sábado, 31 de janeiro de 2015

CRISTO, NOSSO INTERCESSOR

A Intercessão de Cristo em nossa salvação é muitas vezes uma parte esquecida de Sua obra redentiva.

Nós corretamente focamos na encarnação, crucificação, ressurreição e ascensão. Nós sabemos o papel importante de cada um desses aspectos na nossa salvação, mas e a obra de Cristo como nosso intercessor?

Estamos roubando de nós mesmos muito da vida e fé cristã quando não damos à intercessão de Cristo a atenção devida. Há muito conforto e encorajamento no entendimento de Cristo como nosso Supremo Sacerdote, que vive para interceder por nós.

Nos é dito em Hebreus 7.35 que “[Cristo] pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. 

O QUE É ISSO QUE CRISTO FAZ COMO NOSSO INTERCESSOR?
Interceder traz a ideia de uma oração fervorosa por alguém.Ele realiza isso primeiramente como nossa certeza perante a face de Deus. Ele se coloca como nossa garantia perante o trono de Deus Pai.

Em Hebreus 9, nos é dito que “Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus”. Conforme ele comparece perante o trono de Deus, assim temos o direito de estar na presença de Deus. Seu corpo glorificado na presença de Deus é uma oração viva por toda a eternidade para que a nossa salvação seja completa.

Cristo, em Sua intercessão, também serve como nosso advogado. Ele responde por todas as acusações levantadas contra Seu povo. Satanás e o pecado podem nos acusar perante Deus, e nossas consciências podem nos acusar a nós mesmos; mas Cristo, por sua intercessão, responde a todas essas acusações.

Romanos 8.33-34 deixa isso claro quando questiona “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?”. A resposta é: ninguém, pois temos um que vive eternamente intercedendo por nós. Sua intercessão leva ao perdão daqueles que Ele comprou para sempre. E note que Ele é um advogado, não um orador; um orador usa retórica e floreios para persuadir o juiz a demonstrar misericórdia; mas um advogado fala ao juiz sobre a lei. Cristo, nosso Salvador ferido, pode dizer “Nada nem ninguém pode acusar esses que são meus, pois a lei já foi cumprida”.

Cristo como nosso intercessor também purifica e santifica nossas obras e orações. Temos um Sumo Sacerdote em Jesus Cristo, que santifica nossas obras e orações”. Pedro falava exatamente disse quando escreveu “vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2.5). Nossas ofertas são feitas por meio de Cristo. E Cristo, em Sua intercessão, as santifica, as purifica e as oferece ao Pai em nosso favor. Dessa forma gloriosa, elas são tornadas aceitáveis e agradáveis ao Pai.

Cristo, como nosso intercessor, também ora especificamente por nós. Podemos ver isso claramente em João 17, no que tem sido chamada de “a oração sacerdotal de Jesus”. Ele diz em sua oração “É por eles que eu rogo”. Quem são “eles”? Só os doze Apóstolos? Não, ele diz “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra”. Estes somos nós. Ele está orando por cada um de nós, aqueles que creram por meio da palavra. E Sua oração não é apenas uma oração genérica. Ele está orando especificamente por cada um de nós. Temos um exemplo claro disso quando Cristo diz a Pedro “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo! Eu, porém, roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça” (Lucas 22). Ele sabia que da tentação e sabia o que iria atravessar, então orou especificamente por Pedro.

Tiago nos diz que “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tiago 5.16). E nós temos o homem perfeitamente justo, o homem de toda a justiça e retidão, orando especificamente por nós.

Ele é nosso Intercessor. Ele vive eternamente para interceder por nós. Há muito conforto e encorajamento para o peregrino sofredor quando essa verdade é entendida.

JASON HELOPOULOS / Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.

Por Litrazini:


Graça e Paz

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

POR QUE DEUS ORDENOU QUE ABRAÃO SACRIFICASSE ISAQUE?

A pergunta sobre por que Deus faz as coisas quando já sabe o resultado é uma que pode ser feita sobre várias situações.

Por que Deus criou Satanás sabendo que ele iria se rebelar? Por que Deus disse a Adão e Eva para não comerem da Árvore sabendo que eles iriam desobedecer? Por que Deus criou os anjos sabendo que muitos iriam se voltar contra Ele?

Uma resposta a todas essas perguntas é a mesma resposta à pergunta sobre Isaque e Abraão. O plano soberano e divino de Deus é perfeito e Ele vai executá-lO de acordo com a Sua perfeita vontade e no devido tempo, de uma forma que O glorificará. “O SENHOR dos Exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará” (Isaías 14:24). “Por amor de mim, por amor de mim o farei, porque, como seria profanado o meu nome? E a minha glória não a darei a outrem” (Isaías 48:11).

Abraão tinha obedecido a Deus muitas vezes em sua caminhada com Ele, mas nenhum teste poderia ter sido mais severo do que o de Gênesis 22. Deus comandou: “Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi” (Gênesis 22:2).

Esse foi um pedido impressionante porque Isaque era o seu filho da promessa. Como Abraão respondeu? Com obediência imediata; na manhã seguinte, Abraão começou a sua jornada com dois servos, um jumento, seu amado filho Isaque e com a lenha para o holocausto. Sua obediência inquestionável ao comando aparentemente confuso de Deus deu a Deus a glória que Ele merece e nos deixou um exemplo de como devemos glorificá-lO.

Quando obedecemos da mesma forma que Abraão, confiando que o plano de Deus é o melhor possível, nós elevamos Seus atributos e O louvamos por eles. A obediência de Abraão à face de um comando tão difícil exaltou o amor soberano de Deus, Sua bondade, o fato de que Ele é digno de confiança, e nos deixou um exemplo a seguir. Sua fé no Deus que ele passou a conhecer e amar colocou Abraão na lista de heróis da fé em Hebreus 11.

Deus usou a fé de Abraão como um exemplo de que fé é o único caminho a Deus. Gênesis 15:6 diz: “creu ele no SENHOR, e imputou-lhe isto por justiça”. Essa verdade é a base da fé Cristã, como confirmado por Romanos 4:3 e Tiago 2:23. A justiça que foi creditada a Abraão é a mesma justiça a nós creditada quando recebemos pela fé o sacrifício que Deus providenciou pelos nossos pecados – Jesus Cristo. “Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21).

A história do Velho Testamento sobre Abraão é a base do ensino do Novo Testamento sobre a Expiação, a oferta do sacrifício do Senhor Jesus na cruz pelo pecado da humanidade. Jesus disse, muitos séculos depois: “Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se” (João 8:56). Encontre a seguir alguns paralelos entre as duas narrativas bíblicas:

“Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque” (Gênesis 22:2); “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito...” (João 3:16).

“…Vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali…” (v.2); acredita-se que foi nessa área onde a cidade de Jerusalém foi construída muitos anos depois e onde Jesus foi crucificado fora da porta de sua cidade (Hebreus 13:12).

“Oferece-o ali em holocausto” (v.2); “Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras” (1 Coríntios 15:3).

“E tomou Abraão a lenha do holocausto, e pô-la sobre Isaque seu filho” (v.6); Jesus: “E, levando ele às costas a sua cruz...” (João 19:17).

“... Mas onde está o cordeiro para o holocausto?” (v.7); João disse: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29).

Isaque, o filho, agiu em obediência ao seu pai em se tornar o sacrifício (v.9); Jesus orou: “Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade” (Mateus 26:37).

RESSURREIÇÃO – Isaque como símbolo e Jesus em realidade:“Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigênito. Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar; daí também em figura ele o recobrou” (Hebreus 11:17-19); Jesus: “E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Coríntios 15:4).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O TRIBUNAL DE CRISTO

Todos os salvos, após o arrebatamento, comparecerão diante do Redentor, ocasião em que haverá uma avaliação do nosso trabalho como servos do Senhor. Uns receberão louvor; outros, censura: "Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem ou mal" (2 Co 5.10).

QUEM JULGARÁ: Cristo, o Justo Juiz (Jo 5.22; Is 33.22).

QUEM SERÁ JULGADO: Todos os salvos, sem exceção."Pois todos havemos de comparecer perante o tribunal de Cristo" (Rm 14.10).

ONDE SERÁ O TRIBUNAL: No céu. Em outro lugar não poderia ser. O céu é a morada de Deus, e é para lá que iremos.

COMO SERÁ O JULGAMENTO: Tudo será transparente e público, ou seja, o que tivermos feito por meio do corpo, de bom ou ruim, será conhecido por todos os presentes. Nada ficará encoberto: "Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas"(Hb 4.13). 

QUANDO SERÁ: Após o arrebatamento da Igreja (1Ts 4.14-17).

O QUE SERÁ JULGADO: As obras (1 Co 3.13). Tudo será examinado, julgado, analisado abertamente, à vista de todos: nossos atos (Mc 4.22; Rm 2.16); caráter (Rm 2.5-11); palavras (Mt 12.36-37); boas obras (Ef. 6.8); falta de amor (Cl 3.23 - 4.1); atividade ministerial (1 Co 3.13).

O JULGAMENTO DOS CRENTES NÃO SERÁ PARA CONDENAÇÃO. A nossa salvação está garantida pelo sacrifício de Jesus. No julgamento serão galardoados aqueles que foram fiéis; que não enterraram seus talentos; que souberam utilizar os dons espirituais e ministeriais recebidos; que, enfim, cumpriram a contento a missão que o Senhor lhes confiou. Estes receberão aprovação divina, recompensa e honra (Mt 25.21; 1 Co 3.12-14; Rm 2.10).

