sábado, 13 de outubro de 2012

Jesus Cristo, o Salvador totalmente suficiente.


"Por que esse processo não é mais necessário? O cordeiro nos substituiu e morreu por todos nós."

O mundo das grandes grifes, dos prazeres, da Copa do Mundo é irreal e passa rapidamente. Os dias se tornam cada vez mais triviais e transitórios. Estamos presos num labirinto frenético de eventos e encontros, festas e conferências.

Somos testados pelo congestionamento urbano crescente, ansiosamente forçados a calcular a agenda, tempo e distância em nível de minutos e segundos. Guiados por laptops, controlados por GPS, Ipods, Ipads e todo tipo de parafernália eletrônica, mantemos nossas interações humanas superficiais e individualistas. Nossa concentração é frequentemente interrompida pelo celular tocando e pelas reuniões urgentes. Bombardeados pelas crises, com pouquíssimo tempo para responder os eventos diários e as pessoas mais próximas de maneira humanizada.

Levantamos já cansados quando o relógio determina, insensíveis às manchetes trágicas de jornais que parecem próximas e remotas ao mesmo tempo. Sem tempo para orar a Deus e meditar na sua Palavra, nos lançamos à atividade, à busca do sucesso e à produtividade, esgotados por inúmeras operações mecânicas e técnicas.

Sufocados, apressados, confinados, temos pouco tempo para celebrar a vida, beijar e abraçar e tomar café junto com os amigos, pouco tempo para adquirir sabedoria, encontrar alegria e aumentar o vigor espiritual da alma.

Se não mantivermos nossos olhos fixos em Cristo, nada poderá tranquilizar nossa alma, nem colocar as prioridades em ordem. 

Ninguém se aprofundará na vida cristã saudável a menos que tenha certeza de sua suficiência única e totalmente em Cristo. Jesus Cristo é suficiente para resolver o problema da morte. Na verdade, ele é o único que pode resolver isso. Apocalipse 5 descreve figurativamente a história da humanidade, diante da platéia de todos os povos, etnias e nações, a incapacidade de encontrar alguém que poderia  abrir o livro da vida e da morte, o livro da conclusão, da prestação de contas.

Jesus, forte e majestoso como o leão é visto também como cordeiro frágil e sacrificado, o único no universo que poderá abrir o manuscrito selado. Jesus Cristo, o leão-cordeiro de Deus, é o Salvador perfeito para os pecadores, mesmo para os piores. Neste texto Ele é o cordeiro que foi morto.


Apesar do conceito “O cordeiro que foi morto” ser tão importante nos eventos da história da salvação, reconheço que os textos bíblicos que descrevem os sacrifícios de sangue de animais, realizados nas obscuras cerimônias dos antigos povos (e no terreiro de macumba do bairro) parecem antiquados e ofensivos para a sociedade de hoje e ONGS que defendem os direitos dos animais. Entretanto o impressionante sacrifício animal e derramamento de sangue que substitui o pecado foi usado pelos judeus. 

O pecado do homem exige a morte. A morte demanda o derramamento de sangue. Alguém tinha que morrer para que a justiça fosse feita no universo. Para que o homem não fosse imediatamente morto, o cordeiro era sacrificado no lugar da pessoa. Assim o cordeiro representava a própria pessoa e sua morte. A metáfora do cordeiro é fundamental na Bíblia. Essa visão da entrega sacrificial do cordeiro em substituição pela vida de outro está em muitas religiões.

Por que esse processo não é mais necessário? O cordeiro nos substituiu e morreu por todos nós. Fomos trocados.Uma vez que todos nós somos pecadores, a lei nos condena à morte e nos coloca sob uma maldição divina. 

Deus imputou a culpa dos nossos pecados a Cristo, e ele, em nosso lugar, suportou o castigo que nós merecemos. Este foi o pagamento total dos pecados, que satisfez tanto a ira e a justiça de Deus, para que Ele pudesse perdoar os pecadores sem comprometer seu próprio padrão santo. Propiciação refere-se à doutrina pela qual Cristo morreu na cruz como um substituto dos pecadores. 

Ary Velloso contava da espera de nove meses pelo transplante de seu coração falido e abalado após vários ataques. Os médicos abriram seu peito, arrancaram o coração velho que não funcionava direito e inseriram um coração jovem, religando todas as artérias e veias. Assim houve uma troca de corações. Ele estava há 13 anos com este novo coração, vivendo uma segunda chance, que somente seria possível nas últimas décadas com o desenvolvimento da medicina. Ary sempre brincava que fez a cirurgia nos EUA para não correr o risco de receber um coração Corintiano. 

O único remédio para o coração adoentado é o sangue do próprio médico, Jesus. Somente o sangue de Jesus pode livrar-lhe do pecado. Viva no seu sangue e você morrerá como um vencedor. Morra no seu sangue e você viverá em paz.

Pr. Rubens Muzio

Por Litrazini

Graça e Paz


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