terça-feira, 30 de junho de 2015

AS OBRAS DAS CARNE

“PORQUE AS OBRAS DA CARNE SÃOprostituição, impurezas, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias... os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus”(Gl 5.19-23). 

Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que Gálatas 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crente, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito. 

OBRAS DA CARNE
“Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8, 13; Gl 5.17, 21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (Gl 5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14).

AS OBRAS DA CARNE INCLUEM: 
(1) PROSTITUIÇÃO (GR. PORNÉIA), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt. 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1 Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição. 

(2) “IMPUREZA” (GR. AKATHARSIA), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5). 

(3) “LASCÍVIA” (GR. ASELGEIA), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2 Co 12.21).

(4) “IDOLATRIA” (GR. EIDOLOLATRIA), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).

(5) “FEITIÇARIAS” (GR. PHARMAKEIA), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática de feitiçarias (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).

(6) “INIMIZADES” (GR. ECHTHRA), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizades extremas. 

(7) “PORFIAS” (GR. ERIS), i.e., oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1 Co 1.11; 3.3).

(8) “EMULAÇÕES” (GR. ZELOS), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1 Co 3.3).

(9) “IRAS” (GR. THUMOS), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8);

(10) “PELEJAS” (GR. ERITHEIA), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2 Co 12.20; Fp 1.16,17).

(11) “DISSENSÕES” (GR. DICHOSTASIA), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1 Co 11.19).

(12) “HERESIAS” (GR. HAIRESIS), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).

(13) “INVEJAS” (GR. FTHONOS), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos. 

(14) “HOMICÍDIOS” (GR. PHONOS), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas. 

(15) “BEBEDICES” (GR. METHE), i.e., descontrole das atividades físicas e mentais por meio de bebida embriagante. 

(16) “GLUTONARIAS” (GR. KOMOS), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.

As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do Reino de Deus, i.e., não terá salvação (Gl 5.21). 

Estudo da Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 29 de junho de 2015

A UNÇÃO PROFÉTICA

E, naqueles dias, apareceu João o Batista pregando no deserto da Judéia, E dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas. Mateus 3:1-3 

João era um pregador, não um professor. Para ser mais específico, ele era um proclamador daquilo que Deus estava dizendo. Não encontramos João Batista ensinando em nenhum lugar nas Escrituras. Isto é característico daqueles que andarão nestes últimos dias da unção de Elias. Quando eles operam debaixo dessa unção, eles primariamente estarão proclamando o que Deus está dizendo. Não encontraremos estes homens e mulheres pregando um sermão de cinco pontos ou tópicos.

PROFETIZAR SIGNIFICA FALAR DEBAIXO DE DIVINA INSPIRAÇÃO.
Uma outra forma de dizer isso é ser um porta voz. Deus disse a Moisés a respeito de Arão: E tu lhe falarás, e porás as palavras na sua boca; e eu serei com a tua boca, e com a dele, ensinando-vos o que haveis de fazer. E ele falará por ti ao povo; e acontecerá que ele te será por boca, e tu lhe serás por Deus.  (Êx 4.15,16).

O Senhor disse que Arão falaria exatamente o que Moisés lhe dissera para falar. Arão não falaria o que Moisés havia dito, mas o que Moises estava dizendo. Ele seria a boca de Moisés. Mais tarde, Deus disse da seguinte forma: Então disse o SENHOR a Moisés: Eis que te tenho posto por deus sobre Faraó, e Arão, teu irmão, será o teu profeta. Êxodo 7:1

Moisés era aquele que tinha a mensagem, mas Arão era o que entregava a mensagem. Então Arão era o profeta ou o porta-voz de Moisés.

O ensino estabelece o que já foi proclamado. Sempre teremos professores no corpo de Cristo para fortalecer linha por linha aquilo que já Deus. Você não vai com uma mensagem já planejada. Você abre a boca, Deus coloca suas palavras nela e você fala. Você se torna os lábios de Deus.

Hoje temos muitas pessoas que ensinam a Palavra escrita de Deus. Eles falam aos homens a respeito de Deus. No entanto, Deus está levantando homens e mulheres que não confiem no seu próprio entendimento e falem de acordo com a letra apenas, mas abram a sua boca e falem pelo Espírito de Deus. Se eles ensinam, será profeticamente, por divina inspiração, e não através de uma mensagem planejada da qual eles não podem se desviar.

Muitas das proclamações desses profetas serão um chamado para mudanças, porque a missão prioritária deles será converter o coração das pessoas de volta para Deus. A mensagem deles talvez não pareça "agradável", mas trará uma forte convicção.  A mensagem deles em algumas áreas, será como um machado esmiuçando uma rocha. Eles irão ordenar, repreender, corrigir e exortar com toda autoridade e com um coração cheio do amor de Deus por seu povo. Eles não serão críticos, suspeitosos e judiciosos como muitos dos autodenominados profetas de hoje.

Há muitos hoje que pensam que para um ministro se tornar um profeta ele precisa entregar profecias, palavras de conhecimento e de sabedoria da forma que as pessoas estão acostumadas a ouvir. Um profeta pode entrar num culto e nunca dizer: "Assim diz o Senhor..." Contudo, sua mensagem pode ser inteiramente profética, palavras de conhecimento e de sabedoria! A razão por que a maioria das pessoas não reconhece um profeta é porque estão procurando ver se suas mensagens estão empacotadas da maneira "comum", como as que se iniciam dessa forma: "Assim diz o Senhor..."

João Batista nunca disse: "Assim diz o Senhor..." Na verdade, a maioria das pessoas na Igreja hoje diria que João Batista era um evangelista e não um profeta, pois muitos se arrependeram como resultado de suas mensagens e ele não entregava profecias individuais. Se limitamos o ofício profético àquilo que pensamos que este seja, por causa do que as pessoas nos ensinaram no passado, podemos perder aquilo que Deus está trazendo nestes últimos dias através de seus profetas Elias!

Alguns talvez digam: Mas as profecias do Novo Testamento são para edificação, exortação e conforto.  Essa é exatamente a razão do ministério de João Batista. Vamos observar o que ele pregava. Leia Atentamente o que profetizava e note cuidadosamente o último verso:

Dizia, pois, João à multidão que saía para ser batizada por ele: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão.[...] Ele tem a pá na sua mão; e limpará a sua eira, e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga. E assim, admoestando-os, muitas outras coisas também anunciava ao povo. (Lc 3.7-18).

Deus chamou a pregação de João Batista de exortação! Mesmo assim ele iniciou sua mensagem chamando-os de raça de víboras e depois advertindo-os de que, se não se arrependessem, seriam julgados! Você acha que temos tido uma visão distorcida ou limitada do que edificação, exortação e conforto significam? Eles são a verdade que nos tornam livres.

Se você observar a maneira como Jesus iniciou cada mensagem às sete igrejas, perceberá que Ele disse: ao anjo da igreja em... A palavra grega "anjo" é aggelos que significa "mensageiro". Esta é a mesma palavra usada para descrever o ministério de João Batista. Como está escrito nos profetas: Eis que eu envio o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti.  Marcos 1:2 "Mensageiro" nesse versículo é também a palavra grega aggelos.

Esses mensageiros enviados às igrejas em Apocalipse são os profetas Elias. Eles não estão trazendo um ensino agradável, mas sim a mensagem do Senhor, de arrependimento, à sua Igreja.

Um ponto que deveria ficar claro é que aquele que profetiza nesse dia e hora irá sempre falar de acordo com o que está escrito na Bíblia. Porque Deus disse que ninguém pode adicionar ou tirar um só acento das palavras da Bíblia.

Extraído do Livro A Unção Profética de John Bevere

Por Litrazini:

Graça e Paz

domingo, 28 de junho de 2015

SEM LIMITES

E provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós bênção sem medida.Malaquias 3:10

Na próxima vez que você folhear o Antigo Testamento, procure o Deus que talvez você não tenha percebido. Em todas aquelas restrições e repreensões, procure enxergar um Pai cuidadoso cuja generosidade é continuamente impe­dida. Tente ler a Bíblia não como um livro de leis, mas como a vida de um filantropo muito frustrado.

Tudo o que você deseja e mais ainda, eu lhe darei, a você e seus filhos, Deus promete aos israelitas repetidas vezes. "Bendito serás tu na cidade, e bendito serás no campo. [...] Bendito serás ao entrares, e bendito ao saíres" (Dt 28:3,6). Que coisa melhor poderia acontecer?

Para Deus, recursos limitados nunca são problema. Não existe relutância nem restrição. Na verdade, como qualquer pai dedicado, Deus deve com frequência restringir-se a aben­çoar tanto os seus filhos! Você nunca leu Deus dizendo a Is­rael: "O que você quer dizer com 'Abençoe-me de novo'?"

Deus não mantém um livro de contabilidade no céu para que não abençoe você demais, à custa de outra pessoa. Você não pode ultrapassar sua quota da bondade de Deus. E não pode superestimar a ternura de Deus para aqueles que lhe pertencem.

Gosto de uma história contada a respeito de George Mueller, um grande homem de oração, que exemplifica como não podemos ser ávidos demais pelas bênçãos de Deus.

Por algum motivo, Mueller precisou mudar-se com a fa­mília e o ministério para outro lugar da Inglaterra. O dia in­teiro carregadores levaram os pertences da família pela colina abaixo na direção da barcaça que os conduziria ao novo lar. Quando a embarcação estava pronta para zarpar, verificaram que tudo estava a bordo exceto uma coisa — a cadeira predile­ta de George Mueller. O capitão, no entanto, recusou-se a esperar e atrasar a partida.

Mueller ficou em pé no convés e orou em voz alta

— O Senhor, por favor, apressa-te e traze minha cadeira. — O capitão, zombando do ministro que aborrecia o Deus Todo-Poderoso com um pedido tão tolo, ordenou à tripula­ção que soltasse as amarras do navio.

Nesse exato momento um homem surgiu no topo da coli­na e desceu-a, correndo. Ele carregava a cadeira predileta de George Mueller na cabeça.

Este é seu Pai e o meu! Pródigo, ele doa com generosida­de, além de todas as nossas expectativas — é o que ele gosta de fazer. É sua natureza inalterável. Ele está presente com você hoje, procurando outra oportunidade de lhe conceder o que tem de melhor.

Você tem alguma preocupação no coração, alguma área em que deseja receber um favor divino, que você sempre con­siderou pessoal, embaraçosa ou tola demais para lhe pedir? Durante um minuto imagine como sua vida se transformaria se Deus respondesse a essa oração. Tente observar-se do pon­to de vista do Pai e imagine o quanto ele amaria provar o amor que tem por você dessa maneira.

Transforme hoje no dia em que abandonou essas dúvidas que limitam a bondade divina. Como qualquer pai amoroso, Deus se interessa por seu coração, por aquilo que é importan­te para você. Nada que você possa pedir é tolo demais para a atenção dele. Nenhuma necessidade inoportuna, sonho ou ambição colocaria você além da quota das coisas boas de que Deus é capaz e está pronto a passar para você. Confie nele. Peça-lhe hoje o que você deseja.

E mantenha os olhos no alto da colina.

Se há algo a ganhar e nada existe a perder pedindo, então, peça!  (W. C. Stone)

Extraído do Livro A Oração de Jabez de Bruce Wilkinson e David Kopp

Por Litrazini:

Graça e Paz

sábado, 27 de junho de 2015

QUANDO NÓS OS AMAMOS, NÓS O AMAMOS

“Quando vocês fizeram uma destas coisas a alguém negligenciado ou ignorado, era eu – vocês o fizeram a mim”.(Mt. 25.40) (MSG) 

Há muitas razões para ajudar os necessitados. 
 “A benevolência é um bem para o mundo”. 
 “Todos nós flutuamos no mesmo oceano. Quando a maré sobe, ela beneficia a todos”. 
 “Livrar alguém da pobreza é liberar o potencial dessa pessoa como um pesquisador, professor ou médico”. 
 “Quando diminuímos a pobreza e a doença, reduzimos a guerra e as atrocidades. Pessoas saudáveis e felizes não ferem umas às outras”. 

A compaixão tem uma dúzia de defesas. Mas para os cristãos, nenhuma é superior a esta: quando amamos os necessitados, estamos amando Jesus. É um mistério além da ciência, uma verdade além da estatística. Mas é uma mensagem que Jesus deixou clara como cristal: quando nós os amamos, nós o amamos. 

Este é o tema do seu último sermão. A mensagem que ele deixou por último. Ele deve querer este ponto carimbado em nossa mente. Ele descreveu a cena do juízo final. O último dia, o grande Dia do Juízo. Nesse dia Jesus emitirá uma ordem irresistível. Todos virão. De navios naufragados e de cemitérios esquecidos, eles virão. De túmulos reais e de campos de batalha cobertos de grama, eles virão. De Abel, o primeiro a morrer, à pessoa sendo enterrada no momento em que Jesus chamar, todos os seres humanos da história estarão presentes. 

Todos os anjos estarão presentes. Todo o universo celestial testemunhará o evento. O desfecho surpreendente. Em algum momento Jesus “separará umas das outras como o pastor separa as ovelhas dos bodes” (Mt. 25.32). Os pastores fazem isto. Eles andam pelo rebanho e, um a um, com o uso de uma vara conduzem os bodes em uma direção e as ovelhas em outra. Gráfico, este pensamento do Bom Pastor percorrendo o rebanho da humanidade. Você. Eu. Nossos pais e filhos.

Como uma pessoa pode imaginar este momento sem o aparecimento repentino desta pergunta imprescindível:

O QUE DETERMINA SUA ESCOLHA? COMO JESUS SEPARA AS PESSOAS? 
Jesus dá a resposta. Aqueles à direita, as ovelhas, serão aqueles que o alimentaram quando ele estava com fome, que o trouxeram água quando ele estava com sede, que lhe deram hospedagem quando ele estava solitário, roupa quando ele estava nu e consolo quando ele estava doente ou preso. A marca do salvo é a sua preocupação com os necessitados. A compaixão não os salva – ou nós. A salvação é a obra de Cristo. A compaixão é consequência da salvação. 

As ovelhas responderão com uma pergunta sincera: quando? Quando nós o alimentamos, visitamos, vestimos ou consolamos (versículos 34-39)? 

Jesus relatará, um a um, todos os atos de bondade. Cada ação feita para melhorar a situação de outra pessoa. Mesmo as menores. Na verdade, todas elas parecem pequenas. Dar água. Oferecer comida. Compartilhar roupa. As obras de misericórdia são ações simples. E ainda assim, nestas simples ações nós servimos Jesus. Espantosa é esta verdade: nós servimos Cristo servindo as pessoas necessitadas. 

Algumas delas moram em nossa vizinhança; outras moram nas selvas onde você não consegue entrar e têm nomes que você não consegue pronunciar. Algumas delas brincam em favelas de papelão ou vendem sexo em uma rua movimentada. Algumas delas caminham por três horas para conseguir água ou esperam o dia inteiro por uma dose de penicilina. Algumas delas trouxeram suas aflições para si mesmas e outras herdaram a confusão dos seus pais. 

Nenhum de nós pode ajudar todas as pessoas. Mas todos nós podemos ajudar alguém. E quando as ajudamos, nós servimos Jesus. Quem gostaria de perder uma chance de fazer isso? 

“Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: "Venham, vocês que são abençoados pelo meu Pai! Venham e recebam o Reino que o meu Pai preparou para vocês desde a criação do mundo. Pois eu estava com fome, e vocês me deram comida; estava com sede, e me deram água. Era estrangeiro, e me receberam na sua casa. Estava sem roupa, e me vestiram; estava doente, e cuidaram de mim. Estava na cadeia, e foram me visitar” (Mt. 25.34-46) (NTLH). 

Autor: Pr. Max Lucado

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Graça e Paz


sexta-feira, 26 de junho de 2015

VIDA PELA MORTE? COMO É ISSO?

"Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção."(Hb.9:12).

Jesus levou Seu próprio sangue para o verdadeiro propiciatório - à presença de Deus, o Santo dos Santos - e ofertou-o para a remissão de todos os pecados, de todos os crentes, de todos os tempos.

A aliança com Moisés, através de sacrifício de animais, trazia alívio temporário, tinha de ser repetido anualmente, entretanto, o derramamento do sangue de Jesus forneceu um sacrifício permanente. Ao aplicar o seu sangue no altar divino, Jesus obteve redenção dos pecados a todos que o recebem através da nova e última aliança.

Jesus asperge Seu próprio sangue quando, pela fé, recebemos sua obra completa no Calvário. Esta não é uma aspersão física; antes, é uma transação legal e espiritual. Ele asperge o sangue nos nossos corações em resposta à nossa fé.

O sangue de Jesus não funciona como um amuleto ou palavra mágica; só produzirá algum efeito nas nossas vidas, se verdadeiramente crermos no poder de Seu sacrifício no Calvário. "A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação [reconciliação], mediante a fé, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus" Rm. 3:25. 

É através da fé que a humanidade é justificada perante os olhos de Deus. O sangue de Cristo é a única maneira de relacionamento correto com Deus.

CONFIRA ALGUMAS PASSAGENS BÍBLICAS QUE MOSTRAM O PODER AVASSALADOR DO SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS:

DESTRUIU A SATANÁS
“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo” (Hb.2.14);

DESTRUIU O PODER DA MORTE
“E livrasse a todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda vida sujeitos à escravidão”. (Hb.2.15);

PURGOU-NOS A CONSCIÊNCIA
“Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?” (Hb.9.14);

PURIFICOU O CÉU
Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes”.  (Hb.9.23);

PROMETE-NOS A PERFEIÇÃO
“Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do pacto eterno tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em nós o que perante ele é agradável, por meio de Jesus Cristo, ao qual seja glória para todo o sempre. Amém”. (Hb.13.20,21); 

GARANTE A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
“Assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. (Hb.9.28).

 "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." Ap. 12.11

Lidiomar T. Granatti

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Graça e Paz

quinta-feira, 25 de junho de 2015

CONFIANDO EM DEUS QUANTO ÀS NECESSIDADES DIÁRIAS

Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa? [Mateus 6.25]

Não conseguiremos nos livrar de nossas ansiedades e preocupações enquanto vivermos. Mesmo assim, Deus nos dá tudo o que necessitamos, a cada momento, sem precisar de qualquer assistência de nossa parte.

Assim, por que continuamos tendo medos bobos e ansiedades acerca de pequenas necessidades triviais, como se Deus não pudesse ou não fosse nos suprir com alimento e abrigo?

Devemos abaixar a cabeça de vergonha quando as pessoas nos mostrarem essa tolice.

“Insensatas” – essa é a única forma de descrever aquelas pessoas ricas, bem nutridas, que estão sempre preocupadas em ter uma despensa abastada. Elas têm fartura de alimentos ao seu alcance, para servirem refeições nutritivas.

No entanto, nunca compartilham uma refeição com qualquer pessoa, nem convidam outras pessoas para jantar. Elas têm camas vazias, mas nunca convidam as pessoas para se hospedarem em suas casas.

Por isso, Cristo nos mostra abertamente como somos tolos. Isso deveria ser o suficiente para nos fazer cuspir em nós mesmos, com uma total repugnância.

Mesmo assim, continuamos a andar à apalpadelas em nossa cegueira, mesmo que esteja óbvia nossa incapacidade de suprir nossas próprias necessidades básicas sem Deus.

Isso já deveria ser o bastante para nos fazer cristãos e para manter em nossas mentes este pensamento: “Indubitavelmente, eu nunca segurei em minhas próprias mãos um só momento fugaz da minha vida.

Se eu preciso confiar em Deus quanto à minha própria vida e integridade física, por que eu deveria me preocupar acerca de como encontrar sustento para o meu dia a dia?”.

Não confiar em Deus quanto às nossas necessidades básicas é como ter um pai rico, disposto a gastar generosamente milhares de reais conosco, e não conseguirmos confiar nele quanto à necessidade de dinheiro em uma emergência.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
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Graça e Paz

quarta-feira, 24 de junho de 2015

ESTOU OLHANDO PARA OS MONTES, DE ONDE VIRÁ O MEU SOCORRO?

”Levanto os meus olhos para os montes e pergunto: De onde me vem o socorro? O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra. Ele não permitirá que você tropece; o seu protetor se manterá alerta, sim, o protetor de Israel não dormirá, ele está sempre alerta!O Senhor é o seu protetor; …” – Salmos 121

Os salmos 120 ao 134 são chamados de Salmos de Peregrinação, ou Cânticos das Subidas, ou em algumas Bíblias, Cânticos de Degraus. As possíveis explicações para esses salmos receberem este título, pode ser devido que esses 15 salmos estejam relacionados com os 15 degraus do templo que vão desde o culto das mulheres ao culto de Israel, outra possível explicação é que esses salmos foram escritos durante a subida dos exilados do cativeiro da babilônia.

“LEVANTO OS MEUS OLHOS PARA OS MONTES E PERGUNTO: DE ONDE ME VEM O SOCORRO?”
Isso nos leva a entender que o salmista estava passando por alguma situação que estava o afligindo, então ele faz essa pergunta. Não há referência neste texto de quanto tempo demorou para o Salmista escrever o verso 2 deste salmo; estava refletindo como este texto por muitas vezes está relacionado com a nossa vida, pois por muitas vezes nos encontramos como o salmista e começamos a questionar os nossos montes; pode ser o monte de aflições, o monte das enfermidades, o monte das dívidas, o monte das crises familiares, o monte do desânimo, e muito mais poderíamos listar.

Se analisarmos o histórico de Davi nos depararíamos com várias situações onde ele não se intimidou com a situação adversa, como por exemplo em 1 Samuel 17: 44-47. Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campoDavi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado.

Hoje mesmo o Senhor te entregará na minha mão, e ferir-te-ei, e tirar-te-ei a cabeça, e os corpos do arraial dos filisteus darei hoje mesmo às aves do céu e às feras da terra; e toda a terra saberá que há Deus em Israel;  E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão.

Davi enfrentou o gigante Golias em uma situação que era contrária a ótica humana; não sei qual era a situação que ele estava enfrentando quando compôs o salmo 121:1, porém o mesmo Deus que livrou ele das mãos do gigante e dos filisteus é o mesmo que ele também relatou no verso 2 do salmo 121 – O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra.

A palavra chave desse salmo é a confiança. No entanto existem alguns passos para nós adquirirmos essa confiança em Deus.

A CONFIANÇA ESTÁ BASEADA EM TRÊS ASPECTOS: INTIMIDADE, CONHECIMENTO E EXPERIÊNCIAS. Quanto mais intimidade nós temos com Deus, mais o conhecemos e mais experiências adquirimos. Esta confiança é refletida através de uma busca diária e contínua, através da oração, leitura e estudo da palavra de Deus, assim como o profeta Oséias proferiu: Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra. (Os 6:3)

Muitas vezes nós estamos olhando para os montes, e esquecemos por algum tempo, que Deus é Senhor Altíssimo, é o Deus que está acima de qualquer que seja o monte. Jerusalém estava edificada sobre os montes, e o templo do Senhor estava em Jerusalém, então provavelmente o salmista durante esta peregrinação deve ter olhado para os montes, onde estava a Arca da aliança e perguntou de onde me virá o socorro? Fiquei imaginando que o salmista por algum tempo parou e lembrou de tudo quando o Senhor havia feito em sua vida, então Ele começou a descrever a partir do verso 2 uma linda cação de fé e confiança no Senhor.

No verso 3 Davi diz assim: Ele não permitirá que você tropece; o seu protetor se manterá alerta, olha que declaração maravilhosa que ele faz, que Deus não permitirá que tropeçamos pois Ele está sempre em alerta, Ele é o nosso protetor, no verso 4 ele reforça dizendo que o guarda de Israel nem um cochilo se quer tirará, pois está sempre (100%) em alerta. No verso 5 Davi diz: O Senhor é o seu protetor; como sombra que o protege, ele está à sua direita; ou seja o Seu protetor é a sua força, a sombra a nossa direita fala da força do nosso braço, Ele está sempre ao nosso lado. No verso 6: De dia o sol não o ferirá, nem a lua, de noite. Assim como o Senhor foi com Israel na peregrinação no deserto, que enviava a nuvem de dia para proteger do sol escaldante do deserto, e a coluna de fogo à noite para aquecer o seu povo das baixas temperaturas do deserto a noite.

Assim Deus nos protege das adversidades no deserto desta vida. Verso 7: O Senhor o protegerá de todo o mal, protegerá a sua vida; a proteção de Deus abrange 100% (protegerá de todo mal), o Senhor não se cansa, ele está sempre cuidando do seu povo (salmos 91). Verso 8: O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre.

O Senhor nos guarda em todo o tempo, devemos ter tal confiança no Senhor pois mesmo que não o vemos Ele está conosco, assim como Jesus disse em Mateus 28:20 Eis que Estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos. Que Deus abençoe a todos e que o Espírito Santo de Deus possa falar melhor em cada coração.

Oração: Senhor meu Deus, todo poderoso, no nome do seu filho amado Jesus Cristo venho te pedir que o Senhor visite a necessidade de cada leitor e inclusive a minha, o Senhor é o Deus que ordena a benção, em tuas mãos está todo poder, é o que eu te peço e te agradeço. Amém.

LEONARDO ELEUTÉRIO

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 23 de junho de 2015

SEJA COMO A FORMIGA

Assim corro também eu, não sem meta (sem um alvo definido); assim luto [como um boxeador], não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo [lido com ele de modo rígido, disciplino-o por meio das dificuldades] e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.1 Coríntios 9.26-27 

Paulo está dizendo aqui que, se quisermos vencer a corrida, devemos subjugar o corpo. A palavra corpo, aqui, se refere a todas, as paixões carnais. 

No versículo 27, Paulo está falando de autocontrole, abne­gação, moderação do apetite e mortificação da carne. Está dizendo que esmurra o próprio corpo. Ou seja, ele não cede aos "bufetes" (bufês), mas dá "bofetes" em si mesmo. 

A autodisciplina é a qualidade mais importante da nossa vida.
O que é autodisciplina? Implica em nos mantermos na direção correta sem que outros nos obriguem a fazê-lo. Implica, por exemplo, levantar cedo porque sabemos que devemos. 

Afinal, como alguém pode ser um líder se nem consegue se levantar da cama pela ma­nhã ?

Ou como poderemos liderar outros se não conseguimos manter limpa nossa própria casa? Preocupo-me ao ver, atualmente, tanta gente que almeja ocu­par posições importantes mas, não quer aceitar as responsabilida­des e os deveres inerentes a essas posições. 

Muitas pessoas passam a vida inteira frustradas porque nunca desenvolveram seu potencial. De fato, sem o desenvolvimento do potencial, os seus sonhos e visões jamais se tornarão realidade. 

É quase inacreditável o número de pessoas frustradas na igreja. 

Contudo, nos, cristãos, devemos ser os seres humanos mais realizados da face da Terra. Devemos ser a luz do mundo; cartas vivas que todos podem ler. Os descrentes deveriam olhar para nós e dizer: "assim que se deve viver a vida!".

Devemos viver de um modo que os outros sintam um anseio ao olhar para nós: o anseio de ter uma vida semelhante à nossa. 

O problema é que, de alguma forma, nos transmitiram a idéia errônea de que tudo nesta vida pode ser obtido com facilidade. 

Acostumamo-nos tanto com máquinas de lavar, secadoras e lavadoras de pra­tos que pensamos que basta apenas apertar um botão e, automáti­camente, obteremos aquilo de que precisamos. Mas até isso já estamos considerando trabalho pesado! 

Reclamamos de ter de fazer o "esforço" de pressionar um botão, ou ter de tirar a roupa da máquina de lavar antes de terminar de centrifugar para não amassá-la muito e facilitar o trabalho na hora de passá-la! 

Em Provérbios 6.7-8, lemos a respeito da formiga que, não tendo chefe, nem oficial, nem comandante, no estio prepara o seu pão, na sega ajunta o seu mantimento. 

Precisamos ser como a formiga: auto disciplinados e motivados, fazendo o que é certo porque é certo, e não porque alguém pode estar nos observando ou nos obrigando. 

Extraído do Livro A FORMAÇÃO DE UM LÍDER de autoria de Joyce Meyer 

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 22 de junho de 2015

POR QUE O EVANGELHO É A BOA NOVA DE DEUS AOS HOMENS?

Quando falamos de Jesus a alguém, estamos pregando o evangelho e, quando pregamos o evangelho, falamos de Jesus. Eles são inseparáveis. Eles se fundem um ao outro.

No grego, evangelho significa boas novas. Quando o anjo anunciou o nascimento de Jesus aos pastores, ele disse:“... eis aqui vos trago boa nova de grande alegria, que será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc. 2.10,11).

QUE BOA NOVA É ESSA?

É a boa nova de que, apesar do que você é, do que já fez e faz, Jesus o ama muito.

É a boa nova de que, por amor a mim e a você, Jesus veio a este mundo e tomou sobre si os meus pecados e também os seus.

É a boa nova de que, por amor a mim e a você, Ele morreu em nosso lugar, para nos salvar da condenação eterna no inferno.

É a boa nova de que, por amor a mim e a você, Cristo derramou o seu sangue para nos lavar de todo e qualquer pecado, por mais grave que ele seja aos olhos dos homens e aos nossos próprios.

É a boa nova de que, na cruz, através da sua morte e ressurreição, Ele derrotou o inferno, o diabo e a morte. Garantiu, assim, a salvação de todo aquele que, com fé, entrega a ele o coração e a vida. 

È a boa nova de que Jesus ressuscitou e está vivo, assentado à direita de Deus, intercedendo por mim e por você ao Pai.

É a boa nova de que, na plenitude dos tempos Ele voltará a sua igreja, levando-a para morar com Ele nos céus.

É a boa nova de que, em Jesus, o mais miserável, o mais vil pecador recebe o perdão, é salvo e transformado em nova criatura, em filho de Deus e co herdeiro com Cristo das bênçãos vindouras.

É a boa nova de que não há uma pessoa sobre a face da terra, nem mesmo os excluídos e marginalizados, que não seja objeto do amor de Deus.

Por isso ele ordena que preguemos esse evangelho em todos os cantos e confins da terra mesmo nos lugares mais remotos do planeta.

Todos devem saber que há um Ser todo poderoso, criador dos céus e da terra e de tudo quanto neles há, que os ama profundamente, não fazendo acepção de pessoas.

E a quantos o buscam, ele acolhe como parte da sua família, através do seu Filho que morreu por todos nós.

Por que o evangelho é a boa nova de Deus aos homens?
Porque o diabo tenta de todas as formas e meios cegar o entendimento dele?
Por que ele procura impedir que eles ouçam e preguem esse evangelho?
Porque ele usa a própria religião para confundi-los e enganá-los?
Por que ele procura impedir que ouçam e preguem esse evangelho?
Por que ele usa a própria religião para confundir e enganar as pessoas, seduzindo-as e atraindo-as para o mundo?

Esta é a resposta: o diabo sabe que a pregação do evangelho é uma arma poderosa contra ele e seu quartel general; sabe que o evangelho “É O PODER DE DEUS PARA A SALVAÇÃO DE TODO AQUELE QUE CRÊ” (Rm. 1.16) 

Transcrito (AD) Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 21 de junho de 2015

A CRUZ DO PASSADO, E A CRUZ DO PRESENTE

Silenciosamente e sem que se apercebesse, uma nova cruz apareceu nesses tempos modernos tomando conta dos círculos evangélicos. É muito parecida com a velha cruz, mas só na aparência, porque é diferente: A semelhança é superficial, e a diferença fundamental.

Dessa nova cruz apareceu uma nova filosofia de vida cristã e a partir dessa nova filosofia surgiu uma nova técnica evangélica, um novo tipo de culto e de pregações.

Esse novo evangelismo usa a mesma linguagem que o antigo, mas seu conteúdo já não é o mesmo e suas ênfases não são iguais ao velho evangelho.

A velha cruz não estava engajada com o mundo. Para a velha carne adâmica ela significava o fim de uma jornada. Carregava consigo a sentença imposta pela lei do Sinai.

A nova cruz não se opõe à raça humana, ao contrário, é uma amiga e, se bem compreendida tornou-se a fonte de bem-estar, de beleza e de inocentes prazeres mundanos. Ela permite que o Adão viva sem interferências.

As motivações de sua vida continuam a mesma; o homem não muda. Continua a viver para seu próprio prazer, com a diferença de que agora se deleita em cantar hinos e de ver filmes cristãos - os quais se tornaram substitutos das músicas do mundo e das bebidas. A tônica de sua vida continua o prazer - um prazer num nível mais elevado e intelectualizado.

A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística totalmente diferente. O novo evangelho não exige que a pessoa renuncie à vida de pecado para poder receber uma nova vida. Ele não aborda os contrastes, mas as similaridades. Faz questão de mostrar ao seu auditório que o cristianismo não faz exigências e demandas desconfortáveis, ao contrário, oferece o que o mundo dá, apenas num nível superior. Os glamoures do mundo são substituídos pelos glamoures da nova religião que é um produto bem melhor.

A nova cruz não sacrifica o pecador, apenas o redireciona. Ela o conduz por uma vida mais limpa e alegre e preserva sua auto-reputação.

Para o auto determinado diz: Venha e tome uma determinação por Cristo.
Ao egoísta proclama: Venha e se alegre no Senhor.
Para o aventureiro, diz: Venha e descubra a aventura da comunhão cristã.

A mensagem cristã segue a moda em voga para ser aceitável ao público. A filosofia por trás dessa cruz pode até ser sincera, mas a sinceridade não encobre sua falsidade. É falsa porque é cega. Perde de vista completamente o sentido da cruz.

A velha cruz é símbolo de morte. Está ali para dizer ao homem de forma violenta que sua vida chegou ao fim. No império romano quando alguém passava pelas estreitas ruas carregando uma cruz, já havia se despedido de todos os amigos. Não podia voltar atrás. Tinha de seguir até o fim. 

A cruz não permitia acordos, nada modificava e nada preservava. Ela matava o homem completamente e para seu bem. A cruz não fazia acordos com sua vítima; ela agia de maneira cruel e dura, e quando sua tarefa terminava, o velho homem deixava de existir. A raça adâmica está condenada a morrer. Não há comutação ou substituição da pena nem escape.

Deus não aprova nenhum dos frutos do pecado, por mais inocente ou belo que pareçam aos olhos do ser humano. Deus salva o homem liquidando-o completamente pra depois ressuscitá-lo a um novo estilo de vida.

A evangelização que traça paralelos amistosos entre os caminhos de Deus e do homem é falsa, anti bíblica e cruel para as almas dos ouvintes.

A fé de Cristo não anda paralela com o mundo; ela o intercepta. Ao nos achegarmos a Cristo não elevamos nossa velha vida a um plano maior; nós a deixamos na cruz.

O grão precisa ser enterrado e morrer, antes de ressurgir uma nova planta. Nós os que pregamos o evangelho devemos deixar de lado a idéia de que somos agentes do bom relacionamento de Cristo com o mundo. Não podemos alimentar a idéia de que fomos comissionados para tornar Cristo agradável aos grandes homens de negócios, à imprensa, à mídia, ao mundo dos esportes e da cultura.

Não somos diplomatas; somos profetas, e nossa mensagem não é uma aliança, um acordo, e sim um ultimato.

Deus oferece vida, mas não a improvisação da velha vida. A vida que ele oferece é vida que nasce da morte. É uma vida que se posiciona ao lado da cruz. Todos os que a querem têm de passar sob a vara. Precisam negar-se a si mesmo aceitando a justiça de Deus sobre sua vida.

O que dizer de uma pessoa condenada que encontra vida em Cristo Jesus? Como essa teologia pode ser aplicada à sua vida?

Simples: O homem tem que se arrepender e crer. Ele precisa deixar para trás seus pecados e depois sentir-se perdoado. Não pode encobrir coisa alguma, defender-se e escusar-se.

Preguemos sobre a velha cruz e conheceremos o velho poder.

Autor: A.W.Tozer

Por Litrazini

Graça e Paz