Os servos negligentes receberão reprovação divina, ficarão envergonhados e sofrerão perdas (1 Co 3.15).

Na reunião que teremos com o Senhor Jesus prestaremos contas de nossas ações, de nossa fidelidade, de nosso zelo pela obra do Senhor na Terra.

Não devemos ficar atemorizados diante da perspectiva desse julgamento, porque ali estará o nosso Salvador em quem confiamos. Mas devemos procurar crescer a cada dia como filhos de Deus, separados para o seu Reino.

Fiquemos com estas palavras: "Ora, já está próximo o fim de todas as coisas. Portanto, sede sóbrios, e vigiai em oração. Tende, antes de tudo, ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados. Sede hospitaleiros uns para os outros, sem murmuração. Servi uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus" (1 Pe 4.7-10). Outras referências: Hb 10.30b; 1 Jo 4.17; Mt 5.19; Cl 3.24-25.

Autor: Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

OS QUATRO TIPOS DE AMOR

O amor está presente em filmes, novelas, canções, literaturas etc.Mas, será que todos sabem, de fato, o que é amor? Pois bem. De acordo com o léxico, o substantivo amor, que vem do latim amore, significa:
1) Grande afeição de uma pessoa por outra.
2) Afeição, grande amizade, ligação espiritual.
3) Carinho, simpatia.
4) O ser amado. (Dicionário Escolar da Língua Portuguesa Michaelis, pág. 47). Porém, do ponto de vista bíblico, amor é mais do que isso. Por isso, convido você a acompanhar comigo outras definições do amor.

NA CULTURA GREGA, O AMOR ERA VISTO SOB QUATRO ÂNGULOS:

AMOR “EROS”: Termo grego para o amor sensual. Daí a palavra “erótico”. Esse é o amor físico, da carícia, da relação sexual. Quando um rapaz diz para a namorada: “Estou apaixonado por você!”, ele quer expressar o amor “eros”. Por isso tal amor é também conhecido como paixão. Apesar de tudo isso, esse amor é passageiro.

AMOR “FILEO”: É o amor-amizade, fraternal, social. Desse vocábulo grego (“fileo”) temos algumas palavras derivadas, como Filadélfia (“fileo”, amor-amizade, e “adelfos”, irmãos) que significa “amor entre irmãos” ou “amizade fraternal; Teófilo (“Teos”, Deus, e “fileo”, amizade ou amigo) que quer dizer “amigo de Deus”; Filantropia (“fileo”, amizade, e “antropos”, homem) significa “amor humano”. Em suma, se você possui boas amizades, logo o que está em evidência é o amor “fileo”.

AMOR “STORGE”: É o amor conjugal, familiar, doméstico.Longe de ser interesseiro, esse amor é humilde, objetivo e sacrificial. É o amor que une o marido à sua mulher bem como os pais aos filhos. Logo, em um lar onde reina a harmonia, está em ação o amor “storge”.

AMOR “ÁGAPE”: Dos quatro, este é o amor maior, pois tem origem no próprio Deus que é a revelação clara desse amor (Jo 3.16; 1Jo 4.8-18; 1Co 13.1-13; Ef 5.25). Esse amor é incondicional. Ou seja, não espera nada em troca. Não preciso esperar que alguém me ame para amá-lo. Aliás, com esse amor é possível amarmos até os nossos inimigos (Mt 5.44). Ele também é infalível e eterno, como se pode ver em 1Coríntios 13.8,13.

É bom salientar que, todos os seres humanos possuem, por natureza, os três tipos de amor já mencionados (“eros”, “fileo” e “storge”), entretanto, o amor “ágape” só se adquire quando se nasce de novo, ou seja, ele passa a operar na vida do homem, quando este se torna templo do Espírito Santo (Gl 5.16-22).

COM O AMOR “ÁGAPE” DEVEMOS AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” (Mc 12.30-31 – grifo meu). Na Bíblia, o termo “ágape” ocorre com mais frequência que os outros. Isso demonstra a importância desse amor!

Já, no versículo bíblico seguinte, o apóstolo Paulo cita dois dos quatro tipos de amor: “Quanto, porém, ao amor fraternal (amor “fileo”, no original “filadélfias”), não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis (“ágape”) uns aos outros” (1Ts 4.9 – grifo meu). O mesmo apóstolo também escreveu: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal (no original, “filadelfia”), preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Rm12.10 – grifo meu). Temos no primeiro versículo a junção do “fileo” e do “ágape”, enquanto que, no segundo, a expressão “amor fraternal” é a tradução do grego “filadelfia”.

Amar é um sentimento que nunca deveria ser extinto do ser humano, apesar de a Palavra de Deus afirmar que, “por se multiplicar a iniquidade(o pecado), o amor(“ágape”) de muitos esfriará.”(Mt 24.12 – grifo meu).

Bem. Ame sua esposa, seus filhos, seus pais, seus irmãos, seus amigos e conhecidos, seus inimigos e, sobretudo, a Deus. Amar faz bem para o corpo, para a alma e, principalmente, para o espírito.

“O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (Jo 15.12 – grifo meu).

Marcos Brito do site institutogamaliel

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

TUDO PARA A GLÓRIA DE DEUS

Vivemos nossa vida como se não precisássemos de Deus, durante a semana inteira.E nos cultos a gente vem como um bom cristão. “Eu não mato, Eu não bebo, Eu não fumo. Eu não faço isso, Eu não faço aquilo. Então eu sou um bom cristão.”

Em I Coríntios 10: 31 lemos: Portanto quer comais, quer bebais, ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus.

Quando eu leio esse texto, eu percebo que não se trata da questão de você não pecar durante o dia.Para o cristão, a questão não é: “Hoje eu não pequei! Olha, hoje eu não fiz nada de errado.”

A questão não é você não pecar. A questão é: Eu glorifiquei a Deus hoje como eu deveria com a minha vida?

Você pode não cometer nenhum dos pecados capitais. Você pode não infringir nenhum dos 10 mandamentos. Você pode ser uma boa pessoa e estar completamente distante de Deus, na sua religiosidade, no seu falso conhecimento de quem é Deus.

QUE ESSA FRASE FIQUE MARCADA PRA VOCÊ: NÃO SE TRATA DE NÃO PECAR, MAS EU GLORIFIQUEI A DEUS COM MINHA VIDA COMO EU DEVERIA NESSE DIA DE HOJE?

Há uma dicotomia muito grande dentro da igreja entre sagrado e secular. Gostamos de separar muito isso. Gostamos de falar: isso aqui é de Deus, isso aqui é do mundo.

Não existe para o cristão o que é sagrado e o que é secular. Para o cristão é uma coisa só. Dado que você entregou sua vida a Jesus, tudo é dEle.

Então, quando você exercer sua profissão, você deve exercê-la de maneira que o nome de Jesus seja glorificado com isso. Se você está curtindo um momento de lazer, está curtindo um momento de férias, que Deus esteja junto.

Porque se o seu culto a Deus se resume a ir à igreja, você não conhece a Deus. Você não tem um relacionamento com Ele. Porque não existe relacionamento com Deus que não seja diário, que não seja uma constância.

Tenho visto muitos homens de Deus falarem isso e eu concordo: Não é uma simples oração que te faz um cristão. Não é porque um dia você falou: Ah, eu faço uma oração e aceito Jesus. E isso te faz um crente. Isso é mentira. O cristão vive por fé. O justo viverá pela fé.

E fé é precedida e acompanhada por arrependimento. Uma vida de arrependimento, dobrando seus joelhos dia após dia, confessando seus pecados a Deus. Crescendo em santidade, crescendo em boas obras. Crescendo no conhecimento de Deus.

Cristãos que vivem uma vida inteira indo à igreja, tem 10, 20 anos de crente, 30 anos de crente e são, possuem o mesmo temperamento de 20 anos atrás. Como é possível?

Você ter o mesmo temperamento, você não cresceu em nada. Em domínio próprio, em mansidão, em amor. Como andar com Cristo e não ser cada dia mais parecido com Ele? Você acha que é ser cristão isso?

Você acha que Jesus veio pra instituir uma igreja para você ir no domingo? Você acha que Jesus morreu naquela cruz, para que domingo você pudesse estar lá e no resto da semana Ele estivesse fora dos seus planos?

Jesus requer tudo de nós. E se você é cristão vai dizer: Amém, que Ele tome tudo. Tudo é dEle.

Autoria: Daniel Simoncelos

Por Litrazini:

Graça e Paz


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

SEGUINDO A DIREÇÃO DE DEUS NO NOSSO FALAR

QUANDO ESTÁ IRADO: O que se indigna à toa fará doidices, e o homem de maus intentos será odiado. (Pv.14.17)                                                   

QUANDO NÃO SE SABE DE TODOS OS FATOS: O que responde antes de ouvir comete estultícia que é para vergonha sua. (Pv. 18.13)

QUANDO NÃO SE CONFIRMOU A VERACIDADE DA HISTÓRIA: Tens visto um homem precipitado no falar? Maior esperança há para um tolo do que para ele.  (Pv. 29.20).

QUANDO É TENTADO A ZOMBAR DO PECADO: Os maus inclinam-se diante dos bons, e os ímpios diante das portas dos justos. (Pv14.9)

SE ENVERGONHAR-SE DAS PALAVRAS MAIS TARDE: A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma. (Pv. 18.7)

SE AS PALAVRAS VÃO TRANSMITIR UMA IMPRESSÃO ERRADA: O que possui o conhecimento guarda as suas palavras, e o homem de entendimento é de precioso espírito. (Pv. 17.27)

SE QUER PARECER SÁBIO: Até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio; e o que cerra os seus lábios é tido por entendido. (Pv. 17.28)    
           
SE NÃO TEM NADA A VER COM O ASSUNTO: O temor do Senhor é fonte de vida, para desviar dos laços da morte. (Pv. 14.27)   

QUANDO É TENTADO A DIZER UMA MENTIRA: Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios. (Pv. 4.24)

SE AS PALAVRAS VÃO DESTRUIR UMA AMIZADE OU REPUTAÇÃO DE ALGUÉM: O homem perverso instiga a contenda, e o intrigante separa os maiores amigos. (Pv. 16.28); O homem ímpio cava o mal, e nos seus lábios há como que uma fogueira. Pv. 16.27)

SE TIVER DE ENGOLIR AS PRÓPRIAS PALAVRAS: A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto. (Pv. 18.21)

QUANDO É TEMPO DE ESCUTAR: O filho sábio atende à instrução do pai; mas o escarnecedor não ouve a repreensão. (Pv. 13.1)       
                       
QUANDO É PARA TRABALHAR: Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva à pobreza. (Pv. 14.23)

QUANDO JÁ FALOU UMA VEZ. Depois disso é importunar: O filho insensato é uma desgraça para o pai, e um gotejar contínuo as contendas da mulher. (Pv. 19.13)

Se quisermos permanecer nos caminhos de Deus precisamos seguir a direção que Sua Palavra nos dá.

ESSA PALAVRA NOS DIZ QUE A LÍNGUA É:
Um órgão pequeno que se gaba de grandes coisas; É mundo de iniqüidade. É fogo; É mal incontido, carregado de veneno mortífero (Tiago capítulo 3)

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 25 de janeiro de 2015

SANTIDADE E PODER COMEÇAM EM CASA

"Se sua fé não funciona em casa, não a pregue para o mundo." - Howard Hendricks

Acredito que o que acontece dentro das quatro paredes da sua casa, determina o quanto você influencia as pessoas que estão do lado de fora dela.

Se você deseja vida íntegra, ousada e saudável, que faça diferença na vida de outras pessoas, o melhor lugar para começar a vivê-la é dentro da sua casa.

Jesus, ao libertar o endemoninhado gadareno, não o convidou a segui-Lo ou o matriculou em Sua escola de discipulado. O gadareno fez menção de seguir a Jesus, mas Jesus não lho permitiu. Ao contrário, Jesus o enviou à sua família: "Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti" (Marcos 5.38).

Não há melhor lugar para praticar o amor do que o lar. O melhor lugar para aprender a perdoar, conviver com diferenças, ser autêntico, e demonstrar os frutos do Espírito Santo é o lar.

A fé pública será sempre inoperante e anêmica quando for disfuncional dentro do lar. O ministério nunca será longo e efetivo sem o aval da família. Sem o respeito e apoio familiar fracassaremos.

"Pois em Cristo Jesus, doutrinas não têm valor algum, mas a fé age através do amor" (Gálatas 5.6). Fé sem amor é nuvem sem chuva, sol sem calor, árvore sem fruto, é hipocrisia. Então, não tema expressar amor.

Ninguém deveria passar um dia inteiro sem ouvir que é amado. "Tenha antes de tudo ardente amor uns para com os outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados" (1 Pedro 4.8). "Vocês viviam tão bem; quem lhes impediu de continuar praticando a verdade?"(Gálatas 5.7).

O amor não é amor até que ceda. Não ceder é sinal de orgulho. "O orgulho vem antes do fracasso e a altivez de espírito precede a queda" (Provérbios 16.18). O primeiro sinal de orgulho é o silêncio.

O silêncio é o pior monstro que assombra a família. Ele cresce ainda mais rápido do que nossos filhos. Ocupa primeiro o coração, em seguida o lar e depois toda a família.

O silêncio acaba com o diálogo e torna a reconciliação cada vez mais difícil.

O silêncio também é ira. "O bater do leite produz manteiga, o espremer do nariz produz sangue; assim o forçar da ira produz contenda" (Provérbios 30.33).

Dr. Silmar Coelho

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 24 de janeiro de 2015

QUAIS SÃO AS COROAS CELESTIAIS QUE OS CRISTÃOS PODEM RECEBER NO CÉU?

Há cinco coroas celestiais mencionadas no Novo Testamento que serão concedidas aos crentes. Elas são a coroa incorruptível, a coroa de regozijo, a coroa da justiça, a coroa da glória e a coroa da vida.

A palavra grega traduzida como "coroa" é stephanos (a fonte para o nome de Estêvão, o mártir) e significa "um emblema da realeza, um prêmio nos jogos públicos ou um símbolo de honra em geral."

As coroas foram usadas durante os jogos da Grécia antiga; uma coroa ou grinalda de folhas foi colocada na cabeça de um vencedor como uma recompensa por ganhar uma competição atlética. Esta homenagem atlética é usada figurativamente no Novo Testamento das recompensas do céu que Deus promete àqueles que são fiéis. I Coríntios 9:24-25 melhor define como estas coroas são concedidas.

1) A COROA INCORRUPTÍVEL - (1 Co. 9:24-25) "Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível."

Todas as coisas nesta terra estão sujeitas à decadência e perecerão. Jesus nos exorta a não guardar nossos tesouros na terra: "Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam" (Mateus 6:19). Isso é análogo ao que Paulo disse sobre a coroa de folhas do atleta que logo murchava e se desfazia. Não é assim a coroa celestial; a resistência fiel ganha uma recompensa celestial que é "uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros" (1 Pedro 1:3-5).

2) A COROA DE REGOZIJO - (1 Ts. 2:19) "Pois quem é a nossa esperança, ou alegria, ou coroa em que exultamos, na presença de nosso Senhor Jesus em sua vinda? Não sois vós?" O apóstolo Paulo nos diz em Filipenses 4:4: "Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos" devido à bênção abundante que o nosso Deus gracioso derramou sobre nós. Como cristãos, temos mais motivo de regozijo do que qualquer outra pessoa. Lucas diz-nos que há regozijo agora mesmo no céu (Lucas 15:7).

A coroa de regozijo será a nossa recompensa onde Deus "lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram" (Apocalipse 21:4).

3) A COROA DA JUSTIÇA - (2 Tm. 4:8) "Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda." Herdamos essa coroa através da justiça de Cristo; sem a justiça de Cristo, esta coroa não pode ser obtida. Porque ela é possuída em justiça, e não adquirida pela força e engano como coroas terrenas às vezes são, é uma coroa eterna, prometida a todos os que amam ao Senhor e aguardam o Seu retorno.

Através de aguentar o desânimo, a perseguição, o sofrimento ou até mesmo a morte, sabemos com certeza que a nossa recompensa é com Cristo na eternidade (Filipenses 3:20). Esta coroa não é para aqueles que dependem da sua própria auto-justiça. Tal atitude gera apenas arrogância e orgulho, e não um desejo de estar com o Senhor.

4) A COROA DA GLÓRIA - (1 Pedro 5:4). "Ora, logo que o Supremo Pastor se manifestar, recebereis a imarcescível coroa da glória." Esta palavra glória é bem interessante e se refere à própria natureza e atos de Deus, sendo relacionada também com o Seu grande esplendor e brilho.

Lembre-se de Êstevão, o qual, ao ser apedrejado até a morte, foi capaz de olhar para o céu e ver a glória de Deus (Atos 7:55-56). Esta palavra também significa que o louvor e a honra que damos a Deus Lhe pertencem por causa de quem Ele é (Isaías 42:8; 48:11, Gálatas 1:5). Os crentes são incrivelmente abençoados por entrarem no reino, receberem a coroa da glória e a própria semelhança de Cristo. Como Paulo disse: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Romanos 8:18).

5) A COROA DA VIDA - (Ap. 2:10) "Não temas as coisas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentre vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." Esta coroa é para todos os cristãos, mas é especial principalmente para aqueles que suportam sofrimentos, que corajosamente enfrentam a perseguição por causa de Jesus, até mesmo ao ponto da morte.

Nas Escrituras, a palavra vida é muitas vezes usada para mostrar um relacionamento que está bem com Deus. Jesus disse: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10:10) . Assim como ar, comida e água são vitais para a vida física, Jesus é vital para a vida espiritual. Ele é o Único que fornece a "água viva". Ele é o "pão da vida" (João 4:10; 6:35). Nossas vidas terrenas vão acabar, mas temos a promessa incrível para todos aqueles que vêm a Deus através de Jesus: "E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna" ( 1 João 2:25).

Tiago diz que esta coroa da vida é para todos aqueles que amam a Deus (Tiago 1:12). A questão então é como vamos demonstrar o nosso amor a Deus? O apóstolo João responde: "Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos" (1 João 5:3).

Como Seus filhos, devemos guardar os seus mandamentos, obedecendo-Lhe fielmente. Então, ao suportarmos as inevitáveis provações, dores, sofrimentos e tribulações - contanto que vivamos - podemos sempre seguir em frente, sempre "olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus"(Hebreus 12:2) e receber a coroa da vida que nos espera.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A SIMPLICIDADE DO AMOR DE DEUS

DEUS AMA O MUNDO INTEIRO

E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 

Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. (Jo 3.14-18)

Primeiro, a universalidade desta passagem é clara pela expressão “para que todo aquele que” [uma só palavra, em grego], que é usada duas vezes no contexto. Se o termo “mundo” é usado para significar algo diferente que todo o mundo dos homens, o termo “para que todo aquele que” se torna sem sentido. Se “todo aquele que” não significa “todo aquele que”, então as palavras da Bíblia não têm significado certo e tudo é lançado à confusão.

Segundo, a universalidade do “mundo” nesta passagem é clara pela tipologia que é usada. A serpente de bronze que foi levantada por Moisés no deserto foi suficiente para a salvação de todos os judeus que foram picados pelas cobras, mas só aqueles que olharam para ela [a serpente de bronze] pela fé foram salvos. Da mesma forma, a salvação que Jesus comprou no Calvário é suficiente para salvar qualquer pecador, mas só aqueles que crêem são salvos.

Todo e qualquer (que queira) é convidado a vir – ”E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.” (Ap 22:17 ACF)

Deus salvará todos que o invocarem – ”Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos, A saber: Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação. Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. Porquanto não há diferença entre judeu e grego; porque um mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam. Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Rm 10.8-13)

Esta passagem diz que o Senhor está bem próximo de cada pecador. Em seus corações, [todos] os pecadores podem crer em Cristo. Eles podem confessar Cristo com suas bocas. Embora estejam totalmente sem justiça em si mesmos [ante Deus] e estejam totalmente mortos em suas transgressões e pecados, isto não significa que eles não possam crer no evangelho.

Todo e qualquer que crer em cristo (e, portanto, invocar seu nome) será salvo – “Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (Jo 12.46). ”E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (At 2.21 ACF)

A Bíblia repetidamente diz que a salvação é para “todo aquele que”; portanto, um típico cristão na Bíblia, mas que não é um teólogo, concluiria [a partir dessa multidão de versículos cristalinamente claros] que qualquer e todo pecador hoje é convidado a vir para Cristo e, pela graça de Deus, PODE vir para Cristo.

Jesus convidou todos que têm sede a vir e beber – “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se QUALQUER UM tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.” (Jo 7.37-38 KJV).

Este é o mesmo tipo de convite que vimos em muitas outras passagens. É um convite a “qualquer um”. Jesus graciosamente convida todos os pecadores que reconhecem sua necessidade de salvação para virem a Ele para satisfazê-la. Além disso, o Espírito Santo veio ao mundo para mostrar aos homens sua necessidade de Cristo (Jo 16.8).

O único requisito que Jesus exige é que tenham sede de águas vivas que só Deus pode prover e que venham só a Jesus para [receberem] aquela água e a nenhum outro. A Salvação está vinculada a beber da água. Que coisa tão simples!

Adaptado do artigo de David Cloud do site solascriptura-tt.org

Por Litrazini

Graça e Paz


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

NEM MEDO NEM PREOCUPAÇÃO

Não tenham medo de ninguém, nem fiquem preocupados.(1Pe 3.14b)

Fazer o que é certo cria uma situação incômoda para aqueles que não o fazem. Estes ficam com raiva daqueles que procedem corretamente e os ameaçam. Diante dessa situação e dessas pessoas, Pedro exorta para que não se tenha medo dessas ameaças nem se dê espaço à preocupação.

A tranquilidade deve ser mantida mesmo diante da agitação alheia. Outras versões preferem dizer “não se alarmem”, “não se turbe o seu coração”, “não se intimidem” ou “não percam o sono”.

Das duas recomendações do apóstolo (não ter medo, não ficar preocupado), qual seria a mais difícil?

É provável que a maior parte dos crentes ache mais fácil vencer o medo do que a preocupação.

A preocupação é uma doença. Ela desgasta, envelhece, rouba a segurança emocional e o bem-estar mental.

A Bíblia está cheia de exortações contrárias ao medo. Aos israelitas, Deus disse: “Não se assustem, não se apavorem, não fiquem com medo” (Dt 20.3).

Antes de morrer, Moisés disse a Josué: “Não se assuste, não tenha medo” (Dt 31.8).

A maior concentração de passagens com “não tenham medo” está no livro de Isaías. Numa delas, Deus diz: “Não fiquem com medo, pois estou com vocês; não se apavorem, pois eu sou o seu Deus” (Is 41.10).

No mesmo capítulo, lê-se: “Você é pequeno e fraquinho, mas não tenha medo” (Is 41.14). Um pouco antes, Deus havia recomendado: “Não tenham medo daquilo que o povo tem medo” (Is 8.12).

Mas a Bíblia condena também a preocupação. Até o Faraó do Egito mandou dizer aos irmãos de José: “Não se preocupem por terem deixado para trás as coisas que têm, pois o melhor que há na terra do Egito será deles”(Gn 45.20).

Jesus foi o maior pregador do “não se preocupem”. No Sermão do Monte, o Senhor ensina os discípulos a não se preocuparem com o que comer, o que beber e o que vestir, porque “o Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso” (Mt 6.32).

– Quem tem ouvidos, ouça o que Jesus disse à irmã de Lázaro: “Marta, Marta, você está preocupada com muitas coisas!”

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A CAPACITAÇÃO PARA O MINISTÉRIO

“... E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.” (II Co. 3.4-6)

Toda a capacitação de qualquer cristão para o cumprimento do seu ministério espiritual vem da parte de Deus.

Porque é Ele quem habilita seus ministros a serem capazes para a obra do ministério do Novo Testamento, que não é uma mera exposição da letra das Escrituras, ou mera transmissão de palavras, como ocorria no Velho Testamento, mas a ministração do Espírito aos espíritos, porque somente a letra sem o Espírito, produz morte, porque não pode gerar a vida de Cristo nos corações.

Os sacerdotes do Antigo Testamento não foram capacitados e chamados a cumprir um tal ministério em todas as nações, mas é exatamente este o ministério desde que Cristo inaugurou um Novo Testamento (aliança), no Seu sangue.

Não foi Paulo que inventou a doutrina de que é o espírito que vivifica, mas isto foi uma revelação de nosso Senhor Jesus Cristo em seu ministério terreno:

“O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida.” (Jo 6.63)

Quando Jesus disse que as palavras que ele havia dito eram espírito e vida, isto significa que Suas palavras foram inspiradas e proferidas pelo Espírito, pois tudo quanto fazia e ensinava era mediante o Espírito Santo.

É fácil observarmos isto quando lemos os discursos que Ele proferiu e que foram registrados nos evangelhos. Nós logo vemos que há espírito e vida, por exemplo, nas palavras do Sermão do Monte, nos discursos do evangelho de João e em tudo mais que o Senhor fez e ensinou, não somente porque se trata da verdade, mas também porque foram proferidas pelo espírito e não pela carne.

Esta é a razão de muitos lerem a Bíblia no culto público, ou pregarem a verdade, e não transmitirem vida aos seus ouvintes, porque o fazem na carne, e não no espírito.

O que podemos entender então é que sempre que as palavras que são proferidas forem procedentes de um espírito liberado em comunhão com o Espírito Santo, o resultado será que a palavra transmitirá vida espiritual àqueles que as lerem ou ouvirem.

Por exemplo, os sermões de Spurgeon ainda falam com vida porque Ele andava no Espírito e pregava no Espírito, e ainda hoje nós podemos sentir o espírito e a vida que há nos seus sermões, porque foram pregados com palavras ensinadas pelo Espírito e com a unção do Espírito.

O mesmo pode ser dito dos escritos da quase totalidade dos puritanos, especialmente de John Owen, Richard Sibbes, Richard Baxter, Thomas Manton, Thomas Watson, dentre outros.

Não há nada de influência ressecante nestes escritos, ao contrário, eles transmitem vida espiritual porque foram produzidos em espírito, pela inspiração do Espírito Santo, em pessoas cujos espíritos estavam santificados.

Então é um excelente critério para nortearmos a seleção dos louvores e dos sermões que ouvimos, dos livros e das mensagens que lemos, procurar identificar se é a carne ou o espírito que os produziram. Se foi a carne, gerará o que é carnal, natural, desta criação, porque o que é nascido da carne é carne. Mas se foi o espírito, gerará vida espiritual.

Por isso se diz que o ministério da Igreja é o ministério do espírito (veja que é usado espírito com inicial minúscula no texto de II Cor 3.6,8): “o qual também nos capacitou para sermos ministros dum novo pacto, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.” (II Cor 3.6).

Como não será de maior glória o ministério do espírito?”(II Cor 3.8).

Devemos ter o cuidado de não cometer o mesmo pecado dos escribas e fariseus que não reconheceram o ministério do Messias e O rejeitaram, porque é possível estar totalmente alheio ao fato de que há um ministério do Espírito Santo acontecendo desde o Pentecostes ocorrido em Jerusalém, neste período que chamamos de dispensação da graça, que podemos também chamar de dispensação do Espírito Santo.

Havia e ainda há um véu no Antigo Testamento, que impedia que se visse claramente o significado das realidades espirituais relativas ao evangelho de Cristo, que está revelado no Velho Testamento em sombra, mas claramente revelado no Novo Testamento.

É somente quando o Espírito Santo remove este véu que podemos entender o mistério de Deus para o homem, que é Cristo, pela conversão de suas almas a Ele.

Autor: Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz