"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

INVERSÃO DOS VALORES

A Igreja, “coluna e firmeza da verdade” (1 Tm 3.15), tem como missão, não apenas anunciar o evangelho, mas denunciar os pecados e os valores mundanos dos homens (1 Tm 1.18-20).

A palavra “valor” origina-se do latim e significa “ser digno”. “Valores”, no contexto desta lição, referem-se aos princípios éticos e sociais aceitos por uma pessoa ou grupo, isto é, ao comportamento humano, suas regras e padrões.

Atualmente, tem havido uma “inversão” desses valores: a ética e a moral cristãs, antes aprovadas pela sociedade, vêm sendo sistematicamente substituídas por princípios amorais mundanos (Is 5.18-25; Cl 2.8).

Em 2 Pedro 1.3-10, a Palavra de Deus estabelece os princípios éticos, as virtudes e valores necessários à boa conduta dos filhos de Deus.

INVERSÃO DOS VALORES BÍBLICO-CRISTÃOS

CAUSAS DA INVERSÃO DOS VALORES.
Ao folhearmos alguns jornais e revistas seculares, constatamos o quanto os valores éticos e morais cristãos têm sido desprezados pela sociedade moderna. Vejamos as causas:

ASCENSÃO DO RELATIVISMO MORAL.
Segundo esta teoria filosófica, não existe norma moral ou ética válida para todas as pessoas. As normas variam de cultura para cultura, de pessoa para pessoa. Cada um vive conforme as regras que estabeleceu para si mesmo. Assim, há uma ética para o cristão, outra para o ateu e uma terceira para os que não se enquadram nas anteriores.

Não existem, de acordo com esse pensamento mundano, normas, verdades ou valores que sirvam para todas as pessoas em todos os lugares.

MANIFESTAÇÃO SOCIAL DO PLURALISMO.
O pluralismo reconhece que há uma multiplicidade de culturas, religiões e posições éticas e morais conflitantes. Essa doutrina filosófica, todavia, diz que essas posições contraditórias podem coexistir, como se cada uma delas trouxesse uma parte da verdade e, nenhuma, a verdade completa ou absoluta. Assim, a verdade encontra-se em cada sistema religioso, filosófico ou moral.

Segundo esse pensamento, o cristianismo traz uma parte da verdade, o budismo outra e assim sucessivamente. Segundo o pluralismo, assumir e respeitar diferentes valores em uma sociedade em constante mudança é uma manifestação de empatia e tolerância com o outro.

CRESCENTE MUNDANISMO.
O mundanismo faz constante oposição à igreja e aos valores cristãos (Tg 4.4; 1 Jo 2.15-17). A sociedade organizada e rebelada contra Deus, tem estabelecido suas próprias leis, sem a menor consideração aos mandamentos divinos.

O que temos visto, infelizmente, é o sagrado e o religioso curvarem-se ante o profano e o secular, até mesmo em certas denominações evangélicas.

OS VALORES CRISTÃOS INVERTIDOS.
Há uma lista considerável de princípios bíblicos que não apenas foram desvalorizados, mas ultrajados pela sociedade pós-moderna. Vejamos:

QUANTO AO CASAMENTO: Atualmente, em algumas sociedades, já se aceita a união entre pessoas do mesmo sexo. É contrario à Palavra de Deus, família e os valores cristãos O Senhor instituiu e abençoou apenas a união entre homem e mulher (Gn 1.27,28; 2.22-24).

A Bíblia é implacável neste caso: “Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos... herdarão o Reino de Deus” (1 Co 6.9-10 – NVI).

QUANTO À FAMÍLIA: As virtudes cristãs concernentes à família estão sendo substituídas por valores anticristãos: filhos que não respeitam os pais; pais permissivos quanto à moralidade; e a substituição do culto à moralidade; e a substituição do culto doméstico por entretenimentos perniciosos etc.

QUANTO À IGREJA: Nesses “tempos trabalhosos”, muitas comunidades cristãs valorizam mais o “ministério” bem-sucedido do pregador que a santidade e o testemunho mantido por ele; mais o marketing ministerial do que os verdadeiros sinais do poder de Deus. Pregadores santos e tementes a Deus são preteridos por aqueles que buscam o louvor próprio em vez da glória de Cristo.

Os elevados preceitos da Palavra de Deus são imutáveis e servem de regra para orientar os homens em todas as gerações (Is 30.21; Mt 24.35; 2 Tm 3.16). Esses valores são insubstituíveis, e devem ser coerentes com o testemunho cristão

A igreja deve viver o que prega e pregar o que vive.

Fonte: Casa Publicadora das Assembléias de Deus

Por Litrazini

Graça e Paz 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

A VANTAGEM É NOSSA

O Espírito que está em vocês é mais forte de que o espírito que está naqueles que pertencem ao mundo. (1Jo 4.4)

A vara de Moisés era mais forte do que a coroa do rei do Egito.

A funda e a primeira das cinco pedrinhas de Davi eram mais fortes do que o gigante Golias.

Os seiscentos homens endividados, amargurados e insatisfeitos que estavam sob o comando de Davi eram mais fortes do que os três mil soldados experientes do rei Saul.

Os cinco pães e as duas sardinhas daquele menino que estava no meio da multidão do outro lado do mar da Galileia eram mais fortes do que todos os pães e peixes de qualquer padaria ou peixaria.

O espinho na carne de Paulo tinha mais valor do que todos os pós-doutorados do professor tal.

O Espírito Santo é muito mais forte do que todos os espíritos imundos, que estão no céu, na terra e debaixo da terra.

O Espírito Santo é uma realidade.

Quando se arrepende dos seus pecados e se converte a Jesus, o pecador salvo torna-se morada do Espírito. Graças a essa presença no seu interior, o crente pode vencer o pecado dentro de si.

O Espírito gera sabedoria e poder, produz o chamado fruto de Espírito e os chamados dons do Espírito, traz à lembrança o nome, a pessoa e o ensino de Jesus.

O Espírito Santo não é um espírito qualquer, não é um espírito imundo, não é um espírito maligno. É o Espírito Santo, o Espírito de Deus, o Paracleto de Jesus Cristo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade.

É por causa da presença desse Espírito que os leitores de João “já ganharam a luta sobre aqueles que se opõem a Cristo” (1Jo 4.4, NBV).

Essa tremenda guerra é desigual para os espíritos imundos, mas não para o Espírito Santo.

Aqueles são muitos e têm algum poder. No entanto, mesmo que eles estejam juntos sob o comando do Diabo, o Espírito tem muito mais poder!

Se estivermos sempre em sintonia com o Espírito Santo, o espírito imundo pode nos peneirar, mas nunca nos derrotar!

Retirado de Refeições Diárias com os Discípulos. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz