"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

terça-feira, 17 de março de 2026

CALMA E TRANQUILIDADE

Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes. Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim. (Sl 131.1.)

Por que nunca estamos satisfeitos? Por que estamos sempre correndo de um lado para outro? Por que estamos sempre agitados?

Uma das principais razões é porque estamos sempre à procura de “coisas grandiosas e maravilhosas demais” para nós (Sl 131.1).

Ou atrás de coisas grandes e extraordinárias que estão fora do nosso alcance, ou por causa do desejo incontido de nos fazermos de entendidos em coisas muito difíceis e grandiosas, como registram outras versões das Escrituras.

O salmista pôs um ponto final nessa ambição desmedida

“Acalmei e tranquilizei a minha alma” (Sl 131.2).

Depois de ter investido contra ele mesmo, contra as suas ambições pessoais, contra o seu temperamento, o poeta pode declarar

“Senhor, o meu coração não é orgulhoso, e os meus olhos não são arrogantes” (Sl 131.1).

Ele está descrevendo uma experiência pessoal do tipo “eu era mas não sou mais”.

É preciso descobrir o que Deus quer de nós e respeitar os limites impostos por Ele.

Ninguém tem todos os dons, que Deus distribui a seu bel-prazer (Rm 12.6-8).

Precisamos aprender a lidar com o sucesso, para que ele, depois de nos embriagar, não nos jogue nas sarjetas da vida (Pv 16.18).

Quando o orgulho toma conta de nós, o desejo pecaminoso de competição toma o lugar do desejo saudável de servir a Deus da melhor maneira possível!

Retirado de “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006)

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 16 de março de 2026

GIGANTES DE DEUS

“E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo´(IICo 12.9)

Quando Gideão recrutou um exército de 32 mil homens para combater os midianitas, Deus os reduziu a apenas 300 homens.

Isso fez que suas chances no combate contra as tropas inimigas, que possuía 135 mil homens, ficassem reduzidas à proporção de 1 para 450.

Isso, aparentemente, era a receita para a ruína, mas Deus agiu assim para que Israel soubesse que havia sido o poder de Deus, e não a força deles, que os havia salvado

Todos os gigantes de Deus são pessoas fracas.

A fraqueza de Moisés era seu gênio.

Em virtude de seu temperamento, ele assassinou um egípcio, feriu a rocha com a qual deveria conversar e quebrou as tábuas dos Dez Mandamentos.

Ainda assim, Deus transformou Moisés em um homem muito paciente, mais do que qualquer outro que havia na terra (Nm.12.3)

As fraquezas de Gideão era a baixa auto-estima e profunda insegurança, mas Deus o transformou em um... poderoso homem de valor (Jz.6.12).

A fraqueza de Abraão era o medo. Não uma, mas duas vezes ele afirmou que a esposa era sua irmã para se proteger.

Mas Deus transformou Abraão no pai de todos os que creem (Rm.4.11).

Impulsivo e sem força de vontade, Pedro se tornou pedra (Mt.16.18),

O adúltero Davi se tornou homem segundo o meu coração (At.13.22)

João, um dos arrogantes Filhos do Trovão, se tornou o Apóstolo do Amor.

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz