quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FECHADO PARA BALANÇO

“Ó Deus, examina-me e conhece o meu coração! Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum pecado e guia-me pelo caminho eterno” Sl. 139.23-24. 

Vejo com frequência durante o ano algumas placas em estabelecimentos comerciais, tais como: “sob nova direção”, “Estamos em obras” ou “volto logo”, mas só no final de ano e início de um novo observo uma outra placa, “fechado para balanço”. 

Parece que durante o ano o que domina é a ação, a mudança, reformas, ampliações; uma saída rápida até é permitida, mas tem que voltar logo. 

Mas na passagem para um novo ano, depois de toda correria, tem que fechar para balanço. 

Um tempo de avaliação, de contagem, de acertos e de conclusões, positivas ou negativas, de lucros ou perdas. 

Parada necessária, para projetar o novo ano que está começando. Isto me parece muito sensato, sábio e prudente e posso aplicar também na minha vida. 

Depois de um ano de correria, ação, consertos, obras, reformas, conquistas, derrotas, acertos e erros, acho que é tempo de reflexão, tempo de quietude diante de Deus, tempo de sondagem de alma; depois de tanta agitação é bom parar um pouco para pensar, repensar e tomar decisões, e talvez novos rumos, que realmente venham fazer diferença no novo ano, neste momento cabe, seguir o conselho do profeta Jeremias. “Assente-se solitário e fique em silêncio...” (Lm.3.28) 

Pois algumas perguntas precisam ser respondidas neste tempo, entre elas: 

Como vai minha vida com Deus? Como vai minha comunhão com meus irmãos? Como está minha família? O que tenho feito com os talentos e dons que tenho recebido de Deus? 

Que Deus nos ajude a separar um tempo e “fechar” para fazer um balanço, amplo, total e irrestrito de nossa vida, com certeza haverá muita coisa para ser ajustada. 

“Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?”Lc.14.28

Espero que tenha um final de ano com muita reflexão para um novo ano de muita ação. 

Pr. Ronaldo Cabrera 

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A VOLTA PARA CASA

O caminho mais famoso no mundo, é a Via Dolorosa, “a vereda da tristeza”. Segundo a tradição, é a rota que Jesus percorreu do palácio de Pilatos até o Calvário.

A rota está marcada por estações usadas freqüentemente pelos cristãos para suas devoções. Uma dessas estações marca a passagem do veredicto de Pilatos.

Outra, a aparição de Simão para ajudar a levar a cruz. Duas estações recordam as quedas de Jesus e outra, as Suas palavras. No total, há quatorze estações, cada uma recordando os acontecimentos da caminhada final de Cristo.

É a rota verdadeira? Provavelmente não. Quando no ano 70 D.C. e mais tarde em 135, Jerusalém foi destruída, as ruas da cidade o foram também. Como resultado, ninguém sabe exatamente qual foi a rota que Jesus seguiu naquela sexta-feira.

Mas nós sabemos onde começa esse caminho. Começa não no tribunal de Pilatos, mas sim nos salões do céu.

O Pai iniciou sua jornada quando deixou seu lar para vir em nossa busca.Iniciou a busca armado com nada mais que paixão para ganhar seu coração.

Esse é o coração da mensagem cristã.

Deus se fez homem. Nasceu em um estábulo comum, de pais comuns, mas seu propósito era extraordinário.

Veio para nos levar ao céu. Sua morte foi um sacrifício por nossos pecados.

Jesus foi nosso substituto. Ele pagou por nossos erros para que nós não tivéssemos que pagar.

O desejo de Jesus foi único: trazer seus filhos de volta para casa.

A Bíblia tem uma palavra para esta busca: reconciliação.

Deus estava em Cristo, reconciliando consigo o mundo (2 Coríntios 5.19)

A palavra grega traduzida como reconciliação quer dizer “fazer algo de uma maneira diferente”. A vereda da cruz nos diz exatamente quão longe Deus iria para voltar a juntá-lo todo.

A reconciliação torna a unir o que está separado, inverte a rebelião, reacende a paixão que se esfriou.

A reconciliação toca o ombro do extraviado e o põe no caminho para o lar.

Extraído do livro Ele escolheu você de autoria de Max Lucado

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

O QUE SÃO A GRAÇA E A PAZ QUE VÊM DE CRISTO?

 “...A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo...” (Filipenses 1.2)

GRAÇA - um amor não merecido; um amor de graça; apesar de todos os nossos pecados, de nossas ofensas à santidade de Deus, Deus DECIDE nos amar; um favor imerecido.

PAZ - um estado de espírito tranqüilo (shalômico), sem medo, sem preocupação, sem dúvidas; não significa, necessariamente, a ausência de problemas, mas a certeza em meio a eles de que tudo terminará a seu favor, para o seu bem.

GRAÇA e PAZ que vêm de Cristo: isso lembra a eles de seu relacionamento com Deus.

Como Paulo diz no verso anterior, todos eles são santos que estão em Cristo Jesus; ou seja, Paulo descreve a união que agora há entre aqueles que se arrependeram de seus pecados e estão seguindo a Jesus; eles são um: os pecadores santificados e Cristo Jesus, ELES ESTÃO EM CRISTO (a idéia de um enxerto, de algo literalmente ligado à outra coisa)!

E é por isso que sua paz vem de Deus e de Cristo: não depende das circunstâncias da vida. Tudo o que vivem hoje recebem diretamente de Cristo! Quando Paulo diz que desejava que os filipenses recebessem a graça de Deus nosso Pai, é porque ele sabia que não há nada maior do que isso que alguém possa querer.

Sem a graça nós não podemos ser salvos, perdoados, santificados, unidos à Cristo. É só pela graça, por esse amor que nós não merecemos que podemos ser salvos. Imaginem vocês, nós sem a graça de Deus: Nós somos pessoas que só têm pecado desde o dia em que nascemos; Não conseguimos viver sem pecar. E a Bíblia diz que Deus é santo! Como poderemos entrar no céu, quando morrermos, se a Bíblia diz que pecadores não podem estar na presença santa de Deus?

Bem, não haveria a menor chance para nós caso Deus não tivesse enviado seu Filho Jesus para morrer em nosso lugar, pagando pelos nossos pecados, alguém justo por todos os injustos, alguém sem nenhum pecado, por aqueles que não fazem outra coisa se não pecar. FOI ESSE O MEIO DE DEUS. E ELE NÃO FEZ ISSO POR QUE VOCÊ E EU MERECEMOS...

Ele fez isso por causa de um amor que Ele tem dentro dEle por cada um de nós, que nós nunca entenderemos... Ele sofreu tudo o que sofreu por amor... amor que nós não merecemos: A ISSO A BÍBLIA CHAMA DE GRAÇA!

Só que essa graça só pode ser EFICAZ em sua vida, ou seja, você só poderá sentir e desfrutar desse amor maravilhoso de Deus, se você se arrepender de seus pecados, se todo dia você olhar para o pecado e decidir lutar contra ele. Além de se arrepender de seus pecados e de lutar diariamente contra ele, você deve por TODA A SUA FÉ, A SUA CONFIANÇA em Cristo Jesus. Você deve pedir perdão a Ele por tudo o que fez até aqui, e sempre que pecar novamente, não deixar passar um dia sem confessar seus pecados a Deus.

Além disso, Deus espera que o sigamos fielmente até o ultimo dia de nossas vidas, que busquemos conhecer quem Ele é e o que fez por nós: podemos conhecer tudo isso lendo a Bíblia, ou ouvindo (no caso de um analfabeto), estando sempre presente onde a Palavra de Deus é ensinada e pregada com fidelidade e amor, JAMAIS DEIXANDO DE ORAR.

Fazendo tudo isso, SABEREMOS O QUE É SENTIR A PAZ QUE VEM DE CRISTO! UMA PAZ QUE ENCHERÁ NOSSO CORAÇÃO! 

Essa paz não dará solução a todos os problemas! Não! Mas ela lhe dará a certeza de que Deus está no controle cuidando de tudo o que pedimos e, que tudo terminará bem, no final.

Essa PAZ que vem de Deus não dependerá da nossa situação financeira, da saúde, de nada mais... só dependerá da nossa comunhão com Deus. Quanto mais perto dele estivermos, mais dessa paz sentiremos!

É disso que nós mais precisamos pra viver: da GRAÇA de Deus (para perdoar nossos pecados e nos por em comunhão com Ele) e da PAZ de Cristo! GRAÇA E PAZ!

É por isso que Paulo faz questão de, no início de sua carta àquela igreja, mostrar que o que ele mais queria era que aqueles homens e mulheres que viviam em meio a tantos problemas e ansiedade  estivessem vivendo debaixo da GRAÇA e da PAZ de Deus.

Sem dúvida é isso que Deus deseja para cada um de nós, hoje, também! Jesus diz em Mt 11. 28: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.”

Fonte: Wilson Porte Jr.- Vinacc

Transcrito por Litrazini
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Graça e Paz

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DIGA AO POVO DE DEUS QUE MARCHEM!

Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós. (Ef. 3.20)

Nesses tempos que precedem a volta de Cristo, a aflição, agonia e desespero tem sido uma constante na vida da maioria das pessoas que servem ao Senhor.

O Povo de Deus (aqui eu abro aspas, porque me refiro aos cristãos comprometidos com Deus e seu Reino) tem passado pelo funil, situações de difícil compreensão e entendimento por parte dos incrédulos e até mesmo alguns dentre o povo de Deus, pois, são batalhas de cunho espiritual.

Em alguns momentos chegamos a pensar que é um pesadelo, que o dia vai amanhecer, vamos acordar e tudo estará normal.

Ledo engano, o dia amanhece e o pesadelo continua.

Se formos olhar com os olhos naturais, simplesmente o desespero tomaria conta de nossas vidas.  Mas glória a Deus, que servimos a um Deus vivo, Fiel e que zela por cumprir a sua Palavra.

Daí, olhamos para o alto e, com os olhos da fé, pois o nosso Deus é àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós (Ef. 3.20)

Se você está passando por lutas e tribulações...

Se você acorda e percebe que o pesadelo não acabou, por favor, leia o texto bíblico abaixo:

O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo? Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-me, eles, meus inimigos e meus adversários, é que tropeçarão e cairão. Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante.

Uma coisa pedi ao Senhor, é o que procuro: que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo. Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação; no seu tabernáculo me esconderá e me porá em segurança sobre um rochedo. Então triunfarei sobre os inimigos que me cercam. Em seu tabernáculo oferecerei sacrifícios com aclamações; cantarei e louvarei ao Senhor. (Salmo 27.1-6)

Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes. Jeremias 33.3:

Clama a mim na Angústia eu te responderei e tu me glorificarás (Salmo 50.15)

Resista ao problema, resista ao desânimo, resista ao desespero e a exemplo de personagens bíblicos como Davi, Pedro...  clame pela solução.

Êxodo 14.15 diz: Então disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.

Lembre-se que existe uma mão pronta a nos socorrer, Isaías 59.1: Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir.

Independente de quantas vezes seja necessário, temos a atenção e o socorro bem presente de um Pai.

Está demorando?? Não se desespere!!

Número 23,19 diz: Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?

Espera no SENHOR, anima-te, e ele fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR. (Salmo 27.14)

Lidiomar T. Granatti

Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 27 de dezembro de 2015

COMO SE EXERCE AUTORIDADE EM ORAÇÃO?

Satanás faz mais oposição às orações do povo de Deus do que a qualquer outra coisa.

Assim como José, que prosperou no Egito, embora passando por reveses temporários, Daniel também foi usado por Deus. No primeiro ano do governo de Dario, futuro governante universal do Oriente Médio, Daniel recebeu uma interpretação especial do texto de Jeremias 25.13. Ao perceber as implicações dessa nova interpretação para Jerusalém, começou sua conhecida oração intercessora, em favor de seu povo.

Principiou por confessar seus pecados, embora sua inabalável fidelidade a Deus fosse reconhecida por todos os judeus que se encontravam no cativeiro. Depois passou a pedir perdão para o seu povo, como vemos no capítulo nove. Em seguida, ele se põe a pedir o favor de Deus para seu povo: “Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, aparta-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, de teu santo monte; porquanto por causa dos nossos pecados, e por causa das iniquidades de nossos pais, se tornaram Jerusalém e o teu povo opróbrio para todos os que estão em redor de nós...” (Dn 9.16,17).

Em Zacarias 3, encontramos um verso em que o Senhor diz o seguinte  a   Satanás: ” O Senhor te  repreende, o Satanás, sim, o Senhor que escolheu Jerusalém te repreende; não é este um tição tirado de fogo? ” ( V. 2. ).

Paulo também compreendeu bem a batalha espiritual que temos de enfrentar, pois disse: “Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais  do mal, nas regiões celestes.”( Ef 6. 12. ).

Satanás foi derrubado da posição que ocupava nos lugares celestiais, uma posição aliás bastante elevada. Nós fomos criados como seres um pouco mais elevados que os anjos, já que podemos entender as realidades espirituais. Satanás já sabe, desde os tempos do jardim do Éden, que seu reino será destruído por meio da humanidade. Deus lhe deu o titulo de “príncipe da potestade de ar”. (Ef 2. 2.). Como ele pode exercer autoridade sobre a atmosfera da terra, ele tem conseguido exercer influencia sobre as nações. 

Contudo, Deus tinha dado autoridade ao homem, mas este a perdeu por ocasião da queda, devido ao pecado de Adão. Entretanto, nunca houve uma época em que não houvesse uma testemunha de Deus no mundo. Seu povo sempre pôde exercer autoridade através da oração e intercessão. Depois Cristo veio ao mundo e permitiu que os homens o julgassem e crucificassem. Contudo, pela sua vida sem pecado, sua morte propiciatória na cruz, e sua gloriosa ressurreição, Ele ficou com as chaves da morte e do túmulo, e percebeu “toda autoridade”. (Mt 28. 18.).

E hoje, temos diante de nós a ordem de ir ao mundo todo, e fazer discípulos de todas as nações, para o reino de Deus. E essa ordem é fundamentada no fato de que Cristo conquistou toda a autoridade no céu e na terra.

Quando aprendemos a orar no Espírito Santo, e entendemos que recebemos autoridade espiritual, podemos imobilizar as forças de Satanás que atuam numa pessoa, em comunidades e até em nações, entretanto, Satanás, que é um mentiroso e o pai da mentira, tenta convencer-nos de que ele está no controle de tudo. Mas quando aprendemos a jejuar, orar e exercitar nossa legítima autoridade espiritual, Satanás e suas hostes são obrigados a se renderem à vontade de Deus.

Como é essencial que conheçamos e compreendamos a importância da oração. Mas, se não aprendermos a orar, não haverá meios de ver a vontade de Deus realizada em nossa vida e ministério. Contudo, primeiro precisamos ter o desejo de orar.

Nosso problema é que pensamos muito sobre a oração, lemos muito coisa a respeito dela, e até recebemos instruções acerca da oração, mas não oramos.

Chegou a hora de compreendermos que a oração é a fonte do poder.

Chegou a hora de permitirmos que o Espírito Santo opere em nós um novo quebrantamento e submissão a Deus.

Chegou a hora de aprendermos a exercitar nossa autoridade espiritual procurando impedir a operação de demônio.

CHEGOU A HORA DE ORARMOS.   

Inspirado no Livro Oração, a chave do avivamento de Paul Y. Cho

Por Litrazini
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Graça e Paz

sábado, 26 de dezembro de 2015

OS INTELECTUAIS ESTÃO PROCURANDO?

Os homens e mulheres que são considerados parte da elite intelectual, estão à procura do mesmo sentido para a vida, do mesmo senso de realização, mas muitos deles são detidos nessa busca pelo orgulho pessoal. Eles gostariam de salvar-se a si mesmos, pois o orgulho alimenta a auto estima, levando-nos a crer que podemos passar sem Deus.

O famoso escritor e filósofo inglês, Bertrand Russell, produziu, com abundância, obras acerca da ética, moral e da sociedade humana, tentando provar o que ele acreditava serem os erros da Bíblia. A respeito desse orgulho intelectual, Russell escreveu o seguinte: "Todos os homens gostariam de ser Deus, se lhes fosse possível; e alguns têm dificuldade em reconhecer esta impossibilidade." Desde o começo dos tempos, o homem tem dito como Lúcifer: "Serei semelhante ao Altíssimo" (Is. 14:14).

E a busca continua. O coração precisa ser satisfeito, e a maioria dos intelectuais chega a um ponto de sua existência quando a vida acadêmica, a comunidade científica, as atividades políticas ou econômicas não satisfazem mais.

Um excelente crítico do cenário cultural escreveu: "O homem, apesar de ser humano, procura sempre e sempre escapar à lógica de sua própria realidade, e deseja encontrar seu verdadeiro eu, seu humanismo, sua liberdade, mesmo que somente possa fazê-lo através de uma total irracionalidade ou de um misticismo completamente infundado." 

Estamos presenciando as conseqüências de o homem buscar seu verdadeiro eu em experiências místicas e novos cultos, e naquilo que denominam "nova consciência". "O homem hoje deseja experimentar a Deus. Nem fé, nem conhecimento são a palavra chave, mas experiência."

E à medida que se intensifica este anseio pela experiência, as falsas filosofias e os falsos deuses se tornam aceitáveis. Um intelectual europeu afirmou:
"Há séculos que empreendemos a busca daquele ideal que os gregos denominaram ataraxia, a ideia de uma calma tranquila, de profunda satisfação interior, que transcende as inquietações, frustrações e tensões do viver diário. Muitos a procuraram através da filosofia e religião, mas sempre tem havido uma busca paralela de atalhos."

Certo escritor americano afirma: "À medida que aumenta de intensidade a busca do homem por novas experiências, novos líderes, novas esperanças, existe também aquele anseio contínuo de encontrar-se outra alternativa para um futuro que parece ser tão negro."

OS HOMENS ESTÃO DESESPERADAMENTE DESEJOSOS DE PAZ, MAS A PAZ DE DEUS NÃO É A AUSÊNCIA DE TENSÕES E TUMULTOS, MAS, SIM, UMA PAZ, QUE, MESMO EM MEIO A TENSÕES E TUMULTOS, CONTINUA A EXISTIR.

Precisamos de paz, nesta geração que está senda despedaçada por inquietude interior e desespero! Os jornais diários são exemplos clássicos de um quadro negativo. Terrorismo, bombardeios, suicídios, divórcios e um pessimismo geral são as doenças do dia atual, pois o homem, em seu orgulho, recusa-se a voltar-se para Deus.

Entretanto, o intelectual sincero, aquele que cultiva uma mente aberta juntamente com a busca do coração, faz uma descoberta maravilhosa.Diz o Dr. Rookmaaker: 

"Não podemos entender a Deus perfeitamente, nem conhecer sua obra completamente. Mas ele não nos pede que o aceitemos com uma fé cega. Pelo contrário, ele nos pede que olhemos ao redor, e reconheçamos que as coisas que ele nos ensina através de seu Filho, seus profetas, e seus apóstolos são verdadeiras, são reais e são relativas a este mundo, o cosmo que ele criou.

Portanto, nossa fé nunca pode ser considerada como irracional, nem como algo pré-fabricado. A fé não significa o holocausto do intelecto para quem crê na versão bíblica da História."

Extraido do livro: Como Nascer de Novo de Billy Graham

Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL!!



O QUE DIZ A BÍBLIA A RESPEITO DA BATALHA ESPIRITUAL?

Há dois erros primários quando o assunto é a batalha espiritual: excesso e escassez de ênfase.

Há aqueles que, para cada pecado, cada conflito e cada problema põem a culpa nos demônios que devem ser então expulsos. Outros ignoram completamente a esfera espiritual, e o fato de que a Bíblia nos instrui que nossa batalha é contra forças espirituais.

O segredo do sucesso na batalha espiritual é encontrar o equilíbrio bíblico. Jesus, algumas vezes, expulsou demônios das pessoas, e algumas vezes, curou pessoas sem mencionar o “demoníaco”. O Apóstolo Paulo instrui os cristãos a começar a luta contra o pecado dentro de si mesmos (Romanos 6), e contra o diabo. (Efésios 6:10-18).

Efésios 6:10-12 declara: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.”

Este texto nos ensina algumas verdades cruciais:
(1) Podemos ser fortes apenas no poder do Senhor,
(2) É a armadura de Deus que nos protege,
(3) Nossa batalha é contra forças espirituais do mal presentes no mundo.

(1) Um forte exemplo é o arcanjo Miguel em Judas 1:9. Miguel, provavelmente o mais poderoso de todos os anjos de Deus, não repreendeu Satanás em seu próprio poder, mas disse: “O Senhor te repreenda.” Apocalipse 12:7-8 registra que no fim dos tempos, Miguel vencerá Satanás, Ainda assim, quando se trata de seu conflito com Satanás, Miguel o repreendeu no nome e autoridade de Deus, e não de si mesmo.

É somente através de nosso relacionamento com Jesus Cristo que nós, como cristãos, temos qualquer autoridade sobre Satanás e seus demônios. É somente em Seu nome que nossa repreensão tem algum poder.

(2) Efésios 6:13-18 nos dá uma descrição da armadura espiritual que Deus nos dá. Devemos resistir firmes com
(a) o cinturão da verdade,
(b) a couraça da justiça,
(c) o evangelho da paz,
(d) o escudo da fé,
(e) o capacete da salvação,
(f) a espada do Espírito e
(g) oração no Espírito. 

O QUE ESTAS PEÇAS DA ARMADURA ESPIRITUAL REPRESENTAM PARA NÓS EM NOSSA BATALHA ESPIRITUAL?
Devemos falar a verdade contra as mentiras de Satanás. Devemos descansar no fato de que somos declarados justos por causa do sacrifício de Cristo por nós. Devemos proclamar o Evangelho, não importa quanta resistência recebamos. Não devemos vacilar em nossa fé, não importa o quão fortemente sejamos atacados. Nossa última defesa é a certeza que temos de nossa salvação, e o fato de que as forças espirituais não podem arrancá-la.

Nossa arma de ataque deve ser a Palavra de Deus, não nossas próprias opiniões e sentimentos. Devemos seguir o exemplo de Jesus em reconhecer que algumas vitórias espirituais são possíveis somente através da oração.

Jesus é nosso principal exemplo para a batalha espiritual. Observe como Jesus lidou com os ataques diretos de Satanás: “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. […] Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam” (Mateus 4:1-11).

A melhor maneira de combater Satanás é como Jesus nos mostrou, ou seja, citar as Escrituras, pois o diabo não pode contra a espada do Espírito, a Palavra do Deus Vivo.

O maior exemplo em como não se engajar na batalha espiritual foi o dos sete filhos de Ceva: “E alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega. E os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois? E, saltando neles o homem que tinha o espírito maligno, e assenhoreando-se de todos, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa”(Atos 19:13-16).

Qual foi o problema? Os sete filhos de Ceva estavam usando o nome de Jesus. Isto não é o suficiente. Os sete filhos de Ceva não tinham um relacionamento com Jesus, e por isso, suas palavras foram vazias de qualquer poder ou autoridade. Os sete filhos de Ceva confiaram em uma metodologia. Eles não confiaram em Jesus, e não estavam empregando a Palavra de Deus em sua batalha espiritual. Como resultado, receberam uma humilhante surra. Podemos aprender com este mau exemplo, e conduzir a batalha espiritual da forma como a Bíblia descreve.

RESUMINDO, QUAIS OS SEGREDOS PARA O SUCESSO NA BATALHA ESPIRITUAL?
Primeiro, confiemos no poder de Deus, não em nosso próprio.
Segundo, repreendamos no Nome de Jesus, não em nosso próprio nome.
Terceiro, devemos nos proteger com a completa armadura de Deus.
Quarto, nos engajemos na guerra com a espada do Espírito: a Palavra de Deus.
Por último, devemos nos lembrar que mesmo estando na batalha espiritual contra Satanás e seus demônios, nem todo o pecado ou problema é um demônio que deva ser repreendido. “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou” (Romanos 8:37).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

O QUE É O EVANGELHO?

É muito importante termos uma compreensão de qual é a mensagem essencial da fé cristã. O nome que damos para esta mensagem é “Evangelho”. Esta mensagem resume de certa forma todo o conteúdo da Bíblia ou o projeto de Deus para o ser humano:

CRIAÇÃO. Deus nos criou para adorar. Nosso coração não encontrará descanso enquanto não descansarmos em Deus, nosso criador. Ele nos amou antes mesmo de nos criar. Ele nos criou para sermos seus amigos íntimos, para andarmos com ele, vivermos para a sua glória para sempre. E assim foi por algum tempo, porém...

PECADO. O inesperado aconteceu. Nossos primeiros pais, Adão e Eva, quebraram a aliança de amor e amizade com Deus. Eles pediram divórcio dele, e por consequência, todos nós também.

Hoje vivemos independentes de Deus, caminhamos com as nossas próprias pernas. Somos pecadores rebeldes! Quando pecamos é como se estivéssemos dizendo para Deus: “Eu posso viver sem você!” É por isso que há sofrimento, frustração, traição, mentira e o pior, a morte. Por causa do pecado, nosso destino é a morte. O salário do pecado é a morte. Será que Deus errou ao nos criar? Criar para nos jogar fora?

RESGATE. Deus não nos criou para sermos destruídos, por isso ele tinha um plano desde a eternidade: perdoar nossos pecados, pagar a nossa dívida, nos livrar da morte. Deus entrou na história humana no rosto de um homem simples, Jesus Cristo, como prova de seu amor por nós.

Jesus viveu a vida perfeita que nós não vivemos e, por isso, o salário de sua vida é a vida eterna. Porém, Deus o levou até a cruz para receber o nosso salário: a morte. Na cruz, então, ocorre uma substituição: O Cristo santo recebe a nossa morte, e nós pecadores recebemos a sua vida eterna.

QUANTO AMOR! QUE PLANO MARAVILHOSO PARA NOS SALVAR. JESUS CRISTO MORTO NA CRUZ HÁ DOIS MIL ANOS ATRÁS É A CARTA DE AMOR DE DEUS EM RESPOSTA AO DIVÓRCIO QUE TODOS NÓS ENTREGAMOS A DEUS.

NOVA VIDA. Mas Jesus não apenas morreu, ele ressuscitou ao terceiro dia! Isso significa que Deus quer escrever uma nova história conosco. É possível viver de maneira radicalmente diferente da qual vivíamos antes! Agora é possível deixar Jesus mudar dia após dia as nossas vidas e nos tornar parecidos com quem ele é. Para isso precisamos fazer duas coisas:

1. Arrepender-nos dos nossos pecados, concordar que somos pecadores;
2. Crer com todo o nosso coração que Jesus é o nosso Senhor e Salvador. Acredite: o seu passado foi cancelado na cruz, é hora de viver uma nova vida!

VIDA ETERNA. E não apenas ele nos devolve, agora, uma nova vida. Deus preparou para nós a eternidade. Nela, com Deus, seremos aquilo que Ele projetou desde sempre: seus amigos mais íntimos. Estaremos juntos para sempre com Deus e nunca mais nos preocuparemos com as nossas dores, doenças, injustiças, sofrimento ou morte.

Porém, aqueles que continuarem na rebelião contra Deus serão condenados para sempre à morte eterna, longe da alegria e do amor de Deus.

Nós, porém, os que cremos, temos a maravilhosa esperança de vivermos com Deus eternamente em perfeita alegria.

Jean Francesco

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

QUAL A RELAÇÃO ENTRE A IGNORÂNCIA E A INVERSÃO DE VALORES?

Além da inclinação natural da carne, o que leva muitas pessoas a inverter valores, a tomar decisões erradas e a praticar pecados terríveis é o fato de elas serem totalmente ignorantes quanto aos princípios que Deus estabeleceu para uma vida saudável, plena e feliz.

