terça-feira, 24 de dezembro de 2019

AUTORIDADE DELEGADA


Antes de voltar aos céus, de onde viera, Jesus nos deu ordens para que, no nome dEle continuássemos a fazer a obra que Ele havia começado. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para o meu Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” Jo.14.12,13.

A vinda de Jesus foi o raiar de uma nova era para a humanidade. Após sua crucificação e antes de partir para os céus Jesus reúne os seus discípulos e lhes ordena que continuem a sua obra. Para tanto, Ele lhes dá a faculdade de usar o seu nome para fazer o mesmo que ele fazia.

Quando Jesus ressuscitou, Ele venceu o pecado, satanás, a doença, a morte, o inferno e o túmulo, e nos deu direito legal de utilizarmo-nos de seu nome. Jesus deixou conosco seu nome.Temos o direito de usá-lo.

A satanás é ordenado respeitar esse nome que é sobre todo o nome, e todo o seu reino tem de obedecer as nossas ordens, quando dadas no nome de Jesus Cristo. O nome de Jesus significa autoridade. Leia Lucas 10.16 a 20.

Quando Jesus nos deu o direito de usar esse nome, o Pai sabia todo o significado dele. Quando pessoas oprimidas o mencionam em oração, é de agrado do Senhor reconhece-lo. As possibilidades envolvidas nesse nome são além do nosso entendimento.

Ao reclamarmos nossos privilégios e direitos na nova aliança e orarmos em nome de Jesus, parece que o pedido, ou a súplica, passa das nossas mãos para as mãos de Jesus. Ele, então, assume a responsabilidade dessa necessidade, e sabemos que ele disse: “...Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. Eu bem sei que sempre me ouves” (Jo.11.41). Isto é, sabemos que o Pai sempre ouve a Jesus, e quando oramos no nome de Jesus, é como se Jesus mesmo orasse. Ele ocupa o nosso lugar. O Pai nos dá a resposta, e nos regozijamos.

Lidiomar T Granatti / Litrazini
Graça e Paz

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