domingo, 31 de março de 2019

INTELIGÊNCIA CONJUGAL; SÓ O AMOR NÃO BASTA!


"Você quer ter razão ou ser feliz?"

O amor-romântico não é tudo em um relacionamento.

Infelizmente, muitos jovens se casam pensando que o "amor-romântico" será à base de sustentação de uma vida conjugal equilibrada, harmoniosa e feliz. Pode até ser que na primeira faze, que é a da idealização, onde não se vê o real, mas sim àquilo que foi sonhado, projetado e idealizado, este tipo de amor seja a base. Porém, quando os dois forem "caindo na real" e os defeitos forem aparecendo e o "anjo" ganhar a forma de "ser humano" com todas as imperfeições, traumas e limitações o "amor romântico" deixará de ser suficiente.

Eu diria que os casais brigam, não por falta de amor, mas por falta de inteligência conjugal. Até para ser feliz é preciso ser inteligente!

Há um texto na carta do apóstolo Paulo escrito aos Efésios, que expressa a importância de compreender esse princípio:

"Maridos, ame cada um a sua mulher, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se por ela (Ef.5.25) para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, (v.26) e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou (v.27) coisa semelhante, mas santa e inculpável".

O que o apóstolo está querendo nos ensinar, é:

Todas as vezes que o marido investe na sua esposa, o mais beneficiado é ele mesmo. "...para apresentar a si mesmo como igreja(esposa) gloriosa..." isso éinteligência conjugal. Se esta não for a visão que orienta a vida dos dois, a competição passa a existir impedindo que eles sejam "aliados íntimos" contra os inimigos do casamento, que não são poucos.

"Você quer ter razão ou ser feliz?"

Não são poucos os casais que por causa da inflexibilidade, gastam uma fortuna com aquilo que não vale uma moeda de cinqüenta centavos de reais. É a "mania" de querer sempre ter razão, mesmo que isto aprofunde a crise, gere magoas, levante um muro de resistência provocando um distanciamento cada vez maior um do outro.

A humildade é uma das virtudes da inteligência conjugal.

Na convivência a dois é necessário algumas vezes um "perder" para que os dois possam ganhar. Estruturas rígidas quebram com facilidade. As árvores que suportam as grandes tempestades e não se quebram, são as flexíveis. Quando o homem e a mulher atingem esse nível de maturidade, vivendo com flexibilidade, é porque definitivamente entenderam que inteligência conjugal mais amor adulto gera a verdadeira felicidade.
É importante compreender que para ser feliz, você não precisa se anular, tornando-se um "boneco" sem o direito de sugerir, opinar, contrariar, participar etc. O casamento não pode provocar a morte do "eu" e nem da "individualidade" de cada cônjuge.

É extremamente preocupante quando ouço alguém dizendo: "Estou casado ou casada a trinta anos e nunca brigamos, discutimos ou gritamos um com o outro!" Se isso for verdade, é porque os dois não se amam, ou estão juntos mas nunca compreenderam o que é casamento.

Só quem deseja o melhor para o outro é que reclama, critica, cobra, aponta as áreas que precisam melhorar. Quem um dia ou outro não acorda mal humorado, irritado, estressado ou perturbado com alguma situação que lhe foge ao controle. Onde não há preocupação com o outro, não há brigas, discussões porque impera a indiferença que é a maior demonstração de falta de amor maduro e de inteligência conjugal.

É bom "brigar - construtivamente" para se ter razão, quando o que está em jogo é a estabilidade da relação, o futuro da família, o equilíbrio financeiro, a vida espiritual do cônjuge e a felicidade do casal.

Quando a causa da "batalha travada" é algo banal, pequeno no seu valor e importância, todo tempo e energia que se gasta é um desperdício tolo, ai, não vale a pena ter razão é preferível ser feliz.

Pr. Josué Gonçalves

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 30 de março de 2019

CHEIOS DO ESPÍRITO SANTO


“E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem” (At 2.1-13).

Qual é o significado da plenitude do Espírito Santo recebida no dia de Pentecoste?

(1) Significou o início do cumprimento da promessa de Deus em Joel 2.28,29, de derramar seu espírito sobre todo o seu povo nos tempos do fim (cf. At 1.4,5; Mt 3.11; Lc 24.49; Jo 1.33).

(2) Posto que os últimos dias desta era já começaram (At 2.17; cf. Hb 1.2; 1 Pe 1.20), todos agora se vêem ante a decisão de se arrependerem e de crerem em Cristo (At 3.19; Mt 3.2; Lc 13.3).

(3) Os discípulos foram “do alto... revestidos de poder” (Lc 24.49; cf. At 1.8), que os capacitou a testemunhar de Cristo. A produzir nos perdidos grande convicção no tocante ao pecado, à justiça, e ao julgamento divino, e a desviá-los do pecado para a salvação em Cristo (cf. At 1.8; 4.13, 33; Rm 15.19).

(4) O Espírito Santo já revelou sua natureza como aquele que anseia e pugna pela salvação de pessoas de todas as nações e aqueles que receberam o batismo no Espírito Santo e ficaram cheios do mesmo anseio pela salvação da raça humana (At 2.28-40; 4.12, 33; Rm 9.1-3; 10.1). O Pentecoste é o início das missões mundiais (At 1.8; 2.6-11,39).

(5) Os discípulos se tornaram ministros do Espírito. Não somente pregavam Jesus crucificado, levando outras pessoas ao arrependimento e à fé em Cristo, como também influenciavam essas pessoas a receber “o dom do espírito Santo” (vv. 38,39) que eles mesmos tinham recebido no Pentecoste (v.4). Levar outros ao batismo no Espírito Santo é a chave da obra apostólica do NT (ver At 8.17; 9.17,18; 10.44-46; 19.6).

(6) Mediante este batismo no Espírito, os seguidores de Cristo tornaram-se continuadores do seu ministério terreno. Continuaram a fazer a ensinar, no poder do Espírito Santo, as mesmas coisas que Jesus “começou, não só a fazer, mas a ensinar” (At 1.1; Jo 14.12).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 29 de março de 2019

A BÊNÇÃO DO SENHOR QUE ENRIQUECE E PROVISIONA O REINO


Muito do ensino religioso sugere que a miséria e a escassez financeira são da vontade de Deus. O povo das igrejas tem sofrido lavagem cerebral para acreditar que a abundância material gera orgulho, que as pessoas espirituais e humildes devem viver em pobreza e que os problemas físicos fortalecem o caráter

O ensino cristão tradicional tem enfatizado a prosperidade de forma negativa, e, os crentes começam a associar pobreza com espiritualidade e riqueza material com impiedade. Isso cria um medo da prosperidade que tem atrapalhado a divulgação do evangelho.

O plano redentor de Deus, entretanto, provê abundantes bênçãos de prosperidade material, sucesso, alegria e realização. “A bênção do Senhor é que enriquece.”(Pv. 10.22). Deus deseja que experimentemos bênçãos materiais, tanto quanto bênçãos espirituais.

O mundo cheio de riquezas materiais que Deus criou ao redor de nós é uma prova que ele deseja abençoar Seus filhos material e fisicamente, tanto quanto espiritualmente.

Você pode imaginar um pai que não deseja bênçãos materiais para seu filho ou filha? Ou que tipo de pai desejaria para seus filhos uma vida de pobreza e miséria? “O Senhor... ama a prosperidade do seu servo.” (Sl. 35.27). “O Senhor mandará que a bênção esteja contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a mão.” (Dt. 28.8.)

Se puder, Satanás roubará todas as bênçãos redentoras de Deus. Ele faz isso – mentindo, enganando, confundindo com sugestões negativas ou ensino tradicionalista; fazendo-nos olhar para as circunstâncias, ao invés de olhar para a Palavra de Deus; instilando o medo de que, se formos abençoados, nos tornaremos orgulhosos ou arrogantes; e por meio de outras mentiras enganadoras inventadas para roubar, matar e destruir (Jo 10.10) e privar-nos das bênçãos de Deus.

Os crentes são membros da Família Real de Deus. Somos comissionados e recebemos do Senhor (1 Tm. 1.11; 1 Ts. 2.4) a tarefa de pregar o Evangelho a toda a criatura em todo o mundo. (Mc. 16.15).. Isso requer dinheiro.

É por isso que Deus quer que Seus filhos prosperem materialmente na mesma medida em que suas almas prosperam espiritualmente. (3 Jo 2).

Para Deus, as riquezas que Ele criou e colocou aqui no planeta, (Gn 2.9-14), não deveriam ser monopolizadas pelos incrédulos; elas foram criadas para tornar mais fácil ao povo de Deus cumprir a Grande Comissão, como testemunhas de Cristo nesse mundo, usar a riqueza material para cumprir os planos dEle para a humanidade.

Plantamos dinheiro na obra de Deus e Ele, em retorno, nos dá uma colheita de bênçãos materiais. Essa é a lei de Deus de plantar e colher. Não pode falhar.

Devemos nos recusar a dar crédito às evidências contraditórias. Não devemos dar ouvidos a argumentações negativas. Temos que resistir às armadilhas da tradição piedosa que glorifica a pobreza como fonte de humildade. Salomão ensinou: Honra ao Senhor com a tua fazenda, e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e transbordarão de mosto os teus lagares. (Pv. 3-9,10).

É certo que quando as pessoas amam o dinheiro, nunca se fartam (Ecl 5.10).

Devemos entender que o propósito de Deus para as bênçãos materiais é realizar Seus planos para as pessoas. O rico tolo, que desprezou a Deus e ajuntou tesouros para si mesmo, foi condenado; (Lc 12.19-20), assim acontecerá com qualquer pessoa que fizer o mesmo e não é rica para Deus. (Lc. 12.21).

O poder miraculoso de Deus não está limitado apenas a maravilhas espirituais. Ele faz milagres físicos e materiais também.

Deus se revela por seu nome redentor, JEOVÁ-JIRÉH, traduzido, “O SENHOR PROVERÁ”. (Gn. 22.8) Bênção material é uma bênção redentora; Ela foi conquistada em nosso favor e em nosso nome, quando Jesus Cristo morreu como nosso substituto. Por sua graça, Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre; Para que pela sua pobreza enriquecêsseis. (II Co. 8.9). Desde que Ele morreu por nós, como não nos dará também com Ele todas as coisas? (Rm 8.32) .

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 28 de março de 2019

AMIGO, PARE E PENSE!


Em meio ao corre-corre diário, o homem perdeu as condições de pensar um pouco em si e nos valores mais altos da vida.

A vida é um constante corre-corre. Corre-se de manhã à noite. De manhã corre-se para o trabalho, do trabalho para a casa, da casa para a escola e assim por diante. É um constante correr.

Corre-se atrás do dinheiro, do trabalho, do estudo, do emprego, da riqueza, da fama, do prestígio, etc. Os segundos, os minutos, as horas, os dias, as semanas, os meses, os anos, as décadas, os séculos, os milênios, tudo corre velozmente.

Moisés, sabedor dessa verdade, já dizia há séculos atrás: “Todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro”, (Salmo 90.9).

Mas, em meio ao corre-corre da vida, é preciso parar um pouco. Parar para refletir, parar para fazer uma análise da situação, parar para uma auto-análise da vida, para uma auto-crítica.

Sim é preciso parar para ver se vale a pena todo esse desespero de vida. Não somente parar, mas sobretudo pensar.

Pensar em quê? Pensar na vida. Pensar que a vida passa. Pensar que tudo é vaidade e aflição de espírito, Eclesiastes 2.17. Pensar que tudo passa. Passa a infância. Passa a mocidade. Passa a vida adulta. Passa a velhice. E chegamos às portas da morte.

Quanta gente não quer nem pensar nestas coisas. Mas é preciso pensar. Parar e pensar que a vida não consiste somente no material, mas sobretudo no espiritual.

É preciso pensar não somente na vida presente, mas também na vida futura.

É preciso pensar que “a duração da nossa vida é de setenta anos, o melhor deles é canseira e enfado, pois passa rapidamente, e nós voamos. (Salmo 90.10)

É chegado o tempo de parar e pensar nas coisas de Deus, nas coisas que São lá de cima, nas coisas de valor permanente e eterno, nas coisas espirituais e eternas.
Pare e pense na sua alma. Pense na eternidade que o aguarda. Pense que há uma vida além túmulo.

Lembre-se de que a nossa vida não se acaba com a morte física.

Pense que há um céu e um inferno. Um céu de luz e um inferno de trevas, densas trevas.

Você já imaginou onde vai passar a eternidade?

Pois então pense nisto: você vai viver eternamente no céu ou no inferno.

Hoje você pode escolher o céu, escolhendo Jesus. Pensando em Jesus. Aceitando o que Ele fez por você na cruz.

