"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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domingo, 4 de dezembro de 2022

PRECISAMOS DO PERDÃO DIVINO

A Bíblia afirma que o homem é responsável pelo seu pecado e, a nossa consciência também afirma isto quando pecamos.

“Pois já as minhas iniquidades ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças”: Sl 38.4

O pecado era uma carga muito pesada.

O Salmista e muitos outros servos de Deus, reconheceram-se pecadores.

Josué 7.20 (Acã); I Sm 15.24 (Saul); Lc 15.21 (Filho pródigo).

Entre todos, foi o Apóstolo Paulo, um grande homem de Deus, que reconheceu a força e o poder do pecado sobre a sua vida.

Vivemos num mundo de pecados, mas não devemos nos manchar com práticas pecaminosas.

Cristo na oração sacerdotal rogou a Deus: “Eu não te peço que os tires do mundo, mas, sim, que os livres do mal.”

Enquanto estamos no mundo, cometemos pecados, mas não podemos viver na prática do pecado (fazer sempre), porque Cristo está em nós e, Ele não está sob o jugo do pecado.

“Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do diabo”: I João 3.8.

O cristão é um ser humano sujeito a cair, tem falhas e erros comuns a todos, porém ele é vencedor sobre o pecado.

Biblicamente, tão importante quanto reconhecer nossos pecados, é confessá-los a Deus.

É dizer a Deus, sinceramente, que precisamos do perdão divino.

“Enquanto me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido o dia todo. Pois, de dia e de noite, a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Disse: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões, e tu perdoaste a culpa do meu pecado” Sl 32.3 a 5

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 8 de abril de 2020

PRECISAMOS DE AVISOS DIVINOS


Os presépios deixaram eles famosos, os reis magos que seguiram a estrela até o local onde estava o bebê Jesus. Lá chegando, o adoraram, entregaram presentes dos seus tesouros e, terminada a visita com toda a carga de emoção esperada, partiram para voltar pelo caminho que tinham vindo. Esse é o ponto final da narrativa. E é a partir deste ponto que quero compartilhar algumas lições.

Herodes queria encontrá-los, queria saber se eles tinham encontrado o Rei bebê e, caso tivessem encontrado, queria saber o endereço, pois matar o menino era a missão e o desejo de Herodes. Os magos, porém, foram divinamente avisados para retornarem por outro caminho e assim evitariam Herodes.

Muitas vezes nossos inimigos não serão aniquilados, se apenas forem evitados já será o suficiente para o nosso livramento. Em outras palavras, fuja daqueles que querem o seu mal, deixe-os nas mãos de Deus.

Outro detalhe que você não pode deixar passar, aqueles homens foram atrás de Jesus, queriam adorar, levaram ofertas. Após todo o clímax da visita e da bênção de contemplar o Messias, chegou o momento de voltar à rotina, encarar perigos, enfrentar riscos, seguir em frente. Exatamente como nossas rotinas de adoração, elas terminam e, após momentos ímpares na presença do Rei, temos de voltar ao caminho com todos os perigos que ele tem.

Jesus, no entanto, não fica limitado aos espaços consagrados à adoração. (Ainda bem!). Seguir a luz que leva a Jesus, adorar ao Rei, render nossa oferta de louvor e gratidão à Ele é muito mais que liturgia, é relacionamento, é intimidade, e é só nesse nível que o Senhor compartilha segredos, orientações. Aqueles homens foram divinamente avisados sobre o real perigo que corriam.

Todos nós precisamos de avisos divinos. Todos nós deveríamos obedecer avisos divinos. Eles acontecem de diversas formas. O conselho de um pai, a preocupação de uma mãe, o zelo de um pastor, o ônibus que atrasou, o vôo que foi cancelado, a porta que se fechou, a porta que se abriu, a palavra que se pregou, enfim, as possibilidades são muitas e Deus continua divinamente avisando seus adoradores: Não andem no caminho mal, sigam pelo caminho bom.

Quantos tipos de Herodes planejam nossa morte? Quantos estão esperando um vacilo pra acabar com os nossos sonhos, projetos e planos?

Como aqueles magos, talvez nem imaginemos os perigos que estamos correndo, mas o Rei que adoramos sabe. Portando é nEle que confiamos, pois um único, simples e divino aviso dEle muda o destino de nossas vidas.

Adoremos o Cordeiro, dediquemos a devida honra que só a Ele pertence e, com prudência, mantenhamos os ouvidos bem atentos e os corações bem abertos, quem sabe Ele esteja enviando um divino aviso exatamente agora. Quem sabe...

Edmilson Ferreira Mendes

Por Litrazini
Graça e Paz