"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 7 de janeiro de 2017

GENEROSIDADE: O AMOR EM AÇÃO

“Mais bem-aventurado é dar do que receber” (At 20.35).

Antes de falar sobre a generosidade precisamos entender algumas verdades importantes: de onde viemos, quem somos e para onde estamos indo? A Bíblia diz que fomos formados do pó, somos pó e voltaremos ao pó. Nossa origem é pó. Nosso destino é pó. Nosso presente é pó. Em nossa origem não tínhamos nada. Para a sepultura não levaremos nada. Consequentemente, tudo o que ajuntamos entre o pó que fomos e o pó que seremos não é nosso. Nada tivemos e nada teremos. Nada trouxemos e nada levaremos. Somos apenas mordomos daquilo que é de Deus. Se estamos tomando conta daquilo que pertence a Deus, precisamos perguntar: que princípios Deus estabelece para usarmos os recursos dele que estão em nossas mãos?

​EM PRIMEIRO LUGAR, DEUS REQUER DE NÓS UMA ATITUDE DE GENEROSIDADE COM O PRÓXIMO.
A generosidade é uma expressão da graça de Deus em nós e um transbordamento da graça de Deus através de nós. A generosidade de Deus é o exemplo que devemos seguir. Deus amou-nos e deu-nos o seu Filho. Jesus nos amou e a si mesmo se entregou por nós. Nós devemos amar o próximo a dar nossa vida por ele.

Deus sempre nos dá mais do que precisamos e isso não é para retermos com usura, mas para repartirmos com generosidade. Temos mais sementes do que conseguimos comer. Portanto, seria falta de amor guardar só para nós as sementes que estão sob nosso poder quando pessoas à nossa volta carecem de socorro. Devemos repartir com generosidade, pois quanto mais semeamos, mais Deus multiplica a nossa sementeira.

A palavra de Deus diz que a alma generosa prosperará. Quando damos ao pobre, a Deus emprestamos. Deus socorre os necessidades pelas nossas mãos. Os recursos de Deus estão sob nossa administração e Deus requer de nós fidelidade nessa administração.

​EM SEGUNDO LUGAR, DEUS REQUER DE NÓS UMA MOTIVAÇÃO PURA NO EXERCÍCIO DA GENEROSIDADE.
A generosidade cristã é diferente de filantropia. Suprir as necessidades do próximo não é tudo o que Deus requer de nós. Ele se importa, sobretudo, com a nossa motivação. Há muitos que contribuem, de forma farisaica, apenas para serem vistos e aplaudidos pelos homens. Há outros que, por ganância, abrem a mão ao necessitado numa espécie de barganha com Deus. A generosidade precisa ser espontânea, altruísta e frequente.

O vetor que move a alma generosidade é a glória de Deus e o amor ao próximo. Deus ama a quem dá com alegria. A contribuição cristã não é um favor que fazemos ao próximo; é uma graça que Deus concede a nós. Antes de dar uma oferta a alguém precisamos dar a nós mesmos a Deus e ao próximo.

​EM TERCEIRO LUGAR, DEUS REQUER DE NÓS CONSTÂNCIA E PROPORCIONALIDADE NO ATO DA GENEROSIDADE.
A contribuição precisa ser planejada, regular e proporcional. Não é um ato esporádico, é uma prática constante. Não é um pico de emoção, mas uma ação permanente. Cada um deve contribuir segundo as suas posses. Não dá com generosidade quem não dá proporcionalmente. Não dá com amor, quem só dá esporadicamente. Assim como Deus é constantemente generoso conosco, devemos, também, expressar ao nosso próximo nossa constante generosidade.

​EM QUARTO LUGAR, DEUS PROMETE AOS GENEROSOS UMA RECOMPENSA ETERNA.
A generosidade demonstrada aos homens, traz não apenas alívio ao próximo, mas, também, glória ao nome de Deus. Aquilo que fazemos em nome de Cristo na terra, reverbera no céu. Até um copo de água fria que damos à alguém, em nome de Cristo, não ficará sem galardão.

Jesus foi enfático ao dizer que mais feliz é aquele que dá do aquele que recebe. Quanto mais generosos somos, mais nos tornamos parecidos com o Pai Celestial. Quanto mais generosos somos, mais Deus é glorificado em nós e mais nós nos deleitamos nele.

Que aprendamos com Deus a sermos generosos! Que nosso coração, nossas mãos, nosso bolso e nossa casa se abram para o exercício da generosidade!

Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Amor! Amor? Sim, Amor!


Segui o amor (1 Co.14.1). “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros”. (Jo 13,35). “O meu mandamento é este, que vos ameis uns aos outros assim como eu vos amei... para que a vossa alegria seja completa”. (Jo 15.12,11).

Amor... amor... amor... Nós, os cristãos, falamos muito sobre esse assunto “Deus é amor”, “Jesus o ama”. “Eu o amo”. Mas, lamentavelmente, não amamos de fato o nosso próximo.

Um amor que aceita, que aprova, que acredita nos outros, que é paciente, bondoso, que não é egoísta, nem invejoso, que não guarde rancor, e não se incomoda quando sofre uma injustiça; um amor leal, que acredita e espera o melhor, que não se alegra com a injustiça, mas sim quando a verdade vence; um amor de tal espécie resiste a todas as circunstâncias sem fraquejar.

É esse o amor que Deus tem por nós, e é esse o amor que ele ordena que tenhamos uns aos outros.

É esse amor que cura feridas, que expulsa receios e dissipa rancores.

É esse amor que nos torna íntegros e capazes de corresponder com um amor livre do medo de ser rejeitado e magoado. É o amor agape. Esse amor é o fruto do Espírito Santo, quando maduro é a luz que conduz outros à fonte: o amor de Deus por nós em Cristo Jesus.

Deus nos cura porque ama. Faz milagres porque ama. Deus é amor, e o seu poder manifestado em nós e através de nós é amor, um amor sobrenatural, divino, intensamente pessoal, pelo indivíduo criado por ele.

A mensagem que ele manda ao mundo é a mensagem do amor. Nós fomos escolhidos para ser seus mensageiros, canais pelos quais seu amor fluirá. O seu plano para que isto se torne real, é nos fazer amar também. Foi-nos dada habilidade para amar, mas nossa é a iniciativa de praticá-lo pela fé.

Deus nos faz encontrar certas pessoas justamente para nos mostrar como somos incapazes de amar os outros por nós mesmos. Ele não o faz para que nos sintamos maus, mas para nos dar uma oportunidade de experimentar seu amor transformador em nós e na vida das pessoas que foram designadas por ele para que amássemos.

Amar, deliberada e intencionalmente como Cristo nos ama, requer sempre a atuação de nossa vontade. Tomemos a decisão de amar, sintamos ou não o amor.

Deus nos mostrará maneiras práticas e específicas de transmitir esse amor à pessoa que ele nos apresentar e em seguida experimentaremos um amor muito mais profundo por ela, um amor que nunca sentíramos antes. Será um amor estável e constante, pois vem de uma fonte superior. O que está muito acima dos nossos limitados recursos.

É o amor de Deus enchendo-nos de tal maneira que chega a transbordar, extravasando para os outros por nosso intermédio. É isto que significa estar arraigado no amor de Deus. Nesse solo fértil, nossa própria habilidade de amar crescerá cada vez mais. Desta forma o Espírito Santo produz seu fruto em nossa vida.

Cada desafio, cada provação ou oportunidade de crescimento nos capacita ainda mais para ser veículos do seu amor e do seu poder. “No amor não existe medo; antes o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor.” (I João 4.18). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. (I João 4.7). “...aquele que ama a Deus ame também o seu irmão.” (I João 4.21).

“Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como eu também tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço. Tenho-vos dito estas cousas para que o meu gozo esteja em vós.” (Jo 15.9-11)

Litrazini

Graça e Paz