terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

ALEGRIA ESPIRITUAL

A alegria a que nos referimos não é aquela que é decorrente de satisfação de desejos e paixões carnais, mas a alegria que é acompanhada pela vida e paz resultantes da ação do Espírito Santo em nós, quanto mortificamos estes desejos e paixões e em consequência temos comunhão com Deus em espírito, Rom 8.6-13, comunhão esta que quando manifestada de modo prático e real nos eleva a esta condição da mais pura alegria e exultação espiritual, que não pode ser explicada com palavras, de tão diferente que é de todo e qualquer outro sentimento ou emoção que possamos experimentar neste mundo, uma vez que isto procede do céu e não da nossa natureza terrena.

É comum experimentar esta alegria espiritual especialmente quando o poder do Espírito Santo se manifesta na comunhão dos santos no culto de adoração pública, e que nos conduz a orar e a louvar a Deus no Espírito.

Assim, o espírito de oração e de adoração é despertado em nós quando ficamos cheios do Espírito Santo. É ele quem gera portanto, a alegria a que nos referimos.

Uma característica desta alegria espiritual, uma vez despertada e manifestada, é que ela permanece aquecendo os nossos corações e nos impulsionando a louvar a Deus, por horas e até mesmo dias depois de a termos experimentado.

Nada pode roubar esta alegria porque não é propriamente nossa, mas produzida pelo poder do Espírito Santo. E esta se traduz em espírito de gratidão e louvor a Jesus Cristo, por estarmos nele, e ele em nós.

Quando somos ordenados na Bíblia a nos alegrarmos sempre no Senhor Jesus Cristo, é isto que se tem em vista, e não propriamente uma alegria natural resultante de nós mesmos.

Sendo espiritual, esta alegria pode ser experimentada até mesmo em meio às nossas provações. Este é o motivo de podermos encontrar servos de Deus se alegrando nele ainda que em meio às enfermidades mais severas. O Senhor lhes fortalece e conforta com esta alegria e paz que são o efeito da manifestação da sua própria presença divina em nós.

Foi isto o que o profeta Habacuque experimentou em meio à sua grande aflição e que ele pôde manifestar num cântico de louvor e exultação no Senhor, no final do seu livro: “Hab 3:17-19 Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no SENHOR, exulto no Deus da minha salvação. O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça, e me faz andar altaneiramente.”

Esta alegria não é mero sentimento. Ela está fundada na certeza do cumprimento de todas as boas promessas que Deus tem feito para nós em sua Palavra, e a maior delas que é a salvação de nossas almas para que tenhamos vida eterna juntamente com Cristo.

O fundamento desta alegria é portanto vitória em meio a toda e qualquer circunstância, inclusive na mais extrema delas que é a morte física, porque em Cristo, até mesmo o nosso corpo será levantado em glória na ressurreição que nos está prometida para o dia do arrebatamento da sua igreja.

Pr Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

O QUE SIGNIFICA DIZER QUE JESUS CUMPRIU A LEI, MAS NÃO A DESTRUIU?

No registro de Mateus do que é comumente chamado de O Sermão da Montanha, as seguintes palavras de Jesus foram registadas: "Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir. Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, até que tudo seja cumprido" (Mateus 5:17-18).

Argumenta-se frequentemente que se Jesus não "destruiu" a lei, então ela ainda tem que ser vinculativa. Se esse fosse o caso, então certos componentes (como o dia de sábado) ainda devem estar valendo, talvez juntamente com vários outros elementos da Lei mosaica. Essa suposição tem como fundamento um mal entendimento das palavras e das intenções desta passagem.

Cristo não quis sugerir aqui que o caráter vinculativo da lei de Moisés permaneceria em vigor eternamente. Este ponto de vista iria contradizer tudo o que aprendemos sobre o equilíbrio do registro do Novo Testamento (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25, Efésios 2:15). Considere os seguintes pontos.

De especial importância neste estudo é a palavra "destruir". Ela vem do termo grego kataluo, o qual significa literalmente "demolir, dissolver, abolir". A palavra é encontrada dezessete vezes no Novo Testamento. É utilizada, por exemplo, da destruição do templo judeu pelos romanos (Mateus 26:61; 27:40; Atos 6:14), e da dissolução do corpo humano na morte (2 Coríntios 5:1).

O termo também pode ter o sentido de "dar um fim", ou seja, "tornar inútil, privar do sucesso". No grego clássico, essa palavra foi utilizada em ligação a instituições, leis, etc, para transmitir a idéia de "invalidar".

É especialmente importante notar como a palavra é usada em Mateus 5:17. Neste contexto, "destruir" é colocado em contraste com "cumprir". Cristo veio "... não para destruir, mas cumprir". Isso significa que Jesus não veio a esta terra com a finalidade de atuar como um adversário da lei. Seu objetivo não era impedir a sua realização. Pelo contrário, ele honrou, amou, obedeceu e cumpriu a lei. Ele cumpriu as emissões proféticas da lei sobre Si mesmo (Lucas 24:44).

Cristo cumpriu as exigências da lei mosaica de uma obediência perfeita para que uma "maldição" não fosse imposta (veja Gálatas 3:10,13). Neste sentido, o plano divino para a lei vai ter um efeito duradouro. Ela sempre cumprirá a finalidade para a qual foi proferida.

Se, no entanto, a lei de Moisés tem a mesma relação (em termos de sua posição) com os homens de hoje como tinha antes de Cristo vir, então ela não foi cumprida, e Jesus falhou em sua missão.

Por outro lado, se o Senhor realizou o que Ele veio cumprir e a lei foi realmente cumprida, então ela não é uma instituição jurídica vinculativa para os hoje. Além disso, se a lei de Moisés não foi cumprida por Cristo e, portanto, ainda permanece como um sistema jurídico vinculativo, então ela não é apenas um sistema vinculativo parcial. Pelo contrário, ela é um sistema totalmente obrigatório.

Jesus disse claramente que nem um "i ou um til" (representantes das menores marcações do hebraico) passariam até que todas as suas palavras fossem cumpridas. Por conseguinte, nada da lei era para falhar até que tivesse alcançado seu objetivo por completo.

Jesus cumpriu a lei. Jesus cumpriu toda a lei. Não podemos dizer que Jesus cumpriu o sistema de sacrifício, mas deixou de cumprir os outros aspectos da lei. Ou Jesus cumpriu todas as obrigações legais, ou nada cumpriu. O que a morte de Jesus significa para o sistema de sacrifício também significa para os outros aspectos da lei.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 26 de fevereiro de 2017

A CONSTÂNCIA NO ESTUDO BIBLICO

As verdades centrais tendem a reaparecer não importando a cultura ou a época; Não importando a nação ou o século. O ensino Bíblico sobre decência e humildade é constante. O princípio de tolerância e unidade percorre toda a Bíblia. O amor de Deus, o amor ao próximo, o respeito à vida, a adoração regular, a dedicação à família – estes são freqüentemente defendidos e totalmente honrados através das Escrituras.

Talvez o surpreenda saber que a Bíblia não é uniforme quando se trata de ministério de mulheres na igreja.

Paulo em 1 Timóteo 2:11-12 e em 1 Coríntios 14:34-35 instruiu as mulheres a não ensinarem ou terem autoridade sobre os homens. Se entendermos isso literalmente, então as mulheres não estariam autorizadas a cantar nas reuniões, a dar opinião em aulas, ou até mesmo a dizer “amém” a um ponto dito pelo pregador.

Aparece a questão, isto tem a intenção de ser uma regra permanente ou foi uma ordem específica dada por Paulo em uma situação específica?

Vamos passá-la pelo teste da constância. Qual a freqüência de Paulo nessa questão? Ele ensinou o mesmo em outras cidades e escreveu o mesmo em outras cartas? Talvez o surpreenda saber que não.

Em Romanos 16:1 uma mulher chamada Febe é citada como diaconisa e em Romanos 16:3 uma mulher chamada Priscila é citada como uma apóstola. As mulheres são encontradas ensinando em Atos 18:26 e profetizando em Atos 21:9 e 1 Coríntios 11:5. Por que ele teria mulheres discursando em um lugar e aconselhando-as a refrear suas línguas em outro?

Um estudo cuidadoso de 1 Timóteo revela que as mulheres problemáticas eram uma parte importante dos problemas da igreja. Aparentemente o problema em Éfeso era um problema local. E as instruções sobre silêncio foram propostas para aqueles ouvintes.

O estudo bíblico sensato inclui uma procura por temas recorrentes na Bíblia. As verdades centrais tendem a reaparecer não importando a cultura ou a época. Não importando a nação ou o século.

Note como o Principal Professor usou toda a Bíblia quando Ele ensinou.
“Então lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras” (Lucas 24:25-27).

Você viu onde Jesus se desviou de Sua mensagem? “E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava...”Jesus não ensinou textos isolados, mas ao invés disso ensinou a mensagem generalizada da Bíblia.

Enquanto estudamos, devemos fazer o mesmo. Comentários sobre vestuário variam de cultura para cultura, de nação para nação – mas o ensinamento sobre decência e humildade é sempre constante.

A ordem de Paulo para não comer alimentos oferecidos a ídolos aparece apenas duas vezes – mas o princípio de tolerância e unidade percorre toda a Bíblia.

Certos princípios estão sempre errados. (Adultério, gula, fornicação, embriaguez, furto, homossexualidade).

Certos princípios estão sempre certos. (O amor a Deus, o amor ao próximo, o respeito à vida, a adoração regular, a dedicação à família).

Estude a Bíblia. Enquanto você fizer isto, procure pelos temas recorrentes das Escrituras. Fazendo isso, você entenderá o que é importante para Deus

Max Lucado

Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 25 de fevereiro de 2017

RESPOSTA DE DEUS PARA A VIDA VAZIA

“… Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos). Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva?…” (João 4:1-16)

- Existe um vazio da alma, que atinge mais profundo do que a fome física.

- A mulher no poço é um exemplo de alguém que se sentia vazio. A mulher no poço

JESUS CONVERSA COM A SAMARITANA.
Conversar com uma mulher era incomum para a época (João 4:9).
Nosso Salvador conseguiu a sua atenção, referindo-se como “água viva” (João 4:10).
“Água Viva“, descrevia um córrego ou riacho, ao contrário de um poço ou cisterna.
Imagine como sua exposição deve tê-la afetado, principalmente quando Jesus perguntou sobre o marido. Mas, ao invés de condená-la, Jesus ofereceu preencher seu vazio, satisfazendo-a com sua água da vida.

BEBENDO FORA DO POÇO DO MUNDO
Cada pessoa é criada para ter um relacionamento pessoal com Deus.
Isso significa que nenhum de nós pode ficar realmente satisfeito a menos que o Senhor seja uma parte essencial da nossa vida. Mas muitas pessoas esperam prestígio, dinheiro, ou realizações para satisfazê-los.
Outros se voltam para as drogas, álcool ou sexo. Algumas pessoas entram em dívida tentando comprar coisas suficientes para preencher o vazio interior.

Se você sentir sede, você bebe a água do oceano? Provavelmente não.
Este só vai deixá-lo mais sedento do que antes.
É assim o que busca prazeres do mundo. Ele nunca terá satisfação duradoura, contentamento verdadeiro só é encontrado em Cristo.

ENCONTRANDO A ÁGUA VIVA
No meio da sua conversa com Jesus, a mulher percebeu que Jesus era o Messias.
Como resultado de seu testemunho, a cidade inteira creu “(João 4:42).
Eles vieram ao encontro de Cristo, porque eles puderam ver uma mudança nela.
Deus pode transformar sua vida.
você pode experimentar a única coisa que satisfaz: confiando em Jesus Cristo.
Deve-se começar por admitir a sua necessidade dEle.

Você está sozinha (o) Você se sente rejeitado?
Você está com raiva ou ressentido com Deus e outros?
Você muitas vezes se sente inseguro ou insatisfeito?

Jesus veio para que tivéssemos vida em abundância (João 10:10; ver também Gal. 5:22-23).

Quando sentimos insegurança, insatisfação ou decepção, isto é muitas vezes resultado da busca de alegria e satisfação através do sistema do mundo.

Os prazeres do mundo só vão deixá-lo mais desejoso.

Não há decepção em Jesus, Ele cumpre Suas promessas. Mesmo que nada mude do lado de fora, tudo pode ser diferente no interior.

Quando você começa a beber da água viva que Jesus oferece, a sua atitude, sentido, propósito e segurança serão todos renovados. Permita que Ele te encha, e você nunca mais terá sede novamente.

Extraido Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O REAVIVAMENTO PROMOVIDO PELA PALAVRA DE DEUS

A Reforma do século XVI foi uma volta às Escrituras. Essa volta à palavra de Deus produziu mudanças profundas na vida da igreja e trouxe um poderoso reavivamento.

O Salmo 119, sendo o maior capítulo da Bíblia, trata da excelência da palavra de Deus e de seus benditos efeitos em nossa vida. Destacaremos, aqui, a relação entre a palavra de Deus e o reavivamento.

EM PRIMEIRO LUGAR, REAVIVAMENTO E RESTAURAÇÃO
(Sl 119.25). “A minha alma está apegada ao pó; vivifica-me segundo a tua palavra”. Davi está prostrado até ao pó. Sua alma está humilhada ao extremo. Nessa prostração total, clama pela vivificação que vem por meio da palavra. É a palavra de Deus que restaura a alma!

​EM SEGUNDO LUGAR, REAVIVAMENTO E PROTEÇÃO
(Sl 119.37). “Desvia os meus olhos, para que não vejam a vaidade, e vivifica-me no teu caminho”. Nossos olhos podem nos atrair para armadilhas perigosas. Podem ser um laço para os nossos pés. Por isso, o salmista roga a Deus proteção da queda e ao mesmo tempo vivificação no caminho de Deus, o caminho da santidade.

​EM TERCEIRO LUGAR, REAVIVAMENTO E ASPIRAÇÃO
(Sl 119.40). “Eis que tenho suspirado pelos teus preceitos; vivifica-me por tua justiça”. Quanto mais suspiramos pela palavra de Deus, mais somos cheios dela e mais vivificados seremos pela justiça divina. Quanto mais cheios da presença de Deus, mais desejamos Deus em nossa vida.

​EM QUARTO LUGAR, REAVIVAMENTO E CONSOLO
(Sl 119.50). “O que me consola na minha angústia é isto: que a tua palavra me vivifica”. A vida com Deus é uma jornada por onde a angústia sempre nos espreita. Porém, nas noites mais escuras da alma, a palavra de Deus nos vivifica, nos consola e nos enche de verdor e frutos benditos.

​EM QUINTO LUGAR, REAVIVAMENTO E OBEDIÊNCIA
(Sl 119.88). “Vivifica-me, segundo a tua misericórdia, e guardarei os teus testemunhos oriundos de tua boca”. Quando descemos aos vales escuros da vida ou tropeçamos em virtude de nossa fraqueza, precisamos da misericórdia de Deus e quando ele nos vivifica, então, renovamos o nosso compromisso de obediência à sua palavra.

​EM SEXTO LUGAR, REAVIVAMENTO E AFLIÇÃO
(Sl 119.107). “Estou aflitíssimo; vivifica-me, Senhor, segundo a tua palavra”. A aflição é o cálice que bebemos enquanto caminhamos na estrada juncada de espinhos, entre o berço e a sepultura. Porém, nas horas que sorvemos esse cálice amargo, Deus nos vivifica segundo a sua palavra, apruma nossos joelhos trôpegos, fortalece as nossas mãos descaídas e nos restaura o vigor.

​EM SÉTIMO LUGAR, REAVIVAMENTO E ORAÇÃO
(Sl 119.149). “Ouve, Senhor, a minha voz, segundo a tua bondade; vivifica-me, segundo os teus juízos”. Oração e palavra são os dois grandes instrumentos que nos levam à vivificação espiritual. Quando Deus ouve nosso clamor, então, sua palavra nos restaura. Pela oração falamos com Deus; pela palavra Deus fala conosco!

​EM OITAVO LUGAR, REAVIVAMENTO E LIBERTAÇÃO
(Sl 119.154). “Defende a minha causa e liberta-me; vivifica-me, segundo a tua palavra”. Quando somos apanhados na rede da perseguição externa ou da aflição interna, precisamos de livramento e quando este chega, Deus nos vivifica pela sua palavra. Oh, bendito livramento! Deus não nos deixa expostos ao opróbrio dos nossos inimigos.

​EM NOVO LUGAR, REAVIVAMENTO E MISERICÓRDIA
(Sl 119.156). “Muitas, Senhor, são as tuas misericórdias; vivifica-me segundo os teus juízos”. Por causa das muitas misericórdias de Deus não somos consumidos. Por elas, Deus não nos dá o juízo que merecemos. Por isso, ele nos ergue de nossa fraqueza e nos vivifica segundo os seus juízos.

​EM DÉCIMO LUGAR, REAVIVAMENTO E AMOR À PALAVRA
(Sl 119.159). “Considera em como amo os teus preceitos; vivifica-me, ó Senhor, segundo a tua bondade”. O amor à palavra de Deus descortina diante de nós o caminho da bondade divina e nesse caminho está a gloriosa realidade do reavivamento e da vivificação espiritual.

É tempo de buscarmos ao Senhor e a sua palavra até que ele venha sobre nós, trazendo em suas asas, poderoso reavivamento espiritual! 

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

COMO SUPERAR AS DORES DO PASSADO

 O passado pode nos influenciar mais do que gostaríamos. Há dores do passado que, muitas vezes, não conseguimos superar. Há feridas na alma que demoram a sarar, há traumas que se recusam a ir embora e se levantam como fantasmas para nos atormentar.

No livro de 1 Cr. 4.9,10 lemos a história de Jabez, um homem que superou as dores do seu passado. Ele foi mais nobre do que seus irmãos porque não se conformou com a decretação da derrota em sua vida. Sua mãe lhe deu esse nome, porque com dores o deu à luz. Muito embora Jabez estivesse carimbado por um passado de dor, reagiu a essa situação e superou esses traumas.

A solução não veio da psicologia de auto-ajuda, mas da ajuda do alto. Ele invocou o Deus de Israel e, dos céus brotou a sua cura.

JABEZ FEZ QUATRO COISAS PARA SUPERAR AS DORES DO SEU PASSADO:

1. ELE CLAMOU PELA BÊNÇÃO DE DEUS 
Seu pedido foi: “Oh! Tomara que me abençoes…”. Em vez de olhar pelas lentes do retrovisor, ferido pelas lembranças amargas do seu passado, Jabez olhou para o alto e rogou a bênção de Deus.

Em vez de viver preso no cipoal da amargura, curtindo os traumas da sua infância, ele buscou a Deus e rogou sua bênção. Jabez reagiu. Ele não se conformou com o caos. Ele sacudiu o jugo do passado. Ele entendeu que sua vida não precisaria ser uma jornada de dor, mas uma caminhada sob a bênção de Deus.

De modo semelhante podemos, também, buscar a bênção de Deus em vez de vivermos prisioneiros de um passado de dor.

2. ELE CLAMOU PELA PROSPERIDADE DE DEUS
Jabez prosseguiu: “… e me alargues as fronteiras”. Jabez não se encolheu diante de um passado de dor, mas olhou para frente e avançou com mais ousadia. Ele não quis ser influenciado pelos acontecimentos dolorosos do ontem, mas um influenciador no futuro. Jabez quer mais espaço, mais influência, mais oportunidade para ser uma bênção nas mãos de Deus.

Jabez é um homem com visão do farol alto. Em vez de ficar lamentando seus pesares nos vales da vida, ele sobe nos ombros dos gigantes para divisar horizontes ainda mais largos.

3. ELE CLAMOU PELA PRESENÇA DE DEUS
Jabez continuou: “… que seja comigo a tua mão”. Jabez não quer apenas as bênçãos de Deus, ele quer, sobretudo, o Deus das bênçãos. O doador é mais importante do que suas dádivas. O abençoador é mais importante do que suas bênçãos. Mais do que coisas, Jabez ansiava por Deus. Mais do que ajuda dos homens, ele queria a mão de Deus conduzindo sua vida.

Para superar as dores do passado nós precisamos da presença de Deus e da fortaleza do seu braço para nos sustentar.

4. ELE CLAMOU PELA PROTEÇÃO DE DEUS
Jabez concluiu, dizendo: “… e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição…”. Jabez entende que a vida é cheia de perigos. Há inimigos de fora e temores de dentro tentando nos manter prisioneiros no calabouço do medo. A vida não se processa num parque de diversões, mas num campo de batalha. Jabez anseia pela proteção divina. Ele deseja proteção tanto do maligno como da aflição provocada por ele.

A breve, mas intensa biografia de Jabez termina dizendo: “… e Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”.

Como Jabez, você também, pode superar as dores do seu passado!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

DORMINDO COM OS INIMIGOS

“Habitando, pois, os filhos de Israel no meio dos cananeus, dos heteus, e amorreus, e perizeus, e heveus, e jebuseus”(Juízes 3.5)

Podemos considerar essas nações como representantes de diversos tipos de comportamento em termos espirituais, respectivamente: negociação com a verdade, timidez, falar sem praticar (ou seja, hipocrisia), confiança na força humana, estabelecimento de um sistema religioso de castas, e esmagamento das Escrituras.

Se você se encontra em uma posição onde quaisquer desses comportamentos são comumente praticados, então sabe o que é estar na mesma circunstância espiritual que Israel estava.

Os cananitas, “negociadores”, simbolizam os que não têm qualquer interesse pela verdade divina, mas apenas se valem dela para proveito próprio, seja por ganhos financeiros, por influência social, ou até satisfação intelectual. Se buscarmos o conhecimento bíblico somente de forma intelectual, sem de fato estarmos dispostos a obedecer a Deus de coração e alma, estaremos negociando com a verdade divina.

Os heteus, “filhos do terror”, simbolizam os que são tímidos, controlados pelo medo. O medo do homem, da opinião alheia e das conseqüências de se andar no estreito caminho da obediência pode nos fazer retroceder quando Deus nos pressiona a seguir em frente.

O medo pode nos impossibilitar de combatermos o bom combate no poder do Espírito Santo e na Sua força!

O medo está em todos os lugares.

Por que o testemunho do Evangelho é tão pobre?

Por que há ministrações tão pouco efetivas entre os santos?

Tão poucas vozes orando e louvando com poder neste mundo tenebroso?

Por que tememos falar sobre o Senhor Jesus, levantar a nossa voz em ações de graças, tomar uma posição clara por Cristo e confessá-Lo publicamente? Não é por medo?

Como a intelectualização da verdade de Deus e o temor de assumir um compromisso real e inabalável com Cristo tem nos tornado pessoas fracas, sem expressão e inúteis

“Habitando, pois, os filhos de Israel no meio dos cananeus, dos heteus, e amorreus, e perizeus, e heveus, e jebuseus, tomaram de suas filhas para si por mulheres, e deram as suas filhas aos filhos deles; e serviram aos seus deuses. E os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e se esqueceram do Senhor seu Deus”(Juízes 3.5-7)

Vimos que essas nações mencionadas acima representam princípios espirituais – os cananitas são os negociadores da verdade, e os heteus, os tímidos. Agora vejamos os outros povos.

Os amorreus, “faladores”, são os que pregam a Palavra sem poder. Falar é fácil. Transmitir nossos próprios pensamentos é fácil. Confessar Cristo não significa simplesmente falar e nada mais. Onde houver princípios elevados e um agir desprezível, muita pregação e pouca prática, temos de perceber que estamos entre amorreus, inimigos a serem combatidos.

Os perizeus representam os que confiam no poder humano de governar e não no divino. Também representam os que não se submetem a Deus, à Sua vontade nem à Sua Palavra. São a classe dos que detêm o poder, dos que têm de ser consultados, cujas ordens têm de ser obedecidas, não pelo que são espiritualmente, mas pela posição que ocupam no mundo.

Os heveus simbolizam a contraparte dos perizeus – os que se permitem ser guiados por religiosos e que aceitam para si mesmos uma função espiritual de natureza inferior.

Por fim, os jebuseus são os que pisam, esmagam as Escrituras, e se recusam a obedecer ao ensino explícito da Palavra de Deus.

É interessante notar que nenhum desses povos é mencionado como sendo conquistador. Os israelitas se casaram com as mulheres deles, unindo-se da maneira mais íntima com os inimigos.

Literalmente, os israelitas dormiram com os inimigos. E isso trouxe destruição para várias gerações.

Hoje isso também acontece quando permitimos práticas comuns, mas contrárias à Bíblia em nossas congregações. Tal atitude é tão má aos olhos de Deus quanto foi a dos israelitas.

Extraído do devocional Boa semente

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

EI, VOCÊ É IMPERFEITO!!!

Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.

Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado. 

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse: "- Baby, eu adoro torrada queimada..."

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:
"- Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!"

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos - e com amigos.

Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.

As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.

(A.D) Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

SANTIFICAÇÃO (MATURIDADE CRISTÃ)

Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz; I Pedro 2.9

O desafio da vida cristã leva-nos a desejar sermos santos na presença de Deus. Nesta busca, precisamos disciplinar-nos numa constante comunhão com Deus através de uma hora devocional. Deus nos chamou para a santificação (I Ts 4.7) deu-nos a ordem de santificar-nos (I Pe 1.15), portanto temos que alcançar tal benção. Ter um tempo com Deus através da hora devocional é muito importante: veja só:

1. Os grandes homens e mulheres da Bíblia que alcançaram vitória e muita comunhão com Deus tinha sua hora devocional. Mc 1.35-39; Mt 6.5-8; Gn 5.24.

2. Sua hora devocional deve incluir: Oração, leitura bíblica e momentos de louvor e gratidão a Deus.

3. Procure vencer os seguintes obstáculos para que sua hora devocional seja um momento precioso de comunhão íntima com Deus:
a) Falta de tempo – reserve um tempo (dia e hora) para este momento, não deixe ao acaso. (Dn 6.1; Sl 5.3)
b) Interrupções – escolha um lugar tranqüilo onde ninguém possa incomoda-lo e longe de telefone.
c) Pensamentos vagos – ore sempre em voz alta e seja específicos assim seus pensamentos não o afastarão da comunhão com Deus.
d) Falta de perseverança – muitos começam e param, estão sempre começando e fazendo novos propósitos. Seja perseverante pois é na perseverança que ganhará sua alma (Lc 21.19).

Com um tempo devocional específico e periódico, certamente você viverá em santidade com Deus.

O QUE É SANTIFICAÇÃO?
Não é nosso propósito analisar teologicamente a doutrina santificação, mas sim declarar que: Santificação é o ato de Deus em nos separar para um fim específico. Deus nos separa e nos faz andar segundo a sua vontade, mas este ato deve estar em harmonia com a nossa vontade, Deus não nos violenta. A santificação é vivida, pelo menos em dois aspectos:

1. SANTIFICAÇÃO INSTANTÂNEA – (Hb 10.28-8; 13.12) Quando nascemos de novo, Jesus nos separa do pecado, nos purifica, nos justifica e assim nos tornamos santos diante dele separados, mortos para o mundo e vivos para Deus. (Rm 6.11).

2. SANTIFICAÇÃO PROGRESSIVA – ( I Tm 2.21; Rm 6.22). Cristo nos separa do pecado, nos dá poder sobre o pecado, porém nos deixa a missão de nos livrarmos dos efeitos dos pecados. Somos libertos dos efeitos do pecado através da oração, da meditação na Palavra de Deus, quando nos submetemos ao Espírito Santo para que ele nos ensine todas as coisas. Assim vamos nos separando cada vez mais do pecado, das coisas do mundo a caminho da santificação pela até chegarmos a estatura de Cristo. Esta caminhada é a santificação. Fl 2.12; I Tm 4.5; I Co 10.23; Jo 14.26.

PORQUE A SANTIFICAÇÃO É NECESSÁRIA?
1. Porque é a vontade de Deus para seus filhos – I Ts 4.3
2. Porque sem a santificação ninguém verá a Deus – Hb 12.14
3. Porque através da santificação abandonamos o pecado e as coisas que aborrecem a Deus. Ap 21.8; I Co 6.9-10; Gl 5.11,19; Ef 5.3-5; At 5.11; 20.33.

COMO ALCANÇAR A SANTIFICAÇÃO?
Tudo começa quando você toma a decisão de nascer de novo.

Santificação não é um tema para estudo e debate, é um estilo de vida a ser vivido pelos cristãos, é um estado de pureza onde a presença do Espírito Santo é uma realidade transformando nosso corpo em templo do Espírito Santo.

Observações:
1. Se você deseja ver Deus, desfrutar da presença maravilhosa do Espírito Santo, precisa ser santo.
2. Ser santo é uma ordem e portanto temos que obedece-la.
3. A santidade não implica em perfeição, mas, em separar-nos das coisas que podem levar-nos ao pecado.
4. É Deus quem opera primeiramente em nós o ato da santificação e cabe a nós dar continuidade, desenvolvendo a nossa salvação. Fl 2.12.
5. Quando se busca a Deus e a santificação, ele opera maravilhas na nossa vida, pois a santificação é parte fundamental do caráter de Cristo na vida dos cristãos

Fonte: Explicando as Escrituras

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 19 de fevereiro de 2017

COMO POSSO ASSUMIR O CONTROLE DOS MEUS PENSAMENTOS?

Muitos cristãos lutam com essa questão, especialmente em nosso mundo altamente tecnológico. No entanto, tomar o controle dos nossos pensamentos é essencial. Provérbios 4:23 diz: "Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida." O "coração" inclui a mente e tudo que procede dela.

Alguém disse que cada pecado que cometemos é cometidos duas vezes, uma vez em nossos pensamentos e novamente quando agimos devido a esses pensamentos. É mais fácil livrar a nossa vida de pecado se o atacarmos quando ainda no início (em nosso pensamento), em vez de esperar que se torne enraizado em nossas vidas por nossas ações e, em seguida, tentar retirá-lo.

Há também uma diferença entre ser tentado (um pensamento entrando na mente) e pecar (meditar e desfrutar de um mau pensamento). É importante compreender que quando um pensamento entra em nossa mente, nós o examinamos com base na Palavra de Deus e determinamos se devemos continuar por esse caminho ou rejeitar o pensamento e substituí-lo por outro pensamento.

Se já permitimos que um hábito se forme em nossa vida de pensamento, torna-se mais difícil mudar o caminho de nossos pensamentos, assim como é difícil pegar um carro de um barranco profundo e em uma nova pista. Aqui estão algumas sugestões bíblicas para tomar o controle de nossos pensamentos e se livrar de pensamentos errados:

1. SEJA CONSTANTE NA PALAVRA DE DEUS de modo que quando um pensamento pecaminoso entrar na nossa mente (uma tentação), seremos capazes de reconhecê-lo pelo que é e saber o rumo a tomar.

Jesus no deserto (Mateus 4) respondeu a cada uma das tentações de Satanás com a Escritura que se aplica à direção que Ele sabia que sua mente devia tomar, em vez de partir para o caminho do pensamento pecaminoso. Quando tentado a satisfazer sua necessidade física (transformar pedra em pão), Ele recitou a passagem sobre a importância de confiar em Deus. Quando tentado a servir a Satanás a fim de obter a glória do mundo, Ele trouxe a passagem que diz que devemos servir e adorar somente a Deus e falar da glória que pertence a Ele e aos que são Seus.

Quando tentado a testar Deus (para ver se Deus realmente estava presente e iria manter as Suas promessas), Jesus respondeu com passagens que enfatizam a importância de crer em Deus sem ter que vê-lo demonstrar a Sua presença. Citar as Escrituras em um momento de tentação não é um talismã, mas serve o propósito de guiar as nossas mentes em uma trilha bíblica.

No entanto, precisamos conhecer a Palavra de Deus ANTES DO TEMPO a fim de alcançar este objetivo. Assim, um hábito diário de estar na Palavra de uma maneira significativa é essencial. Se estivermos conscientes de uma determinada área da tentação constante (preocupação, luxúria, ira, etc.), precisamos estudar e memorizar passagens-chave que lidem com essas questões. Observar tanto o que devemos evitar (negativo) quanto como devemos responder corretamente (positivo) aos pensamentos tentadores e situações - antes de termos que lidar com eles – muito nos ajudará a alcançar a vitória.

2. VIVA NA DEPENDÊNCIA DO ESPÍRITO SANTO, principalmente por meio de buscar a Sua força através da oração (Mateus 26:41). Se confiarmos em nossa própria força, nós falharemos (Provérbios 28:26, Jeremias 17:9, Mateus 26:33).

3. NÃO DEVEMOS ALIMENTAR AS NOSSAS MENTES COM O QUE PROMOVE PENSAMENTOS PECAMINOSOS. Esta é a ideia de Provérbios 4:23. Devemos guardar o nosso coração - o que permitimos que entre ou permaneça nele. Jó 31:1 diz: "Fiz aliança com meus olhos; como, pois, os fixaria eu numa donzela?"Romanos 13:14 diz: "mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências." Assim, devemos evitar revistas, vídeos, sites, conversas e situações que nos preparem para cair. Também devemos evitar passar o tempo com aqueles que nos incentivam a seguir esses caminhos errados.

4. DEVEMOS SEGUIR DEUS ARDENTEMENTE, substituindo os pensamentos pecaminosos  por atividades e mentalidades piedosas. Este é o princípio de reposição. Quando tentado a odiar alguém, podemos substituir esses pensamentos de ódio com ações divinas: fazemos o bem para eles, falamos bem deles e oramos por eles (Mateus 5:44).

Ao invés de roubar, devemos trabalhar duro para ganhar dinheiro, para que possamos buscar oportunidades para dar aos outros em necessidade (Efésios 4:28). Quando tentado a cobiçar uma mulher, tiramos o nosso olhar, louvamos a Deus pela maneira como Ele nos fez - macho e fêmea - e oramos pela mulher (por exemplo: "Senhor, ajude esta jovem mulher a vir a conhecê-lo, se ela ainda não o conhece, e a ter a alegria de caminhar contigo"), então pense nela como uma irmã (1 Timóteo 5:2).

A Bíblia fala muitas vezes de se "despojar" de ações e pensamentos errados, e em seguida de se "revestir" com ações e pensamentos divinos (Efésios 4:22-32). Simplesmente buscar remover os pensamentos pecaminosos sem substitui-los com pensamentos com santos deixa um campo vazio para Satanás vir e semear as suas ervas daninhas (Mateus 12:43-45).

5. PODEMOS USAR COMUNHÃO COM OUTROS CRISTÃOS DO JEITO QUE DEUS PLANEJOU. Hebreus 10:24-25 diz: "Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima." Cristãos companheiros que nos encorajam nas mudanças que desejamos (melhor que sejam do mesmo sexo), que oram por nós e conosco, que nos perguntam em amor como estamos indo e que nos encorajam a evitar os velhos caminhos, esses são amigos realmente valiosos.

Último e mais importante, esses métodos não terão nenhum valor a menos que tenhamos colocado a nossa fé em Cristo como Salvador do nosso pecado. Este é o lugar onde devemos absolutamente começar! Sem isso, não pode haver vitória sobre pensamentos pecaminosos e tentações, e as promessas de Deus para os Seus filhos não são para nós, nem está o poder do Espírito Santo disponível para nós!

Deus vai abençoar aqueles que procuram honrá-lo com o que é mais importante para Ele: o que somos por dentro e não apenas o que aparentamos ser para os outros. Que Deus nos dê a mesma descrição que Jesus deu a Natanael - um homem [ou mulher] em quem não há dolo (João 1:47).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz 

sábado, 18 de fevereiro de 2017

QUEM NOS SEPARARÁ DO AMOR DE CRISTO?

Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? (Rm. 8.35)

PROVAS GERAIS DO AMOR DE DEUS:
A entrega de Cristo Rm.8.32
Justificação Rm.8.33
Liberdade sobre a acusação Rm.8.34

Todos devem ter sua própria convicção do amor de Deus individualmente, Paulo tinha sua convicção e em Rm.8.35, fala de coisas que passou e passaria que provam que nada faria que Cristo deixasse de amá-lo.

PROVAS PESSOAIS DO AMOR DE DEUS EM PAULO (Rm.8.35)

TRIBULAÇÃO:
Paulo passou por tribulações em Filipo e Tessalônica, entre outros lugares (At.16 e At.17, ver ainda II Co. 7.5), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ANGÚSTIA:
Angústia fala de problemas emocionais, e Paulo os teve (II Co. 2.4 e II Tm.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERSEGUIÇÃO:
Uma constante para Paulo (At.17 e At.21.27ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

FOME:
Fome fala de necessidade, Paulo passou por isto (Fl.4.12 e II Co.4.11), mas Cristo não deixou de amá-lo.

NUDEZ:
Nudez fala de privação de algo, que Paulo viveu e sentiu (II Co.4.11 e II Tm.4.11, além de Fl. 4.12), mas Cristo não deixou de amá-lo.

PERIGO:
Paulo foi a Jerusalém, sabendo dos perigos que o esperavam (At.21.7ss.), mas Cristo não deixou de amá-lo.

ESPADA:
Espada é sinônimo de morte violenta, a qual Paulo passou (II Tm.4.6-8), diz a História que Paulo morreu violentamente em Roma, e mesmo na morte Cristo não deixou de amá-lo.

Nas experiências amargas que passamos, Deus nos prova seu amor.

Mateus 28:20 “...E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século.”
João 3.16  “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eternal”.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

CINCO PASSOS PARA UMA VIDA DE ORAÇÃO EFICAZ

A oração é o elemento central da vida cristã. Mas com tantas atividades, como a escola, faculdade e até mesmo trabalhos da igreja, nosso tempo para falar com Deus pode ir diminuindo. e por isso você pode se sentir vazio ou como se estivesse falando para o silêncio.

Dessa forma, ficamos desanimados e podemos até parar de orar. Para o pastor Tim Keller, devemos entender, no entanto, que Deus está sempre acessível para nós. Podemos comungar com Ele, e é uma honra fazer isso. Então, como podemos desenvolver uma vida de oração mais eficaz? Tim destaca cinco preciosos passos.

01. EVOCAÇÃO
Evocar significa “trazer à mente”, embora também possa ser interpretado como “pedindo a Deus”. Keller diz que há quase uma “concordância universal de que a oração deve ser iniciada evocando a Deus”. Pense antes de orar.

02. MEDITAÇÃO
Para responder a Deus em oração, devemos ouvir a Sua Palavra. Isso significa separar um tempo para meditar em alguma parte da Bíblia como uma ponte para a oração. A meditação é uma forma de reflexão e auto-comunhão. Leia a bíblia e medite nela como uma maneira de abastecer seu coração e de se preparar para a oração.

03. ORE A PALAVRA DE DEUS
O reformador Lutero fazia isso, um passo que é muitas vezes esquecido. Depois de meditar nas Escrituras, Lutero levava um tempo para "orar o texto" antes de passar para uma oração mais livre. Você pode orar parafraseando cada versículo com suas próprias palavras, preenchendo-o com as preocupações de seu coração nesse dia. Keller recomenda que façamos isso pelo menos uma vez por semana.

04. ORAÇÃO LIVRE
A oração livre, como Keller explica, significa simplesmente derramar seu coração diante do Senhor em oração, e é onde nós trazemos todas as súplicas, petições, listas de oração e qualquer coisa em nosso coração que queremos ou precisamos. É a oração com a qual provavelmente estamos mais familiarizados.

De fato, Deus é nosso Pai e nós somos seus filhos e Ele adora quando pedimos coisas. Mas, este tipo de oração pode se tornar um padrão único, como uma lista de mercearia. Procure elevar cada causa a Deus com o raciocínio teológico e o auto-exame.

05. CONTEMPLAÇÃO
Keller aponta para Jonathan Edwards, que por sua vez aponta para o Senhor: "Edwards descreveu a contemplação como momentos em que não apenas sabemos que Deus é santo, mas também quando sentimos – vemos e ouvimos e provamos - que Ele é santo. De qualquer maneira, a oração é sempre reforçada quando terminamos com louvor e contemplação”.

“Por fim, não se intimide com esses planos”, acrescenta Keller no final. Ele termina dizendo: "Siga os passos sem sentir a necessidade de fazer todas as propostas específicas ou de responder a todas as perguntas. A oração vai crescer e atrair você".

Fonte: Guiame, com informações do site Hello Christian

Por Litrazini

Graça e Paz 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

QUANDO O PERFEITO CHEGAR, O IMPERFEITO SERÁ DISPENSADO

“Quando vier o que é perfeito, o que é em parte será eliminado” (1Co 13:10).

Não estou dizendo, que os dons são imperfeitos no sentido de serem inerentemente maus, mas são instrumentos capazes de levar a mensagem adiante, enquanto ela precisar ser conduzida a outras pessoas.

Sem duvida alguma os avanços tecnológicos trouxeram muitos benefícios para a divulgação da Palavra. Alguns chegam a afirmar que estamos nos aproximando daquilo que será o perfeito.

Estratégias, musicas e estruturas perfeitas. Organização, programação e informação muito próximas da perfeição. Muito poder político e financeiro. Muito som, dinheiro, música, atos proféticos e marketing. Estamos evoluindo rapidamente, mas talvez com base no tangível.

Mas afinal, o que é perfeito?
O perfeito é aquilo que restará de todas as nossas atividades eclesiásticas, incluindo pregações, profecias, missões, folhetos, livros, evangelismo, concentrações, marchas e louvores.

Até quando olho para as inúmeras denominações, títulos, posições e placas, tendo a pensar que para chegar ao que é perfeito, preciso me afastar de tudo isto.

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor” (1Co 13:13).

A própria fé e a esperança, que parecem ter uma meia vida mais reforçada do que tudo o mais, não permanecerão. Seu papel é nos indicar o caminho para o perfeito, e como tal nos ajudarão a chegar lá, mas ao chegarmos, terão cumprido a sua missão e não haverá mais ninguém para ser conduzido ao Reino Eterno.

Esperança pra que, se tudo já chegou? Não teremos de esperar nada mais, pois tudo estará la para o nosso desfrute.

Para que cultivaríamos a fé, se tudo aquilo no que acreditamos estará tangível, animado, visível e totalmente finalizado diante de nossos olhos.

No Céu só ficará aquilo que for absolutamente imprescindível e totalmente compatível com a essência de Deus. O amor sim, somente ele se encaixaria nesta descrição para conservar a eternidade algo realmente bom de se experimentar.

Tudo porque Deus é amor e quem não ama, não conhece a Deus.

Ubirajara Crespo

Por Litrazini

Graça e Paz