"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

FÉ NA PROVIDÊNCIA DE DEUS

Para o cristão, parte do significado da fé é que é o dom de Deus que nos capacita a enfrentar as incertezas e a aparente falta de significado de grande parte da história deste mundo.

Mas imaginar que essa fé nunca se sente ameaçada pela maldade do homem para com o homem, ou pelos azares da "natureza", é superproteção bem aventurada ou estupidez obstinada.

Há, deste lado do céu, muitas coisas cujo significado encontra-se escondido no mistério de Deus.

Há muitas experiências que muitos de nós teríamos preferido não atravessar.

Embora grande parte do mal possa ser entendida em termos do abandono pecaminoso dos padrões de vida que, como ensina a fé cristã, personificam a vontade de Deus;

Há muita coisa que não tem expli­cação ou causa humana.

A nossa fé na providência de Deus deve ser suficientemente grande para enfrentar estas incertezas;

Como também para lidar com os sentimentos dolorosos e às vezes amargos que elas trazem.

Para tantas incertezas, a fé em Deus é um dom que ajuda a enfrentar tudo.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

sábado, 28 de dezembro de 2024

CONFIANÇA NA PROVIDÊNCIA DE DEUS

A oração é, e sempre foi, o lado ativo da doutrina da providência.

A oração é o reconhecimento, não do benefício psicológico de algum exercício mitológico, mas do fato de que nós cremos que Deus existe;

Deus que se importa conosco, que está no controle e que providencia tudo;

Cremos de tal modo que estamos dispostos a falar com Ele.

A providência nos lembra que não passamos de criaturas, que somos dependentes de Deus e que, junto com o mundo todo, estamos sob o senhorio de Deus;

A oração é uma atividade pela qual reconhecemos que não podemos ser nosso próprio senhor.

A providência nos lembra que nem tudo é desesperadamente absurdo ou sem sentido;

A oração é a nossa ma­neira de dizer "sim" diante da convicção de que Deus está operando os seus propósitos na natureza, nos homens e na história.

A pro­vidência é um lembrete de que o Senhor é um Deus de graça e generosidade;

A oração é a nossa maneira de responder ao seu convite para fazermos parte da família da sua aliança, para sermos seu filho ou sua filha, seus cooperadores neste mundo.

A providência nos lembra que o Deus vivo não é um destino imutável diante do qual só podemos manter silêncio e ficar passivos;

A oração é a nossa reação diante do convite de Deus para que partilhemos da comunhão com Ele, uma expressão da nossa união com Ele.

Através da oração nós expressamos a nossa confiança na providência de Deus e descobrimos como a nossa própria vontade deve ser alinhada com a sua vontade soberana e cheia de amor por nós.

A nossa ação na oração se encontra na sua resposta transforma­dora.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

JOSÉ E A PROVIDÊNCIA DE DEUS


José, porém, lhes disse: […] Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em
bem. (Gn 50.19-20)

Algumas vezes, o Antigo Testamento extrai várias lições de uma única situação. A história de José é um bom exemplo. 

Primeiro temos uma lição de história. Deus usou o confronto entre os impérios (história secular) para preparar a história de seu povo (“história da salvação”). 

O Deus de Abraão, Isaque e Jacó reafirmou sua aliança a cada geração. Porém, quando Jacó ficou velho, o propósito de Deus foi ameaçado pela fome. Jacó então enviou seus filhos ao Egito para comprar grãos. E como José diria mais tarde, “Deus me enviou à frente de vocês para lhes preservar um remanescente nesta terra e para salvar-lhes a vida com grande livramento” (45.7).

A segunda lição se refere à providência de Deus. José foi vítima de uma série de injustiças. Ele foi capturado, escravizado, falsamente acusado, preso injustamente e esquecido por seus colegas de prisão, que haviam prometido interceder em seu favor. 

No entanto, em meio a toda essa maldade, Deus estava atuando de modo a promover o seu bem. Como José disse a seus irmãos: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos” (50.20).

Por último, temos uma lição de perdão. José poderia ter reagido de forma diferente em relação a seus irmãos, vingando-se deles ou deixando-os envergonhados. Mas, em vez disso, ele preferiu colocar à prova seu aparente arrependimento. Para isso, ele exigiu que seu irmão mais novo, Benjamim, ficasse no Egito, como refém. 

Foi um momento dramático. Os irmãos já haviam sacrificado José; teriam agora coragem de sacrificar Benjamim? 

Não! Judá adiantou-se, implorando pela libertação do rapaz e oferecendo-se para ficar como escravo no lugar dele. 

Como os irmãos de José estavam mudados! O arrependimento deles era evidente. José ficou satisfeito, e então se revelou a eles, demonstrando seu perdão ao abraçá-los. Veja Gn 50.15-21 

Retirado de A Biblia Toda, o Ano Todo. [John Stott]. Editora Ultimato.

Por Litrazini

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Graça e Paz

domingo, 8 de dezembro de 2019

SE PODEMOS SIMPLIFICAR, PORQUE COMPLICAR?


Deus, mesmo sendo invisível aos nossos olhos; deixa-nos sinais em todos os lugares: na manhã que nasce calma, no dia que transcorre com o calor do sol ou com a chuva que molha a relva. Basta olhar ao redor.

Por vezes, nos comportamos como incrédulos, apesar dos sinais, apesar dos livramentos, não confiamos na providência divina, nos desesperamos, queremos resolver as coisas do nosso jeito, no nosso tempo.

Muito bonito declarar que todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus e vivem segundo o seu propósito, o difícil e fazer disso realidade no nosso dia a dia, o difícil é crer que situações adversas são provas permitidas pelo Senhor para que cresçamos na fé e possamos lidar com provas mais difíceis à frente.

O difícil é entender que o que cremos ser bom hoje, pode nos trazer conseqüências terríveis em um futuro não tão distante.

Lindo declarar que Deus é bom e que sua benignidade dura para sempre, todavia ao sinal da primeira contrariedade ou obstáculo, enchemos os nossos lábios com murmurações e abrimos uma avenida enorme para Satanás nos oprimir.

Porque será que esquecemos tão rápido o poder, a soberania e as promessas de Deus

Quero lembrar que mesmo em momentos de agonia e desespero, podemos recorrer ao nosso Pai Celestial, pois temos inúmeras promessas de consolo e conforto em sua Palavra. Confira:

Quando você diz: “Não posso resolver...“ Deus diz: “Eu dirijo os teus passos” (Pv. 3:5-6)

Quando você diz: “É impossível...“ Deus diz: “Tudo é possível” (Lc. 18:27)

Quando você diz: “Me sinto só...“ Deus diz: “Não Te deixarei, nem Te desamparei” (Hb. 13:5)

Quando você diz: “Eu não posso fazer...“ Deus diz: “Tudo podes” (Fp. 4:13)

Quando você diz: “Não mereço perdão...“ Deus diz: “Eu Te perdôo” (1João 1:9; Rm. 8:1)

Quando você diz: “Tenho medo...“ Deus diz: “Não Temas, EU estou contigo” (Is. 41:10)

Quando você diz: “Estou muito cansado...“ Deus diz: “EU te farei descansar” (MT. 11:28-30)

Quando você diz: “Ninguém me Ama de Verdade...“ Deus diz: “EU TE AMO” (João 3:16 ; João 13:34)

Quando você diz: “Não sei como seguir...“ - Deus diz: “EU Te ensinarei o Caminho” (Sl. 32:5)

Quando você pergunta: “Que Caminho me conduz a Deus?“ - Deus diz: “Meu Filho Amado Jesus Cristo” (1 Tm. 2:5; Atos 4:12; João 3:16)

Para quem Deus e a Palavra d`Ele são reais de fato, não tem que continuar sofrendo e levando rasteira do maligno, mas simplesmente fazer o que as Escrituras orientam no Salmo 37.5 quando diz: Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará.

Mas a Palavra ainda faz um alerta no Salmo 118.8 (o versículo central da Bíblia): É melhor confiar no SENHOR do que confiar no homem.

Porque complicar se podemos simplificar as coisas?

Como? Simplesmente crendo!!

Por Litrazini
Graça e Paz