"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 29 de março de 2026

DIFICULDADES E PERSEGUIÇÕES

Nas suas palavras de despedida, Jesus instruiu os seus discípulos sobre as dificuldades e perseguições que sobre eles se abateriam.

Falou-lhes sobre a vinda do Espírito Santo, alertou-os acerca dos sofrimentos pelos quais Ele, Jesus, haveria de passar, sobre Sua morte, ressurreição e glória.

Instruiu-os sobre o tipo de pessoa que Ele desejava ver como força motora do mundo.

Dos Seus seguidores Ele requeria e requer obediência, fidelidade, coerência, autenticidade, dedicação e amor incondicional.

Jesus sabe que nós, limitados e fracos, não podemos executar a missão que Ele nos confiou sem recebermos o poder de Deus, isto é o Espirito Santo, que nos ilumina, consola, sustenta e orienta o nosso viver.

O divino Ajudador é mais do que advogado e protetor dos Seus seguidores; Ele é o Consolador, o Instrutor verdadeiro.

É Aquele que convence às pessoas que elas são pecadoras, sujeitas ao juízo divino e que elas devem arrepender-se, tornando-se novas criaturas. (João 16:8).

Somente pela ação do Espírito Santo a pessoa é capaz de reconhecer e confessar a Jesus como o Messias, o Cristo de Deus

“...Ninguém pode dizer: Senhor Jesus! senão pelo Espírito Santo” (1ªCo 12:36)

Nosso Senhor ensina que os seus discípulos têm de depender inteiramente d’Ele para ter vida e vida espiritualmente produtiva 

“...Sem mim nada podeis fazer”.

Assim como um ramo precisa estar bem preso à videira para poder produzir frutos, assim também há necessidade de uma conexão vital com Deus, mediante o Espírito Santo.

O segredo de uma vida vitoriosa e produtiva é o reconhecimento do Senhorio absoluto de Jesus Cristo;

E a aceitação incondicional de que os bons frutos dependem da operação soberana do Espírito Santo.

Permanecei em mim pois quem de mim se alimenta por mim viverá

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz  

quinta-feira, 27 de janeiro de 2022

RESISTIR ÀS PERSEGUIÇÕES

"Não temas as coisas que tens que sofrer." (Ap 2:10.)

"Se tu não fores conosco, não nos tire desse lugar" (Ex 33:15).

Quando Elias, profeta renomado, pensava que estava só, o Senhor lhe disse: "Não temas! Mais de sete mil homens nesta cidade não dobraram os joelhos a Baal; tu não estás sozinho" (1 Rs 19).

Gideão, juiz de Israel, disse ao Senhor: "Ah, Senhor, quem sou eu para enfrentar o inimigo, minha família é a menos podero­sa, ou a mais pobre, dentro da casa de Manasses, e eu sou o menor na casa do meu pai. Então virou o Senhor para ele e disse: Vai nessa tua força e livra Israel das mãos dos midianitas: porventura não te enviei Eu?" (Juízes 6:11-15.)

A nossa história é pautada em desafios.

Deus quer que saiamos do natural para o sobrenatural, porém se a covardia e o medo pautarem o nosso coração, a nossa fé será eliminada.

A nossa vida não tem sentido se não cumprirmos a tarefa de participarmos ativamen­te. Precisamos ser valentes, muito corajo­sos. Não devemos temer nada nem ninguém.

Fomos cha­mados para causar pavor, e não para ter pavor dos ou­tros (Js 2:9-11).

Por isso não devemos temer as persegui­ções, elas não são maiores do que os livramentos. Se você estiver passando por uma dificuldade e sendo perseguido, celebre, pois a direção está correta.

Deus nos chamou para sermos cabeça e não cauda, para estarmos por cima e não por baixo, e pro­meteu abençoar todas as obras das nossas mãos. Seremos perseguidos, porém não devemos temer as perseguições.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

PROVAÇÕES E PERSEGUIÇÕES CRISTÃS

Não há dúvida de que a perseguição é uma verdadeira realidade da vida cristã. A perseguição cristã é de se esperar: o apóstolo Paulo advertiu que "todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos" (2Tm 3:12).

Jesus disse que, se O perseguiram, também perseguirão os Seus seguidores (João 15:20). Jesus deixou claro que aqueles do mundo odiarão os cristãos porque o mundo odeia Cristo.

Se os cristãos fossem como o mundo - vaidoso, terrenal, sensual e dado ao prazer, riqueza e ambição - o mundo não se oporia a nós.

No entanto, os cristãos não pertencem ao mundo, razão pela qual o mundo envolve a perseguição cristã (ver João 15:18-19).

Os cristãos são influenciados por princípios diferentes dos do mundo. Somos motivados pelo amor de Deus e pela santidade, enquanto o mundo é impulsionado pelo amor ao pecado. É a nossa própria separação do mundo que desperta a sua animosidade (1Pe 4:3-4).

Os cristãos devem aprender a reconhecer o valor da perseguição e até mesmo se alegrar nela, não de forma ostensiva, mas de forma silenciosa e humilde porque a perseguição tem um grande valor espiritual.

Primeiro, a perseguição dos cristãos lhes permite compartilhar uma comunhão sem igual com o Senhor.

Paulo descreveu uma série de coisas de que tinha aberto mão pela causa de Cristo. Tais perdas, no entanto, ele viu como "refugo" (Filip 3:8) ou "esterco" para que pudesse participar nos "sofrimentos (de Cristo)" (Filip 3:10). O nobre apóstolo até contou suas correntes como uma graça (favor) que Deus lhe conferiu (Filip 1:7).

Em segundo lugar, em toda a verdade, a perseguição cristã é boa para os crentes.

Tiago argumenta que provações testam a fé do cristão, desenvolvem a resistência em sua vida e ajudam a desenvolver a maturidade (Tg 1:2-4).

Assim como o aço é temperado na forja, as provações e a perseguição servem para fortalecer o caráter dos crentes. Um cristão que cede graciosamente à perseguição demonstra que é de qualidade superior em comparação com seus adversários (Hb 11:38).

É fácil ser odioso, mas a semelhança de Cristo produz bondade e benção diante da oposição do mal. Pedro diz de Jesus: "pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (1Pe 2:23).

Em terceiro lugar, a perseguição cristã permite que os crentes valorizem o apoio de amigos verdadeiros.

O conflito pode reunir os filhos fiéis de Deus de maneira encorajadora e solidária, de um modo que não teriam conhecido de outra forma.

Os tempos difíceis podem estimular o povo do Senhor em direção a uma maior determinação de amar e consolar uns aos outros e levantar um ao outro ao trono da graça através da oração. Não há nada como um incidente desagradável para nos ajudar a alcançar um maior nível de amor fraternal.

Mesmo diante da perseguição cristã, podemos seguir adiante. Podemos agradecer a Deus por Sua graça e paciência com a gente.

Podemos expressar gratidão por aqueles a quem amamos no Senhor e que estão com a gente em tempos difíceis. E podemos orar por aqueles que nos acusam, maltratam ou nos abusam (2 Co 11:24; Rm 10:1).

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 17 de outubro de 2020

ATITUDES DIANTE DAS PERSEGUIÇÕES


Inúmeras mensagens, estudos e livros têm abordado a vida do patriarca Jó, e de todos eles são tirados ensinamentos preciosos para a vida do cristão.

Sua firmeza, integridade e retidão diante de Deus dão-nos a certeza de que mesmo diante de adversidades profundas, jamais o Senhor nos abandona.

“Os olhos do Senhor passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele”. (IICr 16.9)

Percorremos os mais diversos caminhos, ao longo da vida cometemos erros, comemoramos conquistas, e Deus vê tudo isso.

Na verdade estamos, a todo instante sob o olhar de Deus. Mesmo diante de atos que desagradem o coração do Senhor, estamos sob o olhar dEle. È preciso lembrar que o olhar de Deus não é como a idéia pregada durante o período da Idade Média, ou seja, um olhar ditador, um olhar que soma erros para nos “castigar” depois. O olhar de Deus é amável, mas, sobretudo justo.

Porém nos deparamos com algumas situações tão desgastantes a ponto de duvidar desse olhar atento do Senhor sobre a nossa vida.

O sentimento da dúvida é pior do que o conhecimento da verdade. Muitas vezes a verdade abala, surpreende, mas a dúvida corrói, ela mantém a chama da esperança latente, a dúvida não deixa as feridas cicatrizarem.

O mal entra nesse ponto, o diabo tenta, a todo instante, colocar em dúvida a integridade, a sinceridade, o temor, o amor de Deus por nós e o nosso relacionamento mútuo.

É por isso que seguidas vezes o pneu do seu carro fura sem nenhum motivo aparente, ou o carro é roubado, embora estivesse seguro no estacionamento, você sofre afrontas, é humilhado, enfim sofre o pior da maneira mais infeliz. Muitos se dizem acometidos pela famosa Lei de Murphy, que diz o seguinte: “Se alguma coisa pode dar errado, dará.

E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”

Estamos todos sujeitos a essa lei, porém a grande diferença está na maneira como reagimos. Sua reação determinará o ponto máximo de sua integridade à Deus.

 “Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Ef.6.16)

Nesse ponto temos a história de Jó como referencial para proceder frente a essas difíceis situações. Ele foi provado por cerca de 7 anos e não levantou uma palavra sequer de acusação contra Deus. Sua integridade e seu temor a Deus permaneceram intactos. Mesmo sendo instigado, Jó manteve-se íntegro e reto diante do Senhor.

Mantenha-se firme diante de Deus. A situação pode ser como um deserto com sol escaldante durante o dia e um frio insuportável ao cair da noite, mas não desista! Persevere!

“Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram conta nós, e nos teriam engolidos vivos, quando a sua ira se ascendeu contra nós...” (Sl 124.2-3)

Pr. Jorge Linhares 

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

quinta-feira, 5 de abril de 2018

ATITUDES DIANTE DAS PERSEGUIÇÕES


Inúmeras mensagens, estudos e livros têm abordado a vida do patriarca Jó, e de todos eles são tirados ensinamentos preciosos para a vida do cristão.

Sua firmeza, integridade e retidão diante de Deus dão-nos a certeza de que mesmo diante de adversidades profundas, jamais o Senhor nos abandona.

“Os olhos do Senhor passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dele”. (IICr 16.9)

Percorremos os mais diversos caminhos, ao longo da vida cometemos erros, comemoramos conquistas, e Deus vê tudo isso.

Na verdade estamos, a todo instante sob o olhar de Deus. Mesmo diante de atos que desagradem o coração do Senhor, estamos sob o olhar dEle. È preciso lembrar que o olhar de Deus não é como a idéia pregada durante o período da Idade Média, ou seja, um olhar ditador, um olhar que soma erros para nos “castigar” depois. O olhar de Deus é amável, mas, sobretudo justo.

Porém nos deparamos com algumas situações tão desgastantes a ponto de duvidar desse olhar atento do Senhor sobre a nossa vida.

O sentimento da dúvida é pior do que o conhecimento da verdade. Muitas vezes a verdade abala, surpreende, mas a dúvida corrói, ela mantém a chama da esperança latente, a dúvida não deixa as feridas cicatrizarem.

O mal entra nesse ponto, o diabo tenta, a todo instante, colocar em dúvida a integridade, a sinceridade, o temor, o amor de Deus por nós e o nosso relacionamento mútuo.

É por isso que seguidas vezes o pneu do seu carro fura sem nenhum motivo aparente, ou o carro é roubado, embora estivesse seguro no estacionamento, você sofre afrontas, é humilhado, enfim sofre o pior da maneira mais infeliz. Muitos se dizem acometidos pela famosa Lei de Murphy, que diz o seguinte: “Se alguma coisa pode dar errado, dará.

E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.”
Estamos todos sujeitos a essa lei, porém a grande diferença está na maneira como reagimos. Sua reação determinará o ponto máximo de sua integridade à Deus.

“Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno” (Ef.6.16)

Nesse ponto temos a história de Jó como referencial para proceder frente a essas difíceis situações. Ele foi provado por cerca de 7 anos e não levantou uma palavra sequer de acusação contra Deus. Sua integridade e seu temor a Deus permaneceram intactos. Mesmo sendo instigado, Jó manteve-se íntegro e reto diante do Senhor.

Mantenha-se firme diante de Deus. A situação pode ser como um deserto com sol escaldante durante o dia e um frio insuportável ao cair da noite, mas não desista! Persevere!

“Não fosse o Senhor, que esteve ao nosso lado, quando os homens se levantaram conta nós, e nos teriam engolidos vivos, quando a sua ira se ascendeu contra nós...” (Sl 124.2-3)

Pr. Jorge Linhares 

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz