"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 14 de junho de 2022

EXIGIR OU PEDIR A DEUS

Há muita gente confundindo alhos com bugalhos.

Vemos são pessoas declarando que não pedem nada a Deus, mas exigem seus direitos.

De Gênesis a Apocalipse não há um único registro que aprove tal atitude.

Os que fazem parte desse grupo de “exigentes” são ensinados a não dizer “se o Senhor quiser”.

Não reconhecem que Deus, em razão de sua absoluta e inquestionável vontade, poderá NEGAR o seu pedido.

Confiam cegamente no ensino do outro evangelho.

Essas pessoas precisam ler a Bíblia:

Jesus, no Getsêmani: “Pai, SE QUERES, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lc 22.42).

Os exigentes dizem: “Todavia, seja como eu decreto e exijo, e não como tu queres”.

“Compadecer-me-ei de quem me compadecer e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Rm 9.15,16).

Paulo escreveu: “Mas, em breve, irei ter convosco, SE O SENHOR QUISER, e então conhecerei, não as palavras dos que andam inchados, mas a virtude” (1 Co 4.19).

As ovelhas do outro evangelho diriam: “A minha viagem já está decretada. Exijo de Deus que se cumpra segundo a minha palavra’.

“Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: “SE O SENHOR QUISER, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas, agora, “vos gloriais em vossas presunções; toda glória tal como esta é maligna” (Tg 4.14-16).

É muito atrevimento de um pobre e miserável pecador exigir alguma coisa do Senhor.

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

ORAR COM FÉ E PODER

Tiago ensinou-nos que, se nos faltar sabedoria, deveremos pedir sabe­doria a Deus (veja Tg 1.5). E, então, acrescentou: "Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento" (Tg 1.6).

QUÃO IMPORTANTE É ORAR COM FÉ?
Tiago disse que ela faz toda a diferença. Pois, acerca daquele que duvida, disse o escritor sagrado:"Não pense tal homem que rece­berá do Senhor alguma coisa"(Tg 1.7).

Jesus ensinou sobre a fé aos seus discípulos, utilizando-se de uma ilustração gráfica: Se orassem com fé, poderiam dizer a uma monta­nha que se projetasse no mar, e assim sucederia (veja Mc 11.23). E a isso adicionou: "Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis" (Mc 11.24).

NO QUE CONSISTE A FÉ? "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11.1). Naturalmente, não pedimos a Deus algo que já temos, mas algo que ainda não possuímos. Ainda estamos esperando pela bênção pedida.

Ainda não a estamos vendo. Mas, se tivermos fé, as coisas invisíveis pelas quais esperamos adquirirão substância. Essa substância, ainda que não seja material, e, sim, espiritual, ainda assim será a substância de nossas petições.

Se não emprestarmos substância às coisas pelas quais pedimos, sem dúvida seremos duvidosos como as ondas do mar, e nossas orações não nos serão respondidas. Assim teremos violado uma das regras da oração.

A ORAÇÃO DE AÇÃO REQUER FÉ. DEUS ALGUMA VEZ PERMITE EXCEÇÕES A ESSA RE­GRA? 

Afortunadamente, para a maioria de nós, ele as permite. Porém, fique isto bem claro — essas são exceções, e não a regra geral.

Uma das razões pelas quais nos inclinamos a manifestar falta de fé em nossas orações é que não percebemos plenamente quanto poder temos quando chegamos diante do Pai em nome de Jesus.

Uma regra da oração que nos cumpre seguir é nos utilizarmos do poder que já nos foi conferido.

A diferença entre uma oração poderosa e uma oração sem poder é a presença do Espírito Santo. O Espírito Santo era a fonte do poder miraculoso manifestado pelo Senhor Jesus (veja Mt 12.28;Lc4.1,14-18; At 2.2; 10.38).

Jesus revelou aos seus seguidores que eles teriam o mesmo poder e que fariam as mesmas obras, e até maiores, que ele fez (veja Jo 14.12). Antes de partir deste mundo, Jesus disse a seus discípulos que seria vantajoso para eles se ele fosse, porque somente então poderiam receber o pleno poder do Espírito Santo (veja Jo 16.7-14).

Jesus instruiu-os para que se demorassem em Jerusalém até que recebessem o poder do alto (veja Lc 24.49). E, então, pouco antes de subir para o céu, Jesus disse: "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo..." (At 1.8, V. R.).

Embora cada cristão regenerado desfrute da presença habitadora do Espírito Santo em sua vida, nem todos usufruem de sua presença com o mesmo grau. Alguns estão cheios do Espírito Santo a qualquer dado momento; mas com outros isso não acontece. Posso ser cheio do Espírito Santo hoje; mas amanhã precisarei renovar o meu relacio­namento com ele (veja Ef 5.18).

Pedro foi um daqueles que foram "cheios do Espírito Santo" (At 2.4) no dia de Pentecostes. Sem embargo, Pedro foi nova­mente "cheio do Espírito" em Atos 4.8, para que pudesse minis­trar poderosamente diante do Sinédrio. Uma vez só, ao que pare­ce, não foi o suficiente.

Nossa constante e diária renovação da presença do Espírito San­to ajuda-nos nos demais aspectos da oração. Ele nos ajuda a manter um coração puro, porque uma das operações do Espírito Santo con­siste em convencer-nos do pecado (veja Jo 16.8).

Ele nos ajuda a ter a certeza de que conhecemos a vontade de Deus, quando entramos cm oração, porquanto ele nos atrai para o Pai (veja Rm 8.16; Gl 4.6). Ele edifica a nossa fé porque somos encorajados ao ver o poder so­brenatural que flui através de nós e toca nas vidas de outras pessoas.

Quando temos o Espírito Santo, podemos verdadeiramente orar com poder.

Artigo baseado no livro Igrejas que Oram de C. Peter Wagner

Lidiomar T. Granatti (Litrazini)

Por Litrazini:


Graça e Paz

quinta-feira, 22 de maio de 2014

ORAR COM FÉ E PODER

Tiago ensinou-nos que, se nos faltar sabedoria, deveremos pedir sabe­doria a Deus E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. (Tg 1.5). E, então, acrescentou: "Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento" (Tg 1.6).

Quão importante é orar com fé? Tiago disse que ela faz toda a diferença. Pois, acerca daquele que duvida, disse o escritor sagrado: "Não pense tal homem que rece­berá do Senhor alguma coisa"(Tg 1.7).

Jesus ensinou sobre a fé aos seus discípulos, utilizando-se de uma ilustração gráfica: Se orassem com fé, poderiam dizer a uma monta­nha que se projetasse no mar, e assim sucederia (Mc 11.23). E a isso adicionou: "Por isso vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis" (Mc 11.24).

No que consiste a fé? "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11.1). Naturalmente, não pedimos a Deus algo que já temos, mas algo que ainda não possuímos. Ainda estamos esperando pela bênção pedida.

Ainda não estamos vendo. Mas, se tivermos fé, as coisas invisíveis pelas quais esperamos adquirirão substância. Essa substância, ainda que não seja material, e, sim, espiritual, ainda assim será a substância de nossas petições.

Se não emprestarmos substância às coisas pelas quais pedimos, sem dúvida seremos duvidosos como as ondas do mar, e nossas orações não nos serão respondidas. Assim teremos violado uma das regras da oração.

A oração de ação requer fé.

Deus alguma vez permite exceções a essa re­gra? 
Afortunadamente, para a maioria de nós, ele as permite. Porém, fique isto bem claro — essas são exceções, e não a regra geral.

Uma das razões pelas quais nos inclinamos a manifestar falta de fé em nossas orações é que não percebemos plenamente quanto poder temos quando chegamos diante do Pai em nome de Jesus.

Uma regra da oração que nos cumpre seguir é nos utilizarmos do poder que já nos foi conferido.

A diferença entre uma oração poderosa e uma oração sem poder é a presença do Espírito Santo. O Espírito Santo é a fonte do poder miraculoso manifestado pelo Senhor Jesus (Mt 12.28;Lc4.1,14-18; At 2.2; 10.38).

Jesus revelou aos seus seguidores que eles teriam o mesmo poder e que fariam as mesmas obras, e até maiores, que ele fez (Jo 14.12). Antes de partir deste mundo, Jesus disse a seus discípulos que seria vantajoso para eles se ele fosse, porque somente então poderiam receber o pleno poder do Espírito Santo (Jo 16.7-14).

Jesus instruiu-os para que se demorassem em Jerusalém até que recebessem o poder do alto (Lc 24.49). E, então, pouco antes de subir para o céu, Jesus disse: "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo..." (At 1.8, V. R.).

Embora cada crente regenerado desfrute da presença habitadora do Espírito Santo em sua vida, nem todos usufruem de sua presença com o mesmo grau. Alguns estão cheios do Espírito Santo a qualquer dado momento; mas com outros isso não acontece. Posso ser cheio do Espírito Santo hoje; mas amanhã precisarei renovar o meu relacio­namento com ele (Ef 5.18).

Pedro foi um daqueles que foram "cheios do Espírito Santo" (At 2.4) no dia de Pentecostes. Sem embargo, Pedro foi nova­mente "cheio do Espírito" em Atos 4.8, para que pudesse minis­trar poderosamente diante do Sinédrio. Uma vez só, ao que pare­ce, não foi o suficiente.

Nossa constante e diária renovação da presença do Espírito San­to ajuda-nos nos demais aspectos da oração. Ele nos ajuda a manter um coração puro, porque uma das operações do Espírito Santo con­siste em convencer-nos do pecado (Jo 16.8).

Ele nos ajuda a ter a certeza de que conhecemos a vontade de Deus, quando entramos cm oração, porquanto ele nos atrai para o Pai (Rm 8.16; Gl 4.6). Ele edifica a nossa fé porque somos encorajados ao ver o poder so­brenatural que flui através de nós e toca nas vidas de outras pessoas.

Quando temos o Espírito Santo, podemos verdadeiramente orar com poder.

Artigo baseado no livro Igrejas que Oram de C. Peter Wagner

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini


Graça e Paz