domingo, 1 de julho de 2018

JESUS O REI DA VIDA E O REI DA MORTE


O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. João 10:10

Em vários lugares da Bíblia, o bem e o mal são apresentados mediante seus resultados. No verso acima, Jesus Se apresenta como a fonte da vida eterna. "Eu vim para que tenham vida", diz Ele. Em contraste, o diabo – ladrão sagaz – vem para roubar, matar e destruir. Jesus é o Rei da vida; o diabo, o rei da morte. Jesus é a expressão da vontade de Deus; o diabo, a expressão da vontade da carne.

Alfred Berhard Nobel, grande químico, tornou-se famoso por ter inventado, em 1866, a dinamite. Quando já estava idoso, passou por uma experiência amarga. Certa manhã, ao ler o jornal, viu uma manchete que dizia: "Morre Alfredo Nobel". E, logo abaixo: "Morre o rei da dinamite". A notícia referia-se a ele como "Mercador da Morte" e "Inventor da Destruição". Logo se descobriu que um repórter francês, desejoso de obter notoriedade, aproveitou-se da morte de um homem também chamado Alfredo Nobel, e espalhou a notícia maldosa mundo afora.

O verdadeiro Alfred Nobel ficou muito abalado ao analisar as conseqüências de suas invenções. Pela primeira vez, ele se deu conta de que seria lembrado para sempre como alguém que havia inventado a destruição e espalhado a morte. Entendeu que esse não era um objetivo digno da vida.

Nobel chegou à conclusão de que precisava mudar e transformar seu propósito, e sua contribuição deveria ser pela vida e não pela morte.

Movido por um sentimento nobre, dedicou sua grande fortuna para promover a paz entre as nações, fundando o Prêmio Nobel da Paz.

Entre os contemplados com esse honroso prêmio, há homens como Martin Luther King, Dag Hammarskjold, Albert Schweitzer e Teresa de Calcutá.

Qual é o sentido de nossa vida?

Através de nosso trabalho e de nossa influência, temos promovido a vida ou a morte?

Estamos construindo ou estamos destruindo?

Se fizéssemos uma profunda e pormenorizada análise de nossa influência pessoal e chegássemos à conclusão de que nosso exemplo é mais negativo do que positivo, o que faríamos daqui para frente?

Tomaríamos a decisão de pedir a Deus que transformasse nossa influência negativa numa influência construtiva?

Quando aceitamos a Cristo, somos transformados à Sua semelhança. Logicamente, não somos transformados em mananciais de vida, mas em canais pelos quais a vida que há em Cristo flui para o bem dos que estão mortos no pecado.

Pergunta para reflexão

Existe alguma coisa em nossa vida que não esteja exercendo uma influência para o bem?

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

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