"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 16 de dezembro de 2017

SENHOR ENSINA-NOS A ORAR

Um dia Jesus estava em Betânia, na casa de três jovens muito amigos d'Ele: Lázaro, Marta e Maria. O papo devia estar gostoso, as companhias eram agradáveis, os discípulos se deliciavam com os ensinamento do mestre. Mas, de repente, Ele se retirou para estar a só com o Pai.

Observamos nessa passagem que Jesus tinha uma vida de oração. Ele orava porque não queria lançar mão de sua divindade para realizar Sua obras. Preferia buscar a Deus e orar, para que Deus O usasse em sua própria humanidade para nos dar exemplo.

A vida de oração chamava a atenção das pessoas. Depois que o Senhor acabou seu momento de devoção particular, naquele dia em Betânia, um dos discípulos lhe suplicou: "Senhor ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos" (Lc 11.1b).

E Jesus sempre está disposto a ensinar, pois ele mesmo declarou: "Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração" (Mt 11.29). Ele desenvolveu um método simples e eficaz de vida de oração, a partir do qual quer nos ensinar a orar.

PRIVILEGIANDO A INTIMIDADE COM DEUS
Jesus nos ensina que precisamos dar exclusividade aos momentos de oração e ficarmos a sós com o Pai. Ele determinou: "Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará".

O mestre nos educa mostrando que mesmo as atividade da obra de Deus não podem atrapalhar nossa vida de oração:"Logo em seguida obrigou os seus discípulos a entrar no barco, e passar adiante d'Ele para o outro lado, enquanto Ele despedia as multidões. Tendo-as despedido, subiu ao monte para orar à parte. Ao anoitecer, estava ali sozinho" (Mt 14:22, 23).

Por certo havia mais cegos, surdos, mudos, leprosos, e possessos para serem atendidos por Cristo, mas diz o texto que o Senhor obrigou os seus discípulos a pararem com os trabalhos porque Ele queria ficar sozinho com Deus no monte.

O Senhor nos mostra que não adianta muito trabalho, sem oração; muita retórica e palavras bonitas, sem oração; horas e horas de ensaio, sem oração; muito culto sem oração. É preciso ter intimidade particular nossa com Deus.

Certo pastor muito envolvido com a obra do Senhor: construções, visitas, pregações, estudos bíblicos, conferências, aconselhamentos, resolução de problemas no ministério. Só tinha tempo para a obra de Deus; obra de Deus; obra de Deus; obra de Deus; obra de Deus. E não tinha tempo para o Deus da obra.

Um dia, acabou se acidentando. Foi parar no hospital. E bravo, lá, questionou Deus do porquê daquela luta, já que ele estava tão envolvido com a obra de Deus. Deus lhe respondeu, quando ele passou a orar: "Quero você envolvido primeiro Comigo para depois envolver-se com a Minha obra".

Não vamos esperar vir a luta para procuramos ter intimidade com Deus!

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

CINCO PASSOS PARA UMA VIDA DE ORAÇÃO EFICAZ

A oração é o elemento central da vida cristã. Mas com tantas atividades, como a escola, faculdade e até mesmo trabalhos da igreja, nosso tempo para falar com Deus pode ir diminuindo. e por isso você pode se sentir vazio ou como se estivesse falando para o silêncio.

Dessa forma, ficamos desanimados e podemos até parar de orar. Para o pastor Tim Keller, devemos entender, no entanto, que Deus está sempre acessível para nós. Podemos comungar com Ele, e é uma honra fazer isso. Então, como podemos desenvolver uma vida de oração mais eficaz? Tim destaca cinco preciosos passos.

01. EVOCAÇÃO
Evocar significa “trazer à mente”, embora também possa ser interpretado como “pedindo a Deus”. Keller diz que há quase uma “concordância universal de que a oração deve ser iniciada evocando a Deus”. Pense antes de orar.

02. MEDITAÇÃO
Para responder a Deus em oração, devemos ouvir a Sua Palavra. Isso significa separar um tempo para meditar em alguma parte da Bíblia como uma ponte para a oração. A meditação é uma forma de reflexão e auto-comunhão. Leia a bíblia e medite nela como uma maneira de abastecer seu coração e de se preparar para a oração.

03. ORE A PALAVRA DE DEUS
O reformador Lutero fazia isso, um passo que é muitas vezes esquecido. Depois de meditar nas Escrituras, Lutero levava um tempo para "orar o texto" antes de passar para uma oração mais livre. Você pode orar parafraseando cada versículo com suas próprias palavras, preenchendo-o com as preocupações de seu coração nesse dia. Keller recomenda que façamos isso pelo menos uma vez por semana.

04. ORAÇÃO LIVRE
A oração livre, como Keller explica, significa simplesmente derramar seu coração diante do Senhor em oração, e é onde nós trazemos todas as súplicas, petições, listas de oração e qualquer coisa em nosso coração que queremos ou precisamos. É a oração com a qual provavelmente estamos mais familiarizados.

De fato, Deus é nosso Pai e nós somos seus filhos e Ele adora quando pedimos coisas. Mas, este tipo de oração pode se tornar um padrão único, como uma lista de mercearia. Procure elevar cada causa a Deus com o raciocínio teológico e o auto-exame.

05. CONTEMPLAÇÃO
Keller aponta para Jonathan Edwards, que por sua vez aponta para o Senhor: "Edwards descreveu a contemplação como momentos em que não apenas sabemos que Deus é santo, mas também quando sentimos – vemos e ouvimos e provamos - que Ele é santo. De qualquer maneira, a oração é sempre reforçada quando terminamos com louvor e contemplação”.

“Por fim, não se intimide com esses planos”, acrescenta Keller no final. Ele termina dizendo: "Siga os passos sem sentir a necessidade de fazer todas as propostas específicas ou de responder a todas as perguntas. A oração vai crescer e atrair você".

Fonte: Guiame, com informações do site Hello Christian

Por Litrazini

Graça e Paz 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Todo jejum serve?

Uma vida de oração e de jejum faz toda a diferença na trajetória do cristão. Entretanto, existem algumas controvérsias no meio evangélico quanto a essa prática. Vamos então esclarecer o que é jejum.

Jejuar é abster-se total ou parcialmente de água/líquidos e alimentos por um período de tempo, seja por algum motivo espiritual ou por prescrição médica. É, acima de tudo, um sinal de humildade e tristeza pelo pecado, mas também uma disciplina interior que ajuda a limpar a mente e a manter o espírito em alerta.

Antes de começar a jejuar, você precisa definir o objetivo e saber o tempo de duração e o tipo de jejum a ser feito. Pode ser um período de abstinência só de alimentos sólidos, sem incluir líquidos, ou dos dois juntos. Tenha, então, cautela ao definir o tipo de jejum, pois pode trazer sérios prejuízos à saúde. Nesse caso, quem tem problemas deve consultar primeiramente o médico e optar por um período curto de abstinência.

Este ato deve ser feito voluntariamente, após a orientação de Deus, e somente tem validade se unido à oração, ao arrependimento e a uma autorreflexão.

É fundamental ter um bom motivo para jejuar, porque sem razões dificilmente haverá um resultado. Não faça, portanto, jejum para fazer barganha com Deus nem para impressionar os seus irmãos. O jejum deve ser apenas um propósito entre você e Deus, e ninguém deve tomar conhecimento (Mateus 6.18).

Outro ponto importante é atentar que, se não houver arrependimento e plena comunhão com Deus, nenhum jejum é eficiente. Jejuar é buscar a Deus. Então, isso não deve ser feito apressadamente. Precisa haver períodos de oração, adoração e leitura da Palavra.

Após iniciar o jejum, cumpra com tudo o que se propôs, pois só assim ele será válido. Ao encerrá-lo, faça uma oração de agradecimento a Deus. Pela fé, creia que Deus respondeu às suas orações, e os seus pedidos serão atendidos no devido tempo, assim como aconteceu com Daniel.

Esse profeta recebeu uma linda resposta divina após buscar em oração e jejum suplicando uma revelação ao Senhor. Daniel travou uma tremenda batalha espiritual com jejum e oração durante 21 dias (Daniel 9.20,21), porque Satanás se interpôs no caminho do anjo para impedir a resposta de Deus a Daniel. Mas o Senhor agiu poderosamente, dissipando a força do mal e abençoando seu servo.

Miguel, o príncipe dos exércitos celestiais, abriu caminho para o anjo passar e ir até onde Daniel estava. Quando o anjo se apresentou a Daniel, comunicou-lhe a resposta do Altíssimo e explicou o porquê da demora de 21 dias.

Se você tem atravessado momentos de lutas e dificuldades em sua vida e ainda não recebeu a resposta de Deus, lembre-se desse episódio narrado em Daniel 10, faça um jejum e ore um pouco mais, até o Senhor lhe responder.

