quinta-feira, 31 de março de 2016

IDEIAS (FALSAS) SOBRE A PALAVRA DE DEUS

A maneira como respondemos a uma mensagem depende de quem ela vem. Deixe-me dar um exemplo. Se um desconhecido viesse até mim na rua e dissesse: “Me empresta as chaves do seu carro rapidinho. Eu vou pegar um pouco de dinheiro do seu porta-luvas”, eu provavelmente olharia para ele como se ele fosse louco e iria embora. Mas, se minha esposa aparecesse e dissesse a mesma coisa, eu daria as chaves a ela sem pensar duas vezes. Nós ouvimos e respondemos de maneira diferente dependendo de quem está falando.

Vejamos agora mais uma situação. Se um dos meus bons amigos insistisse que eu preciso submeter-me à sua perfeita autoridade sobre minha vida inteira, provavelmente eu olharia para ele como se ele fosse louco e arrumaria novos amigos. E seria ótimo para mim responder dessa forma. Mas, e se o próprio Deus dissesse a mesma coisa?

2 Timóteo 3.16 diz: “Toda a Escritura é inspirada por Deus”.Esse não é o verso todo, mas essas palavras dizem o bastante para meditarmos pela vida inteira. O fato de que as palavras da Escritura são as palavras do próprio Deus é importante. Essas palavras, “Toda a Escritura é inspirada por Deus”, nos ajudam a combater algumas das mentiras sobre a Bíblia em que, às vezes, nós acreditamos. vamos examinar algumas delas.

PORQUE A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS, ELA NÃO É: OPINIÃO
Muitos de nós tratamos a Bíblia como um livro cheio de sugestões ou uma coletânea de dizeres sábios. Seria ótimo tratar a Bíblia desse jeito se ela fosse apenas um livro de citações editado por alguém. Nós poderíamos folhear e sublinhar as partes que gostamos. Mas, ela não é.

Deus tem autoridade sobre cada alma vivente e, quando Ele dá ordens, elas não são mera sugestões. Elas não são opiniões a que podemos escolher se subscrevemos ou não. Deus não tem “opiniões”. Ele é Deus. O que Ele pensa é verdade.

PORQUE A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS, ELA NÃO É: ANTIQUADA
Atualmente, muitas pessoas falam da Bíblia como um livro antigo com perspectivas antigas que precisamos superar. Para eles, ela é muitas vezes ofensiva e, em alguns casos, simplesmente imoral. Outros dizem: “ela é velha – tire o que puder dela, mas não a leve muito a sério”.

A verdade de Deus não expira. Deus não é um homem que é influenciado por algum contexto cultural. Deus é de eternidade a eternidade. A Bíblia é antiga e foi escrita em diferentes culturas, mas toda sua verdade é igualmente verdadeira hoje. Assim, nosso trabalho não é ignorar as partes que não “se adaptam a nós” ou que não batem com o que pensamos ser moral. Nossa tarefa é ler o que Deus disse, descobrir o que significa para nós, e submeter-nos a isso.

PORQUE A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS, ELA NÃO É: APENAS INFORMAÇÃO
Alguns de nós gostamos de teologia pelos motivos errados. Nós vamos até a Escritura para aprendermos coisas e nos sentirmos profundos. Quando você lê a Escritura, ela não é apenas um livro de história, apenas um livro de sabedoria ou apenas um livro de estórias. Ela contém essas coisas, mas não é apenas essas coisas. Quando você se encontra com a Palavra, você está diante de Deus. Jamais leia a Palavra de Deus sem ter essa realidade em primeiro plano. Deus está falando. Escute.

PORQUE A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS, ELA NÃO É: CHATA
Creio que essa é a perspectiva pecaminosa da qual provavelmente todos nós fomos culpados em algum momento. Nós não queremos ler a Bíblia porque ela não nos prende. Ela não segura sua atenção. Direi apenas uma coisa: Como ver Deus pode ser chato? Isso é evidência de nossas papilas gustativas pecaminosas. Isso mostra que temos gosto por todas as coisas erradas.

Vamos nos arrepender disso, confiar em Cristo e tirar proveito do privilégio de encontrar-se com Deus.

PORQUE A ESCRITURA É INSPIRADA POR DEUS, ELA NÃO É: FRACA
A Palavra de Deus é poderosa. Foi com Sua Palavra que Ele criou o Universo inteiro. Ele disse “Haja” e houve. Quando Jesus, Deus Filho, veio à Terra, os poderes de Sua Palavra manifestaram-se plenamente. Quando Ele falava, demônios acovardavam-se, ventos e ondas recuavam, doenças fugiam e mortos voltavam à vida. A Palavra de Deus é inimaginavelmente poderosa.

É pela Palavra de Deus que qualquer um de nós pode ser salvo. Deus usa Sua poderosa Palavra para entrar em corações mortos e dar-lhes olhos para ver Jesus, que foi ressuscitado dos mortos pela Palavra de Deus. E é por essa mesma Palavra que Deus continua a revelar-Se a nós.

O livro que permanece intocado em nossa estante é a Palavra do Deus todo-poderoso.  Ela é santa, sagrada, verdadeira e inimaginavelmente poderosa.

Quando é o próprio Deus falando, a maneira como escutamos deve mudar.

Autor: Trip Lee /Traduzido por Josaías Jr | iPródigo

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 30 de março de 2016

Sofrimento E Glória

A vida cristã é temperada com sofrimento, mas caminha para a glória. Cruzamos vales profundos, mas também subimos montes alcantilados. Vertemos lágrimas amargas, mas também experimentamos alegria indizível.

