"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 9 de janeiro de 2024

APOSTASIA E O ARREPENDIMENTO

Há muitas razões para a apostasia. Uma delas é a força destruidora da perseguição religiosa.

As ameaças, a tortura, a prisão e o martírio têm feito alguns cristãos renunciarem a fé.

O relaxamento moral progressivo, por sua vez, pode descambar na apostasia.

Daí a exortação: "Se continuarmos a pecar de propósito, depois de conhecer a verdade, já não há mais sacrifício que possa tirar os nossos pecados" (Hb 10.26).

A intensificação dos poderes demoníacos, por meio de falsos profetas, falsos mestres, falsos cristãos e falsos milagres, pode roubar a fé de muitos.

O Apocalipse diz que todos ficarão maravilhados com a cura da besta que havia sido golpeada mortalmente e, então, se porão ao lado dela (Ap 13.3).

É difícil, mas pode acontecer que o apóstata venha a se arrepender e volte para o aprisco.

Pela instrumentalidade dos profetas, Deus se dirige às gerações apóstatas de maneira comovente.

A evangelização pretende alcançar os que nunca ouviram o anúncio das boas-novas.

A re evangelização, por sua vez, quer alcançar aqueles que saíram do meio de nós, mas, a rigor, ainda não eram dos nossos (1Jo 2.19).

É possível que "com laços de amor e de bondade" (Os 11.4) Deus os traga de volta!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sexta-feira, 8 de julho de 2022

PASSOS QUE LEVAM A APOSTASIA

Apostatar significa cortar o relacionamento salvífico com Cristo, ou apartar-se da união vital com Ele e da verdadeira fé nEle.

Sendo assim, a apostasia individual é possível somente para quem já experimentou a salvação, a regeneração e a renovação pelo Espírito Santo (cf. Lc 8.13; Hb 6.4,5); não é simples negação das doutrinas do NT pelos inconversos dentro da igreja visível

Os passos que levam à apostasia são:

(a) O crente, por sua falta de fé, deixa de levar plenamente a sério as verdades, exortações, advertências, promessas e ensinos da Palavra de Deus (Mc 1.15; Lc 8.13; Jo 5.44,47; 8.46)

(b) Quando as realidades do mundo chegam a ser maiores do que as do reino celestial de Deus, o crente deixa paulatinamente de aproximar-se de Deus através de Cristo (4.16; 7.19,25; 11.6)

(c) Por causa da aparência enganosa do pecado, a pessoa se torna cada vez mais tolerante do pecado na sua própria vida (1 Co 6.9, 10; Ef 5.5; Hb 3.13). Já não ama a retidão nem odeia a iniquidade

(d) Por causa da dureza do seu coração (3.8,13) e da sua rejeição dos caminhos de Deus (v. 10), não faz caso da repetida voz e repreensão do Espírito Santo (Ef 4.30); (1 Ts 5.19-22; Hb 3.7-11)

(e) O Espírito Santo se entristece (Ef 4.30; cf. Hb 3.7,8); seu fogo se extingue (1 Ts 5.19) e seu templo é profanado (1 Co 3.16). Finalmente, Ele afasta-se daquele que antes era crente (Jz 16.20; Sl 51.11; Rm 8.13; 1 Co 3.16,17; Hb 3.14).

Se a apostasia continua sem refreio, o indivíduo pode, finalmente, chegar ao ponto em que não seja possível um recomeço.

É próprio salientar que, embora a apostasia seja um perigo para todos os que vão se desviando da fé (Hb 2.1-3) e que se apartam de Deus (Hb 6.6), ela não se consuma sem o constante e deliberado pecar contra a voz do Espírito Santo (Mt 12.31).

Aqueles que, por terem um coração incrédulo, se afastam de Deus (Hb 3.12), podem pensar que ainda são verdadeiros crentes, mas sua indiferença para com as exigências de Cristo e do Espírito Santo e para com as advertências das Escrituras indicam o contrário.

Uma vez que alguém pode enganar-se a si mesmo, Paulo exorta todos aqueles que afirmam ser salvos: “Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos” (2 Co 13.5).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DOIS MARCOS PARA A VOLTA DE JESUS

Dirigindo-se aos cristãos de Tessalônica, o apóstolo Paulo lhes disse acerca da volta de Jesus, que isto não ocorreria sem que antes viesse primeiro, a apostasia, e em segundo lugar, que fosse revelado o Anticristo.

2Tes 2:3: “Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição”.

A palavra apostasia do texto é a mesma no original grego, tratando-se, portanto de uma transliteração.

Seu significado é revolta, rebelião, afastamento doutrinário, conforme se vê na segunda ocorrência desta palavra no Novo Testamento, em Atos 21.21: “e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei.”

Outra palavra da mesma raiz de apostasia, apostasion, e que significa divórcio foi usada por Jesus em Mt 5.31, 19.7, Mc 10.4. Temos também em Lc 8.13, Hb 3.12 e I Tim 4.1, aphistêmi, que significa afastar-se, desviar-se.

1Tm 4:1: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios,”

Não padece dúvida, portanto, no texto de 2 Tes 2.3, que a apostasia ali referida concerne ao abandono do ensino e prática da Palavra de Deus, inclusive por crentes genuínos, por se dar crédito ao ensino de espíritos enganadores e de demônios.

Quando isto ocorre, o terreno fica livre para o alastramento da iniquidade, pela aceitação da sociedade, de práticas que são condenadas por Deus e abomináveis a Ele. Ora, sabemos que este é o quadro que se nos apresenta em nossos dias, quando até muitos daqueles que dizem amar a Deus, não o demonstram no seu comportamento, pois praticam e fazem concessões a ensinos que não se conformam com tudo o que está revelado na Bíblia.

Como o Anticristo se levantará para afrontar e tentar destruir tudo o que se refira à verdadeira Palavra de Deus, então terá boa acolhida por uma sociedade que já vem caminhando na mesma direção, e tanto mais quanto o tempo tem avançado.

Assim, não será o filho da perdição, o homem da iniquidade citado pelo apóstolo, que introduzirá a apostasia quando ele se manifestar. Ao contrário, ele necessita que ela venha primeiro, para que a humanidade o receba de braços abertos, pois lhes prometerá dar aquilo que já se encontra em seus corações, a saber, um mundo sem Deus e sem respeito aos Seus mandamentos.

É interessante observar que em 1665-1666, um judeu cabalista chamado Sabetai-Zwi proclamou ser o messias, o cristo; enganando a muitos, porque lhes dizia que agora Deus estava revogando sua lei, e que permitia a todos agirem conforme seus desejos, fossem eles quais fossem.

Era a sua oração referindo-se a Deus: “Bendito seja Aquele que permite o que é proibido.” Alguém dirá: pelo menos ele orava a Deus. Mas que deus? O Deus que permite e aprova tudo o que é proibido em Sua Palavra?

Este não é Deus, mas o próprio diabo, uma vez que Sabetai-Zwi era satanista declarado, e sua influência e ensino se fazem sentir até hoje, pois foi o que inspirou os chamados illuminatis a se infiltrarem na maçonaria, para principalmente, a partir dali, trabalharem pela construção da Nova Ordem Mundial com um governo único sobre todo o mundo, baseado em princípios anti-cristãos.

Pr Silvio Dutra

Por Litrazini

Graça e Paz