segunda-feira, 31 de agosto de 2020

DISCUSSÃO SEM PODER


Jesus subira com Pedro, Tiago e João para um alto monte, a fim de orar. Lá ele foi transfigurado na presença deles. Mesmo vendo milagres no topo dessa montanha, os discípulos não oraram. Por isso, estavam desprovidos de entendimento. Não compreenderam a centralidade da pessoa nem da missão de Jesus.

Em vez de se deleitarem em Deus, passaram a ter medo dele. Os discípulos que ficaram no sopé do monte também não oraram. Em vez de fazerem a obra, discutiram com os escribas, os maiores opositores de Jesus.

A apologética é necessária quando se trata da defesa da fé, mas apenas discutir a obra em vez de fazer a obra é uma perda de foco e um perigo ameaçador para a igreja.

No vale, enquanto os discípulos discutem com os escribas, um pai aflito busca ajuda para seu filho endemoninhado. Esse homem recorre aos discípulos, mas eles não puderam libertar o seu filho.

Em vez de orar e libertar os cativos, eles estavam gastando toda a sua energia numa discussão infrutífera. Em vez de socorrer os aflitos e fazer a obra, estavam discutindo a obra com os inimigos da obra.

Enquanto a igreja se distrai, discutindo a obra ano após ano, no conforto do templo, o diabo age destruindo famílias.

Aquele jovem endemoninhado era jogado na água, no fogo e na terra por uma casta de demônios e isso desde sua infância. Havia um grande sofrimento naquela família. A esperança de encontrar nos discípulos de Jesus uma saída para esse drama fracassou. Eles estavam sem poder. Tinham perdido o foco. Estavam gastando todo o tempo discutindo a obra em vez de fazer a obra.

Enquanto os discípulos discutem, as multidões perecem, os cativos não são libertos e os demônios não são confrontados.

Oh, como esse fato deveria nos despertar! Gastamos muito tempo discutindo nossas doutrinas, defendendo nossos posicionamentos, combatendo nossos opositores, mas investimos muito pouco tempo fazendo a obra de Deus. Por isso, o crescimento da igreja é tão inexpressivo.

Não adianta apenas dizer que temos uma boa doutrina. Que a palavra de Deus é poderosa! Que a semente tem vida em si mesma! Que ela é irresistível! Essa semente só vai frutificar se nós a semearmos.

Não basta apenas defender o evangelho. Importa também pregá-lo no poder do Espírito Santo. A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus.

Há igrejas que estão ficando desidratadas de tanto de discutir. Sempre teremos mais um assunto novo para discutir ou se nos falta um novo assunto, repisamos os antigos. Essa agenda nunca se esgotará. Enquanto ficarmos agarrados com essas discussões inócuas, a igreja não terá resposta para o mundo aflito e atormentado pelas hordas demoníacas.​

Quando aquele pai aflito buscou a Jesus e o informou que seus discípulos não puderam libertar seu filho, Jesus soltou uma exclamação de dor: “Oh, geração incrédula e perversa, até quando vos suportarei?”.

A falta de poder na igreja causa dor no coração do nosso Salvador. Jesus, então, libertou o menino e o devolveu a seu pai. O mal foi vencido. As trevas foram derrotadas. O evangelho prevaleceu.

A falta de poder na igreja impede os cativos de serem libertos. A falta de poder na igreja é um entrave para o seu crescimento.

É tempo de avaliarmos nosso coração, nossa vida, nossa agenda, nossa igreja. É tempo de sairmos da arena da discussão, para o campo da ação. É tempo de fazermos a obra em vez de apenas discutir sobre a obra. É tempo de orar e jejuar. É tempo de buscarmos o poder do Espírito Santo. É tempo de sermos uma igreja viva e operosa, que leva a esperança da salvação para fora de seus portões!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 30 de agosto de 2020

JESUS O MARAVILHOSO


Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. (Is. 9.6)

Na Bíblia os nomes tem significado e valor. O nome é a revelação do que a pessoa é

MARAVILHOSO NA SUA NATUREZA
É ser divino como ninguém o pode ser. Posto que divino é verdadeiro homem.

MARAVILHOSO NO CARÁTER
Impar no mundo, Absolutamente perfeito

PERFEITO EM SANTIDADE
Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?Jo 8.46;  
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do u nigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. Jo.1.14

PERFEITO EM AMOR.
Jamais houve amor igual ao de Jesus.

MARAVILHOSO NA SUA OBRA REDENTORA

EXPIAÇÃO PERFEITA DO PECADO
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Is 53.6

SALVAÇÃO DO PODER DO PECADO
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. II Co 5.17

Enviou-nos o Espírito Santo

Fará coisas maiores.

É verdadeiramente maravilhoso, na glória infinita, na sua natureza divina, na perfeição absoluta do caráter.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 29 de agosto de 2020

COMO POSSO VENCER A TENTAÇÃO?


As Escrituras nos dizem que todos nós enfrentamos tentações. Primeiro Coríntios 10:13 diz: "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana." Talvez isso proporcione um pouco de encorajamento porque muitas vezes nos sentimos como se sofrêssemos sozinhos, e que os outros são imunes às tentações.

A Bíblia nos diz que Cristo também foi tentado: "Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado" (Hb 4:15).

De onde, então, essas tentações vêm? Primeiro de tudo, elas não vêm de Deus, embora Ele as permita. Tiago 1:13 diz: "Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta."

No primeiro capítulo de Jó, vemos que Deus permitiu que Satanás tentasse Jó, mas com restrições. Satanás está vagueando pela terra como um leão, buscando pessoas para devorar (1 Pedro 5:8). O versículo 9 nos diz para resisti-lo, sabendo que outros cristãos também estão sendo atingindo por seus ataques.

Por essas passagens podemos saber que tentações vêm de Satanás. Vemos em Tiago 1:14 que a tentação pode se originar em nós também. O versículo 14 diz que cada um é "tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz." Deixamo-nos pensar certos pensamentos, ir a lugares que não devemos ir e tomar decisões baseadas em nossos desejos que nos levam à tentação.

COMO, ENTÃO, PODEMOS RESISTIR ÀS TENTAÇÕES?
Primeiro de tudo, temos de voltar ao exemplo de Jesus sendo tentado no deserto por Satanás em Mateus 4:1-11. Cada uma das tentações de Satanás foi recebida com a mesma resposta: "Está escrito", seguida pela Escritura. Se o Filho de Deus usou a Palavra de Deus para, com eficácia, dar um fim às tentações – o que sabemos que funciona porque depois de três tentativas fracassadas, "o Diabo o deixou" (v. 11) -- quanto mais nós precisamos usá-la para resistir às nossas próprias tentações?

Todos os nossos esforços para resistir serão fracos e ineficazes a menos que sejam movidos pelo Espírito Santo através da leitura constante, do estudo e da meditação na Palavra. Desta forma, seremos "transformados pela renovação da vossa mente" (Rm 12:2). Não há nenhuma outra arma contra a tentação exceto a "espada do Espírito, que é a Palavra de Deus" (Ef 6:17).

Colossenses 3:2 diz: "Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra." Se as nossas mentes estiverem cheias com os mais recentes programas de TV, música e todo o resto que a cultura tem para oferecer, seremos bombardeados com mensagens e imagens que inevitavelmente levam a paixões pecaminosas.

No entanto, se nossas mentes estiverem cheias com a majestade e santidade de Deus, o amor e a compaixão de Cristo e o brilho de ambos refletido em Sua Palavra perfeita, veremos que o nosso interesse pelas concupiscências do mundo diminuem e desaparecem. No entanto, sem a influência da Palavra em nossas mentes, estamos abertos a qualquer coisa que Satanás atirar em nós. 

Aqui, então, é o único meio para guardar nossos corações e mentes, a fim de manter as fontes de tentação longe de nós. Lembre-se das palavras de Cristo a Seus discípulos no jardim, na noite em que foi traído: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca" (Mt 26:41).

A maioria dos cristãos não iria querer abertamente pular em pecado, mas não podemos resistir cair nele porque a nossa carne não é forte o suficiente para resistir. Nós nos colocamos em situações ou preenchemos nossas mentes com paixões sensuais, e isso nos leva a pecar.

Precisamos renovar o nosso pensamento como nos é dito em Romanos 12:1-2. Não devemos mais pensar como o mundo pensa, ou andar da mesma forma em que o mundo caminha. Pv 4:14-15 nos diz: "Não entres na vereda dos perversos, nem sigas pelo caminho dos maus. Evita-o; não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo." Precisamos evitar o caminho do mundo que nos conduz em tentação porque a nossa carne é fraca. Somos facilmente levados por nossas próprias concupiscências.

Mateus 5:29 tem alguns excelentes conselhos. "Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti; pois te convém que se perca um dos teus membros, e não seja todo o teu corpo lançado no inferno." Isso soa grave! O pecado é grave! Jesus não está dizendo que nós literalmente precisamos remover partes do corpo. Cortar o olho é uma medida drástica, e Jesus está nos ensinando que, se necessário, uma medida drástica deve ser tomada para evitar o pecado.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

AGINDO CONTRA OS ATAQUES DAS TREVAS


"Vai, ajunta todos os judeus que se acham em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; e eu e as minhas moças também assim jejuaremos. Depois irei ter com o rei, ainda que isso não é segundo a lei; e se eu perecer, pereci." (Et 4:16.)

Nós sabemos que Satanás não veio para outra coisa, senão para matar, roubar e destruir. E ele tentou fazer isto com o povo de Deus usando um homem chamado Hamã. Mas, ao ser comunicada sobre o plano de destruição do seu povo, Ester não perdeu tempo. Como boa valente, buscou logo uma estratégia para vencer: ela destruiria as forças espirituais

Ester agiu, apresentando-se ao rei. Colocou em risco a própria vida. "Depois irei ter com o rei, ainda que seja contra a lei. E se eu perecer, pereci." (Et 4:16c.)

Quando guerreamos, colocamos em risco a nossa própria vida para vencermos a guerra. Os covardes não fazem isso, porque são passivos, neutros. Entretanto, essa nunca foi a postura de Deus. O Senhor sempre mostrou, para o povo, que eles deveriam ser guerreiros com base nas estratégias dadas por Ele (Et 5). Ester não se acovardou e por esta causa foi recebida pelo rei.

Podemos nos lembrar do exemplo de Jonas: ele se acovardou. Os covardes são tomados pelo sentimento do medo. Sabemos que o medo nos paralisa diante da situação. Mas, temos uma arma para vencer o medo: a fé.

Conseguimos vencer pela fé, porque ela não se paralisa diante da circunstância nem em meio à situação. A dimensão da fé está acima da dimensão humana. Ela tem sua própria visão e esperança. Ela não se firma no aparente, naquilo que a circunstância apresenta, mas está firme no propósito.

Jonas teve medo do poder pecaminoso que atuava em Nínive. Mas vemos que Ester não teve medo da estratégia maligna de morte, pois ela buscou a estratégia de Deus.

Jonas sofreu muito pela sua covardia; teve de arrepender se e clamar a Deus, por misericórdia, em meio a circunstâncias nada agradáveis. Muitos estão no abismo porque são covardes, fujões, passivos, e não querem assumir responsabilidades.

Reconhecemos que é difícil enfrentar uma guerra; não é fácil para ninguém. Mas, a única coisa que você não pode fazer é se acovardar e fugir.

O medo paralisa a fé e estanca a ação. E muitos, por causa disso, se escondem. Não se esconda no meio da guerra, porque do esconderijo você irá para o ventre do peixe, que significa um lugar de abismo, angústias e escuridão (Jn 2).

Não se esconda e nem busque desculpas para não ir à guerra. Ore, jejue e aja. Não fique como que se balançando numa rede, mas trabalhe pelas suas vitórias. Siga o exemplo da valente Ester: enfrente logo e guerreie, porque a vi­tória é certa.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

CRISTO DIVIDIDO? QUANDO A UNIDADE ESTÁ EM RISCO


"Pois a respeito de vós, irmãos meus, fui informado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo; ou, Eu de Apolo; ou Eu sou de Cefas; ou, Eu de Cristo. Será que Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado por amor de vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo? (1Co 1.11-13)

Quando lemos a carta de Paulo aos Coríntios, um dos primeiros problemas verificados são as divisões e partidos presentes naquela igreja. A palavra divisão vem do grego schismata, que significa "rasgões em pano". Paulo nesta carta afirma que a igreja é o corpo de Cristo: "Ora, vós sois corpo de Cristo: e individualmente, membros desse corpo." (I Co 12.27). Por isto pergunta: "...acaso Cristo está dividido?" (I Co 1.13).

OS PARTIDOS EM CORÍNTIOS
"Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo." (I CO 1.12)

Grupo de Paulo - Era o grupo dos gentios (não judeus).
Grupo de Apolo - Judeu cristão de Alexandria (Centro Filosófico). Era um grupo do cristianismo intelectualizado.
Grupo de Cefas - Era o nome judaico de Pedro. Grupo de durões. Legalistas.
Grupo de Cristo - Agiam como se Cristo pertencessem a eles.

APLICAÇÕES
Onde está a cruz de Cristo? (v. 17)
Na cruz foi desfeita toda inimizade (Ef 2.14-16)
Na cruz foi destruída a sabedoria dos sábios (I Co 1.18-25)
Na cruz Deus inverte os valores de força e fraqueza (I Co 1.26-28)
A divisão é evidência de uma igreja carnal  (I Co 3.1-3)
A divisão é um empecilho para a obra (Lc 11.17 e I Co 12.14-17)
A divisão elimina o sentimento de comunhão (Am 3.3, I Jo 4.20 e Mt 5.23-24)

ACASO CRISTO ESTÁ DIVIDIDO?
A resposta é um grande não. Mas como será que a sociedade tem nos visto? Unidos? Divididos?
Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros Jo 13.35. Não há nada de errado com a diversidade na igreja. A diversidade é positiva. A divisão é negativa.

"Porque o corpo não é um só membro mas muitos" (I Co 12.14).

Pr. Eber Jamil

Por Litrazini
Graça e Paz

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

É ERRADO PARTICIPAR DE ESPORTES RADICAIS?


É claro que qualquer esporte pode ser considerado "radical", dependendo de como é praticado. No entanto, esportes radicais são comumente considerados como atividades atléticas que carregam um alto nível de risco inerente.

A participação em esportes radicais requer habilidade e mais do que um pouco de bravura. Além da excitação, existe também um perigo adicional para o participante. Alguns esportes radicais populares são o paraquedismo, alpinismo, parkour/corrida de aventura, bungee jumping, bicicleta de montanha, wakeboard e base jumping.

A Bíblia não tem uma resposta clara para a questão dos esportes radicais. Existe algo imoral em colocar um paraquedas e saltar de um prédio? Não. Existe um mandamento bíblico contra a realização de pulos atrevidos em uma moto? Não. Portanto, não há nada que torne os esportes radicais em algo errado do ponto de vista estritamente bíblico. Participar ou não desses esportes se resume ao motivo e à consciência de um indivíduo (e coragem).

Antes de pegar o seu equipamento e ir surfar em um vulcão, no entanto, você deve pelo menos considerar alguns dos seguintes princípios bíblicos:

Devemos obedecer às leis da terra (Rm 13:1–2). Se o nosso esporte radical de escolha nos obriga a quebrar uma lei, então provavelmente devemos encontrar uma nova atividade. Por exemplo, em quase todas as cidades, base jumping de edifícios ou outras estruturas é ilegal, e aqueles que saltam estão infringindo a lei. Os cristãos devem ser conhecidos por seu comportamento cumpridor da lei, não por suas façanhas violadoras da lei. Antes de praticar um esporte radical, devemos nos perguntar: "O que estou prestes a fazer é legal?"

Devemos ser bons mordomos ou zeladores do que Deus nos deu. Uma das coisas que Deus nos deu é o nosso corpo. 1 Coríntios 6:19–20 diz: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” Antes de participar de esportes radicais, devemos nos perguntar: “Estou honrando a Deus com o meu corpo?”

Devemos ser colaboradores de Deus na divulgação do evangelho ao redor do mundo (Mt 28:19–20). Antes de inscrever-se para os X Games, devemos nos perguntar: “Essa atividade está ajudando na propagação do evangelho?” (Pode facilmente ser o caso de que a melhor maneira de alcançar os envolvidos em esportes radicais seja através de um crente que também é um atleta radical.)

Devemos glorificar a Deus em tudo que fazemos. "Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus" (1 Co 10:31). E devemos nos esforçar pela humildade. "Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará" (Tg 4:10).

Muitas vezes parece que os atletas radicais estão focados em glorificar a si mesmos e suas realizações ao invés de a glorificar a Deus. Antes de vestir o wingsuit e pular do penhasco, devemos nos perguntar: “Estou motivado a fazer isso pela minha glória ou pela glória de Deus?”

Os esportes radicais não agradam a todos, é claro. Há aqueles que não estão dispostos a colocar suas vidas em risco por uma descarga de adrenalina ou que consideram os esportes radicais um risco desnecessário e tolo. No entanto, há alguns cristãos que são capazes de permanecer humildes e magnificar a Deus através de esportes radicais. Eles usam o seu envolvimento nesses esportes para mostrar sua fé e ser uma testemunha de Cristo entre seus companheiros no esporte.

Fonte: GotQuestion


Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 25 de agosto de 2020

O ESPÍRITO SANTO E A SALVAÇÃO


Ele exerce um papel fundamental na salvação do homem, levando o incrédulo a reconhecer seus pecados e a voltar-se para Deus. Veja como isso ocorre:

ARREPENDIMENTO, At 2: 38
O arrependimento é um sinal de que a pessoa está passando pelo processo de conversão, resultado do trabalho do Espírito Santo no coração humano. Isso é fundamental porque, morto em seus delitos e pecados, Ef 2: 1-3, o homem não tem condições próprias de voltar-se para Deus. Sua natureza, corrompida pelo pecado, impede-o de aproximar-se do Senhor.

O ARREPENDIMENTO É CARACTERIZADO POR MUDANÇA DE PENSAMENTO E DE ATITUDES, Rm 12: 1-2.
O homem abandona o pecado, o antigo “eu" e sua rebeldia contra Deus. Há, portanto, uma mudança de opinião, uma revisão de conceitos, uma tomada de nova posição na vida espiritual que surge da convicção de pecado e do arrependimento.

NOVO NASCIMENTO, Jo 3: 3 a 5
O arrependimento e o novo nascimento estão intimamente ligados, ambos ocorrendo mediante a disposição do homem de aceitar a ação divina.

Jesus ensinou que a missão do Espírito Santo é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo, Jo 16: 8-11. Esse processo resulta na conversão.

Em Tito 3: 5 Paulo afirma: “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo”.

Após esse processo, a pessoa de Cristo passa a ocupar o lugar central na vida do convertido. Os bens materiais, os ideais humanos, etc. ficam para trás, colocados em segundo plano.

TESTIFICAÇÃO DA SALVAÇÃO
Depois do processo da conversão, o Espírito Santo passa a habitar o convertido, dando-lhe testificação de sua salvação.

SALVAÇÃO PELA FÉ, Ef 2: 8
A Bíblia ensina que somos salvos pela fé, e não pelas obras, v. 9. Quem poderia nos dar certeza ao ponto de podermos crer e afirmar que somos salvos? O Espírito Santo é quem testifica em nossos corações que somos filhos de Deus, Rm 8: 16.

SALVAÇÃO E CONVICÇÃO, Gl 4: 6
Uma das armas usadas por Satanás, para impedir que a pessoa tenha convicção de sua salvação depois que ela aceita Jesus é semear a dúvida no coração. Contudo, o Espírito Santo dá certeza e confiança de que /fomos redimidos.

SALVAÇÃO E FILIAÇÃO.
A salvação recebida em Cristo Jesus nos assegura o direito de filiação a Deus, Jo 1:12. Adquirimos o direito de filhos por adoção, Rm 8: 15.

Lidiomar T, Granatti / Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

A SOBERANA VOCAÇÃO


Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus Filip 3:14

Nós compreendemos mais ou menos da pessoa do Senhor Jesus, não pela nossa posição nEle, mas por nosso estado prático. É impossível não progredirmos, quando conhecemos a Cristo; nós passamos da infância para a maturidade e para a paternidade.

Todo santo individualmente é guardado para um lugar preparado na Casa do Pai. Sabendo isso, torna-se impossível resolver certas questões aqui na terra: a questão do eu e tudo que está conectado a ele como escória e impurezas; a pergunta acerca do trabalho; o colocar a Cristo diante de você; o prosseguir para o alvo da soberana vocação de Deus em Cristo.

Esses assuntos só podem ser resolvidas com vistas à nossa posição celestial, a nossa vida lá em cima. Você está dizendo: “Cristo me ama e eu preciso correr apressadamente até que O veja; nada pode satisfazer-me até que eu chegue a Ele”?

Cristo viu exatamente onde estarei na glória; a joia que deve ser colocada na coroa dEle não se perderá.

O crente pode andar nesse mundo como alguém que é tomado de Cristo, para glória dEle. Está o seu coração ocupado com Ele na glória? Isso será como um rio de bênçãos celestiais em todas as tribulações.

É esse o pensamento de minha alma, que estou lá em cima com o Filho de Deus, na glória, para a qual Ele me tirou desse mundo? Minha cidadania está lá, apesar de todos os miseráveis falhas do meu próprio coração.

Lá em cima, cada filho de Deus pode experimentar descanso e paz.

Se eu tiver consciência da minha comunhão com Ele na vida lá em cima, então haverá uma alegria pulsante em meu coração, que flui da comunhão viva com Cristo no céu — uma alegria que fluirá para sempre e sempre.

Extraído Devocional Diário Boa Semente

Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 23 de agosto de 2020

O CAMINHO DA RESTAURAÇÃO


Para sair do fundo do poço, é preciso fazer alguma coisa. Não o impossível. Apenas o possível. O impossível corre por conta de Deus. São coisas simples, mas fundamentais:

ENTRE COM O DESEJO
Esse é o início de todo o processo. O “eu não quero” (Sl 81.11; Ap 2.21) atrapalha tudo. Lembre-se do lamento de Jesus sobre Jerusalém: “Quantas vezes quis Eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes!” (Mt 23.37.)

Mas até para querer é possível contar com o auxílio do Senhor: “Deus está operando em vocês, ajudando-os a desejar obedecer-lhe, e depois ajudando-os a fazer aquilo que Ele quer” (Fp 2.13, BV).

ENTRE COM O PEDIDO
Comece a orar perseverantemente para Deus o tirar “de um poço de perdição, dum tremedal de lama” (Sl 40.2). Veja o tríplice pedido de restauração de Israel no Salmo 80: “Restaura-nos, ó Deus” (v. 3); “Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos” (v. 7); “Restaura-nos, ó Senhor, Deus dos Exércitos” (v. 19).

LEMBRE-SE DE ONDE, QUANDO E COMO COMEÇOU A CRISE QUE O DEIXOU NO FUNDO DO POÇO
Você precisa pegar o fio da meada outra vez. Foi este o conselho de Jesus àquele que havia abandonado o seu primeiro amor: “Lembra-te, pois, de onde caíste” (Ap 2.5). Em outras palavras, ele está dizendo: “assuma o que você fez de errado”. Note bem, é preciso lembrar para confessar.

CONFESSE O ICEBERG TODO
Não é para confessar apenas o pecado mais grosseiro ou apenas os pecados mais leves. É preciso confessar tudo: a segurança demasiada, as brincadeiras “inocentes”, as pequenas e grandes concessões, a falta de vigilância, a negligência devocional e o pecado de rebelião. Note bem, é preciso confessar para não mais lembrar.

RENOVE A ALIANÇA
Você precisa voltar “à prática das primeiras obras” (Ap 2.5), aquelas que você observava com zelo e com alegria no passado. Comprometa-se outra vez. Faça uma nova profissão de fé. Enfie de novo o pescoço debaixo do jugo libertador de Cristo: “Tomai sobre vós o meu jugo” (Mt 11.29).

DEIXE O RESTO COM DEUS
Este resto é o mais difícil, mas Deus o fará. Ele vai curar as feridas, cuidar das cicatrizes, consertar os traumas, recuperar o tempo perdido, acabar com os complexos, comissionar outra vez, devolver a alegria perdida e acalmar o seu coração. Fique certo disso: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará” (Sl 37.5).

Depois de cada declaração de amor de Pedro, Jesus lhe deu a seguinte ordem: “Apascenta os meus cordeiros” (Jo 21.15). O que isso significa para você?

Você tem feito sempre que necessário a humilde súplica: “RESTAURA-ME, SENHOR”?

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sábado, 22 de agosto de 2020

PRÁTICA DA RESTAURAÇÃO


A prática da restauração é a arte de nos colocarmos contritamente nas mãos do divino Oleiro para que ele refaça o vaso quebrado e lhe dê a forma e a beleza anteriores, depois de qualquer escorregão e queda, depois de qualquer período de frieza espiritual e crise existencial, depois de qualquer escândalo e desastre de natureza religiosa, depois de qualquer aborrecimento com a igreja militante e ressentimento ou revolta contra Deus.

Em vez de jogar fora o vaso estragado, o oleiro o refez, moldando outra peça com o mesmo barro. Em seguida, o Senhor perguntou ao profeta: “Não podereis eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel” (Jr 18.6).

VASOS QUEBRADOS - São os vasos quebrados que precisam parar nas mãos do divino Oleiro para serem outra vez modelados. Possíveis danos ou ocorrências:

PERDA DO PRIMEIRO AMOR - Torna-se frio, insensível, incrédulo e apático. Troca a Casa do Senhor (Sl 122.1) pela sua casa.

PERDA DAS OBRIGAÇÕES MORAIS - Faz concessões à carne, ao mundo e ao diabo. Em vez de não se conformar com este mundo (Rm 12.2), Troca o fruto do Espírito pelas obras da carne (Gl 5.16-24).

PERDA DA PUREZA DOUTRINÁRIA -  Distanciamento gradativo do compromisso doutrinário. Troca da glória de Deus pela glória dos homens, a fé pelas obras.

PERDA DO SENSO DE DEPENDÊNCIA
Se envaidece gradativamente até ao ponto de acreditar que não precisa mais da sabedoria de Deus, da sua graça, do seu poder, da sua presença. Troca a plenitude de Deus pela plenitude do seu próprio eu.

CAPACIDADE DO RESTAURADOR - Basta passar os olhos na história da redenção para descobrir ou redescobrir a capacidade sem medida do Restaurador. Não importa o tamanho dos estragos. Nem as diferentes áreas em que se deram os estragos.

RESTAURAÇÃO FÍSICA - Deus restaura a saúde ao doente (Is 38.16), a vista ao cego (Lc 18.42), a fala ao mudo (Mc 7.35) e o juízo ao endemoninhado (Mc 5.15.) Devolve à posição ereta a mulher por dezoito anos encurvada (Lc 13.13). Restaura a mão até então ressequida (Lc 6.10.).

RESTAURAÇÃO ESPIRITUAL - Deus restaura o homem da queda e do pecado, justificando-o, santificando-o e glorificando-o. Ressuscita-o de entre os mortos. Dá-lhe corpo novo, revestido de incorruptibilidade e de imortalidade (1 Co 15.53). Torna-o igual a Jesus Cristo (Rm 8.29-30; 2 Co 3.18; Fp 3.20-21; 1 Jo 3.2).

RESTAURAÇÃO DO CULTO - Deus restaura o altar, o tabernáculo, o templo, os muros e a cidade de Jerusalém, as tribos de Israel e a glória de Jacó (Ne 2.2). Restaura a sorte de Judá e de Israel, edificando-os como no princípio (Jr 33.7).

RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA - Deus restaura o planeta que o homem poluiu e estragou. Estende outra vez a camada de ozônio. Despolui rios, lagos, mares, praias e oceanos. Replanta a flora e recria a fauna. Cria novos céus e nova terra (2 Pe 3.13). Redime a criação do cativeiro da corrupção “para a liberdade da glória dos filhos de Deus” (Rm 8.21).

RESTAURAÇÃO FINAL - Deus em Cristo tira o pecado do mundo, refaz o que o homem fez de errado. A história não termina com a notícia de que “por um só homem entrou o pecado no mundo” (Rm 5.12), mas com a notícia de que Jesus é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29).

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

CLAME AO SENHOR


Na minha angústia clamei ao Senhor; e o Senhor me respondeu, dando-me ampla liberdade. (Sl 118.5) 

Você precisa aprender a clamar ao Senhor. Não fique sozinho, nem deite no sofá balançando a cabeça e permitindo que seus pensamentos o torturem.

Não se preocupe em como sair da situação em que se encontra nem fique meditando sobre a sua vida terrível, sobre quão miserável você se sente e quão mau você é. Em vez disso, diga: “Controle-se.

Dobre seus joelhos e levante suas mãos e olhos para o céu. Leia um salmo. Diga a oração do Pai-Nosso e diga a Deus, em lágrimas, o que você necessita”.

Essa passagem nos ensina a clamar a ele. Semelhantemente, Davi disse: “Derramo diante dele o meu lamento; a ele apresento a minha angústia” (Sl 142.2).

Deus deseja que você conte a ele os seus problemas. Ele não quer que você os guarde para si. Ele não quer que você lute com eles sozinho e se torture. Fazer isso só multiplicará os seus problemas.

Deus sabe que você é muito fraco para vencer os seus problemas por si mesmo. Ele deseja que você cresça se tornando forte nele. Então ele será aquele que recebe a glória.

Das experiências difíceis é que emergem os verdadeiros cristãos. Sem problemas, as pessoas falam muito sobre fé e sobre o Espírito, mas não sabem realmente o que essas coisas são ou o que estão dizendo.

Você nunca deve duvidar que Deus conhece os seus problemas e ouve as suas orações. Você não deve orar casualmente ou como se estivesse falando ao vento. Isso é um deboche à oração e coloca Deus à prova.

Nesse caso, seria melhor nem orar. Você deve aprender a regozijar-se na parte da passagem que diz: “o Senhor me respondeu, dando-me ampla liberdade”. O salmista reconhece que o Senhor o ouviu e o livrou dos seus problemas.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini
Graça e Paz