"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 6 de outubro de 2026

O VERBO SEMPRE EXISTIU

Jesus não disse que veio para trazer uma verdade. Ele disse: " Eu sou a verdade..." (Jo14:6).

Jesus não veio trazer simplesmente uma religião, nem uma filosofia, ou um monte de regras como código de conduta.

Jesus veio trazer Ele mesmo. Ele é a ressurreição e a vida.

Para receber esta vida temos que conhecê-lo: quem Ele é, de onde Ele veio, o que Ele falou, o que Ele fez, onde Ele está.

"E a vida eterna e esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste." (Jo 17.3)

Este conhecimento alcançamos pela fé na sua palavra. 

Jesus existia antes de todas as coisas

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez (Jo 1:1-3)

Muitos pensam que Jesus é um ser que nascem em Belém da Judéia. Mas isso não é verdade.

Todos nós começamos a nossa vida quando somos gerados no ventre de nossas mães, antes não existíamos. Mas não foi assim com Jesus.

Ele existia muito antes de nascer em Belém. Não como homem, mas como o Verbo de Deus.

O verbo nunca foi criado, Ele era Deus e sempre existiu.

Foi Ele quem criou todas as coisas. Cl 1:15-17.

O qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nEle foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por Ele e para Ele. Ele é antes de todas as coisas, e nEle subsistem todas as coisas

“A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas; (Hb 1:1-3)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 30 de abril de 2026

TORNOU-SE HOMEM

O Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai (Jo 1.14)

O qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz (Fp 2.6-8)

Que tremenda é esta verdade!

O Verbo Eterno, criador de todas as coisas, se esvaziou de sua glória e assumiu a forma de homem.

Imagine um homem se transformando num verme.

Isto ainda seria pouco para comparar com o que aconteceu a Cristo, porque o homem é criatura e o verme também.

Mas quando o Verbo se fez carne foi algo muito mais tremendo!

Foi o próprio criador assumindo a forma de uma de suas criaturas.

A humilhação de Jesus não começou na cruz, mas sim em Belém, quando tomou a forma de um simples homem.

Nunca é demais salientar que nossa fé é no Deus-homem Jesus Cristo.

Quando o verbo se fez carne Ele se esvaziou de sua glória de Deus (Jo 17:5), isto é, Ele se esvaziou dos atributos (qualidades e capacidades) de Deus, mas nunca deixou de ser a Pessoa do Verbo.

Ele continuou sendo o Verbo, mas agora em carne humana esvaziado de sua glória, mas não totalmente.

Ele tinha em sua humanidade toda glória possível da verdade e da graça de Deus (Jo1:14). Isto é um mistério.

Maravilhoso é Jesus !

Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já agora está no mundo. (1Jo 4:2-3)

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 28 de abril de 2021

O VERBO É DEUS

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus." João 1:1

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." João 1:14

"O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida" I João 1:1

"Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um." I João 5:7

"E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus." Ap 19:13

Cristo é a comunicação real de Deus e por isso é denominado o Verbo (João 1:1) ou melhor, a Palavra de Deus (Ap 19:13). Sendo a Palavra, Cristo é uma comunicação. O que Deus quer que o homem entenda, Ele mostra com Sua expressão ou manifestação.

Cristo é a expressão pela qual Deus fala a nós (Hb 1:1-3) e Deus realmente manifesta-se completamente por Cristo (João 14:9; 17:6).

Deus comunica-se com o homem pecador através do Seu Filho e revela um infinito amor e misericórdia (João 3:16, "de tal maneira"; I João 3;1, "quão grande amor"). Saiba que se Deus nos deu o que havia de mais precioso diante dEle (Pv 8:30) com o propósito de se comunicar com o homem pecador, nenhum outro meio pode ser aceito (João 14:6).

Deus falou-nos nestes últimos dias pelo Filho (Hb 1:1). Não há dominação, visível ou invisível, ou potestade, que existe ou possa existir, ou qualquer outra criatura que se tornou ou que pode se tornar que tomará o lugar da comunicação de Deus.

Cristo está, antes de todas as coisas (Col 1:17), acima de todas as coisas (Ef 1:21) e vencedor para todo o sempre (Ap 19:13-15).

Cristo é o Verbo dado por Deus em misericórdia. Cristo é um com Deus (I João 5:7; João 1:18, "está no seio do Pai").

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

A SANTÍSSIMA TRINDADE


“No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1.1).

“NO PRINCÍPIO” significa antes de todas as coisas criadas. Tal como está em Gênesis 1.1: “No princípio, criou Deus os céus e a terra”.

Antes de todas as coisas criadas, o Verbo já existia (Jo 1.1). “O Filho é ANTES de todas as coisas...” (Cl 1.17). Jesus confirma: “Antes que Abraão existisse, EU SOU” (Jo 8.58). Aqui, Ele usou o mesmo nome de Deus – “Eu sou” -, como está em Êxodo 3.14.

