terça-feira, 31 de março de 2020

POR QUE DEUS PERMITE QUE COISAS BOAS ACONTEÇAM A PESSOAS MÁS?


Esta questão é semelhante ao seu oposto: "Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam a pessoas boas?" Ambas as perguntas se referem ao que parece ser a injustiça desconcertante que testemunhamos todos os dias.

O Salmo 73 é a nossa resposta às mesmas perguntas que atormentaram também o salmista. Encontrando-se em terrível angústia e agonia de alma, ele escreve: "Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos. Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos" (Salmo 73:2-3).

O autor deste Salmo era um homem chamado Asafe, um líder de um dos corais do templo. Obviamente, ele não era um homem rico, mas um que havia dedicado a sua vida ao serviço de Deus (veja 1 Crônicas 25). Mas, como nós, ele tinha passado por algumas dificuldades e questionou a injustiça de tudo.

Ele observou as pessoas más ao seu redor vivendo por suas próprias regras e acumulando e desfrutando de toda a riqueza e prazeres do mundo. Ele se queixa: "Para eles não há preocupações, o seu corpo é sadio e nédio. Não partilham das canseiras dos mortais, nem são afligidos como os outros homens" (Salmo 73:4-5).

Asafe estava observando pessoas que não tinham problemas. Elas podiam pagar suas contas. Elas tinham muito para comer e uma abundância de luxos. Por outro lado, o pobre Asafe estava preso a dirigir o coral e tentar viver piedosamente. E para piorar as coisas, a sua escolha de servir a Deus não parecia estar lhe ajudando. Ele começou a invejar essas pessoas e até mesmo a questionar a Deus a respeito de por que permitiria tal coisa acontecer!

Quantas vezes nos encontramos na mesma situação que Asafe? Dedicamos nossas vidas a servir a Deus. Então observamos pessoas ímpias e perversas ao nosso redor obtendo novas posses, casas luxuosas, promoções no trabalho e roupas bonitas, enquanto lutamos financeiramente.

A resposta encontra-se no resto do salmo. Asafe invejou essas pessoas más até perceber uma coisa muito importante. Quando entrou no santuário de Deus, ele compreendeu plenamente o seu destino final (Sl 73:16-20). Aqueles que têm riquezas temporárias na Terra são na realidade mendigos espirituais porque não têm a verdadeira riqueza – vida eterna.

Há muitos momentos em que não entendemos o que está acontecendo conosco, nem entendemos como a providência divina funciona. Quando Asafe entrou no santuário de Deus, ele começou a ver que não havia necessidade de ter inveja da prosperidade dos ímpios porque a sua prosperidade era uma ilusão. Ele começou a compreender que o enganador antigo, Satanás, havia usado mentiras para distraí-lo da realidade de Deus.

Ao entrar no santuário, Asafe percebeu que a prosperidade é uma realização fugaz, como um sonho agradável que nos agrada apenas por pouco tempo, mas, quando despertamos, percebemos que não era real. Asafe repreende a si mesmo por sua própria estupidez. Ele admite ser "embrutecido e ignorante" ao invejar o ímpio ou ter ciúmes dos que perecem. Os seus pensamentos, em seguida, voltaram-se para a sua própria felicidade em Deus quando percebeu o quanto mais alegria, satisfação e verdadeira prosperidade espiritual ele tinha no Criador.

Podemos não ter tudo o que queremos aqui na terra, mas um dia iremos prosperar por toda a eternidade por meio de Jesus Cristo nosso Senhor. Sempre que somos tentados a experimentar o outro caminho, devemos lembrar que a outra estrada é um beco sem saída (Mateus 7:13). Mas o caminho estreito diante de nós através de Jesus é o único caminho que leva à vida eterna. Essa deve ser a nossa alegria e conforto.  (Sl 73:25, 27-28).

Não precisamos nos preocupar quando coisas boas parecem acontecer a pessoas ruins. Precisamos apenas manter o nosso foco em nosso Criador e entrar em Sua presença a cada dia através do portal da Sua Santa Palavra. Lá encontraremos a verdade, contentamento, riquezas espirituais e alegria eterna.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 30 de março de 2020

CORAÇÃO ADORADOR


Fomos criados com um lindo propósito: glorificar o Senhor. Então fica claro que a adoração a Deus, para os que foram salvos e remidos, não é simplesmente algo momentâneo. É uma vida totalmente rendida a Ele, desprovida de qualquer tipo de mágoa, ressentimento, medo ou pecado. 

A adoração transcende gestos, palavras ou cânticos. Não deve ocorrer apenas quando estamos na igreja ou em uma reunião, porque não se restringe às quatro paredes do templo ou de qualquer prédio. A verdadeira adoração ao Senhor é produto de um viver que busca Deus e tudo o que agrada a Ele.

É preciso haver uma busca constante, dia após dia, para ser esse verdadeiro adorador, que adora o Pai em espírito e em verdade (João 4.23). É esse tipo de adorador que o Pai procura. Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade (João 4.24).

Isso significa sacrificar os desejos da carne, dando liberdade ao Espírito de Deus para tornar a Sua Verdade, a Palavra, real e praticável. Portanto, precisamos visitar o altar da verdade todos os dias e cultivar uma vida de oração, chegar diante do Senhor e dizer: “Estou pronto para ser moldado e quebrado, como vaso nas mãos do oleiro. Tenho conhecimento de que sou totalmente dependente de ti, pois sou falho e pecador, por isso preciso de ti”. 

Antes de haver adoração tem de haver sacrifício. Onde não há sacrifício não há lugar para o Espírito de Deus agir, pois o sacrifício é a nossa demonstração de arrependimento por algo pecaminoso que fizemos, pensamos ou falamos.

A tendência do homem é inclinar-se para as paixões carnais. Por isso, é preciso separar tempo para estar diante do altar de Deus, para não ser ludibriado pelo diabo e pelos atrativos mundanos. Só a Palavra de Deus tem poder para ajudar o homem a discernir entre o bem e o mal. Quanto mais a lemos, mais conhecemos o Senhor na Sua totalidade, sabedoria, soberania e grandeza. Como não adorar um Deus tão sublime e maravilhoso?

A adoração a Deus é uma oferta a Ele. Logo, não pode ser forçada, e sim espontânea. O Senhor deseja ser adorado por aqueles que reconhecem a sua total dependência dele. Nesse sentido, a adoração só pode partir de um espírito quebrantado, de um coração humilde, que entenda a necessidade de verdadeiramente morrer para si, a fim de que o caráter de Cristo prevaleça. 

Uma verdadeira busca do Altíssimo só se dá por meio de uma vida de oração e da leitura diária da Palavra. Ela começa no coração do homem que entende que precisa ser transformado dia após dia pelo sangue de Cristo, que nos purifica e lava de toda impureza; no coração de quem entende qual é o verdadeiro objetivo a alcançar: ser semelhante a Cristo e encorajar outros a fazer o mesmo, até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo (Efésios 4.13). 

Quando o cristão adquire essa postura, ele passa a ter um coração adorador, e adorar a Deus se torna simplesmente um ato de gratidão por todas as coisas, independente do estado físico, emocional ou espiritual em que se encontra.

Rachel Malafaia 

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 29 de março de 2020

OS CRENTES FICARÃO FORA DA GRANDE TRIBULAÇÃO?


“COMO GUARDASTE A PALAVRA da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra” (Ap 3.10).

A promessa de Cristo, no sentido de livrar os fiéis da Filadélfia da hora da tentação, é idêntica à promessa bíblica aos tessalonicenses, de que seriam preservados da “ira futura” (1 Ts 1.10). Esta promessa é válida para todos os fiéis de Deus, em todas as eras (Ap 3.13,22).

Esta hora inclui o tempo divinamente determinado para provação, ira e tribulação que sobrevirá a “todo o mundo” nos últimos anos desta era, imediatamente antes do estabelecimento do reino de Cristo na terra (Ap 5.10; 6-19; 20.4). A respeito desse tempo, a Bíblia revela as seguintes verdades:

Esse tempo de tribulação envolve a ira de Deus sobre os ímpios (Ap cap. 6 a 18; Dt 4.26-31; Is 13.6-13; 17.4-11. Jr 30.4-11; Ez 20.33-38; Dn 9.27; 12.1; Zc 14.1-4; Mt 24.9-31).

Esse período de provação também inclui a ira de Satanás contra os fiéis, i.e., contra os que aceitarem a Cristo durante esse período terrível. Para eles, haverá fome, sede, exposição às intempéries e muito sofrimento e lágrimas (Ap 7.9-17; Dn 12.10; Mt 24.15-21).

Experimentarão de modo indireto as catástrofes naturais da guerra, da fome e da morte. Serão perseguidos, torturados e muitos sofrerão martírio (Ap 6.11; 13.7; 14.13). Sofrerão as assolações de Satanás e das forças demoníacas (Ap 9.3-5; 12.12), violência de homens ímpios e perseguição da parte do Anticristo (Ap 6.9; 12.17; 13.15-17).

Perderão suas casas e terão de fugir, aterrorizados (Mt 25.15-20). Será um período terrivelmente calamitoso para quem tiver família e filhos (Mt 24.19); será tão terrível, que os santos que morrerem são tidos por bem-aventurados, porque descansam da sua lida e ficam livres da perseguição (Ap 14.13).

Quanto aos vencedores anteriores àquele tempo, Deus os preservará da tribulação, através do arrebatamento, quando os fiéis encontrarão o Senhor nos ares, antes de Deus derramar a sua ira. Esse livramento é uma recompensa àqueles que perseverarem em guardar a Palavra de Deus, mantendo a fé verdadeira.

Os crentes de nossos dias, que esperam escapar dessas coisas que estão para vir sobre o mundo, só o conseguirão mediante a fidelidade a Cristo e sua Palavra e a vigilância constante na oração para não serem enganados.

Venho sem demora (Ap 3.11) – A estreita conexão entre este versículo e o 10 indica
(1) que a vinda de Cristo, para arrebatar da terra a sua igreja, será o meio de livramento dos fiéis (cf. 1. Ts 1.10; 4.14-18), e
(2) que o livramento da hora da provação e da tribulação está reservado somente aos que permanecerem em Cristo e na sua Palavra (Ap 3.8).

Fonte: Bíblia de Estudo Pentecostal / Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 28 de março de 2020

A PAZ COM DEUS


Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo (Rm 5:1).

Nos capítulos 3 e 4 de sua epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo estabelece o fato de que os pecadores só podem ser justificados diante de Deus pela fé, simples fé em Cristo e em Deus, Quem O ressuscitou dentre os mortos.

Nos onze primeiros versículos do capítulo 5 Paulo mostra os resultados gloriosos que a justificação traz consigo para o crente. O primeiro a ser mencionado é a “paz com Deus”.

Colossenses 1:20 afirma que Jesus Cristo fez “a paz pelo sangue da sua cruz”. Sua obra de expiação é a base para aqueles que eram “estranhos” e “inimigos de Deus” serem de fato reconciliados com Deus (vv. 20-22).

Obtemos uma parte pessoal nesta paz através da justificação pela fé.

A paz com Deus é de modo algum dependente da disposição de ânimo do cristão; ela repousa sobre o que aconteceu fora do alcance do indivíduo: por meio de Sua morte Jesus Cristo fez propiciação por todos os pecados do crente, e com base nessa obra Deus justifica o pecador. Assim a paz com Deus é algo sólido.

O cristão sabe que ele foi aceito por Deus. Sua consciência já não mais o importuna. Nenhum outro pecado lhe é imputado, porque Cristo fez expiação por ele. De modo que reina permanente paz entre Deus e o cristão.

Esta “paz com Deus”, que foi estabelecida uma vez por todas e que o cristão possui, não deve ser confundida com “a paz de Deus”, de que fala a Bíblia em outro lugar.

A paz de Deus traz alegria para o cristão e o fortalece à medida que lança todos os seus cuidados sobre Deus Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.  E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. (Filipenses 4:6-7).

Paulinho Degaspari

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 27 de março de 2020

OS MORTOS TÊM MEMÓRIA?


“Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles tem jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ec 9.5).

“Aparentemente Salomão parece estar dizendo que os mortos não tem mais noção de nada. Ele escreveu: “os mortos não sabem cousa nenhuma… porque a sua memória jaz no esquecimento”. Semelhantemente, o salmista disse: “Pois, na morte, não há recordação…” (Sl 6.5).

Mas isso parece contradizer as muitas passagens que falam de as almas estarem conscientes após a morte (por exemplo, 2 Sm 12.23; 2 Co 5.8; Ap 6.9)”.

“A Bíblia ensina que a alma sobrevive à morte num estado consciente de conhecimento . As passagens que dizem que não há conhecimento ou lembrança após a morte estão falando de não haver memória ´neste´ mundo, e não de que não há memória `deste´ mundo.

Salomão esclareceu o seu comentário dizendo: “porque na sepultura, para onde tu vais, não há…conhecimento” (Ec 9.10-, SBTB), deixando claro que é na sepultura que não há lembrança de nada”.

“Ele afirmou também que os mortos não sabem o que se passa “debaixo do sol” (Ec 9.6). Mas conquanto não saibam o que ocorre na terra, certamente sabem o que está ocorrendo no céu (cf.Ap 6.9).

Em resumo, estes textos referem-se simplesmente ao homem em relação a esta vida presente – eles nada dizem a respeito da vida futura, após esta que vivemos” (Dicionário de Dúvida, Enigma e “Contradições” da Bíblia) / Pr. Airton Evangelista

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 26 de março de 2020

COMO POSSO PERDOAR ÀQUELES QUE PECARAM CONTRA MIM?


Em algum momento da vida, todos já sofreram injustiças, ofensas e pecados. Como devemos reagir quando tais ofensas acontecem? De acordo com a Bíblia, devemos perdoar. Efésios 4:32 declara: “Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.”

Da mesma forma, Colossenses 3:13 proclama: “Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” A chave nos dois versículos das Escrituras é que devemos perdoar aos outros, como Deus nos perdoou. Por que perdoamos? Porque já fomos perdoados!

O perdão seria simples se nós tivéssemos que concedê-lo somente àqueles que vêm pedir com tristeza e arrependimento. A Bíblia nos diz que devemos perdoar incondicionalmente àqueles que pecaram contra nós.

-Se verdadeiramente a perdoar a uma pessoa demonstra ressentimento, amargura e raiva: e nenhuma dessas características são próprias de um cristão. Na oração do Pai Nosso, pedimos a Deus que nos perdoe de nossos pecados, assim como perdoamos aos nossos devedores (Mateus 6:12).

Jesus disse em Mateus 6:14-15: “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” À luz de outras Escrituras que falam do perdão de Deus, compreende-se melhor Mateus 6:14-15 como dizendo que as pessoas que se recusam a perdoar ainda não experimentaram, elas mesmas, o perdão de Deus.

Sempre que falhamos desobedecendo a um dos mandamentos de Deus, contra Ele pecamos. Todas as vezes que fazemos mal a outra pessoa, pecamos não somente contra ela, mas também contra Deus.

Quando olhamos a vastidão da misericórdia de Deus em nos perdoar de TODAS as nossas transgressões, nos damos conta que nós não temos o direito de reter esta graça para com os outros.

Pecamos contra Deus infinitamente mais do que qualquer pessoa poderia algum dia pecar contra nós. Se Deus nos perdoa de tanto, como podemos recusar perdão a outros por tão pouco?

A parábola de Jesus em Mateus 18:23-35 é uma poderosa ilustração desta verdade. Deus promete que quando viermos a Ele pedindo perdão, Ele livremente o concede (I João 1:9). O perdão que estendemos não deve ter limites, da mesma forma que o perdão de Deus é ilimitado (Lucas 17:3-4)

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 25 de março de 2020

GRAÇA E PAZ!


Que vocês tenham, mais e mais, a graça e a paz de Deus! (1Pe 1.2b)

Mais e mais dinheiro, mais e mais fama, mais e mais poder – nada disso combina com o espírito do evangelho. Mais e mais consagração, mais e mais humildade, mais e mais amor a Deus, ao próximo e ao inimigo – estas coisas, sim, dizem respeito à prática cristã.

No primeiro caso, corre-se atrás de ter; no segundo, corre-se atrás de ser. Por causa da cultura de pecado, é muito mais comum o “mais e mais dinheiro” do que o “mais e mais dedicação a Deus”. Superar esse hábito deveria ser o alvo de todos os crentes.

O desejo de crescer na fé, no temor do Senhor, na santidade, no amor, na disponibilidade é virtude e não pecado.

Veja-se, por exemplo, a oração do autor do Salmo 71 – embora se declare idoso (v. 9), humildemente ele abre o coração diante de Deus: “Eu sempre porei a minha esperança em ti e te louvarei mais e mais” (v. 14).

A declaração de Jesus “eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” ou “com plenitude” (Jo 10.10) nos ensina que essa ambição não é frívola, mas santa.

O que Pedro deseja aos seus leitores logo no início é: “Que vocês tenham,mais e mais, a graça e paz em abundância!” ou “graça e paz multiplicadas”. Não é apenas Pedro que deseja essas duas preciosidades aos seus leitores.

Paulo faz o mesmo nas suas cartas, bem como os outros escritores do Novo Testamento. É provável que eles tenham aprendido essa saudação, que é ao mesmo tempo uma bênção, com o próprio Jesus Cristo.

Tanto na reunião da quarta-feira da Paixão (Jo 14.27) como na reunião do domingo da ressurreição, Jesus disse aos discípulos: “Que a paz seja com vocês” (Jo 20.21).

Graça e paz!  Duas bênçãos extraordinárias! E a ordem das palavras está correta – sem a graça, não poderia haver paz. Esta é consequência daquela.

Paulo explica que Deus “trouxe a paz por meio da morte de seu Filho na cruz” (Cl 1.20).

E a morte vicária de Jesus é a mais pura graça: “pela graça de Deus vocês são salvos” (Ef 2.5).

Graça e paz ontem, graça e paz hoje, graça e paz amanhã!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/                                  
Graça e Paz

terça-feira, 24 de março de 2020

UM CLAMOR PELA INTERVENÇÃO DE DEUS


“Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada” (Sl 119.126).

O salmista, olha ao seu redor e vê sua nação mergulhada numa grande crise. Essa crise é resultado da apostasia religiosa e do colapso moral. A lei de Deus, reguladora da fé e conduta, estava sendo violada. Ainda hoje, essa crise permanece.

A lei de Deus está sendo escarnecida. Os dez mandamentos estão sendo desprezados como coisa de nenhum valor. Por isso, também, devemos clamar por uma intervenção de Deus. Vejamos em que sentido a lei de Deus está sendo violada:

EM PRIMEIRO LUGAR, O ÚNICO DEUS ESTÁ SENDO SUBSTITUÍDO POR OUTROS DEUSES. O primeiro mandamento estabelece que há um só Deus. Os deuses dos povos foram criados pelo homem, mas o Deus verdadeiro é o criador, provedor e salvador do seu povo. Nele devemos colocar nossa confiança. Fora dele não há salvação.

EM SEGUNDO LUGAR, O CULTO ESPIRITUAL ESTÁ SENDO CORROMPIDO PELA IDOLATRIA. O segundo mandamento mostra que o único Deus vivo e verdadeiro deve ser adorado da maneira que ele mesmo prescreve em sua palavra. Portanto, toda forma de idolatria é uma deturpação do culto. Deus não busca adoração, mas adoradores que o adorem em espírito e em verdade.

EM TERCEIRO LUGAR, O NOME DE DEUS TEM SIDO DESONRADO PELA FALTA DE REVERÊNCIA. O teceiro mandamento revela que o nome de Deus deve ser santificado. Tomar seu nome em vão é desonrar a Deus, utrajar sua glória e ofender sua santidade. Palavras imorais, piadas indecorosas e expressões desprovidas de reverência com o santo nome de Deus é uma ofensa ao Altíssimo.

EM QUARTO LUGAR, O DIA DO SENHOR TEM SIDO DESPREZADO PELA SECULARIZAÇÃO. A sociedade está cada vez mais secularizada. Os homens esquecem-se de Deus, buscam seus próprios interesses e fazem isso, inclusive, no dia que Deus reservou para o seu povo adorá-lo. A guarda do dia do Senhor nos foi dada para nosso deleite em Deus e o nosso descanso das lides da vida.

EM QUINTO LUGAR, OS PAIS TÊM SIDO DESONRADO PELOS FILHOS EM NOSSA GERAÇÃO. Honrar pai e mãe é o caminho da longevidade e da prosperidade. Honrar pai e mãe é um gesto que agrada a Deus, fortalece a família e abençoa a sociedade.

EM SEXTO LUGAR, A VIDA HUMANA ESTÁ SENDO BANALIZADA. O sexto mandamento trata da sacralidade da vida. Só Deus tem poder para dar a vida e autoridade para tirá-la. Somos guardiões do próximo e não seus flageladores. Não podemos tirar do próximo o seu bem maior, a própria vida.

EM SÉTIMO LUGAR, A HONRA DO PRÓXIMO ESTÁ SENDO AVILTADA. Os valores morais estão de ponta-cabeça nessa sociedade hedonista e imoral. O aviltamento do sexo, o incentivo ao adultério e a prosmicuidade dos costumes aproxima nossa geração de Sodoma e Gomorra.

EM OITAVO LUGAR, A HONESTIDADE NO TRATO COM DINHEIRO ESTÁ EM FRANCO DECLÍNIO. Depois que a lei de Deus tratou do respeito à vida e à honra do próximo, o oitavo mandameneto lida com o respeito aos bens do próximo. Em vez de roubar, o homem deve trabalhar. Em vez de usar de espertezas para saquear o alheio, o homem deve socorrer os necessitados.

EM NONO LUGAR, O NOME DO PRÓXIMO TEM SIDO ENLAMEADO PELA MALEDICÊNCIA. O nono mandamento lida com a honra ao nome do próximo. Em vez de falar mal, devemos considerar uns aos outros em honra. Em vez de desmerecer o próximo com calúnias mordazes, devemos abençoá-lo com atitudes nobres.

EM DÉCIMO LUGAR, DESEJAR ILICITAMENTE O QUE É DO PRÓXIMO É FAZER DO CORAÇÃO UM LABORATÓRIO DE CRIMES. O décimo mandamento é o único do decálogo que é subjetivo. Deus considera não apenas nossas ações, mas, também, nossas motivações. Ele vê não apenas nossos atos, mas, também, perscruta nossas motivações.

Em face do exposto, devemos também clamar: “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada”.

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 23 de março de 2020

AMAR É PERDOAR


Mateus 18:21-22 - Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus lhe disse: Não te digo que até sete, mas, até setenta vezes sete.

Há pessoas que dizem que é difícil perdoar. No entanto, creio que esta afirmação surge porque muita gente não sabe ao certo o que é perdoar.

Neste ensinamento de Jesus aprendemos que devemos perdoar setenta vezes sete; mas, então, o que é perdoar?

Perdoar não é um sentimento. Perdoar não é esquecer tudo, ou melhor, não é ter uma aminésia!  Perdoar é uma decisão. O que sente não interessa, porque a decisão de perdoar está no seu coração e você está livre.

Você pode perdoar e continuar a sentir-se incomodado, aborrecido com a pessoa, mas pela Palavra de Deus, podemos ver que perdoar é fácil: não é um sentimento, é uma decisão.

Há pessoas que se recusaram a perdoar a outros e acabaram doentes ou paralisadas, sem que nada funcionasse na sua vida. Muitas doenças estão relacionadas com a falta de perdão.

Você tem que perdoar ao seu vizinho, ao colega, ao patrão, seja a quem for. Senão é você que vai ficar mal na vida, pois Deus também não lhe perdoará as suas ofensas.

Em Mateus 18:33-35, Jesus disse que se nós não perdoarmos do coração, cada um ao seu irmão, as suas ofensas, Deus também não nos perdoaria as nossas ofensas e até nos deixaria nas mãos dos atormentadores que são demônios.

Deus perdoou-nos as nossas maiores ofensas e nos deu salvação. Nós não temos o direito de não perdoar aos outros.

Você também pode ter que acordar cedo para ir trabalhar e não lhe apetecer, mas você sabe que tem que ir, por isso, levanta-se não porque lhe apeteça, mas porque é uma obrigação.

Quando tiver que perdoar alguém faça-o quer sinta ou não. Diga a Deus:
 - Oh Deus, eu perdôo aquela pessoa que me magoou e partir de agora não guardo nada no meu coração contra ela. Mesmo que no dia seguinte você se sinta ainda magoado, o que interessa é a sua decisão feita na véspera e a pessoa está perdoada e o seu coração está limpo. Se a outra pessoa não quiser perdoar o problema é dela, já não é seu.

A Bíblia conta-nos em Mt 18:21-35, que um certo homem devia muito dinheiro ao rei, e quando foram fazer contas, o rei teve misericórdia, e perdoou-lhe toda a dívida. Quando este homem saíu da presença do rei, foi ter com aqueles que lhe deviam pequenas quantias, e como não lhe podiam pagar, lançou-os na prisão. Quando o rei soube disto entregou este homem aos carrascos, confiscou todos os seus bens, e toda a sua família foi vendida como escravos, até que pagasse toda a dívida.

Mateus 18:34-35 - E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim vos fará, também, meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um, a seu irmão, as ofensas.

Algumas pessoas dizem: Eu perdôo, mas não posso esquecer. Mas, quando Deus lhe perdoa alguma falta, você fica como se nunca tivesse pecado. Ele não se lembra mais disso. Nós também temos que fazer o mesmo, que.é., perdoar e esquecer o mal que nos fizeram; é apagar de coração as ofensas cometidas contra si.

A razão de algumas pessoas sofrerem de artrite, úlceras no estômago e até esgotamentos cerebrais, noites sem dormir, etc, é porque elas se recusam a perdoar. E porque não perdoam, Deus também não lhes pode perdoar; por conseguinte, sofrem as maldições que o diabo lhes quiser pôr.

Se alguém o ofender perdoe-lhe nesse mesmo instante, não deixe passar um dia sem perdoar. Porquê? Porque está a dar lugar ao diabo, que virá a si com pensamentos errados acerca dessa pessoa. E à medida que o tempo passa, rancor começa brotar do seu coração e a sua comunhão com Deus fica cortada.

Quando Jesus ensinou que nos devemos perdoar 70 vezes 7, estava a dizer que, se fôr necessário devemos perdoar 490 vezes por dia, isto é perdoar sempre sem esmorecer, porque é assim que Deus faz também.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 22 de março de 2020

ONDE SERÁ O ARREBATAMENTO


Não haverá um lugar especial. Os vivos serão arrebatados onde e como estiverem: no trabalho, mesmo que esteja trabalhando debaixo das águas ou debaixo da terra; no meio da rua; dentro de ônibus; fazendo compras; dirigindo veículos; tomando banho; dormindo; pilotando aviões; dentro de elevadores. Não importa a situação em que se encontrem. Importa que sejam lavados e remidos no sangue do Cordeiro.

As leis naturais do Universo não impedirão a operação do formidável milagre do arrebatamento. Agindo Deus, quem impedirá? A Gravidade - atração exercida pela Terra - não impedirá que os corpos flutuem e voem para o encontro com o Senhor Jesus; a terra não conseguirá reter os corpos dos mortos em Cristo. Nada impedirá a retirada do povo de Deus deste planeta. O encontro da Igreja com Jesus dar-se-á nos ares, acima das nuvens, num lugar não alcançado pelos olhos do mundo.

OS MORTOS EM CRISTO RESSUSCITARÃO: Não importa se tenham morrido há dois dias ou há dois mil anos; se tenham sido cremados e suas cinzas espalhadas sobre o mar; se seus corpos tenham ficado retidos a 500 metros de profundidade, na terra ou nas águas. Todos ressuscitarão. Ressuscitar significa a volta à vida do corpo original; o retorno da alma ao corpo físico primitivo. Noutras palavras, ressuscitar significa reviver. O novo corpo será igual ao corpo de Cristo (Fp 3.21; 1 Co 15.35-54; 1 Jo 3.2). Cristo foi o primeiro a ressuscitar: "Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda" (1 Co 15.23). O apóstolo Paulo escreveu, solene:

"Eis que vos digo um mistério: ... os mortos ressurgirão incorruptíveis, e nós seremos transformados" (1 Co 15.51-54; 1 Ts 4.16-17). Paulo acreditava na volta iminente de Jesus. Por isso, disse que "nem todos dormiremos" (1 Co 15.51), ou seja, nem todos daquela geração passariam pela morte física, mas seriam arrebatados e transformados.

A RESSURREIÇÃO SERÁ LITERAL, ou seja: a alma e o espírito unir-se-ão ao corpo original. Este, porém, será revestido de um corpo espiritual. A regra serve para justos e ímpios: "Não vos maravilheis disto, pois vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz [a voz do Senhor Jesus] e sairão: os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida, e os que praticaram o mal, para a ressurreição da condenação" (Jo 5.28-29).A diferença está em que os crentes em Jesus ressuscitarão em corpo glorioso. Esta ressurreição faz parte do contexto da Primeira Ressurreição, que se divide em três fases:

1) Ressurreição de Cristo e de muitos santos, constituindo estas o primeiro molho de trigo colhido. Significa dizer que Jesus ressuscitou com um grupo, um "feixe", um "molho", "as primícias dos que dormem". A Festa das Primícias, de Levítico 23.10-12, tipificava a ressurreição de Cristo e a dos santos (Mt 27.52; 1 Co 15.20-23). Vejamos essa tipologia:
a) A colheita das primícias (os primeiros frutos maduros) de Levítivos 23.10-11, diz respeito ao primeiro molho colhido da Primeira Ressurreição, a de Cristo e dos santos ressuscitados com Ele (Mateus 27.52; 1 Coríntios 15.20);
b) A colheita geral aponta para o arrebatamento da igreja (1 Tessalonicense 4.16-17);
c) A colheita das espigas caídas (restolho ou sobras) de Levítivos 23.22 tipifica os salvos da Grande Tribulação: os 144 mil judeus de Apocalipse 7.4 e 14.1-4 e os gentios salvos de Apocalipse 7.13-14. Todavia, Jesus continua sendo o primeiro que ressuscitou dentre os mortos, porque a ressurreição dos santos, de que trata Mateus 27.52, deu-se após a dEle (Cl 1.18).
2) Ressurreição dos mortos no arrebatamento (1 Ts 4.14-17).
3) Ressurreição dos "mártires da Grande Tribulação", correspondente ao restolho da ceifa (Ap 6.9-11; 7.9-17; 14.1-5; 20.4-5).

A Segunda Ressurreição será a dos ímpios e dar-se-á após o Milênio, para que diante do Grande Trono Branco recebam a condenação. Esta é a segunda morte (Ap 20.5-6; 11-15; Hb 4.13). Daí porque devemos fazer parte da primeira ressurreição.

OS VIVOS SERÃO TRANSFORMADOS: O intervalo entre a ressurreição dos salvos mortos e a transformação dos salvos vivos será o menor possível, ou seja, o menor tempo que se possa imaginar. É o que depreendemos de 1 Co 15.52 e 1 Ts 4.16-17. Primeiro, a ressurreição; logo em seguida, a transformação. E todos seguirão em corpos incorruptíveis para se encontrarem com Jesus muito longe da terra. A transformação de nossos corpos será necessária porque nada impuro entra no céu. Teremos um corpo imortal apropriado às regiões celestiais. O nosso corpo glorioso terá semelhança com o corpo de Cristo, como já dissemos.

Com o arrebatamento, estaremos livres da ira vindoura; livres da Grande Tribulação e da morte eterna (1 Ts 1.10; 5.1-11; Lc 21.36).A Igreja não conhecerá o Anticristo. Atentemos para as palavras do Senhor Jesus: "Visto que guardaste a palavra da minha perseverança, também eu te guardarei da hora da tribulação que há de vir sobre todo o mundo, para provar os que habitam sobre a terra" (Ap 3.10).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 21 de março de 2020

COMO RECEBER A CURA


É da vontade de Deus que eu seja curado? Muitos tem esta dúvida.
Claro que é. Deus não quer ninguém doente.
Tanto quer que morreu para que você fosse curado.
Deus planejou que todo crente fosse um vencedor.
Deus quer que você descubra que tem domínio sobre o diabo. E que tem poder sobre as enfermidades.
Que você é um conquistador.
Que pode repreender as enfermidades e ver dissipar os sintomas.

A FÉ É ESSENCIAL PARA A CURA?
“Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb. 11.6)
Muitos acham que Deus tem poder para curar, e se ele quiser pode curar. Não é esse tipo de fé que Deus quer em você.
Deus quer saber: Se você crê que ele VAI curá-lo hoje, agora. Se você acredita que suas promessas de cura na Bíblia, são para você hoje.

O QUE É FÉ?
 “ A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem” (Hb.11.1)
A fé é o título de prosperidade daquilo que sabemos que possuímos, apesar de não o termos visto ainda.
A fé é crer que Deus fará o que sabemos que ele tem dito na sua palavra que faria.
A fé é crer que Deus não mentiu.
A fé não pergunta... como? Nem Quando?, coloca-se nas mãos de Deus.
Deus nunca pediu que tivéssemos fé em algo que ele primeiro não tinha prometido fazer.
Primeiramente Deus nos dá uma promessa e, quando esta promessa produz fé, ele a cumpre.
“A fé vem pelo ouvir... a Palavra de Deus (promessa) Rm.10.17
Deus só espera uma demonstração de fé para realizar milagre.
Foi assim que os milagres aconteceram na Bíblia.
O centurião demonstrou sua fé ao falar: “dizei uma só palavra e meu servo será curado” Mt. 8.8.
Acerca do paralítico que desceram nu leito pelo telhado: “E Jesus vendo a fé deles, disse ao paralítico: levanta-te toma o teu leito e vai para tua casa (Mc. 2.5-11).
A mulher do fluxo de sangue: “Se eu somente tocar na orla do seu vestido. Jesus disse: “Filha a tua fé te salvou vai em paz e sê curada deste mal.”
A mulher Cananéia Jesus disse: “Ó mulher grande é a tua fé, seja feito contigo como tu desejas Mt. 15.28

Pela fé os antigos alcançaram testemunho (Hb. 11.2)
Abraão creu ao oferecer Isaque em Holocausto
José do Egito creu ao se manter puro
Moisés creu ao desafiar a faraó
Josué creu ao dar sete voltas em Jericó
Naamã creu ao dar sete mergulhos no rio Jordão.
Davi creu ao enfrentar o gigante Golias.
Daniel creu ao orar mesmo sabendo que seria jogado na cova dos leões
Sadraque. Mesaque e abdnego creram quando não se curvaram diante da estátua.

Transcrito por Litrazini
Graça e Paz