Em Romanos 8.18-27 Paulo fala sobre o problema do sofrimento e da dor. Ele contrasta o sofrimento presente com a glória futura. Paulo menciona três gemidos. Fala do gemido das duas criações: a antiga (a natureza) e a nova (a igreja). Elas sofrem juntas e juntas serão glorificadas no final. Vejamos esses três gemidos.

EM PRIMEIRO LUGAR, OS GEMIDOS DA CRIAÇÃO (Rm 8.18-22).
Quando Deus terminou a obra da criação, viu que tudo era muito bom. Mas hoje a criação está gemendo. Há sofrimento e morte. Há dor e gemidos. Há sofrimento (v. 18), vaidade (v. 20), escravidão (v. 21), corrupção (v. 21) e angústia (v. 22). Mas esse gemido da criação não é o gemido de alguém que está morrendo, mas é como o gemido de uma mulher que sofre as dores de parto.

Depois do gemido, vem a alegria. A criação geme aguardando a revelação dos filhos de Deus, a gloriosa segunda vinda de Cristo. Nós vamos participar da glória de Cristo e a natureza vai participar da nossa glória. Aqui pisamos uma estrada juncada de espinhos. Aqui, as pedras ferem nossos pés. Aqui a natureza sujeita ao pecado conspira contra nós. Aqui a dor fuzila nosso corpo e a angústia oprime a nossa alma. Aqui as lágrimas inundam nossos olhos e a tristeza entrincheira a nossa vida. Porém, em breve, essa mesma criação que geme, será restaurada e participará da glória dos filhos de Deus, quando Cristo vier em sua glória.

EM SEGUNDO LUGAR, OS GEMIDOS DA IGREJA (Rm 8.23-25).
Nós gememos por causa da fraqueza do nosso corpo e por causa da presença do pecado em nosso ser. Nós gememos porque embora já fomos libertos da condenação do pecado (na justificação), e estamos sendo libertos do poder do pecado (na santificação) ainda não fomos libertos da presença do pecado (na glorificação).

Nós gememos porque já experimentamos as primícias do Espírito e já sentimos o gosto da glória por vir. O Espírito em nós é mais do que uma garantia da glória, é antegozo dela. Nós gememos porque antevemos o gozo do céu e desejamos ardentemente ser revestidos de um corpo de glória e chegar logo em nossa Pátria, em nosso lar, o céu. Nós gememos, porque o melhor está ainda por vir. Nós gememos aguardando esse dia. Os gemidos da igreja também não são gemidos de desespero ou pavor, mas gemidos de expectativa. Aguardamos na ponta dos pés esse glorioso dia, quando Jesus virá com grande poder e glória para estarmos para sempre com ele.

EM TERCEIRO LUGAR, OS GEMIDOS DO ESPÍRITO SANTO (Rm 8.26,27).
Não apenas a criação e a igreja estão gemendo, mas também o Espírito Santo está gemendo. Isso significa que a despeito das nossas fraquezas, o Espírito Santo não nos escorraça. Ao contrário, nos assiste.

O Espírito Santo é o Deus que habita em nós e intercede por nós, em nós, ao Deus que está sobre nós. E intercede de três formas:

Primeiro, intensamente (v. 26). Ele intercede por nós "sobremaneira". O Espírito Santo emprega todos os seus atributos nessa oração intercessória.

Segundo, agonicamente (v. 26), ou seja, com gemidos inexprimíveis. Mesmo sendo Deus e conhecendo todas as línguas dos homens e dos anjos, não encontra sequer uma língua para articular a sua intensa e agônica oração, então geme.

Terceiro, eficazmente (v. 27), ou seja, ele intercede segundo a vontade de Deus. Toda a intercessão do Espírito Santo em nós, por nós, ao Deus que está sobre nós, está alinhada com a vontade de Deus. Ele não desperdiça sequer uma intercessão em nosso favor.

Por isso, temos a garantia de que mesmo cruzando aqui os vales mais escuros, estamos a caminho do céu, pois aqueles que foram salvos pela graça, desfrutarão da glória eterna!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 29 de março de 2016

VOCÊ PODE CONFIAR EM DEUS!

Confia, ó Israel, no Senhor; ele é teu auxílio e teu escudo. Casa de Arão, confia no Senhor; ele é teu auxílio e teu escudo. Vós, os que temeis ao Senhor, confiai no Senhor; ele é vosso auxílio e vosso escudo (Sl 115.9-11).

O ser humano, hoje, confia cada vez menos nas instituições, nos sistemas e no próprio homem. Isso tem acontecido porque muitos já passaram por experiências negativas ao depositar sua confiança em algo e não ser correspondidos. Talvez você também esteja vivendo um momento parecido, em que a desconfiança o dominou, e até mesmo em Deus você não consiga mais confiar. Mas quero afirmar e encorajá-lo como o salmista nos versículos acima: você pode confiar em Deus!

Confiar significa pendurar-se, depender totalmente, apoiar-se em alguém ou em alguma coisa. A palavra confiança tem como um de seus significados o sentimento de segurança na integridade, na força, na habilidade, na sinceridade e na competência de alguém. Essa definição me ajudou a visualizar que todas as vezes em que confio em alguém, na verdade, estou me apoiando em um dos agentes que compõem a confiança. São eles: poder, sabedoria e vontade. 

Deus, conhecendo o ser humano e sua fragilidade, aconselha-nos a não confiarmos nas riquezas, nos cargos e no homem. Mas por que não podemos confiar nas riquezas, nos cargos e no homem?

Lembre-se de que, quando falo em confiança, estou falando de depender totalmente ou de ter alguém como fonte de segurança.

Em Provérbios 11.28 está escrito que aquele que confia nas suas riquezas cairá. Muitas pessoas estão tristes e frustradas porque colocaram a sua confiança nas riquezas, as quais não têm sabedoria, poder e vontade. A riqueza só é riqueza porque o homem lhe agrega valor. Então não se apoie nela, pois ela não poderá corresponder a sua confiança.

No Salmo 146.3, lemos: Não confieis em príncipes. Os títulos, os cargos e as posições não corresponderão a nossa confiança, pois também não possuem sabedoria, poder e vontade, além de serem passageiros, temporários. Não pense que, ao alcançar um título, tudo se resolverá. 

A Palavra de Deus também nos exorta a não confiarmos no homem. Em Jeremias 17.5 consta o seguinte: maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor. Muitos entendem que a primeira parte do texto nos aconselha a não acreditar em ninguém, a não cultivar amizades, porque o homem não é confiável. Preciso então esclarecer que o verdadeiro sentido dessa passagem é que não podemos fazer do homem nossa fonte fundamental de segurança. Não podemos colocá-lo no lugar de Deus. 

O único que deve cumprir esse papel em nossa vida, em quem podemos nos agarrar e do qual devemos depender totalmente, é o Senhor. Por isso, afirmo: você pode confiar em Deus! A sabedoria dele é ilimitada, infinita e perfeita. Seu poder é supremo, irresistível, total e eterno, e Sua vontade é sempre boa, agradável e perfeita.

Jamais se esqueça de que, se você confia em Deus, a sabedoria, o poder e a vontade dele estão a seu favor. Confie nele, pois é seu auxílio e seu escudo!

Dra . Elizete Malafaia

Por Litrazini
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Graça e Paz

segunda-feira, 28 de março de 2016

O BASTANTE E O SUFICIENTE

Abraão e Moisés são objetos de revelação de duas questões opostas e complementares que assolam todos aqueles que desejam a intimidade com Deus

Deus chama Abraão para que deixe sua terra e sua parentela para seguir a uma terra de prosperidade e abundância onde se estabeleceria como pai de uma grande nação. Apesar de Sara, sua mulher, ser estéril, Deus promete a Abraão que sua descendência seria tão numerosa quanto as estrelas do céu. Passados 25 anos a promessa se cumpre no nascimento de Isaque, que Sara e Abraão tomam nos braços como razão de ser de sua existência e semente de um futuro de prosperidade sem fim.

O happy end entra em colapso quando Deus pede que Abraão ofereça seu filho, seu único filho Isaque, em sacrifício. Matar o filho significaria perder a razão de existir e arrancar a semente do futuro antes mesmo que ela brotasse. Não haveria mais uma grande nação, e a primeira das estrelas sem conta seria apagada deixando o céu vazio de luz e a alma de Abraão na mais densa escuridão. Mas Abraão obedece em silêncio. Simplesmente levanta o cutelo sobre a garganta de seu filho Isaque para imolá-lo em oferta a Deus, conforme havia sido solicitado.

No momento último do ato sacrificial Abraão é interrompido por um anjo que lhe ordena poupar a vida de seu filho: a disposição ao sacrifício valera tanto quanto o sacrifício em si. Abraão e seu filho Isaque voltam para casa e deixam para trás o Monte Moriá que passa para a história como o altar de um sacrifício que, embora jamais consumado, catapultou Abraão do status de um homem temente a Deus ao panteão de pai da fé, abençoando assim todas as famílias da terra.

Deus chama Moisés para que saia de sua terra e de sua parentela para libertar e conduzir o povo, descência de Abraão, à terra prometida. Moisés reluta, mas é convencido por Deus a aceitar a empreitada. A história segue uma trama jamais imaginada nem mesmo pelo mais criativo dos roteiristas: enfrentamento de Faraó, dez pragas sobre o Egito, abertura do Mar Vermelho para que o povo escravo siga a pés enxutos rumo à liberdade e ao futuro prometido por Deus. Naquela madrugada de saída do Egito, o sonho sonhado todas as noites durante pelo menos cinco séculos se tornava realidade. Moisés à frente e seu povo atrás. Deus sobre todos.

No deserto, meio caminho da terra prometida, Deus, que falava com Moisés face a face, como quem fala a um amigo, desabafa sua irritação para com o povo e desiste de seguir viagem. Garante a Moisés que a escolta de um anjo responsável por oferecer direção, proteção, e provisão. Deus garante o êxito do projeto, mas nega sua companhia. Ou o Senhor vai conosco, ou ninguém arreda o pé daqui, diz Moisés para Deus num ato de justificado atrevimento. Deus então se compromete a acompanhar Moisés e o povo à terra da promessa, Canaã, terra de leite e mel.

Abraão e Moisés são objetos de revelação de duas questões opostas e complementares que assolam todos aqueles que desejam a intimidade com Deus. Ao pedir a Abraão que sacrifique Isaque, Deus está perguntando: quero saber se você é capaz de viver comigo e mais nada. Ao negar a Moisés sua companhia, mas garantir que nada mais lhe faltaria, Deus está perguntando: quero saber se você é capaz de viver com tudo, menos eu.

As duas respostas, de Abraão e Moisés, revelam que se é verdade que Deus e mais nada é suficiente, não é menos verdadeiro que tudo, sem Deus, não é o bastante.

ED RENÉ KIVITZ

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 27 de março de 2016

O PODER DO NOME DE JESUS

Quando usamos o nome de Jesus sobre a revelação da Palavra de Deus, o poder de Deus atende à nossa ordem, tal como atendia às ordens de Jesus.

Usar o nome de Jesus é agir como seu procurador. O poder e a autoridade que estão atrás do nome de Jesus são o poder e a autoridade que o próprio Deus possui. Jesus declarou que havia recebido todo o poder: “E chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É me dado todo o poder no céu e na terra (Mt.28.18).

HÁ PODER NO NOME DE JESUS CRISTO.
Em Fp.2.9,10: “Deus... deu-lhe um nome que é sobre todo o nome; para que no nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus (anjos), e na terra (homens), e debaixo da terra (demônios)”.

Os seres de três mundos devem dobrar o joelho ao nome de Jesus. Esse nome exerce controle absoluto sobre Satanás e todo o seu reino, que a Ele se submetem e obedecem.

Há diversas referências bíblicas que ressaltam quão importante é o nome de Jesus.

Marcos citou Jesus ao dizer que expelimos demônios em nome de Jesus (Mc.16.17). E também citou o Senhor ao dizer: Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei (João 14.14).

Quando Jesus nos convida para usarmos o seu nome, Ele transfere para nós a autoridade divina.

Trata-se de uma arma incrível; mas precisamos usar de cautela. Precisamos saber também que o nome de Jesus não é um talismã nem um nome mágico.

No capítulo dezenove do livro de Atos lemos a respeito dos sete filhos de Ceva, que tentaram expulsar um demônio em nome de Jesus, e descobriram que o demônio já sabia que eles eram falsos, então o demônio os desmascarou. O homem endemoninhado espancou todos os sete, deixou-os nus e os expulsou de casa.

Ninguém tem a autoridade de Jesus, a menos que Jesus seja, verdadeiramente, o seu Senhor.

O nome de Jesus é uma poderosa arma de guerra espiritual, e esse nome exerce uma tremenda autoridade. Mas somente se usarmos o seu nome de acordo com a sua vontade.

Somente quem tem Jesus em sua própria vida é que tem autoridade espiritual para enfrentar os demônios.

Portanto, qualquer pessoa convertida a Jesus Cristo, QUE TENHA FÉ NO PODER DO SEU NOME, tem condições de livrar uma pessoa do domínio de um espírito mau.

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 26 de março de 2016

COMO ESCAPAR DAS ASTUTAS CILADAS DO DIABO?

Principalmente nos meios pentecostais, costuma-se falar muito das ações malignas do diabo, enfatizando seu poder destruidor. No entanto, ouvimos pouco sobre como vencer as armadilhas do inimigo de nossa alma.

Apesar de ser sagaz e inteligente, o inimigo tem certo padrão de comportamento; é repetitivo em suas estratégias e ações; o que nos permite identificar sua atuação e tomar algumas precauções, como vigiar e orar a Deus, para que, revestidos do poder de Cristo e do discernimento e sabedoria do Espírito Santo, escapemos das astutas ciladas do diabo.

Satanás é um ser espiritual, que não tem necessidade de alimentar-se, dormir e descansar para repor suas energias; logo, não se cansa de trabalhar contra nós, pois odeia tudo quanto Deus criou. Mas o diabo não ataca de qualquer jeito; ele costuma esperar a hora em que estamos mais debilitados espiritual, emocional e fisicamente para nos dar uma rasteira. Ele é estratégico e usa o que tem de mais eficaz para atacar o homem: tentar-nos com os desejos da carne, a cobiça dos olhos e a soberba da vida (1 João 2.16).

O diabo é um expert em mentir, iludir, enganar. É por meio da mentira que se estabelece, e sua finalidade é destruir e matar (João 10.10), deturpando a imagem de Deus no homem e levando este à morte eterna, ao juízo que está preparado para o inimigo de Deus e seus anjos rebeldes.

Entretanto, pelo sangue de Jesus, derramado a nosso favor na cruz do Calvário, o diabo foi derrotado. Mas, para que eu e você tomemos posse dessa vitória, que nos assegurou vitória sobre a nossa carne, o diabo e o mundo, precisamos primeiro entregar a nossa vida a Cristo, recebendo-o como nosso Salvador e Senhor e tornando-nos templos do Espírito Santo. Não basta conhecermos o suficiente sobre espíritos malignos e como eles operam para termos vitória sobre eles. Se não formos obedientes ao Senhor, não conseguiremos vencer as investidas do inimigo, por menores que sejam.

Também precisamos fugir dos desejos da nossa natureza carnal, resistindo à soberba da vida e à cobiça dos olhos, e encher-nos do Espírito Santo, pois é a presença deste em nosso coração que nos torna santos e gera em nós o Seu fruto (Gálatas 5.22). Satanás conhece aquele que está cheio do Espírito Santo, revestido da unção de Deus. Destes, o inimigo mantém distância, pois reconhece e teme o poder de Deus que está sobre aquela pessoa.

