentará de todas as formas investir contra as nossas vidas para afastarmo-nos do propósito divino. São investidas, laços, armadilhas... uma após outra! Mas ao orarmos no Espírito Santo, cientes de que o Pai tem para nós um plano, veremos Deus gerenciar as circunstâncias de tal maneira, que tudo se encaixará em seu devido lugar e a vontade do Senhor se estabelecerá.

Entenda isto: mesmo quando as circunstâncias parecem fora do controle, a oração em línguas trará o cumprimento do plano de Deus.

Extraído do livro A Linguagem Sobrenatural de Oração Pr. Luciano Subirá

Por Litrazini


Graça e Paz

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Desfrutando o presente e Conquistando o futuro

“Tu, porém, tens seguido, de perto, o meu ensino, procedimento, propósito, fé, e os meus sofrimentos... que variadas perseguições tenho suportado!. De todas, entretanto, me livrou o Senhor. Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.”(2 Tm. 3.10-12). O sofrimento nos confirma como membros da raça humana em geral e do povo de Deus em particular.

Ser ou não servos de Deus não nos deixa imunes ao sofrimento, nem ás dores, doenças, injustiças, decepções... Jesus disse: “Estas cousas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passai por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (Jo. 16.33).

Muitas vezes vivenciamos ódio, raiva e ressentimento em nossa alma, associados às lembranças dolorosas. Esses sentimentos atualizam diariamente a dor que um dia sofremos. Remoemos a mágoa, relembramos a ofensa, revivemos a dor, ruminamos o sofrimento, dando assim poder a quem nos feriu ontem, de ferir hoje, amanhã..

O ressentimento muitas vezes se apresenta como obstáculo à obra restauradora de Deus e do seu Santo Espírito.
O Senhor quer nos curar, mas, nós nos recusamos a esquecer, deixar para trás e, olhar para frente.

O sofrimento associado ao ressentimento, produz a escravidão.
Ficamos presos à tristeza, amarrados ao passado e começamos a ficar parecidos com aqueles que nos ofenderam“A quem perdoais alguma cousa, também eu perdoo; porque, de fato, o que tenho perdoado, se alguma cousa tenho perdoado, por causa de vós o fiz na presença de Cristo; para que satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhes ignoramos os desígnios. “ (2 Co. 2.10,11).

Onde há magoa, o diabo leva vantagem e ficamos em situação de desvantagem na luta!

O ressentimento nos torna marionetes de satanás: amarrados, controlados, escravizados, fazendo exatamente o que ele quer.

As correntes e amarras só podem ser rompidas através do perdão.
Perdoar é mais do que uma demonstração de grandeza no caráter. É um ato de liberação e conquista. Perdoar é usar uma arma contra a qual o inimigo não tem defesa, pois a partir do momento em que perdoamos, não há mais mal que ele possa causar-nos.

Perdoar é libertar-nos do domínio de quem nos magoou e da opressão da opressão maligna, proveniente do ressentimento. É deixar de viver o passado, é livrar-se dele para desfrutar do presente e conquistar o futuro.

Perdoar é permitir a cura interior de Deus e alívio nas dores da alma.

O perdão é a provisão divina para garantir a nossa felicidade. Podemos culpar alguém pelo sofrimento causado ontem, mas, não pelo de hoje. 

É preciso Expor a Deus a necessidade de perdoar e a dificuldade em fazê-lo, renunciar ao ressentimento e à vingança.

Devemos Permitir que o amor de Cristo feche a ferida do coração para sempre. Ele também perdoou os que o magoaram, e o fez na cruz (Lc. 23.34). Ele deseja nos ver feliz, libertos de traumas emocionais.

O perdão e a ação do Espírito Santo produzem em nossa vida a cura para as feridas do coração e para as lembranças mais dolorosas.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 27 de abril de 2014

O CORAÇÃO DE CRISTO

O coração de Jesus foi puro.
Milhares adoravam o Salvador, porém Ele estava feliz com uma vida simples. Havia mulheres que o atendiam (Lc 8:1-3), contudo jamais foi acusado de pensamentos luxuriosos; sua própria criação o desprezou, porém voluntariamente os perdoou, antes mesmo que pedissem misericórdia.

