domingo, 22 de dezembro de 2019

RAZÕES POR QUE DEVO VIGIAR O QUE DIGO


1ª - MINHA BOCA TRAÇA O CAMINHO POR ONDE ESTOU SEGUINDO – (Tiago 3.3,4) - Onde estará você daqui a cinco, dez anos?

Poderemos falar algo a respeito de uma pessoa, apenas ouvindo a sua conversação, se é triste, alegre, temperamento, etc. Nós moldamos nossas palavras e então, elas nos moldam. Embora a língua seja pequena (como o freio na boca do cavalo), ela é a direção, o sistema de orientação da nossa vida.

Se você não gosta da direção para a qual está voltado, mude as coisas que você vem falando. Tudo o que falamos deve ser para nossa edificação - “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” Ef. 4.29. Você esta profetizando coisas boas ou ruins para a sua vida?

2- MINHA BOCA PODE DESTRUIR O QUE TENHO (Tiago.3.5 a 8). É necessário apenas um pequeno fósforo para destruir uma floresta. Fico imaginando quantos casamentos têm sido destruídos por palavras descuidadas. Quantas carreiras, reputações, amizades ou até mesmo igrejas têm sido destruídas por mentiras, mexericos e calúnias.

"Paus e pedras podem quebrar os meus ossos, mas eles podem rapidamente serem reconstituídos. Insultos e palavras podem ferir os meus sentimentos e o dano nunca é reparado."(deixam cicatrizes)

3- MINHA BOCA MOSTRA QUEM EU SOU (Tiago 3.9 a 12). Você já descobriu que a sua boca é inconstante. Num minuto, louvamos ao Senhor e no outro, estamos dizendo a alguém que "cale a boca".

A nossa boca revela o que realmente existe dentro de nós. O que quer que exista no poço, vem junto com a água. O que quer que exista na árvore, vem junto com o fruto. Amigos, nosso problema não é apenas a nossa boca. O problema é o nosso coração. "...do que transborda do coração, fala a boca."Mt.12:34; Em Lucas  6.45 vemos: “...porque a boca fala do que está cheio o coração.).Este é um trabalho interno.

A bênção Abraônica  a Isaque em Gn.26.22 a 27 – resume a promessa de Deus de abençoar o seu povo.            

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

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