Além disso, há outras armas disponíveis para nós nesta luta contra o diabo: a verdade, a justiça, a salvação, o evangelho da paz, a oração, o jejum e a Palavra de Deus, a espada de dois gumes usada por Cristo e pelos cristãos para derrotar Satanás (Mateus 4). Siga, então, o exemplo de Cristo! Não deixe de jejuar, vigiar, orar, obedecer ao Senhor e encher-se do Espírito Santo. Fortaleça- se em Deus e na força de Seu poder, para que possa vencer as astutas ciladas do inimigo!

SUGESTÕES DE LEITURA:
Efésios 6.10-18; o livro Guerra espiritual, de Silas Malafaia e a Bíblia de Estudo Batalha Espiritual e Vitória Financeira, comentada por Morris Cerullo.

Pr Silas Malafaia

Por Litrazini
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Graça e Paz

sexta-feira, 25 de março de 2016

UM ALERTA DE DEUS AO SEU POVO

É Deus quem está falando e falando desde os céus. Salomão está consagrando o templo de Jerusalém, quando escuta este alerta de Deus: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2Cr.7.14)

DESTACAMOS, AQUI, ALGUMAS IMPORTANTES LIÇÕES:

1. O POVO DE DEUS PRECISA SE HUMILHAR.
A restauração que vem de Deus e emana dos céus começa quando o povo de Deus se humilha. O mundo é impactado e os corações são alcançados quando o povo de Deus se prostra e se humilha sob a mão do Altíssimo.

Antes da igreja chamar o mundo ao arrependimento, ela precisa se humilhar diante de Deus. O juízo começa pela Casa de Deus.

A igreja só pode levantar-se diante dos homens quando primeiro se prostra diante de Deus. Nada pode ser mais contraditório que um crente soberbo.

A soberba é a porta de entrada da ruína. Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

2. O POVO DE DEUS PRECISA BUSCAR A DEUS EM ORAÇÃO.
Quando o homem reconhece sua fraqueza ele confessa a onipotência divina. Só quando nos humilhamos diante de Deus é que aprendemos a verdadeira essência da oração. É o reconhecimento da nossa fragilidade que nos impulsiona a orar.

Aqueles que se humilham diante Deus, também o buscam de todo o coração. Aqueles que choram pelos seus pecados, também oram com fervor.

A restauração divina vem dos céus sobre uma igreja que ora.

A oração abre o caminho da cura, pavimenta a estrada do avivamento e abre as comportas da restauração.

Os avivamentos sempre foram precedidos por oração. Mas, que tipo de oração?

Não uma oração centrada no homem. Oração não é prioritariamente buscar as bênçãos de Deus, é buscar o Deus das bênçãos.

Orar é deleitar-se em Deus por quem ele é mais do que buscá-lo pelo que ele dá.

O alvo principal da oração é comunhão com Deus. É deleite em Deus. Orar é intimidade com Deus.

É na presença de Deus que existe plenitude de alegria e só na sua destra há delícias perpetuamente.

3. O POVO DE DEUS PRECISA SE CONVERTER DOS SEUS MAUS CAMINHOS.
Não poucas vezes o povo de Deus envereda-se por atalhos perigosos, por descaminhos escabrosos e desvia-se das veredas da justiça. Quando aqueles que conhecem a Deus desviam-se da verdade, caem na iniquidade, e praticam os mesmos pecados daqueles que não o conhecem, tornam-se pedra de tropeço, embaraço para os incrédulos e motivo de escândalo no mundo.

A igreja de Deus é convocada pelo próprio Deus a voltar suas costas para o pecado e converter-se dos seus maus caminhos. Como resultado do arrependimento da igreja, Deus promete ouvir seu clamor e sarar a sua terra.

A santidade é o segredo da vitória na oração e a vitória na oração é o segredo do avivamento e, o avivamento traz restauração para a igreja e salvação para o mundo.

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
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Graça e Paz

quinta-feira, 24 de março de 2016

AMOR E PERDÃO, A CURA PARA O RESSENTIMENTO

Na antiguidade, alguns médicos já relacionavam sentimentos com doenças. Cláudio Galeno (129 d.C.) afirmou: “Nos recônditos da alma estão a causa da grande maioria das enfermidades”.

William Shakespeare (1564-1616) disse: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”. 

Pessoas ressentidas adoecem com mais facilidade.

Charles Swindoll, diz “o ressentimento é como uma corrente que nos aprisiona a um fato ou a uma pessoa”. E o pior é que nós mesmos nos aprisionamos. Nós é que sofremos e perdemos a alegria dos relacionamentos e da vida. As pessoas podem até ser atingidas por nosso ressentimento, mas o maior afetado é aquele que se ressente.

O ressentimento pode ser curado pelo amor e pelo perdão. Onde o amor reina, não existe ressentimento, pois o amor não guarda ressentimento. Em 1 Coríntios 13:5, lemos claramente: “o amor não se ressente do mal.” O verbo ressentir (gr. logizomai), significa ‘contar, registrar, ou pesar duas vezes.”

A mesma palavra é usada em 2 Coríntios 5:19; “...a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação”. (Rm.4:8; 2 Tm.4:16).

Infelizmente, algumas pessoas contam dezenas, centenas ou milhares de vezes uma tristeza ou decepção e, em função disso, não conseguem se libertar desse sentimento.

Jesus disse que devemos amar o próximo e até os inimigos (Mateus 5.44; 22.39). Ele orou na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lucas 23.34), Essa foi a maior demonstração de como podemos curar os ressentimentos e reconstruir os relacionamentos abalados.

Certamente você já foi ofendido por alguém e tem dificuldades de perdoar. Perdoe, ame aquele que te decepcionou, ame aquele que te feriu!

Amando e perdoando conseguiremos nos livrar dos ressentimentos e seremos crentes saudáveis. Hebreus nos adverte: “...nem haja (em vós) alguma raiz de amargura (ressentimento) que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”. 

Hebreus 12:15. Antes, “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”.

Perdoar, não é uma questão de sentimento, mas de obediência.

Autor: Pr. Márcio Rodrigues de Almeida

Por Litrazini
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Graça e Paz

quarta-feira, 23 de março de 2016

JESUS CRISTO, NOSSO CORDEIRO PASCAL

“Porque isto é o meu sangue, que é derramado em favor de muitos para o perdão dos pecados, o sangue que garante a aliança feita por Deus com o seu povo” (Mt 26.28, NTLH).

 A Páscoa, comemorada pelos judeus, significa passagem. É realizada com o objetivo de fazer o povo recordar a libertação da escravidão egípcia e também a libertação da escravidão do pecado.

Na antiga Páscoa judaica, antes da Festa dos Pães Asmos, as famílias removiam de sua casa todo o fermento ou os alimentos e bebidas fermentados. De acordo com o ensino bíblico, o fermento e tudo o que era preparado com ele simbolizavam o pecado.

Hoje, nossa Páscoa é representada pela Ceia do Senhor, uma das principais ordenanças da Igreja. Nessa festa, celebramos a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, pois o cordeiro que era sacrificado na festa da Páscoa dos judeus apontava para o sacrifício de Cristo, o único Cordeiro que tira o pecado do mundo.

Cristo é a nossa Páscoa, aquele que nos propiciou a passagem da morte — vida de pecado, engano, mentira, inveja, orgulho, miséria, rivalidade, ressentimento, ódio, maldade e escravidão — para a vida. Por meio de Sua ressureição, Ele nos garantiu o direito à vida eterna e plena.

Quando o aceitamos, reconhecemos a importância e o significado de Seu sacrifício na cruz do Calvário e o confessamos como nosso Senhor, tornando-nos novas criaturas. Ele é o nosso caminho, a nossa Páscoa. Deus, por intermédio de Seu Filho, livrou-nos do domínio da morte e do pecado e concedeu-nos uma vida plena e saudável. Como Jesus mesmo disse: Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância (Jo 10.10b).

Quando participamos da Ceia do Senhor, proclamamos ao mundo nossa fé no sacrifício expiatório de Cristo e em Sua segunda vinda. É o momento em que reconhecemos o quanto éramos e estávamos escravizados pelo pecado e pelo mundo, assim como o quanto necessitávamos de um Salvador, Jesus Cristo.

Pelo grandioso ato de amor de morrer por nós, Jesus se fez maldição em nosso lugar, presenteando-nos com a vida eterna e com o fortalecimento de nossa fé. A Sua oferta nos permitiu uma vida na qual o triunfo, o amor, a criatividade, a fecundidade e a crença na ressurreição eterna nos possibilitem viver a ressurreição do amor, da graça, da paz, da unção, da unidade, da alegria, da esperança, da comunhão e da fé em nossos relacionamentos.

Que você sempre comemore com sua família e em sua igreja essa ordenança tão especial e importante para nossa vida espiritual e física, pois, quando participamos da Ceia do Senhor, somos purificados e curados no corpo, na alma e no espírito.

Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 22 de março de 2016

O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO É SINÔNIMO DE SALVAÇÃO?

Não, o batismo com o Espírito Santo não é para qualquer um. O ímpio, por exemplo, não receberá esse batismo, o cristão nominal, o desinteressado e o que, por algum motivo, não crê nisso também não serão batizados com fogo e revestidos de poder do alto.

Contudo, o cristão que crê nesse tipo de batismo, deseja ser batizado e mostra-se disposto a buscá-lo pela oração e consagração a Deus, poderá ser batizado pelo Senhor.

Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Por que Ele não batizaria um filho Seu fiel, digno e desejoso de receber o batismo com o Espírito Santo? Por que alguém não receberia o revestimento do Espírito se já recebeu o Espírito Santo quando creu e confessou Jesus como seu Salvador e Senhor? Se Deus nos deu Jesus como prova do Seu amor, é certo que nos dará com Ele todas as demais coisas.

O batismo com o Espírito Santo é uma promessa para todo aquele que crê e que faz parte da Igreja. É um revestimento de poder, que visa capacitar o cristão a testemunhar sobre Cristo e realizar a obra de Deus no poder e na virtude do Espírito (Atos 1.8). Mas para receber este batismo é preciso crer e buscar, como fizeram os primeiros cristãos, que permaneceram em oração (Atos 2.1-4), aguardando o cumprimento da promessa de Jesus em Atos 1.4,5.

João Batista havia dito a seus discípulos: E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo. Mateus 3.11

Logo após ser batizado com o Espírito, o apóstolo Pedro lembrou aos judeus, reunidos em Jerusalém para o Pentecostes, que aquela manifestação que presenciavam (os cristãos falando em línguas estranhas) era o cumprimento da promessa de Deus em Joel 2.28-32.

O batismo com o Espírito Santo é um importante fator para aquele que deseja ter bom êxito em seu ministério cristão; daí a preocupação de Paulo em saber se todos os discípulos de Jesus haviam recebido tal revestimento de poder. É isto o que vemos em Atos 19.1-6.

EM SUMA, QUEM PODE RECEBER O BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO?
Todo cristão em comunhão com Deus e com a Igreja; e não apenas alguns santos. É para todo aquele que crer e buscar tal batismo com determinação.

SUGESTÕES DE LEITURA:
Atos 2.38,39
Livro A importância de ser cheio do Espírito Santo, de Silas Malafaia

Pr Silas Malafaia

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

segunda-feira, 21 de março de 2016

UNÇÃO SEGUNDO A BÍBLIA

A unção (com azeite) é um dos mais antigos costumes israelitas. Trata-se, provavelmente, da herança de culturas anteriores à hebraica, pois encontramos Jacó ungindo uma pedra, quando, fugindo de seu irmão Esaú, que buscava matá-lo, sonhou com uma escada através da qual subiam e desciam anjos, e Deus lhe fez promessas. Jacó ungiu a pedra que usara como travesseiro, consagrando-a Deus, em sinal de gratidão (Gn. 28.18 e 31.13).

Reis e sacerdotes eram ungidos a fim de serem separados para o exercício de seus cargos, significando que os exerciam em completa submissão a Deus (Êx. 40.13-15; Jz. 9.8 e 1Sm. 9.16).

Os profetas eram ungidos por Deus, e evidentemente neste caso não entrava o azeite propriamente dito, mas sim o Espírito Santo, que sobre eles era derramado, como azeite (Is. 61.1).

Aí estão dois tipos de unção: a que dedica algo ao Senhor, e a que separa alguém para seu serviço. Havia uma terceira modalidade, para fins de embelezamento ou cura. Neste caso, ao azeite de oliveira eram adicionadas substâncias aromáticas, como aloés, mirra, nardo, ou medicinais, que lhe acrescentavam o perfume ou as propriedades dessas substâncias (Rt. 3.3).

Esta unção era usada em sinal de cortesia para com visitantes e sobre os mortos, para proporcionar a conservação do corpo do ente querido. Encontramos este tipo de unção no Novo Testamento, quando a pecadora ungiu Jesus na casa de Simão, o fariseu (Lc. 7.38), quando as mulheres foram ungir o corpo de Jesus e já não o encontraram no sepulcro (Mc. 16.1) e em Tiago 5.14-15, onde se recomenda a unção sobre enfermos, para cura, em complemento à oração da fé.

Na primeira epístola aos Coríntios, Paulo se refere à unção como símbolo do batismo no Espírito Santo: “Mas o que nos confirma convosco em Cristo, e o que nos ungiu, é Deus, o qual também nos selou e deu o penhor do Espírito em nossos corações” (1Co. 1.21-22). Isto significa que agora o derramamento do Espírito se faz em plenitude e sobre todos que o desejarem e buscarem, e não mais sob medida, como na velha dispensação da Lei.

No termo hebraico Messias, que literalmente significa Ungido, traduzido para o grego como Cristo, veio a significar a sucessão da linhagem de Davi, sendo Jesus o mais digno deles (SI. 132.10).

A unção separa o ungido para exercer o seu ofício sagrado.Ao mesmo tempo o “óleo da alegria” se reserva àqueles que cumprem bem a sua missão (Hb. 1.9).

Em Amós 6.6 encontramos um caso em que a unção pode ter significado negativo, quando o profeta se refere aos que, a despeito dela, praticam atos de vaidade e injustiça.

Em tipologia bíblica, a unção aponta para a presença do Espírito Santo na Igreja, ministrando a ela os dons espirituais (1Jo 2.20-27). Eis aí, portanto, a obra do perfumista, do qual fluem todos os dons e graças.

Que ele possa nos ungir para o exercício deste sacerdócio.

Pr. Paulo Ferreira

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 20 de março de 2016

DEUS DÁ A ARCA, MAS AJUDA A CARREGAR O PESO

O Eterno tem condição de aliviar uma carga que Ele mesmo Lhe pede para carregar!

Tendo Deus ajudado os levitas que levavam a arca da Aliança do SENHOR…(1Cr.15.26)

A primeira tentativa de carregar a Arca da Aliança não foi motivo de celebração !

Os levitas carregaram a Arca de forma inadequada, quebrando principios pelos quais foi dado aos portadores a ordem de carregá-la nos ombros e a cada 7 passos, teria que sacrificar um animal pro Eterno.

Em vez disso, colocaram a Arca (que transportava a presença de Deus) sobre uma carreta puxada por bois…

E Deus matou uza !

A segunda tentativa foi sucesso!

Mas veja o que aconteceu …

Tendo Deus ajudado os levitas que levavam a arca da Aliança do SENHOR… (1Cr.15.26)

O sacerdote obedeceu estritamente a direção divina sem questionar se a Arca pesaria de mais ! Ali…Deus interveio e AJUDOU a carregar a própria Arca onde Ele mesmo estava presente!

Cada vez que tentamos fazer a obra de Deus relaxadamente ou de forma onde criamos “atalhos” ou “carretas” para obter um resultado imediato e muito menos custoso, terminamos frustrados !

O que poderiam ter pensado os Levitas na primeira tentativa ?

”Vamos carregar a Arca sem esforço! Afinal de contas, o Eterno conhece o quanto estou cansado e amanha, tenho que trabalhar cedo na entrada do templo… E mais..o resultado será o mesmo..o importante, é que chegue ao lugar!”

Escuta bem o que vou lhe dizer: Todo ALVO ou METAS que o Eterno Lhe mostrou não é o fim em si. Deus acompanhará detalhadamente o cumprimento da sua missão, a forma e meio como essa VISÃO se desenvolverá e será alcançada.

Lhe dou um exemplo :
A Record e o seu conteudo foi comprado com dinheiro de dizimistas! Eis aqui uma gigantesca “carreta” fabricada por homens para transportar (ao ponto de vista do líder) a “Presença de Deus” mais uma meia dúzia de porcos!

Não é porque a Arca é transportada que o Eterno se agrada! O meio de transporte e a trajetória onde a Arca passará é um processo que o Eterno acompanhará com muito detalhes.

Para alegrar seu coração, a palavra de Deus afirma que o Eterno ajudará (aos que decidem fazer a coisa certa) a carregar todo peso, toda pressão, toda perseguição, toda tentação que ocurrerá durante o transporte da sua presença de um lugar pro outro!

Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.. (Mt.11.28)

O Eterno tem condição de aliviar uma carga que Ele mesmo Lhe pede carregar!

Esse alívio é a famosa GRAÇA que só é derramada para os que se decidem carregar a presença de Deus do jeito de Deus.

Pr Chris Duran.

Por Litrazini


Graça e Paz

sábado, 19 de março de 2016

VOCÊ NÃO É ESCRAVO, VOCÊ É LIVRE!

“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra…” Êxodo 20.1-12

Depois que temos filhos, enxergamos a vida de outra maneira. Não adianta querer entender isso se você não tiver filhos.

O filho é um alvo tão importante do amor que o próprio Deus permitirá que entre nos céus, somente as pessoas que amarem Seu Filho – Jesus Cristo. Se você não amar o filho de Deus, não entrará no céu.

Pense: nós imerecedores do amor de Deus, o recebemos através do sacrifício de Cristo em nosso lugar.

A sua alegria, a sua salvação é a vontade de Deus, o Senhor deseja que todos sejam salvos. Jesus foi enviado para salvar a todos. (João 3.16.)

A Palavra de Deus diz que há mais de 2.000 anos, os hebreus estavam tristes, sofrendo, vivendo miseravelmente, não possuíam propriedades, não tinham nada de bom, eram escravos.

Escravos não sonham, não existem feriados para o escravo, o escravo não tem alegria, para ele tanto faz ser segunda-feira ou domingo e diante de toda aquela escravidão, Deus olhou para os seus filhos, para o seu povo, os viu destruídos e determinou libertá-los.

Após a saída do Egito, rumo à Canaã, o Senhor envia 10 mandamentos para que seus filhos cumprissem e fossem bem-sucedidos.

1º) NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM
É muito fácil ter outros deuses. No Egito havia deuses para tudo. Existem pessoas que adoram o namorado, o marido, a si mesmas, os filhos, etc… Um deus não é apenas uma imagem de escultura. Quem sabe seu filho é o seu deus, quem sabe você só pensa nele?

2º) NÃO FARÁS PARA TI IMAGENS DE ESCULTURA
Prestar culto, adoração, a qualquer pessoa, ou coisa constitui-se em ofensa para o Senhor, a prática de adorar objetos, estátuas, era e continua sendo comum para o homem. Deus abomina a idolatria sendo ela a uma pessoa, a um objeto, ou a uma estátua…

3º) NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR TEU DEUS EM VÃO
Ou seja; não diga que Deus aprovou o que Ele não aprovou. Não coloque o nome de Deus onde Ele não autorizou. Não diga o que o Senhor aprovou o que é contrário a Sua Palavra.
É crime usar a carteira de motorista de alguém… é crime usar o nome de Deus no que Ele não aprovou. As leis de Deus são para preservar a família.

4º) LEMBRA-TE DO SÁBADO
A palavra sábado significa descanso, paz. Não somos ‘máquina’, precisamos descansar. Um dos maiores privilégios do homem é poder descansar. Há pessoas que comem mal, e nunca tiram um tempo para o lazer… Se você não quiser ficar louco (a), descanse!

5º) HONRA TEU PAI E TUA MÃE
Esse é um desafio. Há pais que não são fáceis. Muitas pessoas não são felizes porque não honram seus pais, são péssimos filhos. Não reconhecem seus pais como autoridade, não os honram, não os respeitam. Demonstre amor aos seus pais, honre-os, esse é o único mandamento com promessa.

6º) NÃO MATARÁS
O único ser que mata por esporte, por divertimento é o ser humano. Deus não quer isso. Há pessoas que já se levantam pensando em matar. O Senhor não queria que Seu povo fosse conhecido como assassino.

7º) NÃO ADULTERARÁS
Não precisamos ter dinheiro, precisamos ter moral. Se você adulterou, clame o sangue de Jesus.

8º) NÃO FURTARÁS
Não roube, não pegue algo que não é seu. Isso é muito feio, veja o escândalo da Petrobras, a maior empresa brasileira, uma das vinte maiores do mundo.

9º) NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO
Conte para os outros que o Jesus fez na sua vida. Não se venda, não seja propagador de coisas ruins. Se Deus for o Seu Senhor você terá muitos testemunhos para contar.

10º) NÃO COBIÇARÁS A CASA, A MULHER, O SERVO, O BOI, O JUMENTO, NEM COISA ALGUMA DO TEU PRÓXIMO.
Deus tem prosperidade para nos dar. Não precisamos daquilo que é dos outros, mas, do que o Senhor nos dá.

Pr. Jorge Linhares

Por Litrazini


Graça e Paz