"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

sexta-feira, 10 de julho de 2026

O GRANDE EU SOU O QUE SOU

“Tu, Senhor e Deus nosso, és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque criaste todas as coisas, e por tua vontade elas existem e foram criadas” (Ap 4.11).

Ele é onipresente: “Para onde poderia eu escapar do teu Espírito?” (Sl 139.7).

“Os olhos do Senhor estão em toda parte, observando atentamente os maus e bons” (Pv 15.3).

Ele é onisciente porque não há nada que esteja fora do olhar divino

'‘Revela coisas profundas e ocultas; conhece o que jaz nas trevas, e a luz habita com Ele’' (Dn 2.22).

Deus é onipotente: '‘Eu sou o Senhor, o Deus de toda humanidade. Há alguma coisa difícil demais para mim?’' (Jr 32.27).

Em diversas ocasiões, Deus é chamado de Todo Poderoso: '‘Eu sou o Alfa e o Ômega’, diz o Senhor Deus, ‘o que é, o que era e o que há de vir, o Todo Poderoso’' (Ap 1.8).

As Escrituras também mostram que em determinados momentos Deus exercita poder unilateral sobre a história, intervindo milagrosamente para mudar o curso das nações e, inclusive, predestinando alguns eventos muito antes que eles acontecessem:

“Desde o início faço conhecido o fim, desde tempos remotos, o que virá. Digo: o meu propósito permanecerá em pé e farei tudo o que me agrada” (Is 46.10).

Devido à sua onipotência, Deus não será frustrado em seu propósito de ter para si uma 'noiva' (a igreja). Ele garante que, no futuro, o universo estará livre da maldade e que sua glória encherá a terra.

Obedecendo à lógica, que Deus não pode desfazer-se de nenhum de seus atributos divinos.

Deus não teve 'escolha' no que é. Ele sempre teve a si mesmo e sempre foi o que é (Eu sou o que sou), porque nunca houve um tempo quando começou.

Deus não pode deixar de ser onipotente, nem de ser onisciente, onipresente ou de ser infinito (2Tm 2.13).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

 

quinta-feira, 9 de julho de 2026

A FAMÍLIA DE DEUS

A família de Deus abrange um vasto corpo de cristãos que se esforçam juntos para se aproximar de Deus (1Co 12:13).

É uma família que é mais forte pelos dons de cada pessoa (Rm 12:6-8).

Os membros dessa nova família buscam o melhor uns para os outros (1Co 10:24), encorajam uns aos outros (Gl 6:1–2) e perdoam uns aos outros (Mt 18:21–22).

Cada membro tem um papel específico, mas os papéis são desempenhados com respeito e graça (1Pe 5:1–5).

Não somos mais cidadãos do mundo, mas separados dele (2Co 6:14-7:1).

Entendemos que somos parte de um reino celestial governado por Deus.

As coisas da terra não nos atraem mais (Colos 3:2).

Não tememos ou enfatizamos demais o sofrimento na terra ou as provações que enfrentamos (Colos 1:24), nem damos importância às coisas que o mundo valoriza (1Tm 6:9–11).

Até mesmo nossos corpos e nossas ações refletem que nossas mentes não estão mais conformadas com o mundo (Rm 12:1-2), mas agora são instrumentos de justiça para Deus (Rm 6:13).

Nossa nova perspectiva do reino significa que entendemos que nosso inimigo não são as pessoas ao nosso redor, mas as forças espirituais que se esforçam para impedir que as pessoas conheçam a Deus (Ef 6:12).

Nossas vidas à luz da nossa identidade em Cristo são preenchidas com um Pai celestial, uma família grande e amorosa e o entendimento de que somos cidadãos de outro reino e não desta terra.

Fonte: GotQuestion

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz