sábado, 28 de janeiro de 2017

O QUE FARIA SE FOSSE JULGAR O PRÓPRIO FILHO

Imagine se você vivesse na Roma Antiga, e fosse pai de Nero - um dos homens mais cruéis da História. Ele assassinou a própria mãe e mandou incendiar Roma, culpando por este último delito os cristãos.

Imagine, agora, que Nero estivesse no banco dos réus. E, você, além de pai, tivesse de atuar como o seu juiz. Que terrível dilema! Na qualidade de magistrado, teria de condená-lo; como pai, seria impossível deixar de amá-lo. De que forma aplicar a justiça sem ferir o amor? Condenando a seu filho, você resolveria o problema da justiça. Mas não lhe teria dado nenhuma prova de amor.

Como resolver esse impasse?

Foi exatamente isso que aconteceu quando Adão quebrantou a ordenança divina no Éden. Em conseqüência de seu pecado, caber-lhe-ia uma única sentença: a morte. Porém, o Justo Juiz não queria que o homem se perdesse. Como, pois aplicar a justiça a quem se ama tão profundamente?

Como pai e juiz de Nero, você só teria uma saída. Condená-lo. E, em seguida, oferecer-se para cumprir a pena em lugar dele. Mas, e se Nero continuasse a praticar seus crimes? Seu sacrifício não teria valor!

Deus agiu precisamente assim. Por justiça, condenou o pecador. Porém, ofereceu a Jesus Cristo, seu Único Filho, para morrer em lugar do homem.

Jamais houve maior prova de amor do que esta.

Porque Deus amou a mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).

Este é o Plano de Salvação que a Bíblia nos apresenta. Você é um pecador e, por isso, merece a morte. Todavia Jesus morreu em seu lugar.

E, para livrar-se da condenação eterna, você precisa:
1 - Reconhecer que é um pecador;
2 - Crer na morte expiatória de Jesus;
3 - Confessá-lo como seu Único e suficiente Salvador.

Esta é a sua grande oportunidade.

A DECISÃO É SUA. O VEREDICTO É DE DEUS.

Transcrito Por Lidiomar T. Granatti (Litrazini)


Graça e Paz

Nenhum comentário:

Postar um comentário