"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

quarta-feira, 22 de abril de 2026

CRUCIFICAÇÃO DO VELHO HOMEM

“...Sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com Ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado.” Rm 6:6.

Precisamos saber que fomos crucificados com Cristo

Quem foi crucificado. Quando fomos crucificados

Sabendo isto estaremos eliminando o primeiro passo ou condição para desfrutarmos daquilo que temos no Senhor e sermos vitoriosos no Senhor.

A Palavra de Deus diz que o pecado habita em nós (Rm 7:20).

Paulo fala isso no tempo presente demonstrando que ele, mesmo sendo um discípulo, tinha “o pecado”.

Portanto, por eliminação, vemos que o pecado não é crucificado. O crucificado é o velho homem.

Sabendo isto que o nosso velho homem foi crucificado com Ele. (Rm 6.6)

O alvo não é o pecado como princípio ativo produtor de pecados e sim o servo do pecado que é o velho homem.

Quando não conhecíamos o Senhor não nos preocupávamos se estávamos agradando ou não a Deus;

Para nós, não fazia a menor diferença se o que fazíamos agradava ou ofendia a Deus.

Esse é o velho homem em quem o pecado tinha toda liberdade de agir. Esse é o alvo da crucificação.

A cruz é um instrumento de morte. Ninguém sai vivo da cruz; quando se passa pela cruz se tem a certeza que tal pessoa jamais viverá.

Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? Fomos, pois, sepultados com Ele pelo batismo na morte, Rm 6:3,4a)

Fomos mortos no batismo! A cruz é um instrumento de morte e ela operou no batismo.

Nosso velho homem foi crucificado para que andemos nós também em novidade de vida

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


terça-feira, 21 de abril de 2026

REAGINDO CONTRA O RANCOR

“O que encobre a transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão, separa os maiores amigos” (Pv. 17.9).

É comum esperarmos que nossos ofensores nos procurem para desculpar-se, fica um esperando pelo outro, ninguém quer ser o primeiro, nem quer humilhar-se, nem dar o braço a torcer.

Poderemos esperar muito tempos, talvez para sempre.

A amargura pode criar raízes profundas.

O coração decepcionado pode atirar-nos num estado de decepção e rancor, passando a abrigar feridas profundas e lembranças amargas, tornando-se difícil para nós confiarmos de novo em alguém.

Amar é abrir-se, é tornar-se acessível, é oferecer-se ao encontro, é ficar vulnerável, é arriscar-se.

As pessoas que foram mais felizes, as que deixaram marcas mais positivas na história da raça humana, foram as que mais amaram a muitos com muita intensidade.

Foram, também, as que experimentaram o sofrimento e o desapontamento.

Amizades podem ser perdidas.

O orgulho cobra um preço alto pela sua manutenção: a nossa infelicidade.

“Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados.” (Hb. 12.15).

“Acautelai-vos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se, põe sete vezes no dia, pecar contra ti e, sete vezes, vier Ter contigo, dizendo: Estou arrependido, perdoa-lhe” (Lc. 17.3,4).

Deus, que é rico em perdoar, exorta-nos a que perdoemos também.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz