"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quarta-feira, 4 de março de 2026

AMARGURA E AS ENFERMIDADES

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem” (Hb 12.15)

A amargura provoca problemas nervosos, Insônia, dor de cabeça, esgotamento, Artrite, Pressão alta, Palpitações, Úlceras...

Esses problemas podem ser involuntário, emocional, não quero sentir mas sinto.

Normalmente ocorre quando nos magoamos com pessoas que amamos.

Ou voluntário, não quero perdoar e causa enfermidade física.

É uma sentimento negativo, uma amargura que aflora cada vez que vemos ou recordamos alguém que nos feriu.

O ressentimento pode ser manifesto ou oculto, as vezes não admitimos.

O ressentimento é uma brecha para os demônios, impede Deus de agir.

O perdão é a única maneira de quebrar este domínio.

Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. (Cl 3:13).

Nós não temos perdão em nós mesmos, mas o perdão de Deus que habita em nós nos capacita a perdoar.

Quando Deus nos perdoa Ele lança nossos pecados nas profundezas.

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 14 de março de 2025

LANÇAR FORA A IRA E AMARGURA

“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo. (Ef 4.26,27)

“Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; para que vos torneis irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus imaculados no meio de uma geração corrupta e perversa, entre a qual resplandeceis como luminares no mundo”. (Fl 214,15)

“Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda”. (ITm 2.8)

A ira é um é um sentimento, quando gerado no coração, pode levar a ações imprevisíveis.

A sequência lógica da ira é o ódio.

É preciso ter o firme propósito de tratar as situações de desacordos sempre que elas surgirem.

Se faz necessário a predisposição de restabelecer a comunhão, a comunicação de ambas as partes.

“Basta a cada dia o seu mal”. (Mt 6.39)

“Toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tiradas dentre vós, bem como toda a malícia”. (Ef 4.31)

“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”; (Hb 12.14,15)

Toda raiz de amargura precisa ser tratada à luz do Espírito Santo.

No processo de comunicação, ambos devem aprender a compartilhar os momentos felizes e tristes da vida de uma maneira franca, honesta, de inteira cumplicidade.

Todos os sentimentos que causam dor, divisão, ira, cólera, amargura, devem ser substituídas pela harmonia, entendimento, paz, amor.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


segunda-feira, 7 de outubro de 2024

RESSENTIMENTO GERA AMARGURA

Como cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (Gn.39.9)

Venceu as dificuldades porque se recusou a ficar amargurado.

Seria muito fácil e até compreensível que José ficasse amargurado por causa das maldades impostas a ele.

Muitas pessoas, quando são alvos de mentira ou injúria, ficam profundamente magoadas com quem as maltrataram.

O ressentimento fermenta o espírito e cria uma raiz de amargura.

Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados” (Hb.12.15)

Muitos se tornam amargos quando o sofrimento é prolongado.

José se recusou tornar-se amargo.

Quando teve dois filhos, deu-lhes os nomes de Efraim e Manassés; seus nomes significam:

“Deus me fez próspero na terra da minha aflição”, e “Deus me fez esquecer da minha dor”.

Ele perdoou aos irmãos e os sustentou na fome.

Não nutriu o ressentimento ou adubou a amargura.

Tampouco esperou o melhor momento para vingar-se

Silmar Coelho / Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 23 de agosto de 2024

AMARGURA, UM VENENO PARA A ALMA

 Amargura é angústia, aflição e dor ocultas que nos torna triste, depressivos, cheio de ressentimentos por alguém.

Uma pessoa amargurada, além de prejudicar a si mesma, ficar impedida de receber as bênçãos do Senhor, acaba corrompendo os outros a sua volta.

Se torna uma pessoa de difícil convivência e todos começam a fugir dela.

A amargura surge quando a pessoa é ofendida e não perdoa;

A ofensa se transforma em ira.

Posteriormente a ira se transforma em ressentimento.

E o ressentimento dá lugar à amargura.

Como uma pequena raiz de uma arvore deixada na terra, pode brotar e crescer se tornando uma grande arvore;

A amargura surge em nossos corações atingindo até mesmo os nossos relacionamentos mais puros e sinceros.

A alma amarga dá lugar ao diabo

Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo. (Ef.4:26-27)

A alma amarga contamina a outros.

Por meio de suas palavras o amargurado busca adeptos à sua causa.

A alma amarga impede que entendamos os verdadeiros propósitos de Deus para a nossa vida.

A amargura é um veneno para a alma.

A palavra do Senhor nos diz para ficar atentos, para que não sejamos impedidos de receber o favor e benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

quinta-feira, 8 de julho de 2021

SENDO LIBERTO DA AMARGURA.

A Palavra do Senhor que diz em Mateus 6:14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Perdoar é libertar as pessoas, que você prendeu no seu cativeiro emocional, liberando-as, fazendo assim você vai livrar-se da ruína da amargura.

Se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas. (Mt.6.15) Se você não libera, não é liberado.

Às vezes ficamos questionando; mais se eu perdoar e esta pessoa fizer tudo outra vez?

Quem responde agora é Jesus. Mateus 18:21 “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”

Muitas vezes não perdoamos porque não entendemos o perdão. Achamos que perdoar é esquecer, quando na realidade perdoar é curar as feridas da alma.

Quando você sofre um corte profundo, mas cuida direito, faz tratamento, ele sara. Porem costuma ficar uma cicatriz e todas as vezes que você olha para aquela cicatriz você lembra do corte, mas não dói mais porque já sarou.

Assim também é, quando você perdoa, pode até continuar lembrando mais não vai doer.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças. Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas.

Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade. Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

“Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito por Litrazini

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Graça e Paz


quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

LIVRANDO-SE DA AMARGURA

Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem. (Hb.12.15)

O nosso modo de vida cristã precisa ser um modelo da graça de Deus. Nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe; por ela muitos se contamine.

Amargura é angústia, aflição, dor, oculta, ou melhor, encoberta na nossa alma, que nos torna amargos, tristes, depressivos, cheio de ressentimentos por alguém.

Uma pessoa amargurada, além de prejudicar a si mesma, e de ficar impedida de receber as bênçãos do Senhor, acaba corrompendo os outros a sua volta. Torna-se uma pessoa de difícil convivência

A amargura surge quando sou ofendido e não perdôo, a ofensa se transforma em ira. Posteriormente a ira se transforma em ressentimento. E o ressentimento dar lugar à amargura. A amargura surge em nossos corações atingindo até mesmo os nossos relacionamentos mais puros e sinceros.

A alma amarga dá lugar ao diabo (Ef.4:26-27)

A alma amarga contamina a outros. Por meio de suas palavras o amargurado busca adeptos à sua causa. E quem concorda com o amargurado é seu amigo, e quem não concorda é seu inimigo (Tg.3:5-6).

A alma amarga impede que entendamos os verdadeiros propósitos de Deus para a nossa vida.

Ao enfrentarmos tempos difíceis, Deus recebe nossas sinceras orações, mas precisamos ter cuidado para não negligenciarmos o amor, a força e os recursos que Ele provê em nossas vidas. E não podemos permitir que a amargura e a decepção nos desviem das oportunidades que surgem.

Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o stress e roubando nossa alegria.

Perdoar é deixar estes sentimentos irem embora, essa é a única forma de trazer de volta a paz e calma.

Precisamos combater a amargura em nós mesmos, resistindo a ela com todas as nossas forças. Corte-a pela raiz! Entenda que Satanás é a fonte de todas as atitudes amargas. Quando os sintomas aparecerem, estude e medite nas Escrituras em vez de se entregar a auto piedade. Busque regozijar-se com aqueles que são mais abençoados do que você. Substitua a tristeza pela alegria. E mais do que tudo ore por ajuda.

A palavra do Senhor diz que é necessário nos prevenirmos, e ficarmos atentos, para que nenhum de nós seja impedido, preso ou embaraçado, não recebendo o favor ou os benefícios de Deus, por causa da raiz de amargura: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Tendo o cuidado que ninguém vos prive da graça de Deus e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”. (Hb 12:14 e 15).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

RAIZ DE AMARGURA


As nossas emoções, desejos, vontades e raciocínios residem na alma, também chamada de mente.

O inimigo sabe que não pode atingir o espírito recriado, então “ele” ataca a alma, as emoções desde o ventre materno até o momento da morte física. Não podendo tocar em nossa salvação, o diabo vai querer impedir a produção dos frutos de uma vida santificada.

Muitos vivem uma vida amarga, falando mal de outras pessoas, criticando a tudo e a todos; outros têm medos, traumas e complexos. Não conseguem crescer em suas vidas materiais e espirituais, impedindo o crescimento dos outros.

Dos corações crescem verdadeiros espinheiros. Cortar apenas os espinhos, ou apenas mudar as circunstâncias, não vai resolver a causa do problema que está no coração. Hebreus 12:15 nos diz: “...tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem”

O problema real está num lugar fora da nossa vista: na raiz, no coração, na alma, e aí ele deve ser tratado. Uma ferida não tratada provocará sofrimento a todo o corpo e quanto mais cedo for tratada, mais facilmente será curada.

Fomos no passado, somos hoje e seremos sempre alvos do “maligno”, não estamos imunes às suas investidas. Mas nos foi providenciado algo grandioso, há um tratamento para nós, vem de Jesus Cristo através do Espírito Santo. O diabo é um vencido e nós somos vitoriosos, em Jesus.

O Senhor Jesus Cristo em sua morte nos proporciona: a salvação espiritual, a cura das emoções (alma) e do nosso corpo. Ninguém sofreu desprezo e injustiças como Jesus sofreu, e foi tudo por nossa causa.

Necessitamos impedir que a raiz de amargura brote e nos perturbe, pois isso acontecendo, muitos serão contaminados. Todo problema não resolvido em seu início, aumenta de volume a cada dia, ficando cada vez mais difícil solucioná-lo. Efésios 4:26 diz exatamente isso: se nos irarmos ou ficarmos nervosos por alguma coisa, não devemos pecar, e nem deixar para o outro dia a solução da questão.

Muitas vezes não conseguimos perdoar as outras pessoas e isso nos leva a grande raiz de amargura, provocando-nos muitos males e até certas enfermidades como reumatismo, doenças da coluna, artrites, artroses, dores, cânceres, etc. Devemos nos perdoar uns aos outros, pois Deus nos perdoou primeiro.

O perdão é uma virtude a ser exercida. Quando oramos a oração do “Pai Nosso” dizemos: “...e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado os nossos devedores...” esse é o perdão a ser exercido.

Não devemos viver pelo que sentimos e sim pela Palavra de Deus. Exercitemos o perdão, o amor e as demais virtudes do fruto do Espírito. Em um coração curado, sem raízes de amargura, Cristo reina exercendo o controle total, e em conseqüência o fruto do Espírito fluirá em abundância, muitos frutos serão colhidos, para o engrandecimento do Reino de Deus. 

Libertemo-nos das algemas de satanás, dos traumas do passado, do presente e do futuro, tomando posse da vitória completa em Jesus Cristo. “Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.” Efésios 5: 1 e 2.

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 4 de junho de 2015

PERDIDO DENTRO DA IGREJA

E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças. E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.

E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo. Mas ele se indignou, e não queria entrar. 

E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;

Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.

E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas; Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se. Lucas 15:25-32

O texto aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões: 

1. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS NÃO É LIVRE (v. 29) 
Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. 

Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.

2. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS ESTÁ COM O CORAÇÃO CHEIO DE AMARGURA (v. 29,30)
O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. 

Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora. 

3. VIVE DENTRO DA IGREJA, NA PRESENÇA DO PAI, MAS ANDA COMO SOLITÁRIO (v. 31) 
Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. 

Muitos também estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa. 
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4. VIVE DENTRO DA IGREJA, MAS NÃO SE SENTE DONO DO QUE É DO PAI (v. 31)
Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. 

Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração. 

O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido, sai para conciliar este filho revoltado. 

O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro, ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido. 

Autor: Rev. Hernandes Dias Lopes. 

Por Litrazini

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