quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

ORAÇÃO - GUERRA ESPIRITUAL


Na guerra espiritual, fazemos contato com nosso Comandante por meio da oração “E orai em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito. Vigiai nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6.18). Recebemos resposta de nosso Comandante orando de acordo com a orientação que nos foi dada nas Escrituras. Nutrimos um relacionamento com nosso comandante porque nossa relação com Deus é ainda mais importante que a resposta á determinada oração.

Paulo enuncia quatro todos para nos orientar na compreensão de suas instruções sobre oração:
1. Com toda a oração e súplica – alcance da oração
2. Em todo o tempo no Espírito – a atitude da oração.
3. Com toda a perseverança e súplica – a intensidade da oração.
4. Por todos os santos – o alvo da oração.

Orar no Espírito significa que não recitamos orações sem significado, mas que dependemos da orientação de Deus no que oramos. Significa reconhecer e depender do fato declarado em Romanos 8.26,27: “Não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexpremíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito, porque segundo a vontade de Deus é que intercede pelos santos. Orar o tempo todo no Espírito significa que temos uma atitude de submissão, de dependência e de orientação do Espírito Santo em nossas orações. O fundamento básico na oração é que Deus deseja um relacionamento conosco. E esse é o seu desejo máximo”.

Se tentarmos lutar contra as forças demoníacas com nossas próprias forças, enfrentaremos o equivalente espiritual de uma máquina de triturar papel – sendo nós o papel.

Os demônios são muito mais inteligentes e poderosos que nós, tanto que temos apenas um caminho para a segurança: Jesus. Permaneçamos nele e na sua Palavra. Assim e apenas assim poderemos permanecer firmes.

As maiores armas dos demônios são a ignorância e o medo. Quando ficamos sabendo que o poder deles sobre nós é limitado pela permissão de exercerem poder sobre nós e, quando damos os passos que as Escrituras nos dizem que devemos dar para ficar livres da influência deles, não precisamos temê-los.

O poder deles sobre nós é limitado. Especificamente, permanecer firmes significa rejeitarmos suas sugestões, tentações e insinuações. É quando negamos suas táticas assustadoras, reivindicamos nossa segurança e liberdade em Cristo e citamos passagens bíblicas apropriadas para eles, como Jesus fez em sua tentação, no capítulo 4 de Mateus.

Lidiomar T. Granatti / Litrazini
Graça e Paz

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