Pensando em Deus, na Bíblia, na salvação. Pense que a eternidade o espera. Pense na salvação graciosa que Jesus lhe dá.

Nestes últimos dias, quando Deus nos dá oportunidade de livremente decidir, o chamado tempo da graça, pare e pense, que Deus quer a sua salvação.

Pense nas coisas que são lá de cima e não nas que são da terra. Pare e deixe de pensar no que é apenas material e passageiro e comece a pensar no futuro e no além. No futuro de sua alma e no além com Deus.

Deus ama você e quer salvá-lo hoje mesmo.

Aceite a Jesus como seu salvador e será salvo.

Que Deus o ajude a decidir e que a sua decisão não demore.

(Pr. J.C.V.) / Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 27 de março de 2019

CULPA? RESISTINDO AO ACUSADOR DE NOSSAS VIDAS!!


Você se arrependeu, confessou seu pecado, porém, ainda se sente culpado, daí se lembra que está perdoado. Quer saber quem está lançando a culpa sobre você?

É o velho ambulante da culpa, ele mesmo, Satanás. Ele não deseja que você se lembre que Deus acabou com seu pecado na cruz. É por isso que você precisa de um advogado de defesa diante do Pai.

O nome Satanás significa “O Acusador”.

Cristo não tem de defender você contra o Pai; Ele o defende contra Satanás, perante o Pai.

Eis uma cena que PROVAVELMENTE aconteceu no céu, na presença de Deus, hoje.

Podemos agradecer a Jó pelo conhecimento da tática do maligno. Hoje, o inimigo foi para lá com uma pasta de documentos sobre cada um dos filhos de Deus. Ele levou um dossiê sobre Paulo, João, Maria, Edna, e um dossiê completo sobre Edgar.

Ele acusa e aponta:
- Ah, ah! Temos aí o Edgar. Ele é um de Seus filhos, certo?
- Viu o que ele acaba de fazer?”
Satanás começa a acusar. Jesus se aproxima e diz:
- Pai, o Edgar creu em Mim. O perdão que eu adquiri na cruz foi então aplicado a ele. Esta é nossa única justificativa. E o Pai diz:
- Acusação rejeitada! Caso encerrado!

Somente Deus disciplinará Seus filhos em amor porque Ele é livre para lidar conosco. Deus, por intermédio do Seu Espírito que reside em nós, em quem Ele confia, está nos transformando diariamente à imagem de Jesus.

Jesus mesmo prometeu: “De maneira alguma te deixarei, jamais te abandonarei” (Hb. 13:5). Jesus “vive sempre para interceder por nós”, por conta disso, podemos “achegar-nos confiadamente junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb. 4:16)

Depois que Satanás nos acusa perante Deus, e não faz progresso; começa a acusar nossas consciências. Ele nos coloca em uma roda-viva: pecar, fazer voto de não repetir, tentar não pecar, e então pecar novamente.

O problema não é se Deus vai nos perdoar, mas se vamos crer que Ele já nos perdoou, confiar para obter a força interior e deixar do pecado.

Deus quer que vejamos nosso pecado como Ele o vê – é pecado. Ele não quer que perecemos.

Se concordarmos com Deus a respeito de nosso pecado, então também temos de vê-lo como já perdoado. É desse modo que Deus o vê.

Finalmente, voltar do pecado, confiar Nele para nos capacitar á alcançar vitória sobre o pecado no futuro.

Se não julgamos nosso pecado deste modo, aceitando Seu perdão, Satanás entra e segura com força o cabo da culpa. Ele fará que tentemos compensar nossos pecados, punindo a nós mesmos ou a outrem por tentar aliviar a culpa.

Temos acesso à presença de Deus. “Aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os corações purificados de má consciência, e lavado o corpo com água pura” (Hb. 10:22).

Quando pecamos conscientemente, Deus quer que nos aproximemos Dele “com sincero coração”, para sermos honestos “em plena certeza de fé” (isto é, no que Cristo fez). “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (Hb. 10:10).

DEUS NOS AMA E NOS ACEITA. ESTAMOS PERDOADOS.

ELE QUER QUE CONFESSEMOS O QUE TEMOS FEITO E LHE DEMOS GRAÇAS POR SEU PERDÃO.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 26 de março de 2019

RECEITA PARA UM VIVER MELHOR


“Jesus respondeu: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o primeiro e grande mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Mateus 22:37-39.