Em João 10.30, Jesus declara: “EU E O PAI SOMOS UM”. Possuem as mesmas qualidades e os mesmos atributos: onipresença, onisciência, onipotência, eternidade e imutabilidade.

Em João 14.9, Ele declara: “QUEM ME VÊ A MIM, VÊ O PAI”. A Bíblia diz que Ele é a imagem visível do Deus invisível (Cl 1.15).

O Filho declarou seu atributo de onipresença ao dizer: “... eis que ESTOU convosco todos os dias...” (Mt 28.19). Declarou sua divindade ao dizer que estava no céu (Jo 3.13); ao dizer ao ladrão na cruz “...hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43).

Após Sua ressurreição, ainda passou 40 dias na terra, mas nunca saiu do céu. Confirmado também quando disse: “...ninguém VEM ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Vejam que Ele não disse “ninguém VAI ao Pai”.

Em Apocalipse 1.8, está dito que Ele é Todo-Poderoso (onipotente), atributo exclusivo da Trindade.

PORTANTO, carece de fundamentação bíblica o ensino que nega a divindade do Filho e do Espírito.

Ninguém conseguirá compreender a Trindade com o uso da lógica humana, onde um mais um mais um são três.

Na Trindade, um mais um mais um totalizam UM.

Quanto ao Espírito, basta dizer da Sua onipresença. Jesus afirmou que o Consolador estaria conosco “para sempre” (Jo 14.16).

O Espírito está em cada crente (1 Co 3.16). Logo, Ele é onipresente, atributo exclusivo da Trindade.

As coisas do Espírito se discernem espiritualmente: “O homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co 2.14).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

Graça e Paz

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

JESUS CRISTO: O VERBO SE FEZ CARNE

Seria desastroso somente afirmar a deidade de Jesus Cristo ignorando que o divino “Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.14).

As Escrituras afirmam igualmente que Cristo era divino e humano. Para o cristão, a humanidade de Cristo possui tremenda importância, além até da suprema necessidade de salvação. De fato, como John Flavel ressalta a respeito dessa doutrina, nós podemos colocar o mundo sobre ela.

Cristo em Sua divina natureza assumiu humanidade. Isso significa que Ele tomou sobre Si mesmo uma natureza que era verdadeiramente humana. Ele permaneceu o que Ele era (divino) enquanto tomou para Si o que ainda não tinha sido (humano). Ele tornou-se ossos dos nossos ossos e carne da nossa carne em todos os aspectos, ainda que sem pecado.

AS ESCRITURAS REVELAM A REAL NATUREZA DE CRISTO DO NASCIMENTO À SEPULTURA.
Ele nasceu (Lc 2.7).
Ele cresceu à maturidade (Lc 2.40).
Ele teve fome (Lc 4.2).
Ele trabalhou (Jo 5.17).
Ele estava cansado e dormiu (Lc 8.23).
Ele comeu e bebeu (Lc 24.42-43).
Ele entristeceu-se e chorou (Mc 14.34).
Ele experimentou dor e sofrimento (Lc 22.44) no corpo e na alma (Mt 26.38; 1 Pe 2.24).
Ele morreu (Mc 15.37) e foi enterrado (v. 45–46).

HÁ PELO MENOS SEIS RAZÕES PELAS QUAIS CRISTO TINHA DE SER VERDADEIRAMENTE HOMEM:
Para satisfazer a exigência da justiça de Deus de que a natureza que pecara também fosse a natureza a pagar pelo pecado.
Para poder sofrer e morrer pelos Seus eleitos.
Para poder ser nosso Sumo Sacerdote que se sacrifica e simpatiza conosco.
Para estar sujeito à lei em Sua obediência.
Para ser nosso Parente mais próximo a fim de redimir-nos.
Para ser o Segundo Adão que nos restaura de nossa queda.

HÁ MUITAS APLICAÇÕES DA ENCARNAÇÃO DE CRISTO PARA O CRENTE. No volume um de sua Obras Completas, John Flavel delineia várias das afeições por Cristo que o crente experimenta.

VENERAÇÃO. “Venere o amor do Pai, e o Filho, que ofereceu tanto por suas almas”. Flavel nota que o amor de Deus se expressa principalmente nisto: que Cristo tomou sobre Si a forma de servo e tornou-se obediente até a morte. O Pai com tanto fervor “desejou nossa salvação que ele ficou contente em rebaixar o amado de sua alma a um estado tão vil e desprezível” quanto a humanidade. O Filho tornou-se alguém sem reputação – “quão assombroso é o amor de Cristo, que se diminuiu assim para exaltar-nos!”.

ADMIRAÇÃO. Contemple a sabedoria de Deus em conceber tais meios para a salvação de Seu povo. Isso até “prende a atenção dos anjos e dos homens para si” como algo inimaginável. Que a Palavra se tornasse carne e habitasse entre nós – “oh, quão sábio é o método de nossa restauração!”.

DELEITE. Prove a “incomparável doçura” do Cristianismo que nos permite descansar nossas “consciências trêmulas” em uma firme fundação. Embora a miséria de Seu estado e a angústia de Sua alma o oprima, o crente pode seguramente confiar na encarnação. Cristo uniu Sua pessoa divina com nossa carne; “a partir disso, é fácil imaginar que dignidade e valor deve haver naquele sangue; e como o eterno amor, brotando triunfantemente dele, floresce em perdão, graça e paz”.

CONSOLAÇÃO. Assumindo uma natureza humana e experimentando o sofrimento e a miséria da humanidade, Cristo agora é tocado pelo sentimento de nossas enfermidades (Hb  4.15). Ele é um Sumo Sacerdote misericordioso (Hb 2.17-18). Flavel escreve: “Deus e homem em uma pessoa! Oh, que excelsa alegre conjunção! Como homem, ele é cheio de um senso experimental de nossas enfermidades, necessidades e fardos; e, como Deus, ele pode suportar e suprir tudo isso”.

FELICIDADE. A encarnação de Cristo deveria trazer muitos filhos à glória (Hb 2.10). “Com isso, nós vemos, a que alturas Deus vai para edificar a felicidade do homem - em ter ele lançado os fundamentos dela no tão profundo, na encarnação de seu próprio Filho”. A alma do homem alegra-se na salvação, mas o corpo também será glorificado. Cristo assumiu a carne para demonstrar “como Deus pretende honrá-la e exaltá-la” na eternidade.

CONFORTO. Flavel conclui com este último ponto: “Quão maravilhoso é este conforto, que aquele habita em nossa carne é Deus?” O cristão que luta pode dizer: “Mas, seja eu um pecador, e pior que o principal dos pecadores, sim, um demônio condenado, eu estou certo de que meu bem amado é Deus, e meu Cristo é Deus. E quando eu digo que meu Cristo é Deus, eu disse tudo, nada mais posso dizer. Pudera eu erigir sobre essa afirmação – Meu Cristo é Deus – o quanto ela pode sustentar: Eu colocaria o mundo inteiro sobre ela”.

JOEL BEEKE / Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org

Por Litrazini

Graça e Paz



terça-feira, 18 de junho de 2013

Vida Nova! Vida Nova? Sim, vida Nova.

Mesmo que você esteja mergulhado na confusão, na desordem, no vazio e nas trevas, Deus te ama.

Ainda que ninguém, nem mesmo você, dê nada pela sua vida, e que ninguém acredite que haja uma saída para você. Deus o ama.

O criador se interessa por você pelo que é. Além disso, ele conhece o seu ilimitado potencial e quer ajudar a desenvolvê-lo. O Espírito de Deus presta atenção e se move em você. “O mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis”. (Rm. 8.26).

O Espírito Santo está aqui, hoje, como estava no início da criação e, Deus quer criar uma vida nova no coração arrasado, uma existência cheia de beleza, diversidade e luz.

O fato de nos sentirmos desorientados e confusos, com tudo em desordem, geralmente provoca uma sensação de grande angústia e ansiedade. Gostamos de ver as coisas em ordem, certinhas, previsíveis, tudo no seu lugar, quando isso não acontece ficamos desesperados. Mas, a desordem nas mãos de Deus, pode gerar grandes mudanças.

A desordem pode representar o fim da linha, a morte de um tipo de vida que não agrada a Deus, nem a nós. Estar confusos e aflitos pode ser o indício de que já não sabemos fazer as coisas do nosso jeito; daí decidimos fazê-las à maneira de Deus.

Nos momentos, em que não sabemos o que fazer, em que não há saída nem perspectiva, temos a possibilidade de nos tornar como barro flexível e maleável nas mãos do oleiro – sem dogmas, projetos, preconceitos, pressupostos ou condições. Então o Senhor pode realizar uma obra profunda e radical em nossa vida. Nesse momento, o caos estéril se transforma em uma porta para fertilidade.

Deus tem uma palavra de cura para todo coração confuso, uma palavra põe fim aos caos que coloca tudo em seus devidos lugares, que reorienta, redireciona, ilumina e liberta; Deus tem uma palavra para o coração de todas as pessoas.

Essa Palavra é Cristo “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez” (Jo. 1.1-3). O termo aqui traduzido como verbo é logos, que em grego significa palavra (não um vocábulo, mas uma linguagem que transmite uma idéia, uma mensagem).

Jesus é o logos de Deus, ele é a Palavra encarnada de Deus, pois “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo 1.14). Através dele, Deus fala de maneira mais pessoal, mais íntima, mais poderosa e mais clara que pode existir.

Foi Jesus quem deu luz à terra, e é ele quem pode trazer luz à nossa vida.

A sua vida pode ser totalmente restaurada, reconfigurada, recriada pelo poder de Deus. ”E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Co. 5.17)

Por Litrazini
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Graça e Paz