"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

ARREPENDIMENTO, A MANCHETE DO EVANGELHO

João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. 

Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. 

Arrependimento significa mudar de mente e de direção. Implica em mudança. Exige transformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. 

Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. 

Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida. 

O ARREPENDIMENTO EXIGE MUDANÇAS EM TRÊS ÁREAS VITAIS DA VIDA: 

1. A RAZÃO 
Arrependimento significa mudar de mente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam.

Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. 

Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A EMOÇÃO 
Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro.

A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão.

Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado que conduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A VONTADE 
Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento.

Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado. Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira do diabo. 

Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. 

Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus.  Não é rasgar as vestes, mas o coração. 

O ARREPENDIMENTO É A MANCHETE DO EVANGELHO, A PORTA DE ENTRADA NO REINO DE DEUS, UMA EXIGÊNCIA INEGOCIÁVEL PARA A SALVAÇÃO. 

Hernandes Dias Lopes 

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

A RAIVA E A IRA

A raiva é uma emoção violenta de caráter penoso, geralmente caracterizada na Bíblia como um grave pecado (Mateus 5.22; Efésios 4.31; Colossenses 3.8), ainda que algumas vezes é ocasionada por um justo motive (Efésios 4.26). Neste caso, o apóstolo Paulo adverte sobre o perigo de passar-se facilmente para o injusto e pecaminoso. 

A raiva (ou ira) é uma obra da carne (Gálatas 5.19-20), um impulso, ou hábito, procedente da velha maneira de viver (Colossenses 3.5-9), da qual devemos despojar-nos.

A IRA É DANINHA E PECAMINOSA.
Gera contendas, ofensas, gritarias, blasfêmias, pleitos, inimizades, homicídios (Efésios 4.31; Colossenses 3.8; Tiago 3.13,18; Salmo 37.8;  Eclesiastes 7.9).  Toda a amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam tiradas dentre vós.

É o pecado que atenta contra o amor ao próximo. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; I Coríntios 13.5; Provérbios 22.24-25).  

Cristo denuncia a ira como um pecado grave e digno de juízo “…Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.” (Mateus 5.21-25).

COMO LIVRAR-NOS DA IRA.
a). Devemos nos despojar do velho homem com seus feitos e revestir-nos do novo (Colossenses 3.8-15).
b). Devemos fazer morrer, pelo Espírito, as obras da carne (Colossenses 3.5; Romanos 8.13).
c). Cada vez que incorremos neste pecado devemos confessá-lo sem deixar passar o tempo (Efésios 4.26-27; I João 1.9; 2.9).
d). Devemos reconciliar-nos com as pessoas afetadas e com Deus (Mateus 5.22-26). De outro modo a nossa comunhão fica prejudicada (I Timóteo 2.8; I Pedro 3.7).

A ATITUDE CORRETA DO DISCÍPULO.
a). O fruto do Espírito é o amor, paz, paciência, etc (Gálatas 5.22-23).
b). O Espírito Santo opera em nossas vidas transformando nosso caráter a fim de que sejamos semelhantes a Cristo (II Coríntios 3.18). Ele nos faz pacientes, amáveis (II Timóteo 2.24), mansos (I Timóteo 3.3).
c). Devemos reagir com amor frente a injustiças “Tendo uma boa consciência, para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, fiquem confundidos os que blasfemam do vosso bom porte em Cristo. Porque melhor é que padeçais fazendo bem (se a vontade de Deus assim o quer), do que fazendo mal. Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito…” (I Pedro 3.8-18).

Por Litrazini

Graça e Paz

domingo, 15 de novembro de 2015

ARREPENDIMENTO, A MANCHETE DO EVANGELHO

João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. 

Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. 

Arrependimento significa mudar de mente e de direção. Implica em mudança. Exige transformação. Impõe um novo rumo com novas atitudes. 

Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. 

Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida. 

O ARREPENDIMENTO EXIGE MUDANÇAS EM TRÊS ÁREAS VITAIS DA VIDA: 

1. A RAZÃO 
Arrependimento significa mudar de mente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam.

Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. 

Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A EMOÇÃO 
Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro.

A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão.

Arrependimento não é remorso que leva à morte, mas é choro pelo pecado que conduz à vida. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A VONTADE 
Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento.

Aqueles que verdadeiramente se arrependem não vivem mais na prática do pecado. Não são mais escravos do pecado. Não vivem mais com o pescoço na coleira do diabo. 

Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. 

Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus.  Não é rasgar as vestes, mas o coração. 

O ARREPENDIMENTO É A MANCHETE DO EVANGELHO, A PORTA DE ENTRADA NO REINO DE DEUS, UMA EXIGÊNCIA INEGOCIÁVEL PARA A SALVAÇÃO. 

Fonte: Hernandes Dias Lopes 

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

ARREPENDIMENTO, A MANCHETE DO EVANGELHO

João Batista foi o precursor de Jesus, para preparar o caminho de sua chegada. Brandindo a espada do Espírito, conclamou o povo a arrepender-se e a produzir frutos de arrependimento. Não se trata de arrepender e novamente se arrepender, mas de arrepender e dar frutos de arrependimento. 

ARREPENDIMENTO SIGNIFICA MUDAR DE MENTE E DE DIREÇÃO. IMPLICA EM MUDANÇA. EXIGE TRANSFORMAÇÃO. IMPÕE UM NOVO RUMO COM NOVAS ATITUDES. 

Aqueles que permanecem no erro, mesmo que se desmanchem em lágrimas, não dão provas de arrependimento nem demonstram seus frutos. 

Arrependimento é um tema ausente na maioria dos púlpitos contemporâneos. Nossa geração prefere entreter os pecadores a chamá-los ao arrependimento. Prefere mantê-los sorrindo caminhando para a morte, do que levá-los ao choro do arrependimento para a vida. 

O ARREPENDIMENTO EXIGE MUDANÇAS EM TRÊS ÁREAS VITAIS DA VIDA: 

1. A RAZÃO 
Arrependimento significa mudar de mente. O arrependimento verdadeiro é conceitual. Traz uma nova luz para a mente e faz brotar um novo entendimento da vida e dos valores que a governam.

Uma pessoa arrependida compreende que o pecado é maligníssimo. Uma rebelião contra Deus. Portanto, foge não apenas das consequências do pecado, mas, sobretudo, do pecado. 

Aqueles que se deleitam no pecado e se refestelam nos prazeres da vida, mesmo que derramem lágrimas amargas quando recebem o merecido salário do seu pecado não demonstram um genuíno arrependimento. 

Os frutos do arrependimento só podem ser produzidos por alguém que recebeu a luz da verdade na mente, a convicção do pecado no coração e, consciente e deliberadamente se aparta do pecado como o maior de todos os males.

2. A EMOÇÃO 
Arrependimento significa sentir tristeza segundo Deus pelo pecado. É demonstrar um profundo pesar por ofender a santidade de Deus. É afastar-se do pecado como uma coisa abominável aos olhos daquele que é puro.

A tristeza segundo Deus produz vida e não morte. Conduz o homem pelas veredas da salvação e não pelos abismos da condenação. 

A tristeza do mundo esmaga, atormenta e mata. A tristeza do mundo produz culpa e remorso, mas não alivia a consciência, porém a tristeza segundo Deus abre a ferida, mas também cura. Convence de pecado, mas também conduz à fonte do perdão.

ARREPENDIMENTO NÃO É REMORSO QUE LEVA À MORTE, MAS É CHORO PELO PECADO QUE CONDUZ À VIDA. Aqueles que se arrependem choram não porque foram flagrados no pecado e agora estão sofrendo as consequências do seu erro, mas choram porque o pecado é mau aos olhos de Deus.

3. A VONTADE 
Arrependimento significa dar meia volta, mudar de direção e adotar um novo comportamento. Não é arrependimento e novamente arrependimento, mas arrependimento e frutos de arrependimento.

AQUELES QUE VERDADEIRAMENTE SE ARREPENDEM NÃO VIVEM MAIS NA PRÁTICA DO PECADO. NÃO SÃO MAIS ESCRAVOS DO PECADO. NÃO VIVEM MAIS COM O PESCOÇO NA COLEIRA DO DIABO. 

Arrependimento significa abandonar o pecado para deleitar-se na santidade. Significa deixar o reino das trevas e ser transportado para o reino da luz. 

Arrependimento, mais do que sentimento, é atitude. Não é aquilo que falamos apenas, mas aquilo que fazemos. Não é discurso diante dos homens, é mudança de vida diante de Deus. Não é um desempenho teatral para impressionar as pessoas, mas um quebrantamento sincero diante de Deus. Não é rasgar as vestes, mas o coração. 

O ARREPENDIMENTO É A MANCHETE DO EVANGELHO, A PORTA DE ENTRADA NO REINO DE DEUS, UMA EXIGÊNCIA INEGOCIÁVEL PARA A SALVAÇÃO. 

Fonte: Hernandes Dias Lopes 

Por Litrazini
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Graça e Paz