sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

A SALVAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA GLÓRIA ETERNA

Cristo, digno de ser nosso Mediador pelo sofrimento que experimentou. O texto de Hebreus 2.10 diz que“convinha que Deus… tornasse perfeito, mediante o sofrimento, o autor da salvação “

Não é por um decreto que Deus faz filhos dentre os homens pecadores, mas pelo sangue santificador de Cristo, sem o qual ele não podia ser “consagrado”; como o autor da nossa salvação! O próprio Jesus declarou a necessidade de sua morte quando disse: “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (Jo 12.24). 

Pela morte, Cristo não só se qualificou para ser nosso Mediador, como também nos qualificou para sermos filhos de Deus e garantir-nos entrada nas mansões celestes. Convinha que ele padecesse todas aquelas coisas e entrasse em sua glória, para que após ele, nós também entrássemos lá! (Lc 24.26).

A VITÓRIA SOBRE A MORTE E O DIABO
Longe de ser sua derrota, a morte na cruz foi a sua vitória, já que por ela Jesus ganharia muitos filhos para Deus! Como ele mesmo predisse, sua morte rendeu muitos frutos. Inclusive você e eu! Por isso, consciente da proximidade de sua morte, ele não diz: “é chegada a hora de minha morte” ou “de minha derrota”, mas “É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado” (Jo 12.23).

“A cruz não é um tratado diplomático entre Deus e o diabo, mas o anúncio da derrota do império das trevas, o julgamento do príncipe deste mundo, a sentença contra toda tirania infernal! No Calvário satanás não obteve nenhum ganho, nenhuma vantagem, nenhum benefício.

O brado de Cristo ‘Está consumando’ (Jo 19.30) foi a ferida mortal aberta na cabeça da antiga serpente (Gn 3.15), que agora, já sob julgamento condenatório, apenas sacode a cauda, até que venha o glorioso dia de nosso Senhor Jesus em que cumprirá finalmente a sentença: ‘Em breve o Deus de paz esmagará Satanás debaixo dos pés de vocês’ (Rm 16.20).

Agora, ressurreto e glorificado à destra do Pai, Cristo não sofre mais. Ele está exaltado e vive para interceder por nós, compadecendo-nos de nossas fraquezas, oferecendo ao Pai incessantes rogos em nosso favor.

Aquele que foi o ofertante e a oferta, o sacerdote e o sacrifício, “é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” (2.18).

De humanidade Jesus entende perfeitamente, porque ele é humano. De sofrimentos Jesus entende, porque ele os padeceu. De desprezo Jesus entende, porque ele o sofreu na pele. De tentação Jesus entende, porque ele em tudo foi tentado.

Sim, Jesus nos entende perfeitamente e deseja em tudo ser o nosso Archegon, o nosso grande Pioneiro da salvação, que vai adiante de nós conduzindo-nos pelo caminho que ele abriu para chegarmos ao Pai e participarmos de sua glória eterna. 

Esta mui bela mensagem de “fé, esperança e ânimo” serve para edificação não só dos crentes judeus tentados à voltarem para sua antiga religião e suas antigas práticas.

Serve também a nós, em dias tão conturbados como os que vivemos, para reavivarmos a fé e prosseguirmos conscientes de que crermos em Jesus como Salvador foi a melhor decisão já tomada em nossa vida, para a qual não cabe arrependimento.

Tiago Rosas

Por Litrazini

Graça e Paz

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