A receita de Jesus para uma boa qualidade de vida é uma receita em três dimensões.

Trata-se de uma receita semelhante a um tamborete de três pernas – se faltar qualquer uma delas, acaba-se a sustentabilidade e a pessoa vai ao chão.

Conforme vemos no texto bíblico supracitado, o primeiro ponto desta receita nos aconselha AMAR AO SENHOR NOSSO DEUS DE TODO O CORAÇÃO, DE TODA A ALMA E DE TODO O ENTENDIMENTO.

Religiosos em geral são unânimes quando dizem que este é o primeiro passo a ser dado por aqueles que desejam vida abundante.

De fato, estar bem com Deus é pré-requisito indispensável para o bem estar em outras dimensões da existência.

Em seguida, o mesmo evangelho destaca que o AMOR AO PRÓXIMO é o segundo ponto desta receita deixada pelo Mestre.

Certa vez, conversando com os seus discípulos, ele disse: “amai-vos uns aos outros”. E acrescentou: “Desta forma todos saberão que vocês são meus discípulos – se vocês amarem uns aos outros”.

Verdadeiramente, nossa proximidade com Deus pode ser avaliada a partir de nossa proximidade com nossos semelhantes. Simplesmente não dá para acreditar numa espiritualidade que transforma o ser humano em um insuportável chato.

Por último, vamos a um ponto muito esquecido pelos cristãos em geral. Jesus ensina que o amor com o qual devemos amar aos outros deve ser equivalente ao amor que devemos dedicar a nós mesmos. Em outras palavras, ele está dizendo que cada pessoa também precisa AMAR A SI MESMA.

Sim, você precisa se amar! Ainda que você seja querido por Deus e também por muitas outras pessoas, sua vida estará em desequilíbrio se você não consegue amar a si mesmo.

Sem querer reduzir verbo tão amplo dentro de um conceito tão limitado, eu arriscaria dizer que amar é, dentre muitas outras coisas, cuidar, proteger, investir, encorajar, animar, acreditar, afirmar...

Isto posto, convém perguntar e responder: Eu me amo? Eu me cuido? Eu me protejo? Eu invisto em mim mesmo? Eu me encorajo e me animo? Eu acredito no meu potencial como gente?

A pessoa que segue esta receita de Jesus acaba por criar uma atmosfera positiva em redor de si mesma. Isto geralmente atrai a atenção e a companhia de mais gente. E como é bom estar perto de quem vive de bem com a vida!

Autor: Humberto de Lima

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 25 de março de 2019

DEUS FALA A TODAS AS PESSOAS?


A Bíblia diz que Deus fala a todas as pessoas

O Antigo Testamento reconhece que Deus se revela tanto aos judeus como aos gentios: “Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos. Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes. Em toda a extensão da terra estende-se a sua voz e as suas palavras até o fim do mundo” (Sl. 19.1-4).

Jesus sempre se mostrou disposto a pregar aos gentios, aceitando-os por seguidores. Às vezes elogiava a fé dos gentios, comparando-a com a falta de fé dos líderes religiosos dos judeus (Lc. 7.1-10; Lc. 17.11-19). Quando Deus revelou ao apóstolo Paulo que a salvação era para todas as pessoas, apesar da relutância inicial a igreja aceitou com determinação os crentes gentios como cristãos - E viu o céu aberto, e que descia um vaso, como se fosse um grande lençol atado pelas quatro pontas, e vindo para a terra.; E segunda vez lhe disse a voz: Não faças tu comum ao que Deus purificou. - At.10.11;15

A Bíblia diz: “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens os seus pecados” (2Co. 5.19). O que Deus fez pela humanidade foi terrível para o próprio Deus. Em Jesus ele se tornou humano e ofereceu a sua vida para expiar os pecados da humanidade. “Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; pelas suas feridas fostes sarados” (1Pe. 2.24). “A vós também, que noutro tempo éreis estranho, e inimigos no entendimento pelas vossa obras más, agora, contudo, vos reconciliou no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele nos apresentar santos e irrepreensíveis, e inculpáveis” (Cl. 1.21,22).

Deus proporcionou um único caminho, sem que nós merecêssemos, para que os homens fossem salvos do pecado. Ninguém o merece. Só o que podemos fazer é depositar a fé no que Cristo realizou, e convidamos outras pessoas a fazerem o mesmo.

A história de Cornélio, relatada em Atos capítulo 10, mostra como Deus age em relação às pessoas cujo conhecimento, sobre a Palavra, é incompleto, mas cujo coração tem fome do Deus verdadeiro, pois Deus dera visões tanto para Cornélio, que era piedoso e temente a Ele, quanto a Pedro que era apóstolo, possibilitando assim que Pedro compartilhasse o evangelho a Cornélio e sua família, que se tornarão cristãos. O encontro entre os dois foi preparado pelo Senhor.

Alguns cristãos são ousados, outros fazem de sua fé um clube exclusivo. Mas o perdão de Deus sempre se estende, tocando cada pessoa que reconhece a necessidade da misericórdia divina e que deposita nele a sua fé.

Examine o âmago da fé cristã. Não aceite apenas a versão de outra pessoa qualquer, só de ouvir dizer, mas analise você mesmo a Bíblia. O que ela ensina: O evangelho de João e o livro de Romanos podem ser boas opções para começar, ou para renovar e esclarecer a sua compreensão.

Todavia, por mais que alguém estude e reflita, há a necessidade de tomar uma decisão pessoal de crer em Jesus, dedicando sua vida a segui-lo como Único Senhor e Salvador.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini

Graça e Paz

domingo, 24 de março de 2019

POR QUE ACREDITAR NA BÍBLIA?


Trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide, e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti… desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus ( 2 Timóteo 1.5; 3.15)

Muitos de nossos leitores podem perguntar o motivo dos crentes acreditarem na Bíblia quando há tantas religiões baseadas em suas doutrinas e tradições. Existem várias respostas para essa questão.

Alguns tiveram uma experiência similar à de Timóteo. Cresceram em um lar influenciado pelas Sagradas Escrituras. Os pais e avós dessas pessoas tinham a firmeza na fé bíblica que lhes garantia a paz e alegria interior, capacitando-os a vencerem mesmo as maiores provações.

Outros foram atraídos à Bíblia pelo testemunho fiel de amigos e colegas. No entanto, chega o momento em que já não basta a palavra dos pais ou amigos: eles tiveram necessidade de experimen­tar a verdade da mensagem bíblica, conhecer Jesus Cristo e ter um relacionamento com Ele.

Por último, há os que passaram por algo similar aos habitantes de Sicar (João 4:39-42). Primeiro eles creram no maravilhoso relato da mulher samaritana e viram como o encontro com o Senhor Jesus a havia transformado. Depois foram se encontrar pessoalmente com Ele. Então puderam declarar: “Já não é pelo teu dito que nós cremos; porque nós mesmos o temos ouvido, e sabemos que este é verdadeiramente o Cristo, o Salvador do mundo”.

Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até à divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração (Hebreus 4.12).

Todos os que receberam Jesus Cristo como Senhor e Salvador têm algum conhecimento do conteúdo e da mensagem da Bíblia.

Não foi uma prova científica e lógica que os fez acreditar na Bíblia. Uma pessoa que já foi golpeada por uma espada não precisa de nenhuma prova que uma espada é de fato uma espada, assim como alguém que já viu a luz brilhante do sol não precisa de nenhuma prova que o sol realmente existe.

A mensagem bíblica acertou em cheio o coração e a consciência dos que creram.

Eles foram atraídos pelo amor de Jesus exalado nos relatos dos Evangelhos. E sentiram que podiam confiar nEle também.

A Palavra de Deus lhes revelou os pecados e mostrou a de­sesperadora situação em que se encontravam. A consciência deles teve de admitir que a Bíblia estava certa: o julgamento sobre nós, pecadores, é correto e justo.

A Bíblia lhes apontou o caminho da salvação e o próprio Salvador. Confessaram a culpa diante de Deus e receberam Seu Filho pela fé, e foram perdoados e absolvidos. E assim também a fidelidade da Bíblia se confirmou na vida deles.

Os cristãos sabem que a bênção de Deus está atrelada à obediência deles aos princípios estabelecidos em Sua Palavra. Além disso, sabem que as promessas da Bíblia continuam verazes.

Deus jamais desaponta Seus filhos.

Milhões de testemunhas podem declarar: a mensagem central da Bíblia é a própria verdade.