Pedro, que acompanhou Jesus por três anos e meio, o descreve como "um cordeiro sem mácula e sem contaminação" (1 Pedro 1:19). Depois de passar o mesmo tempo com Jesus, João concluiu: "não há pecado nEle" (1 Jo 3:5).

O coração de Jesus foi pacífico.
Os discípulos se preocuparam como a necessidade de alimentar milhares de pessoas, mas Jesus não. Agradeceu a Deus pelo problema. Os discípulos gritaram de medo diante da tempestade, mas Jesus não. Ele dormia. Pedro levantou sua espada para enfrentar os soldados, mas Jesus não. Jesus levantou sua mão para curar. Seu coração tinha paz.

Quando seus discípulos o abandonaram, Ele se zangou e foi embora? Quando Pedro o negou, Jesus perdeu a paciência? Quando os soldados cuspiram no seu rosto, vomitou fogo sobre eles?
Nem pensar. Tinha paz. Os perdoou. Recusou a se deixar levar pela vingança.

Também recusou se deixar levar por nada que não fosse seu chamado do alto.

Seu coração estava cheio de propósitos.
A maioria das vidas não se planejam para nada em particular, e nada conseguem. Jesus se planejou para uma única meta: salvar a humanidade de seus pecados. Pôde resumir sua vida com uma frase: "o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido" (Lc 19:10, ACF).

Jesus se concentrou de tal modo na sua tarefa que soube quando devia dizer: "Ainda não é chegada a minha hora" (Jo 2:4, ACF) e quando "Está consumado" (Jo 19:30, ACF). Mas não se concentrou em seu objetivo a ponto de ser desagradável.

Ao contrário. Que agradáveis foram seus pensamentos! As crianças amavam sua companhia. Jesus pôde achar beleza nos lírios, alegria na adoração e possibilidades nos problemas. Podia passar dias com multidões de doentes e ainda sentir compaixão deles. Passou mais de três décadas vadeando entre o lodo e o lamaçal de nosso pecado, e ainda assim viu em nós suficiente beleza para morrer pelos nossos erros.

Mas o tributo que coroa a Cristo é este:
seu coração foi espiritual. Seus pensamentos refletiam sua íntima relação com o Pai. "Estou no Pai, e o Pai em mim", afirmou (Jo 14:11, ACF). Seu primeiro sermão registrado começa com as palavras: "O Espírito do Senhor é sobre mim" (Lc 4:18, ACF). Era "conduzido Jesus pelo Espírito"(Mt 4:1, ACF), e estava "cheio do Espírito Santo" (Lc 4:1, ACF). Do deserto voltou "pela virtude do Espírito" (Lc 4:14, ACF).

Jesus recebia suas instruções de Deus.
Era seu hábito ir adorar (Lucas 4:16).Era seu costume memorizar as Escrituras (Lucas 4:4). Lucas diz que Jesus "retirava-se para os desertos, e ali orava" (Lc 5:16, ACF). Seus momentos de oração o guiavam. Uma vez regressou depois de orar e anunciou que era tempo de passar para outra cidade (Mc 1:38). Outro tempo de oração resultou na seleção dos discípulos (Lc 6:12-13).

Jesus era guiado por uma mão invisível.
"Tudo quanto ele [o Pai] faz, o Filho o faz igualmente" (Jo 5:19, ACF). No mesmo capítulo afirmou: "Eu não posso de mim mesmo fazer coisa alguma. Como ouço, assim julgo"(Jo 5:30, ACF).

O coração de Jesus foi espiritual.

Extraído do Livro Simplesmente Como Jesus de Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz 


sábado, 26 de abril de 2014

Você pode vencer nas crises

Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus.1 Pedro 2:20

A Igreja primitiva era composta em grande parte de escravos convertidos a Cristo. Calcula-se que mais ou menos metade da população do Império Romano era composta de escravos. Entre os escravos, produtos das guerras, existiam médicos, professores, secretários e financistas. De qualquer maneira, mal ou bem tratados, os escravos não eram considerados pessoas, mas como "propriedade" do seu dono.

Embora nossa situação social atualmente seja diferente - conquanto tenhamos muita opressão, injustiça, miséria e, às vezes, até de uma escravidão disfarçada - os conselhos de Pedro continuam, hoje, sendo muito válidos para nós também.

Podemos e devemos ter vitória interior sobre os problemas e dificuldades. O sofrimento pode ser uma bênção ou uma maldição. Tudo depende das reações diante dele.

Quando sucumbimos na amargura, na revolta; quando tentamos desesperadamente fugir dos problemas; quando caímos na auto compaixão, mostramos falta de poder interior para enfrentar as crises, os sofrimentos e as lutas, experimentamos a derrota e não a vitória.

Então, como vencer na dificuldade?
Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.1 Pedro 2:21. O cristão e o exemplo de Cristo

O poder não está dentro de nós.
Pedro está dizendo, "inspirem-se, fortaleçam-se no exemplo do mestre, que sofreu coisas piores do que vocês". Ele menciona três áreas em que devemos seguir o exemplo de Cristo.

Jesus é nosso exemplo na pureza e na santidade .
O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. 1Pedro 2:22
Apenas Jesus Cristo, em toda a história da humanidade, não se curvou diante do mal. Ele sempre fez o bem. Devemos, pois, andar como Cristo andou e viver como Ele viveu. Sua vida de pureza é uma inspiração para nós também amarmos a santidade e rejeitarmos todas as seduções do pecado em todas as suas formas.

Jesus é nosso exemplo nas reações
O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente 1 Pedro 2:23

Alguém disse que as crises não fazem o homem, apenas o revelam. Jesus Cristo enfrentou crises violentas, mas nunca permitiu que o sofrimento manchasse o seu coração, ou amargurasse sua alma, separando-o de Deus.

Quais são as nossas reações nas crises? Ameaças, acusações, vingança, amargura, revolta ou autopiedade? Mansidão, humildade, submissão ou perdão?
Jesus traçou para nós o padrão das reações maduras, espirituais. A nós cabe seguir seus passos.

Jesus é nosso exemplo na confiança em Deus
Jesus sabia que nada que não fosse da vontade de Deus O atingiria. Sabia que a recompensa e o castigo estavam na mão do Senhor.

O cristão e a salvação em Cristo
Jesus veio resolver o nosso mais profundo problema, o pecado. Ele carregou na cruz o fardo terrível de nosso pecado. Jesus não morreu apenas para nos dar o exemplo, morreu para nos salvar. Quando nós nos arrependemos dos nossos pecados e entregamos a nossa vida a Jesus, somos livres do fardo, da culpa e do poder do pecado.

Jesus veio resolver o problema do pecado e também o problema das enfermidades
Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. 1Pedro 2:24

Podemos experimentar o poder de Jesus na libertação física e emocional. Jesus pode nos libertar das doenças do corpo e da alma.

Que mensagem maravilhosa para aqueles escravos oprimidos! Que mensagem maravilhosa para nós!

Podemos vencer nas crises! Podemos ser vencedores no sofrimento, na tristeza, na ingratidão, nos maus tratos, porque temos em Jesus a fonte do poder.

Jesus é nosso exemplo e inspiração. Jesus é nosso Salvador transformador.

Não busque poder para vencer as crises em você mesmo; busque poder em Jesus. Busque onde podemos experimentar Seu poder e obter a vitória.

Fred Bornschein

Adaptado e revisado por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Passos para um Avivamento

Se muitos cristãos precisam de um avivamento hoje em dia, como fazer para consegui-lo?
Que passos temos de dar em nossa vida, que passos os outros têm de dar para serem avivados?

Eu creio que a Bíblia exige três passos da nossa parte.

O primeiro passo é admitir nossa pobreza espiritual.
Vezes demais nós nos parecemos com os cristãos de Laodicéia, que estavam cegos para as suas necessidades espirituais: "Dizes: Estou rico e abastado, e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu" (Ap. 3:17).

Há algum pecado em nossa vida que está boqueando a atuação do Espírito Santo em e através de nós?

Não devemos rapidamente dizer "não". Examinemo-nos à luz da Palavra de Deus, oremos para que o Espírito Santo nos revele todos os pecados que nos embaraçam. Talvez estejamos fazendo algo errado – um hábito, o relacionamento que temos com alguém, algum pensamento ou motivação má. Talvez estejamos negligenciando algo alguma responsabilidade de que estamos nos esquivando ou algum ato de amor que não praticamos.

Seja o que for, deve ser reconhecida com honestidade e humildade diante de Deus.

O segundo passo para o reavivamento espiritual é confissão e arrependimento.
Podemos saber que pecamos e mesmo assim não fazer nada. Precisamos confessar nossos pecados a Deus e nos arrepender deles, não só reconhecê-los diante dEle mas voltar as costas ao pecado de verdade e tentar ser obedientes a Ele. 

Uma das grandes promessas da Bíblia está em 1 João 19: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça." O profeta Isaías disse:"Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo os seus pensamentos; converta-se ao Senhor" ( Is.55:6, 7).

Não é por acaso que alguns dos grandes reavivamentos da história começaram com oração.

O primeiro movimenta missionário americano em grande escala começou em 1806, em uma reunião de oração debaixo de um monte de feno, no meio de uma tempestade.

Em 1830 umas 30.000 pessoas se converteram em Rochester, estado de Nova Iorque, nas pregações de Charles Finney. Finney disse mais tarde que a causa foi a oração fiel de um homem que nunca vinha às reuniões, mas dedicava seu tempo à oração.

Em 1872 o evangelista americano Dwight L. Moody iniciou uma campanha em Londres, na Inglaterra, que Deus usou para tocar vidas incontáveis. Moody mais tarde descobriu que uma menina humilde, presa à cama, estivera orando.

Esta lista poderia ir longe.

Você está orando por reavivamento na sua vida e na de outros? Você está confessando seus pecados a Ele e procurando a Sua bênção para sua vida?

O terceiro passo é um compromisso renovado de nossa parte de procurar e fazer a vontade de Deus.
Talvez já estejamos convencidos de que pecamos – já oramos e confessamos nosso pecado – já nos arrependemos mas a prova mesmo é nossa disposição de obedecer. Não é por acaso que verdadeiro reavivamento sempre é acompanhado por fome e sede de fazer o bem. Uma vida que o Espírito Santo tocou não tolera mais o pecado.

O que está impedindo o reavivamento espiritual em sua vida?
No fundo, sem dúvida, é pecado. Às vezes é doloroso encarar a verdade sobre nossa falta de zelo e dedicação espiritual. Deus quer nos dar do Seu poder e fazer de nós servos úteis a Ele. "Desembaracemo-nos de todo peso, e do pecado que tenazmente nos assedia, e corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus" (Heb, 12:1, 2).

James A. Stuart observou: "Uma igreja que precisa de reavivamento está vivendo abaixo do padrão do Novo Testamento. ... É trágico que a vasta maioria dos cristãos está vivendo uma vida cristã abaixo do normal ... a Igreja nunca voltará à normalidade enquanto não houver reavivamento."

Você está vivendo uma vida cristã "abaixo do normal" – uma vida sem sucesso, indiferente, sem amor por Cristo e pelos outros? Deixe que o Espírito Santo o leve humildemente a Deus, confessando seus pecados e procurando a Sua face. Deixe que Ele ponha Sua mão sobre você enquanto você se entrega a Ele. O que o mundo mais precisa hoje em dia é de cristãos totalmente entregues a Cristo.

Há mais de 100 anos dois jovens estavam conversando, na Irlanda. Um deles disse: "O mundo ainda há de ver o que Deus pode fazer com alguém totalmente consagrado a Ele." O outro meditou sobre estas palavras durante semanas. Elas não o soltaram mais, até que um dia ele disse: "Pelo Espírito Santo eu serei este homem". Hoje os historiadores dizem que ele tocou dois continentes por Cristo. Seu nome: Dwight L. Moody.

Isto pode acontecer de novo, se abrirmos as nossas vidas para o poder criador do Espírito Santo. Ninguém pode querer sinceramente ser purificado e abençoado pelo Espírito Santo, e permanecer o mesmo. Nenhuma nação pode experimentar o toque do reavivamento e permanecer a mesma.

Extraído do Livro O ESPÍRITO SANTO de Billy Graham

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Deus é culpado de tudo?

Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor. Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos (1 João.4.8-9)

Por que Deus não coloca um ponto final em toda miséria, conflitos e violência do mundo?

Por que Ele apenas olha enquanto milhões estão famintos?

Dizem que Ele é um Deus de amor. Onde podemos comprovar isso?

Tais palavras são comuns. Mas raramente são pronunciadas pelos que de fato creem na existência de Deus, pois estes sabem que o Criador nos aguarda para prestarmos conta de nossas ações, palavras e pensamentos. Portanto, sentem que é inadequado fazer tais acusações.

Deus vive em uma esfera muito diferente da nossa. Se assim não fosse, Ele não seria Deus. Fazer perguntas como essas só revelam nossa incredulidade.

Se Deus interviesse e acabasse com toda a injustiça dos homens que não O reconhecem como Senhor, isso significaria um juízo devastador.

Foi o que aconteceu nos dias de Noé, quando praticamente toda a raça humana pereceu no Dilúvio, porque “viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra” (Gênesis 6:5).

Hoje em dia as coisas não estão melhores! Nosso problema mais essencial é o pecado, que determina toda a nossa conduta.

Deus realmente é amor. Ele revelou Seu amor quando enviou Seu Filho, Jesus Cristo, ao mundo.

Deus julgou a culpa dos homens n’Ele, o Inocente, para que todo aquele que n’Ele crer obtenha a vida eterna.

Engana-se quem pensa que Deus está em silêncio.

Ele nos fala por meio de Cristo, por meio do Evangelho, por meio das circunstâncias, por meio da natureza, etc.

Todos têm a chance de ouvir a mensagem da cruz. Mas são poucos os que se rendem a tais palavras. A esmagadora maioria segue seu próprio coração pecaminoso e, quando não obtêm o resultado que desejam, culpam a Deus.

“A estultícia do homem perverterá o seu caminho, e o seu coração se irará contra o Senhor” (Provérbios 19:3).

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz


quarta-feira, 23 de abril de 2014

À Procura de Abrigo

Desânimo. De onde vem ele?

Às vezes ele parece um vento seco, árido, soprado de um deserto solitário. E às vezes algo dentro em nós começa a murchar. Doutras vezes é como uma névoa que dá calafrios. Gotejando através de nossos poros, ele entorpece o espírito e obscurece o cami­nho que está diante de nós.

O que há com relação ao desânimo que priva nossas vidas de alegria e nos deixa vul­neráveis e expostos?

Não conheço todos os motivos. Não conhe­ço nem mesmo a maioria deles. Conheço, porém, um dos motivos: Não temos um refú­gio. Nestes dias é difícil encontrar abrigos . . .
Você me entende, pessoas que se dispõem a ouvir. Que são boas para guardar segredos. E todos nós necessitamos de ancoradouros on­de resguardar-nos quando nos sentimos cas­tigados pelo mau tempo e assolados pela tem­pestade.

O bar da vizinhança é, possivelmente, o melhor engodo de substituição que há da comunhão que Cristo deseja dar à sua igreja. É uma imitação: fornece bebidas alcoólicas em vez de graça, ilu­são em vez de realidade, mas uma comunhão permissiva, aceitável e envolvente. É inabalável. É democrática. A gente pode contar segredos às pessoas, e elas geralmente não os passam adian­te nem desejam fazê-lo. O bar floresce não por­que em sua maioria as pessoas sejam alcoólatras, mas porque Deus colocou no cora­ção humano o desejo de conhecer e ser conhecido, de amar e ser amado, e por isso muitos buscam uma falsificação pelo preço de algumas cervejas.

De todo o meu coração creio que Cristo quer que sua igreja seja ...
Uma comunhão onde as pes­soas possam vir e dizer: "Estou afundado'." "Estou derrotado!" "Tive a minha recompensa!” Deixe-me ser dolorosamente específico. Pa­ra onde você se volta quando sua vida chega ao fundo do poço? Ou quando você enfrenta um problema embaraçoso . . . talvez até es­candaloso.

Do que você necessita quando as circuns­tâncias rompem suas frágeis defesas e amea­çam engolfar sua vida com sofrimento e con­fusão?
Você necessita de um abrigo. De um ouvin­te. De alguém que entenda.

Mas para quem você se volta quando não há ninguém a quem possa contar seus proble­mas? Onde encontrar encorajamento?
Gostaria de chamar sua atenção para um homem que se voltou para o Senhor vivo e encontrou nele um lugar para descansar e refazer-se. Seu nome? Davi. Encurralado, ferido pela adversidade, e lutan­do com uma baixa auto-estima, ele escreveu estas palavras no seu diário de pesares:

Em ti, ó Senhor, me refugio; nunca seja eu envergonhado; livra-me pela tua retidão. Inclina para mim os teus ouvidos,livra-me depressa; sê a minha firme rocha,uma casa fortíssima que me salve.(Salmo 31:1-2)

Sentindo falhar as forças e ferido em espí­rito, Davi clama sua necessidade de "refúgio". O termo hebraico fala de um lugar protetor, um lugar de segurança, de garantia, secreto. Ele diz do Senhor que ele — Jeová Deus — tornou-se seu refúgio. Nele o homem pertur­bado encontrou estímulo.

Por que necessitamos de refúgio? Continuando a leitura deste Salmo, encontro três motivos manifestos:

Primeiro, porque estamos em angústia e a tristeza nos acompanha.
Tem misericórdia de mim, ó Senhor, pois estou angustiado; consumidos de tristeza estão os meus olhos, a minha alma e o meu corpo. A minha vida está gasta de tristeza (vv. 9-10a).

Os olhos ficam vermelhos de chorar. O peso da tristeza pressiona. A depressão, essa ser­pente de desespero, coleia silenciosamente através da porta dos fundos da alma.

A depressão é Debilitante, derrotante, profundamente desalentadora. Faz com que se caminhe cansadamente através Do supermercado, incapaz de se fazer uma simples escolha, ou de dar o troco correto. Diante de uma casa incrivelmente bagun­çada, pilhas de roupa por lavar, trabalho por fazer, ela nos torna incapaz de erguer um dedo. Sob seu efeito fico Duvidando de que Deus cuida, Duvidando em minhas orações, Duvidando mesmo que Deus esteja lá. Sentado, olhos cravados no espaço, Sinto-me como se estivesse Desesperadamente fora da Raça huma­na. Pesado! Mas é por isto que necessitamos de um refúgio.

Segundo, porque somos pecadores e a culpa nos acusa.
... A minha força descai por causa da minha iniquidade, e os meus ossos se consomem (v. 10b). Há vergonha entre essas linhas. Embaraço. "Por minha culpa." Que palav­ras duras de sufocar! "Eu sou culpado."

Um velho pastor inglês disse tudo isso quando escreveu:
Isto é o mais amargo de tudo - saber que não havia necessidade de sofrimento; que ele resul­tou da indiscrição e da inconsistência; que ele é a colheita daquilo que o próprio homem semeia; que o abutre que se alimenta dos órgãos vitais é filhote da própria educação do indivíduo. Ai de mim! Isto é sofrimento!'

Correndo apressado e caçado pela tristeza auto infligida, buscamos desesperadamente um lugar para esconder-nos. Mas talvez o mais devastador de todos os golpes seja o desferido por outros.

Terceiro, porque estamos cercados por ad­versários e a incompreensão nos assalta.

Por causa de todos os meus inimigos, fui o opróbrio dos meus vizinhos, e um horror para os meus conhecidos; os que me viam na rua fugiam de mim. Estou esquecido no coração deles, como um morto; ou como um vaso quebrado. Pois ouço a murmuração de muitos, terror por todos os lados; conspiram contra mim e intentam tirar-me a vida (vv. 11-13).

Vê como se trata dos feridos?
"Espanto . . . horror ... os que me vêm na rua fogem de mim . . . estou esquecido . . . tenho ouvido a murmuração . . . terror . . . conspiram contra mim. . . ." Parece um pági­na do seu diário?

Torturados pelo murmurar dos outros, sen­timo-nos como um rato ferido, sangrando nas garras de um gato faminto. O pensamento do que os outros andam dizendo é mais do que aguentamos ouvir. Os boatos (até seu próprio nome horripila) dão o empurrão final à medi­da que lutamos por equilíbrio à beira áspera do desespero.

As pessoas desanimadas não necessitam de críticos. Elas já estão bastante feridas. Não necessitam de mais culpa ou de angústia acu­mulada. Elas necessitam de estímulo. Neces­sitam de um refúgio.

Um lugar onde esconder-se e curar-se.
Alguém disposto, atencioso, disponível. Um confidente, um companheiro de lutas. Não se pode encontrar um sequer? Por que não partilhar do abrigo de Davi? Aquele que ele chamava de Minha Força, Minha Rocha, Castelo Forte, Cidadela, e Torre Alta.

O Refúgio de Davi nunca falhou. Nem uma vez sequer. E ele nunca se lamentou pelas vezes que deixou cair sua pesada carga e fugiu para o abrigo. Nem o fará você.

Extraído do Livro Dê-me Ânimo de Charles R. Swindoll

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 22 de abril de 2014

O Espírito Santo nos Convence e nos Chama

Um dos efeitos mais devastadores do pecado é que ele nos cegou para não o reconhecermos em nós mesmos. "O deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus" (2 Cor. 4:4).

Só o Espírito Santo pode abrir os nossos olhos. Só Ele pode nos convencer da profundidade do nosso pecado, e somente Ele pode nos convencer da veracidade do evangelho. Esta é uma das razões de o Espírito Santo ser chamado de "Espírito da verdade" em João 14:17. 

Jesus, falando do Espírito Santo, disse: "Quando ele vier convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado" (João 16:8-11).

J. Gresham Machen escreveu: "A atuação misteriosa do Espírito de Deus é indispensável no novo nascimento. Sem isto, todos os nossos argumentos são inúteis...

O Espírito Santo no novo nascimento não transforma uma pessoa num cristão passando por cima das evidências mas, pelo contrário, tira a neblina de diante dos seus olhos, para que ele possa ver as evidências."

Temos de nos lembrar também que o Espírito Santo usa a verdade contida na Palavra de Deus para convencer nosso coração. A Bíblia nos diz: "A fé vem pela pregação, e a pregação pela palavra de Cristo"(Rom. 10:17). E em outro trecho: "A palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao pomo de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Heb. 4:12).

Deus Espírito Santo pode transformar a nossa mais humilde pregação e nossas mais covardes palavras sobre Cristo, por Seu poder, em palavra de persuasão na vida de outras pessoas.

Sem a atuação do Espírito Santo nunca veríamos com clareza a verdade divina sobre o nosso pecado, ou a respeito do nosso Salvador. Isto é o que eu acho que Jesus quis dizer em João 6:44: "Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia."

A Bíblia nos faz urna advertência solene de não resistirmos ao chamado do Espírito Santo. Lemos em Gênesis 6:3: "O meu Espírito não agirá para sempre no homem." Sem a "ação" do Espírito Santo é impossível chegar a Cristo. Mas há o perigo de passarmos do último "retorno", e de nossos corações se tornarem tão insensíveis e endurecidos pelo pecado que não ouvimos mais a voz do Espírito.

Digo novamente que há muitas coisas que não entendemos completamente, e não cabe a nós dizer quando outra pessoa chegou a este ponto. Não poderia, aparentemente, haver homem mais endurecido que o rei Manassés, no Antigo Testamento, e mesmo assim ele no fim se arrependeu do seu pecado, e Deus em Sua graça o perdoou (2 Crôn. 33).

Mas não devemos menosprezar a advertência que a Bíblia nos faz: "Esta é a hora de receber o socorro de Deus! Hoje é o dia de ser alvo!" (2 Cor. 6:2, BLH).

O autor do livro de Provérbios diz: "O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz (teima em não se corrigir, BLH), será quebrantado de repente sem que haja cura" (Prov. 29:1).

Extraído do Livro O  ESPÍRITO  SANTO de Billy Graham

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Morte ou vida? Faça a sua escolha!

“Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e purificar de toda injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (I João 1.8 a 10)

“Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram”: Rm 5.12. Pois todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus”: Rm 3.23 “Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo”: I Co. 15.21,22. Todos os homens cometem atos de pecado, consciente ou inconscientemente, e são por eles responsáveis.

A separação do homem de Deus é a primeira conseqüência dos nossos pecados: “Certamente a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar. Nem surdo o seu ouvido, para que não possa ouvir Mas as vossas iniqüidades fazem a divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”:Isaías 59.1,2.

Mas o homem não apenas passa pela morte espiritual. Ele também tornou-se FISICAMENTE MORTAL. A MORTE FÍSICA diz respeito à separação da alma do corpo.“E o pó volte á terra como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.”: Ecl. 12.7. 

O grande amor de Deus providenciou para estes dois tipos de MORTE um santo remédio. Romanos 6.23: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”. O Remédio?  É dom gratuito de Deus.

Uma coisa é afirmar que todo homem é pecador. Outra, bem diferente, é o homem estar convicto disto. Sim, pesa sobre o homem uma responsabilidade pessoal, pois poderia alguém dizer que o homem não é responsável pelo pecado: nem pelo pecado de Adão, nem pelo seu pecado atual. Mas a Bíblia afirma que o homem é responsável pelo seu pecado e, a nossa consciência também afirma isto quando pecamos. “Pois já as minhas iniqüidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”: Sl 38.4 – O pecado era uma carga muito pesada.

Além do Salmista, muitos outros servos de Deus, reconheceram-se pecadores. Confira em sua Bíblia Josué 7.20 (Acã); I Samuel 15.24 (Saul); Lucas 15.21 (Filho pródigo). Mas, entre todos, foi o Apóstolo Paulo, um grande homem de Deus, que reconheceu a força e o poder do pecado sobre a sua vida.

Certa mocinha, sentindo que era crente no Senhor Jesus Cristo, apresentou-se a seu pastor a quem pediu para ser batizada e recebida como membro da Igreja Militante.
– Já experimentaste alguma mudança em teu coração? Perguntou-lhe o pastor.
– Já, sim senhor.
– Reconheces que antes foste pecadora?
– Reconheço, sim senhor.
– És presentemente pecadora?
– Sou, sim senhor. – Então, se tudo isto é verdade, como ousas dizer que estás agora mudada?

A mocinha refletiu um pouco, respondendo, depois, com o rosto saturado da mais santa alegria:
- Antes de me converter a Cristo, eu era uma pecadora que corria, procurando o pecado. Presentemente, depois que fui mudada pelo Espírito Santo, continuo a ser uma pecadora, fugindo sempre do pecado. (A.D)

Vivemos num mundo de pecados, mas não devemos nos manchar com práticas pecaminosas. Cristo na oração sacerdotal rogou a Deus:“Eu não te peço que os tires do mundo, mas, sim, que os livres do mal.”

Enquanto estamos no mundo, cometemos pecados, mas não podemos viver na prática do pecado (fazer sempre), porque Cristo está em nós e, Ele não está sob o jugo do pecado “Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo”: I João 3.8. O cristão é um ser humano sujeito a cair, tem falhas e erros comuns a todos, porém ele é vencedor sobre o pecado.

Biblicamente, tão importante quanto reconhecer nossos pecados, é confessá-los a Deus. É dizer a Deus, sinceramente, que precisamos do perdão divino. O mesmo Salmista Davi, que tanto reconhecia seus pecados, com a mesma sinceridade os confessava; “Enquanto me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido o dia todo. Pois, de dia e de noite, a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Disse: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões, e tu perdoaste a culpa do meu  pecado” Salmo 32.3 a 5

Lidiomar T. Granatti

Litrazini


Graça e Paz