"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 21 de agosto de 2022

INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE ORAÇÃO

Como Espírito de adoção - conduz à mesma Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. Rm 8:15;

E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. Gl 4:6; 

Oração como evidência da conversão - E disse-lhe o Senhor: Levanta-te, e vai à rua chamada Direita, e pergunta em casa de Judas por um homem de Tarso chamado Saulo; pois eis que ele está orando; At 9:11;

A oração dos justos - muito pode em seus efeitos - Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos. Tg 5:16;

A oração dos retos - em deleite para Deus - O sacrifício dos ímpios é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos é o seu contentamento. Pv 15:8;

Para misericórdia e graça em ocasião de necessidade - Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno. Hb 4:16;

Modelo de oração - Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus ... mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Mt 6:9-13;

Vãs repetições e ostentação em oração, é proibida - E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Mt 6:7;

Por Litrazini

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Graça e Paz

 

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

INFORMAÇÕES PRECISAS SOBRE DEUS

Somente por meio das Escrituras podemos encontrar informações precisas que esclareçam nossas dúvidas legítimas, pois elas são realmente a Palavra de Deus.

As Escrituras nos ensinam que Deus é uma Pessoa real que possui atributos, alguns ímpares e outros, compartilhados com sua criação.

Em sua soberania e sabedoria, Deus jamais pode ser comparado ao homem.

Seus pensamentos (os de Deus) são incomparavelmente superiores aos da sua criação, quer seja celestial ou humana.

"Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos" (Is 55.9).

Deus é absoluto! Sua justiça e imparcialidade são infalíveis, e não podem ser comparadas com os critérios humanos.

Outro aspecto que deve ser observado é a abrangência do conhecimento de Deus; enquanto julgamos pelo que vemos e pelo que ouvimos, Deus "não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos" (Is 11.3).

Deus não vê como o homem vê: "O homem vê o exterior, porém o SENHOR o coração" (1Sm 16.7). As Escrituras nos ensinam que os critérios e os julgamentos de Deus são absolutamente superiores aos nossos critérios, julgamentos, opiniões e pensamentos.

Se temos sede de justiça, certamente Deus fará justiça, não segundo os critérios humanos. A Palavra de Deus profetiza:

"Até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto; então, o deserto se tornará em campo fértil, e o campo fértil será reputado por um bosque; e o juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. O efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança, para sempre" (Is 32.15-17).

Isso significa que existirão novos céus e nova terra com um governo justo e eterno - e estamos aguardando esse reino (Is 65.17; 2Pe 3.13).

Podemos estar certos de que a existência de Deus está comprometida com a justiça imparcial.

Aqueles que se adiantam hão de reconhecer o seu erro.

Márcio Souza - Revista da Defesa da Fé  

Por Litrazini

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Graça e Paz

  

sexta-feira, 12 de maio de 2017

AS TRIBOS PERDIDAS DE ISRAEL

Vivemos na era da informação e desfrutamos de um grande avanço tecnológico que nos permite conectar facilmente uns aos outros e até mesmo conhecer familiares que vivem em outros países que antes não conhecíamos.

Graças ao avanço tecnológico podemos comprovar facilmente a proximidade familiar através de um simples exame de DNA, fator que tem contribuído para pesquisadores em Israel traçarem um mapa genético avançado através das gerações, em paralelo a genealogia bíblica, e indicar a possibilidade de um indivíduo pertencer a uma das tribos de Israel.

As tribos de Israel não estão perdidas, mas unificadas, e os avanços tecnológicos em breve poderão revelar grandes novidades.

Durante as perseguições e exílios os israelitas encontraram um ponto em comum que os uniram, e essa união provinha da fé, e não especificamente da tribo.

Esse fator contribuiu para que os filhos de Israel se identificassem e formassem uma comunidade que pudesse abranger a fé, as tradições e a cultura no exílio. O judaísmo não deveria ser considerado apenas uma simples religião, mas uma organização muito mais ampla que tende a guardar também as gerações dos filhos de Israel.

Um gentio pode até se tornar um prosélito por se converter ao judaísmo, mas isso não significa que ele pertencerá a uma das tribos de Israel e por esse motivo o judaísmo não incentiva o proselitismo. Você não vê judeus pregando de porta em porta na tentativa de conquistar fiéis a fé judaica.

Devemos considerar que o judaísmo engloba inicialmente todos os filhos de Israel, das 12 Tribos, que se identificaram antes e durante o exílio, abrangendo até mesmo a tradicional família sacerdotal, que tem por sobrenome Cohen. Em hebraico a palavra “Cohen” (כהן) significa literalmente “sacerdote”.

Atualmente alguns dos principais membros da família Cohen estão sendo treinados pelo Instituto do Templo, em Israel, para exercerem o ofício sacerdotal caso o Templo seja reconstruído.

Note que os sacerdotes (כהנים – cohanim) não são descendentes da tribo de Judá, mas de Levi, por esse motivo é um erro dizer que os judeus que hoje vivem em Israel são descendentes apenas da tribo de Judá ou Benjamim.

Recentemente os “judeus” Bnei Menashe (filhos de Manassés) reivindicam a descendência de uma das dez tribos perdidas de Israel, pois foram enviados para o exílio pelo Império Assírio mais de 27 séculos atrás.

Seus ancestrais vagaram pela Ásia Central e pelo Extremo Oriente durante séculos, antes de se estabelecerem no que é agora o nordeste da Índia, ao longo da fronteira com a Birmânia e Bangladesh.

Durante sua permanência no exílio, os Bnei Menashe continuaram a praticar o judaísmo, assim como seus antepassados fizeram, inclusive observando o sábado, mantendo as regras alimentares, celebrando as festas bíblicas e seguindo as leis da pureza da família. E eles continuaram a nutrir o sonho de um dia voltar para a terra de seus antepassados, a Terra de Israel.

Hoje, com uma comunidade visível, começou a florescer histórias de infância, memórias dos avós e bisavós e assim os filhos de Israel estão se reconectando, inexplicavelmente, com pessoas que até o momento eram desconhecidas.

Diante da curiosidade as pessoas vão se identificando com outras e assim vai surgindo revelações de segredos familiares sobre um passado judaico na família, até então escondido por alguns por causa das perseguições.

Nos últimos anos historiadores e pesquisadores encontraram inúmeras possíveis comunidades judaicas espalhadas em locais remotos de diversos países, até mesmo tribos indígenas na Amazônia, no Peru, que praticam os mesmos ritos judaicos básicos, como os Filhos de Manasses (Bnei Menashe).

Esses “achados” estão contribuindo para que os filhos das Tribos de Israel retornem à Terra de seus ancestrais enquanto as profecias vão se cumprindo, conforme está escrito: Assim diz o Senhor DEUS: Ainda que os lancei (filhos de Israel) para longe entre os gentios, e ainda que os espalhei pelas terras, todavia lhes serei como um pequeno santuário, nas terras para onde forem.

Portanto, dize: Assim diz o Senhor DEUS: Hei de ajuntar-vos do meio dos povos, e vos recolherei das terras para onde fostes lançados, e vos darei a terra de Israel.Ezequiel 11:16,17

Eli Simberg

Por Litrazini

Graça e Paz