sábado, 30 de abril de 2016

LEIA ROMANOS E APRENDA COM PAULO A MENSAGEM DE JESUS

“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.” Romanos 5:18

Paulo não conheceu a Jesus pessoalmente como os doze apóstolos, não teve o privilégio que Pedro teve de andar fisicamente lado a lado com o maior líder que o mundo já conheceu. Mas uma coisa fica muito clara quando lemos Romanos: Ninguém compreendeu o evangelho de Jesus Cristo, sua vida, morte, ressureição e missão como este homem que somente teve uma breve visão de Jesus a caminho de Damasco.

Por um tempo perseguiu a igreja de Cristo (ao que ele chamava de seita), consentindo até mesmo com a morte de alguns fiéis, e cuidava estar fazendo estas barbaridades em nome de Deus.

Na verdade ele acreditava estár sendo fiel a Deus, pois cumpria as ordens dos sacerdotes.

Mas bastou um único encontro com Jesus, no caminho para Damasco onde Paulo planejava mais um ataque contra o povo de Deus, para que este homem de coração duro para com Jesus se tornasse o maior missionário da palavra de Cristo.

Somente uma inteligência dada pela graça do Espirito Santo pode explicar um entendimento tão profundo sobre o evangelho de Jesus.

Acredito que nem João e Pedro, que eram os discípulos mais chegados, foram iluminados com tamanha compreensão dos passos e dos ensinamentos do filho de Deus.

Somente Paulo compreendeu o evangelho da graça. Somente Paulo que nunca viu a Cristo como homem soube expressar com tamanha clareza a mensagem que Jesus veio nos entregar na curta passagem pelo nosso planeta. “Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!” Romanos 8:39

O amor de Paulo a Jesus era tamanho, que nada o separou da sua missão. Paulo viveu e morreu para Jesus. Cumpriu seu ministério e fundou muitas igrejas levando a palavra de Cristo a toda criatura. Era incansável, e sentia-se devedor aos homens que precisam da salvação e a Deus o seu criador.

Por isso aconselho a todos, após ler os evangelhos, que leiam também as cartas de Paulo para compreender verdadeiramente o evangelho de Jesus Cristo.

Josélio Sousa Silva

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 29 de abril de 2016

PENETRADO PELA PALAVRA DE DEUS

“Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:12)

O termo “palavra de Deus” pode significar uma palavra dita por Deus que não tenha saído da boca de uma pessoa. Mas no Novo Testamento, geralmente, significa uma palavra ou uma mensagem que uma pessoa fale em nome de Deus. Por exemplo, Hebreus 13:7 diz, “Lembrem-se dos seus líderes, que lhes falaram a palavra de Deus. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé”. Portanto a “palavra de Deus” em Hebreus 4:12 provavelmente se refere à verdade de Deus revelada na Escritura que as pessoas falam umas para as outras com a confiança no auxílio de Deus para que elas a entendam e a apliquem.

“VIVA E EFICAZ”. A palavra de Deus não é uma palavra morta ou ineficaz. Ela possui vida. E por ter vida nela mesma, ela produz efeitos. Há algo sobre a Verdade, conforme Deus a revelou, que a conecta com Deus como sendo a fonte de toda vida e poder. Ele toma partido de Sua palavra. Ele honra a Sua palavra com Sua presença e poder.

Se você quer que seu ensinamento ou testemunho tenha poder e produza efeitos, fique próximo à palavra revelada de Deus. Mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas. O que essa palavra viva e eficaz faz? Ela penetra. Com que propósito? Para dividir. Dividir o que? Alma e espírito. O que isso quer dizer?

O autor faz uma analogia: é como dividir juntas e medulas.Juntas são a parte espessa, dura e externa do osso. Medula é a parte suave, frágil, interna do osso. Essa é uma analogia a “alma e espírito”. A palavra de Deus é como uma espada que é afiada o suficiente para cortar bem entre a parte externa, dura e resistente, e a parte interna suave e viva do osso. Algumas espadas, menos afiadas, podem atingir o osso, resvalar e não penetrar. Algumas outras espadas podem penetrar parcialmente até a junta resistente e espessa de um osso. Mas uma espada de dois gumes, muito afiada (dos dois lados) e poderosa penetrará a junta e chegará direto na medula.

“ALMA E ESPÍRITO” são como “juntas e medulas”. A “alma” é aquela dimensão invisível de nossa vida que somos por natureza. O “espírito” é o que somos através do novo nascimento sobrenatural. Jesus disse: “O que nasce da carne é carne, mas o que nasce do Espírito é espírito”. (João 3:6). Sem a obra avivadora, criativa, regeneradora do Espírito de Deus em nós, somos simplesmente “naturais” ao invés de “espirituais” (1 Coríntios 2:14-15). Portanto, o “espírito” é aquela dimensão invisível de nossa vida que somos através da obra regeneradora do Espírito.

Então qual é O OBJETIVO EM DIZER QUE A “PALAVRA DE DEUS” PENETRA A PONTO DE “DIVIDIR ALMA E ESPÍRITO”? O objetivo é que a palavra de Deus nos revele a verdade sobre nós mesmos. Somos espirituais ou naturais? Somos nascidos de Deus e espiritualmente vivos, ou estamos nos enganando e mortos espiritualmente? Os “pensamentos e intenções de nossos corações” são pensamentos e intenções espirituais ou apenas pensamentos e intenções naturais. Apenas a “palavra de Deus” pode “julgar os pensamentos e intenções do coração” conforme diz Hebreus 4:12.

Falando de forma prática, quando lemos ou ouvimos a “palavra de Deus”, nos sentimos penetrados. O efeito dessa penetração é revelar se há espírito ou não. Há medula e vida em nossos ossos? Ou somos apenas um “esqueleto” sem vida na medula? Há um “espírito” ou apenas “alma”? A palavra de Deus penetra fundo o suficiente para nos mostrar a verdade de nossos pensamentos e motivações, e do nosso ser.

Entregue-se à palavra de Deus na Bíblia. Use-a para conhecer a si mesmo e confirmar sua própria vida espiritual. Se houver vida, haverá amor e alegria e um coração disposto a obedecer a palavra.

Entregue-se à essa palavra para que suas palavras se tornem a palavra de Deus para os outros e revele a eles a própria condição deles. Assim, derrame o bálsamo da palavra na ferida feita pela Palavra Com vocês em busca da penetrante palavra de Deus,

Pastor John Piper / copilado do Pr. Silvio Dutra

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 28 de abril de 2016

QUAL A CONEXÃO ENTRE ORAÇÃO E JEJUM?



Apesar de que a conexão entre oração e jejum não é descrita especificamente na Bíblia – nem é um comando – aparenta existir uma ligação entre os dois em todos os exemplos de oração e jejum que nos são registrados. No Velho Testamento, aparenta ser o caso que jejum e oração têm a ver com uma necessidade e dependência e / ou desamparo abjecto à face de calamidade atual ou antecipada.

Oração e jejum são praticados juntos no Velho Testamento em tempos de luto, arrependimento e / ou grande necessidade espiritual.

A oração e jejum de Neemias como descrito no primeiro capítulo de seu livro originaram-se do seu grande sofrimento ao ouvir que Jerusalém tinha sido desolada. Seus muitos dias de oração foram caracterizados por lágrimas, jejum, confissão a favor de seu povo, e súplicas a Deus por misericórdia que ele sabia que o povo não merecia. Suas orações diante de Deus foram tão intensas e sinceras que era quase inconcebível que ele podia “tirar um intervalo” no meio de tais orações para comer e beber.

A devastação que caiu sobre Jerusalém também levou Daniel a agir semelhantemente: “Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9:3). Como Neemias, Daniel jejuou e orou para que Deus tivesse misericórdia sobre seu povo ao dizer: “temos pecado e cometido iniqüidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos” (v.5).

Em vários casos, jejum era relacionado à oração suplicatória e intercessória. Davi orou e jejuou por causa de seu filho doente (2 Samuel 12:16), em prantos diante de Deus em intercessão ardente (v. 21-22). Ester pediu a Mordecai e aos judeus que jejuassem por ela enquanto se preparava para aparecer diante de seu marido e rei (Ester 4:16). Claramente, jejum e petição são, pelo menos nesse exemplo, a mesma coisa.

Há exemplos de oração e jejum no Novo Testamento que não estão ligados à arrependimento e confissão. A profetiza Ana “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (Lucas 2:37). À idade de 84, sua oração e jejum faziam parte de seu serviço ao Senhor em Seu Templo enquanto aguardava o Salvador prometido de Israel.

Também no Novo Testamento, a igreja de Antioquia estava jejuando como parte de seu louvor quando o Espírito Santo falou com eles sobre enviar Saulo e Barnabé ao trabalho do Senhor. Naquele momento, eles oraram e jejuavam, colocaram suas mãos sobre os dois homens e os enviou.

Então podemos ver que esses exemplos de oração e jejum são componentes de louvar ao Senhor e pedir por Seu favor. Em nenhum lugar, no entanto, há uma indicação de que o Senhor vai ser mais inclininado a responder orações se forem acompanhadas de jejum. Na verdade, jejuar e orar aparentam indicar a sinceridade daqueles que estão orando e a natureza crítica das situações nas quais se encontram.

Uma coisa é clara: a teologia de jejum é uma teologia de prioridades na qual os crentes têm a oportunidade de se expressar em uma devoção intensa e por completo ao Senhor e às preocupações da vida espiritual. Os seguidores de Cristo vão poder expressar essa devoção quando escolhem abster-se por um curto período de tempo das coisas boas e normais, tais como comida e bebida, para que possam então gozar de um tempo de comunhão com o Senhor sem nenhum interrompimento. “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus” (Hebreus 10:19), quer seja jejuando ou não, é uma das coisas maravilhosas que podemos experimentar em nossa caminhada espiritual e que é nossa em Cristo.

Oração e jejum não devem ser um fardo ou um tarefa, mas sim uma celebração consagrada da bondade de Deus e de Sua misericórdia para com Seus filhos.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 27 de abril de 2016

QUEM DIRIGE A SUA VIDA? DEUS OU OS SEUS SENTIMENTOS?

"Faleceu Samuel; todos os filhos de Israel se ajuntaram, e o prantearam, e o sepultaram na sua casa, em Ramá. Davi se levantou e desceu ao deserto de Parã.". 1 Sm25:1. Aparentemente Davi havia alcançado o zênite da maturidade espiritual. Estaria Davi preparado para governar Israel? Seria a hora dele ser colocado no trono para dirigir o povo de Deus pelos vales das dificuldades até a presença de Deus? As suas últimas atitudes deixam profundas impressões acerca de seu caráter e de sua submissão a Deus. Mas nada como uma crise para revelar o grau de nossa maturidade ou o que está por baixo de nossa aparente maturidade.

O Texto nos diz que é neste momento que Davi recebe uma dura notícia: "Samuel faleceu". Com a morte de Samuel, não morria apenas um amigo e um conselheiro, mas morria também a última esperança humana de Davi ser rei. Samuel representava para Davi o fato de que havia sempre um profeta e uma escola inteira de profetas orando e intercedendo por ele.

Agora, Samuel havia falecido. Este era um momento que a sua fé, submissão e a sua maturidade estavam sendo acrisolada. Acrisolar é uma palavra que vem do grego CRISIS. SÓ SE AMADURECE NA CRISE. NINGUÉM AMADURECE NO BEM BOM. É só através das crises que chegamos à maturidade espiritual. Porque é na crise que nós somos acrisolados. Purificados, livres das impurezas. São as crises que revelam o que há por dentro de nós. Traz à tona o verdadeiro eu de cada pessoa.

Neste momento de crise, Davi foge. Pensa que tudo está perdido. Deixa En-Gedi, um paraíso-fortaleza, e desce para o meio do deserto de Parã ou Maom na península do Sinai que foi no passado o deserto onde os israelitas vagaram Por 40 anos por terem desobedecido a Deus. Na crise, Davi ainda se mostra um homem vulnerável. Vulnerável aos seus sentimentos. Não orou, não buscou, não ouviu nenhuma palavra do Senhor. Apenas sentiu medo, insegurança; e guiado e controlado por esses sentimentos, tomou uma atitude suicida de fuga para o meio do nada.

Como é triste tomar decisões dirigidas por sentimentos. Sempre acabamos em grandes num grande deserto de dificuldades. E esse é o retrato de Davi no capítulo 25. Apesar de Davi ser um homem submisso e obediente à vontade de Deus, que não se deixava guiar pelas circunstâncias ou pela opinião dos outros, ainda assim, apresentava essa brecha em seu caráter: era um homem vulnerável as seus sentimentos. Era um homem dominado pelos seus sentimentos.

O problema é que os sentimentos nos cegam, os sentimentos nos roubam a lucidez. Nos impedem de ver as coisas como elas são. Porque os sentimentos não têm compromisso com a verdade, eles não têm preocupação se é certo, ou errado, se é verdadeiro ou falso, se prejudica ou não prejudica. A única preocupação dos nossos sentimentos é conquistar o nosso coração, e que nós digamos sim a tudo o que eles dizem para nós.  

Mas graças a Deus que Ele sempre tem os seus instrumentos para nos trazer de volta à Palavra do Senhor. E qual ou quem foi o instrumento que Deus usa para recuperar esse perdido Davi aos caminhos do Senhor novamente? Abigail.

A Bíblia diz que Davi, diante da atitude tola do tolo Nabal, esposo de Abigail (este mostrou total ingratidão para com as atitudes graciosas de Davi) se enche de ira, de vingança e decide matar Nabal. Contudo diz a Palavra que Abigail o demoveu de sua insana emoção.

Agora, como foi que Abigail conseguiu fazer Davi deixar de ser também um Nabal? (Nabal =tolo) - um homem controlado pelos seus sentimentos e fazê-lo voltar a ser um homem segundo o coração de Deus controlado pela Palavra de Deus (1 Sm.26, 30-31).

Ela confronta Davi com o seu futuro. Cada palavra de Abigail foi calculada para tocar, para golpear o coração de Davi controlado pelos seus sentimentos. E por que ela confronta Davi com o seu futuro? Porque os nossos sentimentos só "pensam" no aqui e no agora; eles nunca "pensam" no depois. Os sentimentos só "têm olhos" para o momento. São cegos para ver e encarar o futuro.

Na verdade, as pessoas só são dominadas e controladas pelos seus sentimentos porque eles nunca pensam no amanhã. Nunca se deixam confrontar com o dia seguinte. Nunca se deixam confrontar com as consequências, com as colheitas que terão que fazer amanhã.

Quem sabe você hoje está assim, quer se livrar dos tentáculos dos sentimentos e ser um homem controlado pela Palavra de Deus? Então, é preciso olhar para o futuro. É preciso confrontar-se com o dia de amanha. O apóstolo Paulo disse em Galatas 6 "aquilo que o homem semear, isso também ceifará". É preciso se confrontar com o amanha da colheita.

Pr.José Kleber

Por Litrazini
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Graça e Paz

terça-feira, 26 de abril de 2016

FOCO NO TEMPLO

O TEMPLO é a casa onde a igreja se reúne para adorar a Deus, porém, essa adoração pode acontecer em qualquer lugar. Onde o povo de Deus estiver - à sombra de uma árvore, nas praças, ou em outro qualquer lugar - ali está a IGREJA DE CRISTO JESUS, que disse:"ONDE ESTIVEREM DOIS OU TRÊS REUNIDOS EM MEU NOME, AÍ ESTOU NO MEIO DELES" (Mt 18.20).

Com esta afirmação, o Filho, Jesus, se declara onipresente e, portanto, DIVINO, visto que somente DEUS possui o atributo da onipresença (está presente em todos os lugares), bem como da onipotência (todo-poderoso) e da onisciência (sabe tudo).

Feitas essas considerações, digo que não devemos concentrar, mais do que o devido, nossas atenções no TEMPLO. É possível que haja quem em vez de ADORAR no templo, adoram o templo.

A samaritana disse a Jesus: "Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizes que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar?". Disse-lhe Jesus: "Mulher, crê-me que a hora vem em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Mas, a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito,e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade" (João 4.20-24).

Não há demérito em mantermos nossos templos bem iluminados, com um bom serviço de som, cadeiras confortáveis, boa ventilação ou uma central de ar condicionado - tudo isso é válido, mas devemos pensar que a maioria dos necessitados de água viva está nas ruas, distante do templo. Se os sedentos não procuram o templo para ouvir a Verdade, procuremo-los nas ruas, nas praças, em suas casas.

Jesus não ficou confinado em Nazaré. Ele cumpriu com muito empenho sua primordial missão: LIBERTAR OS CATIVOS (Lc 4.18). Os cativos, carentes de Luz, não estavam nos templos. Ele Não esperou pelos pecadores; foi ao encontro deles. É exemplo seu interesse em visitar ZAQUEU, um cobrador de imposto odiado por muitos, confessadamente desonesto. 

Não fiquemos, pois, confinados no templo, envolvidos na administração das reuniões diárias e nos serviços burocráticos, esquecidos de que os sedentos estão distantes.

Autoria: Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
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Graça e Paz

segunda-feira, 25 de abril de 2016

QUANDO NOSSA VIDA ESTÁ FRAGMENTADA E SEM DEUS

Quando conhecemos a Cristo iniciamos uma jornada à santificação.Esse processo pertence àquele que uma vez aceitou Jesus como Salvador e deseja se parecer mais com ele a cada dia.

Podemos chamar este processo de caminhada para o caráter de Cristo. O versículo em II Coríntios 5.17 expressa entre outras verdades que devemos nos parecer com Ele através de uma renovação daquilo que somos: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”.

Note que a condição SE nos impõe a tarefa de nos mover para Ele enquanto que dEle aprendemos a expressão de toda santidade. Aquilo que nos movia e nos impulsionava já não mais deve ser parte de quem somos uma vez que conhecemos aquele que é luz.

Dado isso, devemos conhecer quem somos, compreender nossos limites e sermos coerentes com a responsabilidade que temos de nos impulsionar passo a passo e frente a frente na caminhada para alcança o Autor da Vida.

Quando separamos do nosso cotidiano tudo que temos e fazemos na condição de que Deus não participa de cada item que nos é significante, tornamos nossa vida fragmentada; ou seja, SE DEDICAMOS A DEUS SOMENTE O PERÍODO DE ORAÇÃO, LEITURA E ADORAÇÃO DE MODO QUE O RESTANTE DO NOSSO DIA NÃO O INCLUÍMOS TORNAMOS NOSSA VIDA CRISTÃ INCOMPLETA. Ele já não será o Senhor em nossa vida. O resultado é que a adoração, honra e glória a Deus se torna apenas uma parte do nosso dia sendo que deveria estar em tudo que fazemos.

Infelizmente, no que toca a vida cristã moderna, destinamos apenas 1/6 do nosso dia a Deus. Já não somos mais cristãos integrais.

Notadamente os grandes heróis da fé se moviam em torno de Deus a ponto de tornar todo contexto em suas vidas uma resposta dEle. Plantar, cuidar das ovelhas, ensinar filhos, casar, guerrear e qualquer fragmento da vida estava em Deus. Para eles Deus não era um desses fragmentos do cotidiano de modo que apenas alguns minutos do dia a Ele eram destinados, mas cada um (e todos) fragmentos estavam em Deus.

Foi por isso que, a exemplo, Jó em momento nenhum pecou quando tantas situações insatisfatórias recaíram sobre ele. Isso porque ele sabia que cada situação, coisa ou acontecimento da sua vida estava em Deus. Seu Deus havia lhe dado, Ele tem o direito de retirar.

Muitos de nós não fazemos isso conscientemente, mas se olharmos nos veremos em momentos quepensamos em Deus apenas quando Ele nos é conveniente: o que é um erro. Pensar que apenas algumas coisas de nossa vida pertence a Deus e separarmos apenas parte do que somos para Ele é lançar mão a uma idolatria ao próprio Deus através daquilo que nos é conveniente.

Autoria: Calebe Aires

Por Litrazini
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Graça e Paz

domingo, 24 de abril de 2016

QUAL O PROPÓSITO DOS RELACIONAMENTOS?

O propósito dos relacionamentos é nos ajudarmos, mutuamente, a sermos as melhores pessoas que podemos nas áreas: espiritual, emocional, física e material. Todo relacionamento, por mais formal, casual ou duradouro, é uma oportunidade para que ambas as partes avancem rumo ao seu propósito essencial, realizando mais plenamente possível o seu potencial.

O seu propósito essencial é tornar-se um ser humano melhor. Ponha este objetivo no centro da sua vida. O sentido e o propósito de um relacionamento são ajudar, desafiar, incentivar e inspirar um ao outro a se tornar pessoas melhores. Coloque esses componentes no centro de seus relacionamentos, e você irá maravilhar-se ao ver como todo o restante, simplesmente se encaixará no lugar.

Em sua opinião, o que mantém os relacionamentos vivos?
A existência de um propósito comum. É ele que nos inspira a respeitar os nossos compromissos. Infelizmente, hoje, muitas pessoas estão vivendo uma crise de compromissos e propósitos. Não sabem por que estão aqui e nem para quê.

A verdade é que todos os relacionamentos – seja na família, no trabalho, na igreja ou no grupo de amizade – têm como base um propósito comum, tendo consciência dele ou não. Em alguns relacionamentos, o propósito comum é uma simples questão de conveniência. Em outros, é o dinheiro, o sexo ou a criação dos filhos. Infelizmente, são poucos os relacionamentos que têm como propósito ajudar um ao outro a se tornar a melhor pessoa que se pode ser.

