"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 21 de setembro de 2025

DOENÇAS EMOCIONAIS

A Palavra de Deus é uma fonte terapêutica extraordinária, porque trabalha no íntimo do ser humano, trazendo a cura para a alma.

"Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração." (Hb 4.12)

O ser humano é dotado de inteligência, de vontade própria, de sentimento e de livre-arbítrio, o que o torna responsável por suas próprias escolhas.

A pessoa, por tomar decisões erradas na vida, por assumir procedimentos errados, pode atrair para sí muitas doenças na área emocional;

Porque o remorso, o arrependimento e a culpa doem, e as consequências são inevitáveis. 

"Por que se queixaria o homem vivente, o varão por causa do castigo dos seus pecados?" – Lm. 3:39

Muitas mágoas que nos ocorrem neste mundo, são difíceis de serem definidas. Elas fazem parte da vida que levamos neste mundo decaído.

Por não saber lidar com o perdão de Deus, as pessoas não conseguem perdoar a quem lhes causou algum mal.

Por terem dificuldades de entender, compreender e receber a grandeza da Graça de Deus, têm dificuldades de praticar a graça, de amar as pessoas.

Este tipo de pessoa vive amargurada, complexada, cheia de ódio, em relação àqueles que, na sua história de vida, lhe machucaram!

Como não sabem vivenciar a Graça, não conseguem viver com seus sentimentos de amor, de perdão, de renúncia, de tolerância.

É preciso que retiremos os sentimentos negativos do coração para sentirmo-nos livres e conseguirmos perdoar.

"Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo." – Ef 4:32

Transcrito por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 1 de março de 2019

COMO SER FELIZ E VENCER A MORTE?

Vencendo as doenças físicas, emocionas e espirituais

E como vencer essas enfermidades do corpo, da alma e do espírito?

Uma senhora foi a uma consulta médica de rotina e descobriu que estava com uma doença terminal e que teria poucos dias de vida. O médico lhe informou:

- D. Suzana, seu caso é raro e grave. Você só tem 04 meses de vida.

O marido, filhos e netos ao tomarem conhecimento do fato, choraram amargamente a falta antecipada daquela pessoa tão querida. Mas consolando a todos que estavam presentes, como um belo sorriso, D. Suzana disse:

- Não se preocupem. Ainda tenho 04 meses para ser feliz.

- Vou viver intensamente e dar valor a cada segundo que me resta.

- Vou fazer de cada momento uma oportunidade de ser e fazer feliz a quem me cerca.

Todos ficaram pasmos com tal declaração.

E para testificar as palavras de D. Suzana, todos ficaram na espreita para verem sua atitude.

E todos ficaram surpresos, pois ela parecia mais feliz do que antes.

Curtia cada momento, cada detalhe. Ninguém podia ver uma lágrima em seus olhos a não ser sorriso e brilho no olhar.

E assim foi feito em todos aqueles 04 meses e todos os anos há mais que lhe foram acrescentados. Porque D. Suzana viveu muitos outros anos.

Superou a doença e encarou o problema fazendo dele uma solução para rever suas questões e ser feliz. Aliás, muito feliz. (A.D.)

A preocupação supera a inspiração que impede a criatividade, gerando a rotina, o enfado que por sua vez gera a insatisfação, ocasionando o desânimo, a apatia, trazendo a tristeza, enfermidades e por fim a morte.

Esse processo é triste e mais real que se imagina, porém, pode ser revertido, como na ilustração.

Claro que temos que trabalhar para sobreviver, todavia, isso pode ser feito de maneira que não provoque o ciclo acima.

Precisamos traçar uma programação diária, estabelecendo disciplina e determinação para que seja cumprida. Nessa programação é necessário incluir leitura bíblica, oração, envolvimento de trabalho voluntário para o Reino de Deus, entre outros.

Fazendo isso, estaremos ocupando a nossa mente, o nosso tempo, (a Bíblia alerta para não dar lugar para o diabo), com tarefas que edificam que restauram as nossas emoções, pois estaremos alimentando o nosso corpo físico, emocional e espiritual, fazendo com que haja equilíbrio entre eles, eliminando os sentimentos nocivos que seriam originados pelo maligno, por práticas incompatíveis com a Palavra, ou por distúrbios emocionais.

Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo (João 15:11). Repetidas vezes o Senhor disse aos discípulos como um relacionamento com Deus enriquece as pessoas de tal maneira, que elas não somente sentem uma grande satisfação, mas transbordam de alegria e júbilo.

A partir daí, o Espírito Santo passa a gerar em nosso interior o seu fruto que é a alegria, amor, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio. A alegria restaura o ânimo, que gera satisfação mesmo em pequenas coisas, tirando todo o enfado, afastando a rotina, revelando a cada dia, novidade de vida, estimulando a criatividade, pois o novo foco estará direcionado para as coisas de Deus, O Apóstolo Paulo diz em Filipenses 4.8: que tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

Lembre o texto de Provérbios 17.22 que diz que o coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos

Os problemas e aflições continuarão, a própria Palavra nos conforta em 2 Co.4.8,9, quando diz: Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.

O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu(Jesus) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.(João 10.10)

A escolha é nossa!!

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 24 de março de 2016

AMOR E PERDÃO, A CURA PARA O RESSENTIMENTO

Na antiguidade, alguns médicos já relacionavam sentimentos com doenças. Cláudio Galeno (129 d.C.) afirmou: “Nos recônditos da alma estão a causa da grande maioria das enfermidades”.

William Shakespeare (1564-1616) disse: "Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra”. 

Pessoas ressentidas adoecem com mais facilidade.

Charles Swindoll, diz “o ressentimento é como uma corrente que nos aprisiona a um fato ou a uma pessoa”. E o pior é que nós mesmos nos aprisionamos. Nós é que sofremos e perdemos a alegria dos relacionamentos e da vida. As pessoas podem até ser atingidas por nosso ressentimento, mas o maior afetado é aquele que se ressente.

O ressentimento pode ser curado pelo amor e pelo perdão. Onde o amor reina, não existe ressentimento, pois o amor não guarda ressentimento. Em 1 Coríntios 13:5, lemos claramente: “o amor não se ressente do mal.” O verbo ressentir (gr. logizomai), significa ‘contar, registrar, ou pesar duas vezes.”

A mesma palavra é usada em 2 Coríntios 5:19; “...a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação”. (Rm.4:8; 2 Tm.4:16).

Infelizmente, algumas pessoas contam dezenas, centenas ou milhares de vezes uma tristeza ou decepção e, em função disso, não conseguem se libertar desse sentimento.

Jesus disse que devemos amar o próximo e até os inimigos (Mateus 5.44; 22.39). Ele orou na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. (Lucas 23.34), Essa foi a maior demonstração de como podemos curar os ressentimentos e reconstruir os relacionamentos abalados.

Certamente você já foi ofendido por alguém e tem dificuldades de perdoar. Perdoe, ame aquele que te decepcionou, ame aquele que te feriu!

Amando e perdoando conseguiremos nos livrar dos ressentimentos e seremos crentes saudáveis. Hebreus nos adverte: “...nem haja (em vós) alguma raiz de amargura (ressentimento) que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”. 

Hebreus 12:15. Antes, “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós”.

Perdoar, não é uma questão de sentimento, mas de obediência.

Autor: Pr. Márcio Rodrigues de Almeida

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

DEUS USA O SOFRIMENTO E AS PROVAÇÕES PARA NOS DISCIPLINAR

Jesus disse, em Apocalipse 3:19: "A quantos eu amo repreendo e castigo."

Deus tem o Seu plano divino para moldar nossas vidas e esse plano muitas vezes inclui o sofrimento. O fogo do castigo purifica nossas vidas e aprofunda nosso espírito.

Se o Salvador alcançou "a perfeição pelos sofrimentos" (Hebreus 2:10), como podemos esperar fugir?

Você já pensou que o aço é ferro mais fogo, que o solo é rocha mais a força da corrosão do tempo e que o linho é fibra mais o pente que separa e o mangual que soca e o tear que tece?

Quando falo em sofrimento, que inclui todos os elementos de dor e angústia conhecidos do homem, não apenas dor física, não sou diferente de vocês. Gostaria de levar uma vida livre de problemas, livre de dores, livre de severa disciplina pessoal, mas tive tantas pressões na minha vida que houve horas em que também tive vontade de "sumir" – ou estive tentado a pedir ao Senhor que me levasse para o céu.

Como escreveu C.S. Lewis, em The Problem of Pain (pág. 93): "Vocês querem saber como me comporto quando sinto dor, não apenas quando estou escrevendo a respeito. Pois não precisam adivinhar, eu mesmo vou contar: sou um grande covarde... Mas, de que vale falar-lhes de meus sentimentos? Vocês já os conhecem, pois são os mesmos que os seus. Não estou discutindo que a dor não seja dolorosa. A dor dói.

Se Deus nos ama tanto, por que permite coisas como o câncer, tumores, ou inúmeras moléstias e doenças?

"Senhor, onde estavam as promessas?" Então, chegou a Hebreus 11, onde há uma lista de grandes heróis da fé. Muitos deles foram gloriosa e maravilhosamente salvos por causa de sua fé.

Havia pessoas "que pela fé venceram reinos, praticaram justiça, alcançaram as promessas, taparam as bocas dos leões, extinguiram a violência do fogo, evitaram o fio da espada, de fracos tornaram-se fortes, fizeram-se poderosos na guerra, puseram em fuga os exércitos estrangeiros. As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos." (Hebreus 11:33-35)

Mas espere. Será que todos aqueles fiéis de antanho escaparam às provações?

Não. No meio do 35º versículo, ocorre uma mudança dramática e drástica. Diz ele: "Uns foram torturados, não aceitando o seu livramento para melhor ressurreição, e outros experimentaram escárnios, açoites e ainda grilhões e prisão; eles foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; eles andaram errantes, vestidos de peles de ovelhas e cabras, necessitados, aflitos, maltratados, uns homens (de quem o mundo não era digno) errantes nos desertos, nos montes, nas covas e nas cavernas da terra." (vv. 35.38, grifo do autor)

Alguns foram salvos, outros não foram salvos, segundo a "vontade e o plano de Deus". Temos aqui a Sociedade Divina da "Medalha de Ouro". Por que esses outros não foram salvos?

Os dois últimos versículos de Hebreus explicam: "Todos estes, tendo alcançado bom testemunho pela sua fé, contudo não alcançaram a promessa, tendo Deus provido alguma coisa melhor no tocante a nós, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados (ou seja, antes que pudéssemos nos reunir a eles)." (vv. 39,40)

Em outras palavras, a Escritura diz que Deus tem algo melhor para eles. A Santa Escritura indica que as recompensas deles poderão até ser maiores na vida futura, pois, na época em que sofreram, ainda não havia nenhuma promessa para recompensá-los. Acreditaram e confiaram mesmo sem terem sido salvos.

Temos que nos dar conta de que, quando Deus permite que tais coisas aconteçam, existe um motivo que acabara sendo do conhecimento do indivíduo – mais provavelmente só quando formos para o céu.

Extraído do Livro: A SEGUNDA  VINDA  DE  CRISTO de autoria de Billy  Graham

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Deus Usa o Sofrimento e as Provações Para nos Disciplinar

Jesus disse, em Apocalipse 3:19: "A quantos eu amo repreendo e castigo."

Deus tem o Seu plano divino para moldar nossas vidas e esse plano muitas vezes inclui o sofrimento. O fogo do castigo purifica nossas vidas e aprofunda nosso espírito.

Se o Salvador alcançou "a perfeição pelos sofrimentos" (Hebreus 2:10), como podemos esperar fugir?

Você já pensou que o aço é ferro mais fogo, que o solo é rocha mais a força da corrosão do tempo e que o linho é fibra mais o pente que separa e o mangual que soca e o tear que tece?