SUGESTÕES DE LEITURA:
Levítico 23.26,29; 2 Samuel 3.35; 1 Reis 21.4; Esdras 8.21; Ester 4.15,16;
Daniel 10.2,3; Mateus 6.18; 21.22; Salmo 51.16,17; 1 Coríntios 10.31

Pr. Silas Malafaia

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Vida de Oração, Vida de Comunhão com Deus

“De tarde, de manhã, e ao meio dia, orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55.17).

Davi era um homem de profunda comunhão com Deus. Davi orava. Neste verso, nós notamos o quanto para ele era importante buscar e manter comunhão com o Pai, estar diariamente em Sua presença através da oração.

Davi buscava sistematicamente a Deus, armazenando assim, forças para enfrentar os desafios que apareceriam em sua frente.

Davi cedo aprendeu o conselho aos hebreus: “Aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, para que recebamos misericórdia e encontremos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4.16).

Quando as necessidades surgiram, Davi não duvidou daquilo que Deus poderia realizar. Porque em sua maratona diária na busca por Deus, ele aprendeu a conhecer ao Deus Todo-Poderoso e a confiar Nele para ajudá-lo e guardá-lo.

Nos dias em que vivemos, constatamos o quanto tem sido desvalorizada ou renegada a vida devocional diária.

Há pessoas que raramente oram; algumas costumam orar na hora das refeições e ao deitar-se; outras somente oram nos momentos de crise. 

Quem não possui uma vida de comunhão com Deus, por certo não está preparado, principalmente espiritualmente para enfrentar as dificuldades e as crises que a vida apresenta, as quais em sua maioria chegam de forma inesperada. 

Muitas são as pessoas abaladas pelas tempestades desta vida; e muitos os relacionamentos que são esmagadas pelas lutas e tribulações. Entretanto, há aqueles que apesar das adversidades se mantém firmes; isto se deve ao amor que nutrem por uma vida de oração, fazendo da comunhão com Deus prioridade.

Desta forma ao se defrontarem com o adversário, com as lutas, podem até sofrer, mas enfrentam as pelejas com coragem, ânimo e fé. 

Creio firmemente que as orações possuem o poder de mudar situações, mesmo aquelas consideradas impossíveis.

Que venhamos a cultivar esse hábito tão necessário e que ele se torne natural em nossa vida

Pr. Silvio Correa Coelho

Por Litrazini


Graça e Paz

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Vida de Oração, Vida de Comunhão com Deus


“De tarde, de manhã, e ao meio dia, orarei; e clamarei, e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55.17).

Davi era um homem de profunda comunhão com Deus. Davi orava. Neste verso, nós notamos o quanto para ele era importante buscar e manter comunhão com o Pai, estar diariamente em Sua presença através da oração.

Davi buscava sistematicamente a Deus, armazenando assim, forças para enfrentar os desafios que apareceriam em sua frente.

Davi cedo aprendeu o conselho aos hebreus: “Aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, para que recebamos misericórdia e encontremos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4.16).

Quando as necessidades surgiram, Davi não duvidou daquilo que Deus poderia realizar. Porque em sua maratona diária na busca por Deus, ele aprendeu a conhecer ao Deus Todo-Poderoso e a confiar Nele para ajudá-lo e guardá-lo.

Nos dias em que vivemos, constatamos o quanto tem sido desvalorizada ou renegada a vida devocional diária.

Há pessoas que raramente oram; algumas costumam orar na hora das refeições e ao deitar-se; outras somente oram nos momentos de crise. 

Quem não possui uma vida de comunhão com Deus, por certo não está preparado, principalmente espiritualmente para enfrentar as dificuldades e as crises que a vida apresenta, as quais em sua maioria chegam de forma inesperada. 

Muitas são as pessoas abaladas pelas tempestades desta vida; e muitos os relacionamentos que são esmagadas pelas lutas e tribulações. Entretanto, há aqueles que apesar das adversidades se mantém firmes; isto se deve ao amor que nutrem por uma vida de oração, fazendo da comunhão com Deus prioridade.

Desta forma ao se defrontarem com o adversário, com as lutas, podem até sofrer, mas enfrentam as pelejas com coragem, ânimo e fé. 

Creio firmemente que as orações possuem o poder de mudar situações, mesmo aquelas consideradas impossíveis.

Que venhamos a cultivar esse hábito tão necessário e que ele se torne natural em nossa vida

Pr. Silvio Correa Coelho

Por Litrazini

Graça e Paz