Algumas não tiveram sequer uma boa base familiar que lhes permitisse fazer as distinções básicas entre o certo e o errado, o bem e o mal, o precioso e o vil. Elas costumam deixar-se levar pelos padrões do grupo social com o qual mais convivem ou identificam-se, relativizando coisas absolutas (como a verdade, a honra, o bem, o justo) e transgredindo leis morais e até civis.

Resultado: os que são dominados pela ignorância espiritual e moral vivem à margem da sociedade, porque não dão importância aos princípios básicos que regem a vida espiritual e as relações humanas; eles costumam desrespeitar outras pessoas, acarretando danos a si e ao seu próximo.

No passado, antes de o pleno conhecimento de Deus ser manifestado por intermédio de Jesus, os povos pagãos pecavam por ignorância, cedendo à idolatria e à violência porque não conheciam a Lei do Senhor. Contudo, por Sua infinita misericórdia, Ele levantou porta-vozes (profetas) para anunciar a verdade, chamar os pecadores ao arrependimento e à restauração espiritual e moral.

Os habitantes de Nínive, por exemplo, o centro comercial da Assíria, menosprezavam os valores éticos, morais e espirituais, sendo extremamente cruéis para com seus inimigos capturados na guerra. Mesmo sendo considerada a capital da injustiça e da crueldade do mundo antigo, Nínive foi alcançada pela misericórdia de Deus. O Senhor enviou o profeta Jonas lá para pregar uma das mais duras e curtas mensagens proféticas descritas no Antigo Testamento: caso os ninivitas não se arrependessem, ainda quarenta dias, e Nínive seria subvertida. Após essa exortação, eles se arrependeram de suas perversidades, sendo poupados do juízo divino.

Sendo assim, entendemos que o propósito de Deus usar de misericórdia para com as pessoas que invertem os valores espirituais, movidas pela ignorância, é dar-lhes tempo para se arrependerem e mudarem de vida. O Senhor não executa Seu juízo sem antes conscientizar o homem de seus erros.

A população de Nínive quase foi destruída pela ignorância, mas foi alvo da graça, e não da ira, de Deus porque se arrependeu de seus maus caminhos e voltou-se para o Criador.

Até hoje, mesmo na igreja, existem muitas pessoas que invertem os valores espirituais e morais e cometendo pecado porque ignoraram a Lei de Deus, as boas-novas de salvação que lhes são oferecidas em Cristo, e o destino final daqueles que não se arrependerem: o inferno.

Não aja assim. Dê ouvidos ao Senhor e ao chamado que Ele lhe tem feito!

SUGESTÕES DE LEITURA:
Êxodo 34.6; Jonas 1—4; Atos 3.17; 17.30,31; Romanos 2.4; 3.25; Efésios 4.18; 1 Pedro 1.14; 2.15

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz


segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

DEVEM OS CRISTÃOS CELEBRAR O NATAL?

O debate sobre se os cristãos devem ou não celebrar o Natal tem sido discutido por séculos. Há cristãos igualmente sinceros e comprometidos em ambos os lados da questão, cada um com várias razões por que o Natal deve (ou não) ser comemorado em lares cristãos. Entretanto, o que diz a Bíblia?

A Bíblia dá uma direção clara quanto a se o Natal é um feriado para ser comemorado pelos cristãos?

Primeiro, vamos dar uma olhada em algumas razões por que alguns cristãos não celebram o Natal.

UM ARGUMENTO CONTRA O NATAL É QUE AS TRADIÇÕES QUE CERCAM O FERIADO TÊM ORIGEM NO PAGANISMO.
A busca por informações confiáveis sobre este tema é difícil porque as origens de muitas das nossas tradições são tão obscuras que as fontes muitas vezes se contradizem. Sinos, velas, azevinhos e decorações natalinas são mencionados na história do culto pagão, mas o seu uso no próprio lar certamente não indica um retorno ao paganismo.

Embora algumas tradições definitivamente possuam raízes pagãs, existem muitas mais tradições associadas com o verdadeiro significado do Natal -- o nascimento do Salvador do mundo em Belém.

Sinos são tocados para espalhar a alegre notícia, velas são acesas para lembrar-nos de que Cristo é a Luz do mundo (João 1:4-9), uma estrela é colocada no topo de uma árvore de Natal para simbolizar a Estrela de Belém e presentes são trocados para nos lembrar dos presentes dos Reis Magos a Jesus, o maior dom de Deus para a humanidade.

UM OUTRO ARGUMENTO CONTRA O NATAL, ESPECIALMENTE EM TER UMA ÁRVORE DE NATAL, É QUE A BÍBLIA PROÍBE TRAZER ÁRVORES A NOSSAS CASAS E DECORÁ-LAS.
A passagem frequentemente citada é Jeremias 10:1-16, mas ela se refere a cortar árvores, esculpir a madeira para fazer um ídolo e em seguida decorar o ídolo com prata e ouro com a finalidade de curvar-se perante ele para adorá-lo (ver também Isaías 44:9-18). A passagem em Jeremias não pode ser retirada de seu contexto e usada para fazer um argumento legítimo contra as árvores de Natal.

Os cristãos que optam por ignorar o Natal apontam ao fato de que a Bíblia não nos dá a data do nascimento de Cristo, o que é certamente verdade.

25 de dezembro talvez não seja nem perto do tempo em que Jesus nasceu, e os argumentos de ambos os lados são inúmeros, alguns relacionados com o clima em Israel, com as práticas dos pastores no inverno e com as datas do censo romano. Nenhum desses pontos estão sem certa quantidade de conjectura, o que nos leva de volta ao fato de que a Bíblia não nos diz quando Jesus nasceu.

Alguns veem isso como uma prova positiva de que Deus não queria que celebrássemos o nascimento, enquanto outros veem o silêncio da Bíblia sobre a questão como uma aprovação tácita.

Alguns cristãos dizem que já que o mundo comemora o Natal -- embora esteja ficando cada vez mais politicamente correto referir-se a ele como "boas festas" -- os cristãos devem evitá-lo.

Entretanto, esse é o mesmo argumento feito por falsas religiões que negam a Cristo completamente, bem como pelas seitas que negam a Sua divindade. Os cristãos que celebram o Natal muitas vezes veem a ocasião como uma oportunidade para proclamar Cristo como "a razão para a temporada" entre as nações e àqueles presos a falsas religiões.

COMO VIMOS, NÃO HÁ NENHUMA RAZÃO BÍBLICA LEGÍTIMA PARA NÃO CELEBRAR O NATAL. AO MESMO TEMPO, TAMBÉM NÃO HÁ MANDAMENTO BÍBLICO PARA CELEBRÁ-LO.
No final, é claro, celebrar ou não o Natal é uma decisão pessoal. Qualquer que seja a resolução dos cristãos a respeito, os seus pontos de vista não devem ser usados como um bastão com o qual bater ou denegrir pessoas com opiniões contrárias, nem se deve enxergar certa opinião como um símbolo de honra que encoraje o orgulho por celebrar ou não.

Como em todas as coisas, buscamos a sabedoria dAquele que a dá liberalmente a todos os que pedem (Tiago 1:5) e aceitamos uns aos outros em graça e amor cristão, independentemente das nossas opiniões sobre o Natal.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini:

Graça e Paz

domingo, 20 de dezembro de 2015

A SANTÍSSIMA TRINDADE

“No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1).

“NO PRINCÍPIO” significa antes de todas as coisas criadas. Tal como está em Gênesis 1.1:“No princípio, criou Deus os céus e a terra”.

Antes de todas as coisas criadas, o Verbo já existia (Jo 1.1).“O Filho é ANTES de todas as coisas...” (Cl 1.17). Jesus confirma: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (Jo 8.58). Aqui, Ele usou o mesmo nome de Deus – “Eu sou” -, como está em Êxodo 3.14.

Em João 10.30, Jesus declara: “EU E O PAI SOMOS UM”. Possuem as mesmas qualidades e os mesmos atributos: onipresença, onisciência, onipotência, eternidade e imutabilidade.

Em João 14.9, Ele declara: “QUEM ME VÊ A MIM, VÊ O PAI”. A Bíblia diz que Ele é a imagem visível do Deus invisível (Cl 1.15).

O Filho declarou seu atributo de onipresença ao dizer: “... eis que ESTOU convosco todos os dias...” (Mt 28.19). Declarou sua divindade ao dizer que estava no céu (Jo 3.13); ao dizer ao ladrão na cruz “...hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43).

Após Sua ressurreição, ainda passou 40 dias na terra, mas nunca saiu do céu. Confirmado também quando disse:“...ninguém VEM ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Vejam que Ele não disse “ninguém VAI ao Pai”.

Em Apocalipse 1.8, está dito que Ele é Todo-Poderoso (onipotente), atributo exclusivo da Trindade.

PORTANTO, carece de fundamentação bíblica o ensino que nega a divindade do Filho e do Espírito.

Ninguém conseguirá compreender a Trindade com o uso da lógica humana, onde um mais um mais um são três.

Na Trindade, um mais um mais um totalizam UM.

Quanto ao Espírito, basta dizer da Sua onipresença. Jesus afirmou que o Consolador estaria conosco “para sempre” (Jo 14.16).

O Espírito está em cada crente (1 Co 3.16). Logo, Ele é onipresente, atributo exclusivo da Trindade.

As coisas do Espírito se discernem espiritualmente: “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente”(1 Co 2.14).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini


Graça e Paz