Quando falo em sofrimento, que inclui todos os elementos de dor e angústia conhecidos do homem, não apenas dor física, não sou diferente de vocês. Gostaria de levar uma vida livre de problemas, livre de dores, livre de severa disciplina pessoal, mas tive tantas pressões na minha vida que houve horas em que também tive vontade de "sumir" – ou estive tentado a pedir ao Senhor que me levasse para o céu.

Como escreveu C.S. Lewis, em The Problem of Pain (pág. 93): "Vocês querem saber como me comporto quando sinto dor, não apenas quando estou escrevendo a respeito. Pois não precisam adivinhar, eu mesmo vou contar: sou um grande covarde... Mas, de que vale falar-lhes de meus sentimentos? Vocês já os conhecem, pois são os mesmos que os seus. Não estou discutindo que a dor não seja dolorosa. A dor dói.

Se Deus nos ama tanto, por que permite coisas como o câncer, tumores, ou inúmeras moléstias e doenças?

Enquanto reescrevia este capítulo, soube que a mulher de um amigo meu na Austrália está com um tumor maligno no cérebro. Soube também que a mulher de um de meus amigos mais queridos, um conhecido evangelista, está com câncer.

Muitas vezes somos tentados a perguntar: por quê? 

Recentemente, ouvimos falar de bandidos que estupraram uma missionária, depois de matarem seu marido no jardim de sua casa. Ela ficou dois dias trancada na casa com as crianças, temendo a volta dos bandidos. Só então teve coragem de ir lá fora para enterrar o marido.

Quando minha mulher ouviu esta história, ficou profundamente perturbada durante três dias. Estudou a Santa Escritura. Perguntou a si mesma: "Senhor, onde estavam as promessas?" Então, chegou a Hebreus 11, onde há uma lista de grandes heróis da fé. Muitos deles foram gloriosa e maravilhosamente salvos por causa de sua fé.

Havia pessoas "que pela fé venceram reinos, praticaram justiça, alcançaram as promessas, taparam as bocas dos leões, extinguiram a violência do fogo, evitaram o fio da espada, de fracos tornaram-se fortes, fizeram-se poderosos na guerra, puseram em fuga os exércitos estrangeiros. As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos." (Hebreus 11:33-35)

Mas espere. Será que todos aqueles fiéis de antanho escaparam às provações?

Não. No meio do 35º versículo, ocorre uma mudança dramática e drástica. Diz ele: "Uns foram torturados, não aceitando o seu livramento para melhor ressurreição, e outros experimentaram escárnios, açoites e ainda grilhões e prisão; eles foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos ao fio da espada; eles andaram errantes, vestidos de peles de ovelhas e cabras, necessitados, aflitos, maltratados, uns homens (de quem o mundo não era digno) errantes nos desertos, nos montes, nas covas e nas cavernas da terra." (vv. 35.38, grifo do autor)

Alguns foram salvos, outros não foram salvos, segundo a "vontade e o plano de Deus". Temos aqui a Sociedade Divina da "Medalha de Ouro". Por que esses outros não foram salvos?

Os dois últimos versículos de Hebreus explicam: "Todos estes, tendo alcançado bom testemunho pela sua fé, contudo não alcançaram a promessa, tendo Deus provido alguma coisa melhor no tocante a nós, para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados (ou seja, antes que pudéssemos nos reunir a eles)." (vv. 39,40)

Em outras palavras, a Escritura diz que Deus tem algo melhor para eles. A Santa Escritura indica que as recompensas deles poderão até ser maiores na vida futura, pois, na época em que sofreram, ainda não havia nenhuma promessa para recompensá-los. Acreditaram e confiaram mesmo sem terem sido salvos.

Temos que nos dar conta de que, quando Deus permite que tais coisas aconteçam, existe um motivo que acabara sendo do conhecimento do indivíduo – mais provavelmente só quando formos para o céu.
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Extraído do Livro: A SEGUNDA  VINDA  DE  CRISTO de autoria de Billy  Graham

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/


Graça e Paz