Prazer, sexo, dinheiro e a própria criação dos filhos são propósitos temporários, enquanto que o propósito essencial é ajudarmos o outro a se tornar uma pessoa melhor. Esse objetivo não deve mudar nunca, muito menos enfraquecer. Se fizermos isso, todas as coisas em nosso viver diário farão sentido.

Quando nos esforçamos para nos tornarmos pessoas melhores e ajudamos outras a fazerem o mesmo, contribuímos para criar no relacionamento um ambiente que nos inspira a desejar ir mais longe. Assim, somos encorajados quando ficamos desanimados, reconfortados nos momentos que falhamos e profundamente alegres ao alcançarmos o sucesso.

Quando compreendemos o nosso propósito essencial, um conjunto diferente de valores torna-se prioritário.

À medida que você começar a exercitar isso em sua vida, trará naturalmente clareza e direcionamento para todos os seus relacionamentos. Se pergunte todos os dias pela manhã: “Como posso ajudar o meu parceiro ou a minha parceira a se tornar uma pessoa melhor?” Ao encontrar qualquer pessoa durante o dia (no caixa do supermercado, seus filhos, seu pai, sua mãe, seu colega de trabalho, um (a) amigo (a), um parente, um (a) irmão (ã) em Cristo), faça esta pergunta para si mesmo: “Como posso ajudá-lo a transformar-se em uma pessoa melhor?”

Foi isso que o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo veio realizar neste mundo. A partir dos Seus relacionamentos e da Sua vida, Ele esteve na Terra para nos transformar em pessoas melhores.

QUE VOCÊ TENHA COMO LEMA DA SUA VIDA SER COMO JESUS CRISTO, OU SEJA, SER UMA PESSOA QUE A CADA DIA TORNA-SE MELHOR E AJUDA AOS OUTROS A TORNAREM-SE TAMBÉM.

Dra. Elizete Malafaia

Por Litrazini:

Graça e Paz

sábado, 23 de abril de 2016

ACIONE A CHAVE DA ORAÇÃO

"Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus. - Mateus 18:18"

Você já parou para pensar nos benefícios que a energia elétrica nos proporciona.
É possível que agora mesmo você esteja desfrutando de algum deles. Uma lâmpada acesa, um ar condicionado quebrando a agonia do calor, uma água gelada no copo... Seria uma loucura termos tudo isso disponível e não desfrutarmos, não é mesmo? É interessante que tudo começa numa grande usina.

A cruz é a grande "usina" do poder de Deus disponibilizado aos homens. Ele estava lá desde a eternidade, inacessível a seres mortais como nós. Mas a encarnação de Jesus e sua morte vicária fizeram com que esta energia espiritual fosse convertida à nossa realidade e se tornasse acessível. Deus já ergueu sua "usina de bênçãos". Custou um altíssimo preço, mas é algo concreto, acabado.

Quando Jesus bradou da cruz a frase "está consumado", inaugurou a fonte inesgotável do poder de Deus oferecido a nós. É por isso que a Bíblia diz que Deus "nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo" (Ef 1:3). Note o tempo do verbo. É obra acabada, pronta, realizada! Todas as bênçãos espirituais estão disponíveis!

Mas há um pequeno problema: elas estão nos lugares celestiais. Assim como linhas de transmissão ou redes de alta tensão trazem a energia da usina aos transformadores à porta de nossas casas, precisamos de um meio pelo qual o poder do Senhor disponibilizado na cruz seja trazido para perto de nós.

Sabe que canal é esse? A palavra de Deus! Sim, é pela palavra que os benefícios já conquistados pelo sangue de Cristo são colocados bem ao alcance de nossas mãos.

Você já deve ter ouvido isto: "A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós que somos salvos, é o poder de Deus" (I Co 1:18).  Daí a importância de nos expormos à palavra, de estudarmos a Bíblia, de darmos ouvido aos ministérios proféticos que funcionam, muitas vezes, como transformadores da revelação, como filtros que dimensionam o poder de Deus para ser desfrutado em nossa realidade simples e limitada.

Sem a palavra, a ignorância nos domina e não temos acesso às bênçãos que já estão prontas para nós nos lugares celestiais.

É por isso que o Senhor diz: "O meu povo está sendo destruído porque lhe falta o conhecimento" (Os 4:6). Portanto, se não queremos ficar no escuro, temos que permitir que a revelação da palavra gere fé em nós e viabilize o poder de Deus em nossas vidas,"porque a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus" (Rm 10:17).

A oração é a chave que aciona tudo o que nos foi disponibilizado a alto custo na cruz. Sem oração, as bênçãos que precisamos e desejamos não se materializam, apesar de estarem prontas.

Há uma expressão de Deus que pode ilustrar a importância de orarmos: "Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei" (Ez 22:30). Sinta o lamento do coração de Deus... O povo de Israel estava sob a ameaça da maldição, por causa dos seus pecados.

Então o Senhor, em sua misericórdia, disponibilizou o perdão. A destruição poderia ser impedida se houvesse alguém que acionasse a chave da intercessão.

Mas sabe o que é terrível? Deus não achou ninguém! Você pode sentir a dor do seu coração?

Ele preparou a benção, mas não encontrou um homem para acioná-la na Terra... No que diz respeito às nossas vidas, a parte que cabia ao Senhor está pronta.

Na cruz, Ele já definiu o avivamento, já salvou as nossas famílias, já levou as nossas enfermidades, já removeu nossas dores, já quebrou nossas cadeias, já supriu nossas necessidades, já proveu nossa prosperidade, já transformou esta nação...

O QUE FALTA, ENTÃO?
Falta os homens e mulheres que se colocam na brecha, os intercessores que recebem a fé pelo ouvir da Palavra e tomam a atitude de orar.

O próprio Jesus disse: "Tudo quanto ligardes na terra, terá sido ligado no céu..." (Mt 18:18). Então, o que estamos esperando? Vamos nos levantar e acionar agora a chave da oração!                                         
Pr Danilo Figueira.

Por Litrazini:

Graça e Paz

sexta-feira, 22 de abril de 2016

CRISTIANISMO BÍBLICO SEGUNDO JOHN WESLEY

Suponha-se que um dos que ouviram o Apóstolo Pedro pregar o arrependimento e a remissão de pecados tenha sido tocado no coração, convencendo-se de pecado, arrependendo-se e crendo, afinal, em Jesus. Mediante essa fé infundida por Deus, que constitui a verdadeira substância das coisas que se esperam, a evidência das coisas invisíveis, (Hb. 11.1), na mesma hora recebe o Espírito Santo, pelo qual ele clama: "Abba, Pai!"(Rm 8.15). Pela primeira vez dá a Jesus, pelo Espírito Santo, o nome de Senhor (1 Co.12.3), o próprio Espírito testificando com seu espírito ser ele filho de Deus (Rm. 8. 16).

Agora pode o crente verdadeiramente dizer: "Não vivo eu, mas Cristo é quem vive em mim; e a vida que eu agora vivo na carne, vivo-a pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim" (Gal. 2: 20).

Esta é, pois, a verdadeira essência de sua fé, a divina evidência ou convicção do amor de Deus o Pai, através do Filho de seu amor, comunicada ao ímpio, agora aceito no Bem-Amado. E, "sendo justificado pela fé, tem paz com Deus" (Rm. 5: 1); sim, tem "a paz de Deus reinando em seu coração"; tem uma paz que, excedendo a toda compreensão, guarda seu coração e mente de toda dúvida e de todo medo, graças ao conhecimento daquele em que confiou.

Não pode ele temer, portanto, "ser afligido por qualquer notícia má", porque "seu coração permanece firme, crendo no Senhor". Não teme o que lhe possa fazer o homem, sabendo que mesmo seus próprios cabelos estão todos contados. Não teme os poderes das trevas, que o Senhor está cada dia mais decisivamente esmagando sob os pés. Muito menos teme a morte; antes, deseja "Partir e estar com Cristo" (Fl. 1:23), o qual, "através da morte, destruiu o que possuía o poder da morte, isto é, o diabo; e libertou os que, pelo temor da morte, estavam até então, e por toda a vida, sujeitos à escravidão" (Hb. 11: 15).

Deste modo, sua "alma engrandece ao Senhor e seu espírito se alegra em Deus, seu Salvador". Regozija-se com "alegria indizível" naquele que o reconciliou com Deus, o Pai, "em quem ele tem a redenção por seu sangue e o perdão dos pecados". Regozija-se no testemunho do Espírito de Deus com seu próprio espírito, de que é filho de Deus; e mais abundantemente se alegra "na esperança da glória de Deus"; na esperança da gloriosa imagem de Deus e na renovação plena de sua alma em justiça e verdadeira santidade; na esperança daquela coroa de glória, daquela "herança Incorruptível, sem mancha, imarcescível".

"0 amor de Deus foi também derramado em seu coração pelo Espírito Santo que lhe foi dado" (Rm. 5.5). "Porque era filho, Deus derramou em seu coração o Espírito de seu Filho, que clama: Abba, Pai!" (Gl 4.6). E o amor filial de Deus foi-se aumentando continuamente, pelo testemunho que ele possuía em si mesmo, (1 João 5: 10), do amor de Deus que lhe perdoa; pela "consideração da maneira pela qual o amor de Deus lhe havia sido demonstrado, de modo que pudesse ser chamado filho de Deus" (1 João 3.1). Deus era, pois, o desejo de seus olhos e a alegria de seu coração, sua porção mais preciosa no tempo e na eternidade.

Os que assim amam a Deus, não podem deixar de também amar a seus irmãos, "não em Palavras somente, mas em obras e em verdade". "Se Deus, diz ele, assim nos amou, devemos também amar-nos uns aos outros" (1João 4:11); sim, devemos amar indistintamente a toda alma humana, assim como também "a misericórdia de Deus está sobre todas as suas obras" (Sl. 145.9).

De acordo com este princípio, a afeição desse amigo de Deus abraça com todo seu amor a toda a humanidade, nenhuma exceção abrindo para os que jamais tenham visto em carne, ou para os de quem nada sabe, a não ser que são "criaturas de Deus", Pelas quais seu Filho morreu; não excetuando o "mau" e o "ingrato", os maiores inimigos, os que o odeiam, ou perseguem, ou procedem maliciosamente para com ele, por causa de seu Mestre: estes têm um lugar destacado em seu coração e em suas orações. Ama-os “como Cristo nos amou”...

Tal homem, tendo esse amor no coração, não pratica nenhum mal contra o próximo. É-lhe impossível causar dano consciente e deliberadamente a quem quer que seja. Está muito longe da crueldade e do crime, da ação injusta e desumana.

Com igual cuidado “põe guarda diante de sua boca e à porta de seus lábios”, para que pela língua não peque contra a justiça, contra a misericórdia e contra a verdade.

Repele toda mentira, falsidade e fraude; em sua boca não há dolo. Não diz nada mal de ninguém, nem de seus lábios sai qualquer palavra injusta...

Não lhe satisfaz o abster-se meramente da prática do mal. Sua alma tem sede de fazer o bem. Assim era o cristão dos dias antigos. (Assim devemos ser nós nos dias de hoje).

Autor: John Wesley

Por Litrazini


Graça e Paz

quinta-feira, 21 de abril de 2016

OBEDIÊNCIA

“... E, estendendo a mão para os discípulos, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. Porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe.” ; Mateus 12.47-50

2 Corintios 5.9 = “É por isso que também nos esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe sermos agradáveis.”

A IMPORTÂNCIA DE OBEDECER A DEUS

EFEITO DA NOSSA OBEDIÊNCIA EM DEUS
1 Tessalonicenses 4.1-2 = “Finalmente, irmãos, nós vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus que, como de nós recebestes quanto à maneira por que deveis viver e agradar a Deus, e efetivamente estais fazendo, continueis progredindo cada vez mais; porque estais inteirados de quantas instruções vos demos da parte do Senhor Jesus.

SER PROTEGIDOS
Salmo 32.3-7 = “...Sendo assim, todo homem piedoso te fará súplicas em tempo de poder encontrar-te. Com efeito, quando transbordarem muitas águas, não o atingiram. Tu és o meu esconderijo; tu me preservas da tribulação e me cercas de alegres cantos de livramento.”

TERMOS LIBERDADE E SEGURANÇA
Salmo 119.45 = “E andarei com largueza, pois me empenho pelos teus preceitos.”

PROPORCIONA BOA CONSCIÊNCIA
1 Timóteo 1.9 = “Tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas transgressores e rebeldes, irreverentes...”

PASSOS QUE PODEM NOS AJUDAR A OBEDECER A DEUS

PODE ME BENEFICIAR EM ALGUMA COISA
1 Corintios 6.12 = “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.”

LIMITAR NOSSA VONTADE
1 Corintios 10.24 = “Ninguém busque o seu próprio interesse, e sim o de outrem.”
1 Corintios 8.13 = “e, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.”

GLORIFICAR A DEUS
1 Corintios 10.31 = “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.”

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

quarta-feira, 20 de abril de 2016

SEMEADURA E CEIFA

O PRINCÍPIO DA SEMEADURA E CEIFA

- O NATURAL
Gn 8:22: “Enquanto a terra durar, não deixará de haver sementeira e ceifa, frio e calor, verão e inverno, dia e noite”.

- O ESPIRITUAL
Gl 6:7,8: “ Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará.  Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna”.

LEIS DA SEMEADURA E CEIFA
- Colhemos o que plantamos
- Colhemos na proporção que plantamos
2 Co 9:6: “Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará”.

- Há um tempo entre a semeadura e a ceifa
Mc 4:26-29: “Disse também: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse semente à terra, e dormisse e se levantasse de noite e de dia, e a semente brotasse e crescesse, sem ele saber como.  A terra por si mesma produz fruto, primeiro a erva, depois a espiga, e por último o grão cheio na espiga. Mas assim que o fruto amadurecer, logo lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa”.

Devemos perseverar em plantar boas sementes
Ec 11:6: “Pela manhã semeia a tua semente, e à tarde não retenhas a tua mão; pois tu não sabes qual das duas prosperará, se esta, se aquela, ou se ambas serão, igualmente boas”.

Devemos arrancar as sementes ruins antes que germinem
Ec 3:2: “Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou”.

TIPOS DE SEMEADURA

- PALAVRAS
Pv 18:21: “A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto”.
Mc 11:23: “Em verdade vos digo que qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, assim lhe será feito”.

- ATITUDES

- AÇÕES
At 9:16: “pois eu lhe mostrarei quanto lhe cumpre padecer pelo meu nome”.
Gl 6:7-9: “Não vos enganeis; Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque quem semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas quem semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna.  E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido”.

- FINANCEIRA
2 Co 9:6: “Mas digo isto: Aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e aquele que semeia em abundância, em abundância também ceifará”.

CONCLUSÃO
- Nosso casamento será o que decidimos que será.
- Temos hoje o que plantamos ontem, e teremos amanhã o que estamos plantando hoje.
- Deus não faz acepção de pessoas. Há casais que estão sendo mais abençoados e vivendo melhor porque decidiram isto

Dt 30:19: “O céu e a terra tomo hoje por testemunhas contra ti de que te pus diante de ti a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.

Autoria José Antônio Corrêa

Por Litrazini:


Graça e Paz

terça-feira, 19 de abril de 2016

CONCURSO DE BELEZA ESPIRITUAL?

Quando por nossos próprios esforços tentamos nos tornar santos, satisfazemos a nós mesmos e o exercício da santificação se torna em um concurso de beleza espiritual. A espiritualidade baseada em nosso ego nos dá a sensação de que podemos fazer justiça própria, porém viver em santidade é negar o nosso próprio ego.

A renúncia é o princípio para se alcançar um viver santo. Isto somente será possível se houver humildade para reconhecermos os nossos erros e os confessarmos diante do Deus Todo-poderoso. Além da parábola do publicano e do fariseu, a Bíblia também relata outro fato importante que mostra exemplo de humildade e reconhecimento. É o caso da mulher pecadora que ungiu os pés de Jesus em Lucas 7.36-50.

O CAMINHO DA SANTIFICAÇÃO
Santificação não significa simplesmente obedecer a um conjunto de regras relacionadas ao pecado, mas agir contra o pecado. Vejamos o que Paulo escreveu aos Gálatas sobre as obras da carne: O exercício da santidade não se resume simplesmente em deixar a mentira; é necessário falar a verdade.

Temos ainda na mesma epístola aos Efésios mais três exemplos: Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.  Efésios 4.28. Não é simplesmente deixar de furtar, mas fazer oposição ao roubo. Neste versículo, Paulo diz que o crente deve repartir com o necessitado os frutos do trabalho de suas mãos.

A iniciativa ocupacional do cristão santificado não é simplesmente ganhar vidas para Cristo. Além de observarmos o mandamento do Senhor de orar por nossos inimigos, devemos também ajudá-los. É muito bom ganhar vidas para Cristo, porém precisamos nos tornar instrumentos do ministério da misericórdia e do socorro de Deus para o necessitado através dos trabalhos assistenciais. Isto também é santidade.

Santidade não é simplesmente deixar de praticar as obras da carne. O coração, antes ocupado pelos costumes mundanos, deve esvaziar-se de todas as atitudes pecaminosas para que os frutos do Espírito sejam germinados através da fé. Só então o cristão dará os seus primeiros passos para uma vida santa com Deus.

Quer ter uma vida santa? Então se esvazie dos seus desejos e deixe que o Senhor o encha dos frutos do Espírito Santo.

A melhor forma de nos mantermos santificados é deixar que a plenitude da Vida encha o nosso frágil ser com a sua sabedoria de infinito valor. Será nos separar do pecado, e nos tornar servos irrepreensíveis neste mundo.

Como servos obedientes aos requisitos divinos para uma vida santificada, devemos transmitir ao mundo o dom de Deus que há em nossos corações. Sejamos fiéis defensores dos mistérios celestiais, obreiros que não se envergonham do Evangelho e que manejam bem a Palavra da verdade (2 Timóteo 2.15).

APENAS OS SALVOS PODERÃO CONTEMPLAR A FACE DO SENHOR, E SOMENTE OS SANTOS TERÃO ESSE PRIVILÉGIO.

Através de um minucioso estudo da Palavra de Deus e de constante oração de joelhos você descobrirá o significado de um viver santo e o segredo para o sucesso espiritual. Obedeça a esse importante mandamento e você, certamente terá mais intimidade com o Senhor dos senhores e Mestre dos mestres.                                                      

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini:


Graça e Paz

segunda-feira, 18 de abril de 2016

AS 7 PALAVRAS DA CRUZ

Vamos refletir em cada uma das sete palavras que o nosso Senhor, falou quando estava na cruz.

A PRIMEIRA PALAVRA DA CRUZ
E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. E, repartindo as suas vestes, lançaram sortes. (Lc.23.34)

Veja o ensino que ele nos deixa, de olhar para aqueles que nos perseguem com um olhar diferente espiritual, Jesus poderia ter simplesmente amaldiçoado aqueles que o crucificavam, mas não, ele entendeu que o que fazia aqueles homens, o crucificarem era o engano do pecado que os dominava, siga o exemplo de Jesus comece a  orar pelos teu inimigos que te perseguem, caluniam, desprezam, para que vejam Jesus e recebam também o beneficio da Cruz, porque que maior vitoria há de ter teus inimigos ao teu lado, agora transformados na presença do Senhor, lembra de Paulo o perseguidor que se tornou perseguido.

A SEGUNDA PALAVRA DA CRUZ
E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso. (Lc. 23.43)
Jesus libera perdão, misericórdia para aquele malfeitor que reconheceu que ele estava ali injustamente, o amor de Jesus quando rogou para que o Senhor perdoasse constrangeu aquele homem, mas será que se Jesus tivesse amaldiçoado os que o crucificavam, aquele malfeitor iria ver em Jesus o exemplo de um servo do Senhor? Com certeza não, nós cristãos, somos observados, somos exemplos, por isso temos que manter sempre até mesmo na hora da dor as atitudes de um filho de Deus.

A TERCEIRA PALAVRA DA CRUZ
Ora Jesus, vendo ali sua mãe, o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.(João 19.26,27)
Era Jesus que estava na cruz, era ele que estava sentindo a maior dor, porém o nosso Senhor toma a posição que devemos ter diante das lutas, ele se faz uma coluna que sustenta a sua família , e consola aqueles que irão sofrer, imagina se Jesus estivesse murmurando ou desesperado com aquela situação, o que seria daqueles. Lembra te do que está escrito em Provérbios 24.10: Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena.No dia da batalha, Não mostre fraqueza, mostre a sua força no Senhor

A QUARTA PALAVRA DA CRUZ
E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? (Mt. 27.46)
A maior expressão da cruz, na hora da dor Jesus só clama, clama, porém em momento nenhum ele pede socorro a homem algum, pois sua confiança estava no Senhor.

A QUINTA PALAVRA DA CRUZ
Depois, sabendo Jesus que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. (João 19.28)
A sede de Justiça, que fez com que Jesus nos salvasse a sede e fome de fazer a vontade de Deus, que haja em mim e em ti.

A SEXTA PALAVRA DA CRUZ
E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.(João 19.29) Está consumado, está feito a vontade de Deus

A SÉTIMA PALAVRA DA CRUZ
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou. (Lc.23.46)

O segredo de tudo se render, se entregar cumprindo a vontade de Deus.

Que a mensagem da cruz do amor de Deus, seja vivida pele igreja de Cristo.

Autoria: Anderson Gomes

Por Litrazini


Graça e Paz