Extraído do devocional Boa Semente / Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 23 de março de 2019

ENTENDENDO A INTERCESSÃO


Oração, falando de maneira geral, significa falar com Deus. Intercessão é vir a Deus em favor de outro. Toda intercessão é oração, mas nem toda oração é intercessão.

Intercessão é derivada do latim inter, que significa entre e cedere, que significa ir. Intercessão, então, é estar entre ou permanecer na brecha. Através do profeta Ezequiel, o Senhor diz: “E busquei entre eles um homem que estivesse tapando o muro, e estivesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei” (Ez.22.30). Esta é uma clara referência à intercessão.

Colocando em termos teológicos: “Intercessão é o ato de pleitear por alguém, que no modo de ver de Deus tem o direito de fazer, a fim de obter misericórdia para alguém que necessita. A permanência da pessoa diante de Deus, qualifica ou desqualifica o intercessor potencial.

Intercessão é apenas um tipo de oração. Mas ela é tão importante que Jesus mesmo é descrito como sendo um intercessor. Jesus Cristo "está à direita de Deus, e também intercede por nós  (Rm.8.34). Da mesma forma, o Espírito Santo, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos” (Rm.8.27). O Pai é claro, não é mencionado como intercessor porque é Ele a quem a intercessão é feita.

É bom deixar bem claro que os intercessores não são manipuladores da vontade de Deus, no Antigo Testamento, podemos citar em Jeremias 15.1, dois exemplos de intercessores: “Ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, não seria a minha alma com este povo”, com isto Deus mostra que algumas coisas Ele já estabeleceu concretamente.

No Novo Testamento, Jesus é o intercessor por excelência. Sua oração por seu povo em João 17 revela o amoroso coração que Jesus tinha pelo povo e seu desejo de permanecer na brecha entre eles e o Pai. Até o dia de hoje Ele continua a interceder por nós. “Vivendo sempre para interceder (por seu povo)” (Hb.7.25).

O maior ministério dos intercessores é trazer à luz os propósitos de Deus, e muitos descrevem alguns de seus mais intensos períodos de intercessão como dores de parto. As mães sabem até melhor do que o apóstolo Paulo o completo significado desta afirmação: “Meus filhinhos, por quem de novo sinto as doresde parto, até que Cristo seja formado em vós” (Gl.4.19).

Os intercessores não são mais cristãos do que os evangelistas, os pastores, os profetas ou os mestres. Parte da diferença entre eles e outros não é quantas almas perdidas eles levaram a Cristo, mas o seu relacionamento íntimo com o Pai. Abertura e obediência são chaves para ouvir a Deus.

Embora haja várias e notáveis exceções a isto, a grande maioria dos intercessores são pessoas discretas. Não gostam de estar na frente. Não desejam que seus nomes sejam conhecidos por todos. Mesmo alguns que tem livros sobre intercessão prefeririam que seus nomes fossem deixados fora do livro, mas, de alguma forma e relutantemente, cedem à sabedoria dos editores e publicadores que sabem que o livro será mais largamente distribuído com o nome do que sem ele.

Intercessores tem seus altos e baixos. Tem os seus dias bons e seus dias maus. Podem sair da poderosa experiência no alto da montanha e mergulhar para dentro do vale. Um dos papéis dos líderes é entender isto e guiá-los através dos períodos de dificuldades, do mesmo modo como eles fazem.

Tempo de seca não é experiência incomum para os intercessores, pois, eles precisam ter um tempo de afinação espiritual de vez em quando para ver se estão orando pelos benefícios, ou se realmente estão orando e se agradando do Senhor pelo que Ele é, já que no coração do verdadeiro intercessor não há desejo maior do que um relacionamento íntimo com Deus.

No aqui e agora, uma recompensa substancial pela intercessão é ver orações darem à luz os propósitos de Deus, na vida e no ministério dos líderes pelos quais estão orando.

Intercessores experimentados vêem muitas coisas acontecendo em suas igrejas que até mesmo os líderes não tem nenhuma idéia de que eles estão orando por isso. É uma verdadeira emoção para os intercessores.

A sua recompensa é o seu íntimo relacionamento com o Pai. Mais do que a maioria dos cristãos o faz, eles experimentam a plenitude do amor de Deus dia a dia e nada, nada, por melhor que seja, consegue substituir esse prazer de estar na presença do Pai Celestial.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz