"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 7 de outubro de 2025

O QUE QUER DIZER "FILHO DO HOMEM"

A expressão "filho do homem" é encontrada muitas vezes, tanto no Velho como no Novo Testamento.

Originalmente, foi usada como sinônimo de "homem".

Isaías 51:12 diz: "Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?"

Chegando ao Novo Testamento, "filho do homem" é usado quase exclusivamente para falar sobre Jesus.

O próprio Cristo utilizou esta expressão, segundo os quatro relatos do evangelho, para se identificar inúmeras vezes.

Assim, Ele enfatiza sua própria humanidade, o fato que Ele se fez carne e habitou entre homens (João 1:14).

Mas esta descrição jamais é usada para sugerir que Jesus era mero homem.

Contra as doutrinas humanas que sugerem que Jesus era um homem glorificado, a Bíblia ensina que Ele é Deus que se humilhou.

Em João 6:62: "Que será, pois, se virdes o Filho do Homem subir para o lugar onde primeiro estava?"

Paulo confirma a mesma coisa em Filipenses 2:5-8.

Assim, o Filho do Homem mostrou sua autoridade na terra (Mc 2:10,28).

Depois de sua morte e ressurreição, Ele afirmou que tinha recebido toda autoridade (Mt 20:28).

Como Daniel o viu descendo nas nuvens, Jesus prometeu vir nas nuvens em julgamento (Mc 13:26).

Algum tempo depois da ascensão de Jesus, Estevão foi privilegiado em ver "o Filho do Homem, em pé à destra de Deus" (Atos 7:56).

Vamos obedecer ao Filho do Homem, que tem toda autoridade.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 15 de maio de 2025

AUTORIDADE DA PALAVRA DE DEUS

Há uma porção enorme de experiências que provocam emoções no cristianismo

A descoberta de Deus, a aceitação do evangelho, o perdão de pecados, a prática da comunhão com Deus e com os irmãos;

O fruto do Espírito (amor, alegria, paz etc.), a prática do desabafo espiritual, o exercício da esperança e assim por diante.

O verdadeiro cristão não é seco. Ele vibra, alegra-se e também chora.

Todavia, o cristão não deve ser movido a emoções.

As emoções falham muitas vezes. São circunstanciais.

Dependem com frequência de um belo dia, de um bom estado de saúde, de companhia, de boas notícias.

A vida vitoriosa não pode depender das emoções.

Ela precisa depender da autoridade da Palavra de Deus.

Se as emoções falham, a Palavra não falha, pois quem faz as promessas é “o Deus que não pode mentir” (Tt 1.2).

O cristão movido a emoções é volúvel, instável e vítima de arroubos e depressões constantes.

A ordem certa, como diz F. B. Meyer, é fato (o que a Bíblia diz), fé (apropriação das promessas de Deus) e emoções (consequência natural, imediata ou posterior).

“Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 Jo 1.9).

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 7 de maio de 2025

VERDADES GERADORAS DE AUTORIDADE

Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda força do inimigo. E nada vos fará dano algum. (Lc 10.19)

O nome de Jesus - Em meu nome expelirão demônios (Mc 16.17)

Esse nome carrega em si mesmo o peso da vitória que ele obteve na cruz e na ressurreição.

A Palavra de Deus - Tomai o capacete da salvação e a espada do Espírito que é a Palavra de Deus. (Ef 6.16)

Foi com a Palavra que Jesus venceu o diabo no deserto. A Palavra de Deus é o que Deus é.

O Poder do Espírito Santo - Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo... (Atos 1.8)

Ficai em Jerusalém até que do alto sejais revestidos de poder... O Espírito Santo é Deus operando em nós.

O Sangue de Jesus - Eles, pois, o venceram por causa do sangue do Cordeiro. (Ap 12.11)

Ao mencionar o sangue de Jesus estamos aplicando a cada situação a derrota sofrida pelo inimigo fazendo Deus operar no presente.

O sangue de Jesus é um memorial do triunfo de Cristo na cruz.

Reafirmar as verdades divinas - E pela palavra do testemunho: Ap. 12.11

Tudo posso naquele que me fortalece.

Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.

O sangue de Jesus me purifica de todo pecado.

Esta verdade pulveriza as acusações e ameaças do inimigo.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 7 de novembro de 2024

AUTORIDADE ESPIRITUAL

Quando Deus fez o homem deu-lhe livre arbítrio e domínio, ou seja, autoridade sobre tudo.

Antes só Deus tinha autoridade. Mas delegou parte dela ao homem.

Com a queda (a desobediência) o homem delegou a autoridade que Deus havia lhe dado ao maligno.

“Então o Diabo, levando-o a um lugar elevado, mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E disse-lhe: Dar-te-ei toda a autoridade e glória destes reinos, porque me foi entregue, e a dou a quem eu quiser; se tu, me adorares, será toda tua. Respondeu-lhe Jesus: Está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Lc 4.5-8)

O diabo ainda, através do homem tem influenciado o mundo e causado tanto mal.

Porém satanás não possui autoridade completa sobre o mundo.

Ele opera hoje como fez no jardim: roubando do homem a autoridade.

O inimigo tentou fazer o mesmo com Jesus, na tentação.

Jesus ao ressuscitar reconquista a autoridade e nos devolve.

“Eis que vos dei autoridade para pisar serpentes e escorpiões, e sobre todo o poder do inimigo; e nada vos fará dano algum” (Lc 10.19)

“Estes sinais acompanharão aos que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos, e estes serão curados” (Mc 16.17-18)

Isto é incrível, fabuloso tudo que está nas mãos de satanás estás sujeito a nós pela autoridade que Jesus nos dá.

Ao ressuscitar Jesus procurou os discípulos e delegou a autoridade que havia tomado de satanás.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 15 de julho de 2024

REPOUSAR E DESCANSAR EM DEUS

O mesmo ensinamento que Cristo deu aos discípulos, o Espírito Santo nos ensinará nestes dias, para que sejamos revestidos da mesma autoridade de Jesus.

Nossa confiança está em Cristo e no que Ele fez por nós.

O Espírito Santo é o nosso ajudador diário (Jo 14.26).

Cremos que a confiança em Cristo aumentará a cada dia, basta depender única e exclusivamente dEle e a vitória virá.

Aprisionados, ameaçados e proibidos de falar sobre o nome de Jesus Cristo, os cristãos da igreja primitiva precisavam de coragem.

Em vez de ficarem calados, esconder de todo mundo a fé que tinham em Jesus, após serem cheios do Espírito Santo, mesmo diante da oposição, não pararam de proclamar a Palavra do Senhor.

Deus nos dá coragem para enfrentar todo tipo de batalha espiritual.

Tudo posso em Cristo que me fortalece”.

Jesus demonstrou grande humildade e confiança diante do Pai e sempre fez a vontade de Deus.

Em qualquer batalha, devemos olhar para o Senhor e, em oração, humildemente, confessar que dependemos exclusivamente dEle.

Não somos mais donos de nós mesmos, estamos sob as ordens de um novo Senhor.

Ele pagou um alto preço por nossas vidas e sairá em nossa defesa, se dEle dependermos para tudo.

NEle repousamos e descansamos.

Não devemos nos preocupar com os ataques demoníacos, mas, sim, confiar em Jesus Cristo e em seu poder libertador.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 14 de outubro de 2023

FONTE DE AUTORIDADE E PODER

O Senhor Jesus revela que a oração é fonte de autoridade espiritual e de poder: 

"Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai; e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu O farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu farei (Jo 14: 12-14)".

Jesus não fazia milagres por ser Deus. As obras maravilhosas que operava as fazia em Sua própria humanidade.

Se não fosse assim, não teria dito que qualquer um de Seus seguidores poderia fazer obras igual aquelas que Ele operava, e ainda poderia fazê-las muito maiores.

O Senhor Jesus cumpriu Seu ministério sem lançar mão da Sua divindade.

Não usou sua deidade para se eximir de problemas e dificuldades.

Operava maravilhas como homem.

Entretanto, como homem ungido pelo Espírito Santo.

Ele leu na sinagoga em Nazaré o que o profeta Isaías vaticinara a Seu próprio respeito: 

"O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos" (Lc 4.18).

O Espírito Santo está à disposição para ungir o povo de Deus para obra do Senhor.

E quanto mais o cristão pede essa unção mais ele a terá.

E não há outra forma de pedir esse poder a não ser pela oração.

Se quisermos produzir frutos para o reino de Deus precisamos orar.

A resposta é simples: porque não oram; preocupam-se com a aparência e esquecem da essência; dedicam-se a técnica e abandonam a comunhão; prendem-se ao material e rejeitam o espiritual.

Supliquemos a todo dia como aquele discípulo em Betânia: "Jesus ensina-nos a orar".

Com certeza, Ele irá nos atender.                                                                      

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

SUJEIÇÃO É ESSENCIAL

Davi não procurou o trono de Israel ao preço de rebeldia

“... Eis aqui o dia, do qual o Senhor te diz: Eis que te dou o teu inimigo nas tuas mãos, e far-lhe-ás como te parecer bem aos teus olhos. [...] O SENHOR me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do SENHOR, estendendo eu a minha mão contra ele; pois é o ungido do SENHOR. (1Sm 24:4-6)

Quando Saul desobedeceu, Deus o rejeitou e ungiu Davi               

Saul ainda estava na posição de autoridade

Para assumir o trono, Davi teria que rebelar

A obediência é mais importante que o trabalho

Se Davi reinasse através da rebeldia, teria sido tão inútil quanto Saul.

Davi aguardou que Deus operasse. Seu coração permaneceu obediente.

Davi chamou Saul de “meu Senhor” e o “ungido do Senhor”.

Sujeição à autoridade não se limita a estar sujeito a uma pessoa, mas é estar sujeito a unção que vem a ela quando Deus lhe ordena que seja uma autoridade.

Davi sustentou a autoridade de Deus

Abisai queria matar Saul, mas Davi proibiu. (1Sm 26.7-9)

Quando o jovem amalequita veio correndo a Davi em busca de uma recompensa, dizendo que tinha matado Saul, Davi ordenou que o jovem fosse morto. (2Sm 1.14)

Porque Davi sustentou autoridade o seu reino continua até o dia de hoje.

O Senhor Jesus é um descendente de Davi.   

E essencial que sejamos sujeitos à autoridade antes de exercermos a autoridade.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

DONS E FRUTO, FONTE DE PODER E AUTORIDADE

Os dons são os seguintes: Sabedoria, conhecimento, discernimento, Fé, cura, e milagres, Profecias, línguas e interpretação de línguas.

Os aspectos do fruto são: Amor, Alegria, paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, fé, mansidão, e domínio próprio.

Os dons são nove e o fruto é nônuplo em seus aspectos, e isso não é uma mera coincidência, mas uma necessidade tudo isso para existir equilíbrio.

Distinção entre os dons e o fruto

Os dons são dados, o fruto é gerado, os dons vem após o batismo no Espírito Santo, o fruto é na conversão, os dons são de fora para dentro, o fruto vem do interior, os dons já vem completo, o fruto requer tempo para crescer, os dons são dotação de poder, o fruto expressa o caráter...

Os dons vem pelo Espírito, o fruto vem por Jesus, os dons são distintos, o fruto é indivisível os dons confere poder, o fruto confere autoridade, os dons comunicam espiritualidade, o fruto irrepreensão,

Os dons identificam o que fazemos e, o fruto mostra o que somos, o mais interessante é que os dons podem ser imitados, porem o fruto nunca o será

Definição de fruto do Espírito: o fruto e seus aspectos

A caridade (Amor) é o ponto mais alto na vida cristã.

O gozo (alegria) é o amor obedecendo, é ter grande alegria com base no amor, na graça e nas bênçãos pela presença de Deus. Jo 14.23 Aquele que ama obedece.

A paz deve ser interna externa e eterna.

Longanimidade é o amor sofrendo, é ter paciência, sem desespero.1Co 13.7 Tudo sofre.1Pe 2.23.

Benignidade É o amor mostrando compaixão, é procurar nunca magoar ninguém.

Bondade é o amor agindo, é o zelo pela retidão 1Jo 3.16 - Ele deu a vida por nós e nós devemos dar a vida pelos nossos irmãos ... v18 Filhinhos, não amemos de palavras nem de língua mas ...

Fé é uma lealdade constante, é o amor confiando 1Co 13.7 - Tudo crê tudo espera.

Mansidão é a moderação associada a força e a coragem.

Temperança é o domínio sobre os nossos próprios desejos e paixões é um amor que controla 1Co 13.7 - Tudo suporta.... Rm 12.15 - Chorai com os que choram ... por cuja causa Jesus disse que os 10 mandamentos se encerram em dois. Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a si mesmo.

O fruto do Espírito aponta a caridade como o ponto mais alto na vida cristã, por cuja causa devemos amar o nosso próximo como a nós mesmo Mt 22.36-40, o amor aqui é (Agape) significa querer o bem para outras pessoas sem querer nada em troca, por isso Paulo diz que a caridade é o vínculo da perfeição Cl 3.14

Paulo faz alusão em 1Co 13.1-8. Ainda que eu falasse a língua dos homens e a dos anjos seria como o metal. Ainda que tivesse todos os dons, e não tivesse o amor nada...

Deve existir harmonia entre dons e o fruto do Espírito.

Abílio de Souza Barbosa

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

segunda-feira, 7 de novembro de 2022

ESTABELECIMENTO DA AUTORIDADE ESPIRITUAL

“...Agora, pois, ó Senhor nosso Deus, te suplico, livra-nos da sua mão; e assim saberão todos os reinos da terra que só tu és o Senhor Deus. (2Rs.19.8-19)

Os atos físicos fazem o paralelo com o estabelecimento da autoridade espiritual no mundo invisível.

O rei Senaqueribe escreveu uma carta em que dava a entender que Deus não poderia derrotá-lo.

O rei Ezequias, quando recebeu a carta tomou-a e estende-a perante o Senhor em oração Recebendo, pois, Ezequias as cartas das mãos dos mensageiros e lendo-as, subiu à casa do Senhor; e Ezequias as estendeu perante o Senhor. 2 Re 19:14.

Esse é um exemplo em que um ato físico parece estabelecer um paralelo no estabelecimento da autoridade espiritual no reino invisível.

Em outras palavras, um ato físico torna-se profeticamente simbólico de uma realidade que impacta o invisível enquanto uma ação está acontecendo no reino do visível.

No caso de Ezequias, um ato visível de confiança – estender a sua causa (carta) perante o Senhor – estabeleceu o fundamento para a fé sobre o qual Ezequias orou.

O rei estava convencido de que Deus ouviria a sua oração, e naquela noite o Senhor enviou um anjo que destruiu cento e oitenta e cinco mil soldados inimigos (2Rs. 19.35; Is. 37.14-20,36).

Outras ações físicas de pessoas lembradas nas Escrituras incluem louvor expressado com a voz e até mesmo com gritos (1Sm.4.5-6; 1Rs.1.40), levantar as mãos e inclinar a cabeça (Nm.8.6), dançar e saltar (Sl.149.3; Lc.6.23), orar com gemidos (Rm. 8.26; Gl.4.19), estremecimento ou tremor (At.16.29; Hb.12.21), choro intenso (Ed.3.13; Lm.1.16,20) e muitas outras formas de prostração (Ez.1.26-28; Mt.17.6; At.9.1-9; 10.9-14).

Impulsionados pela fé e motivados pela genuína intensidade da oração paixão, estas são mais do que ações supersticiosas.

Elas se dirigem ao invisível como real – e obtêm vitórias.

Fonte: Bíblia Plenitude

Por Litrazini

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Graça e Paz 

terça-feira, 2 de agosto de 2022

UM NOME SOBRE TODO NOME

Antes de voltar aos céus, de onde viera, Jesus nos deu ordens para que, no nome dEle continuássemos a fazer a obra que Ele havia começado.

“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço e as fará maiores do que estas, porque eu vou para o meu Pai. E tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho” Jo.14.12,13.

A vinda de Jesus foi o raiar de uma nova era para a humanidade. Após sua crucificação e antes de partir para os céus Jesus reúne os seus discípulos e lhes ordena que continuem a sua obra. Para tanto, Ele lhes dá a faculdade de usar o seu nome para fazer o mesmo que ele fazia.

Quando Jesus ressuscitou, Ele venceu o pecado, satanás, a doença, a morte, o inferno e o túmulo, e nos deu direito legal de utilizarmo-nos de seu nome.

Jesus deixou conosco seu nome. Temos o direito de usá-lo.

A satanás é ordenado respeitar esse nome que é sobre todo o nome, e todo o seu reino tem de obedecer as nossas ordens, quando dadas no nome de Jesus Cristo.

O nome de Jesus significa autoridade. (Lc 10.16 a 20)

Quando Jesus nos deu o direito de usar esse nome, o Pai sabia todo o significado dele.

Quando pessoas oprimidas o mencionam em oração, é de agrado do Senhor reconhece-lo.

As possibilidades envolvidas nesse nome são além do nosso entendimento.

Ao reclamarmos nossos privilégios e direitos na nova aliança e orarmos em nome de Jesus, parece que o pedido, ou a súplica, passa das nossas mãos para as mãos de Jesus. Ele, então, assume a responsabilidade dessa necessidade, e sabemos que ele disse:

“...Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. Eu bem sei que sempre me ouves” (Jo.11.41).

Isto é, sabemos que o Pai sempre ouve a Jesus, e quando oramos no nome de Jesus, é como se Jesus mesmo orasse. Ele ocupa o nosso lugar.

O Pai nos dá a resposta, e nos regozijamos.

Por Litrazini

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Graça e Paz 

sábado, 25 de junho de 2022

PRINCÍPIO DE ORDEM E PAZ

Toda a alma esteja sujeita às potestades superiores; porque não há potestade que não venha de Deus; e as potestades que há foram ordenadas por Deus. (Rm 13.1)

O princípio de autoridade delegada é que rege todas as relações do homem com o homem, bem como do homem para com Deus. Todas as coisas estão debaixo deste princípio, nada está solto. Este é um princípio de ordem e paz, nunca de confusão.

Deus assim criou todas as coisas, mas ao rebelar-se, Lúcifer gerou a confusão.

E, pior, está levando todos os homens a viverem debaixo do princípio de rebelião.

Na Trindade temos que o Pai é igual ao Filho, que é igual ao Espírito Santo. Na essência os três são iguais. Todavia, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são diferentes nas funções.

O Pai enviou o Filho (Jo 4.34).

O Filho veio (Jo 16.28).

O Filho foi obediente ao Pai (Jo 8.29).

O Filho enviou o Espírito Santo (Jo 15, 26;14.26).

O Espírito Santo veio (At 2.16-17).

O Espírito Santo é obediente ao Filho (Jo 16.12-15).

A Trindade é a fonte de toda a verdade. Este princípio divino é encontrado em todas as relações estabelecidas por Deus.

Há uma tendência de se pensar que se submeter é ser inferior. Jesus nunca foi inferior ou menor que o Pai pelo simples fato de lhe ser submisso. Pelo contrário, Jesus Cristo tem o nome que está acima de todo nome (Fp 2.9).

Temos que entender que entre iguais há uma relação de autoridade e submissão. Isto faz parte da ordem divina.

As autoridades delegadas estão em todas as áreas de nossas vidas. Um discípulo do Senhor deve, onde estiver, procurar saber quem é a autoridade delegada para a ela se submeter.

Deus delega autoridades em todas as áreas da vida

Civil: Rm 13.1-3.

Trabalho: Ef 6.5-6; Tt 2.9-10; 1 Tm 6.1-2.

Família: Ef 5.22-24; 6.1-4.

Igreja: 1Co 12.28

Todo discípulo do Senhor, onde estiver, procura saber quem é a autoridade, para a ela se submeter. Não há espaço fora disso.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quinta-feira, 23 de junho de 2022

AUTORIDADE E DEPENDÊNCIA

Deus é autoridade em si mesmo, e tudo que no mundo existe é sustentado pela palavra do poder de sua autoridade (Hb 1.3).

Nada sobrepuja a autoridade de Deus no universo. Logo, é indispensável, para todo aquele que deseja cooperar com o Senhor, conhecer a autoridade de Deus.

Entrar em contado com a autoridade do Senhor é o mesmo que entrar em sintonia direta com Deus.

"... A maior das exigências é que Obedeça. Tem porventura o Senhor tanto prazer em holocausto e sacrifícios quanto em que se obedeça a sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros. Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação é como idolatria e culto a ídolos do lar. Visto que rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei." (1Sm 15.22-23)

Diante disso, rejeitar uma ordem de Deus é o mesmo que ir contra o próprio Deus.

No Reino de Deus está implícita a Dependência. Dependência a tudo que o Senhor determina, isto é, sendo-lhe completamente submisso.

Jesus prega o Evangelho do Reino porque conhece o problema principal do homem: a sua independência para com Deus.

Na independência está implícita a Rebeldia. E o evangelho do reino ataca a causa, levando o homem à dependência do Senhor e, consequentemente, a torná-lo salvo e regenerado.

O evangelho do reino é a única maneira de recuperar um rebelde.

"O arcanjo transformou-se em Satanás quando tentou usurpar a autoridade de Deus, competir com Deus, e assim se tornou um adversário de Deus. Foi a rebeldia que provocou a queda de Satanás" (Is 14.12-15; Ez 28.13-17).

A intenção de Satanás de estabelecer o seu trono acima do trono de Deus foi o que violou a autoridade do Senhor.

O princípio de rebelião é passado a todos os homens depois da queda de Adão. Este princípio o Senhor abomina: é como feitiçaria. Sempre que alguém peca contra a autoridade de Deus, peca diretamente contra o Senhor.

Não podemos permitir espaço para rebeldia em nossas vidas. Temos que vivê-las em completa santidade, assim como Jesus, que em nada foi rebelde ao Pai.

Ele vivia, como vive, para agradar ao Pai e em tudo lhe ser submisso.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 22 de junho de 2022

A AUTORIDADE EXCLUSIVA DA BÍBLIA...

A autoridade da Bíblia depende da revelação vinda de Deus.

A divisa da Reforma foi Sola Escriptura, que significa: “A única fonte e norma de todo o conhecimento cristão é a Sagrada Escritura” (H. Heppe, Dogmática Reformada). (...)

Nenhum mestre ou pastor evangélico deve ensinar nada que esteja em desacordo com os autores da Bíblia e nem deve elevar qualquer prática religiosa a um nível de ser exigida, se não tiver sustento nas Escrituras Sagradas.

Quando Lutero foi congratulado por ter se firmado nas Escrituras, declarou: “Não, não estou firme nas Escrituras; estou firme debaixo das Escrituras!”. Entendeu corretamente a suprema importância de humildemente se sujeitar aos ensinamentos bíblicos como a única fonte e norma de doutrina e prática cristãs.

Algumas implicações das convicções apresentadas:

1) O cânone dos 66 livros da Bíblia é permanente e imutável. Ninguém jamais tirará um desses livros ou acrescentará outro.

2) A declaração Sola Scriptura se baseia totalmente na inspiração plenária das Escrituras.

Se surgir uma outra revelação verbal da verdade sobre Deus e Sua vontade que seria obrigatória para os cristãos crerem e praticarem, a veracidade da Sola Scriptura seria insustentável.

3) As figuras que a própria Bíblia usa para se auto designar são indicativas desta realidade. Ela é luz para mostrar o caminho em que devemos andar (Sl 119.105). Ela é a semente que gera vida eterna (1 Pe 1.23).

4) Ser a Bíblia nossa única regra de fé e prática não nega a possibilidade de Deus revelar sua vontade individual para um servo dele, para mostrar sua vontade particular para ele. Deus ainda fala, mas nunca pode contrariar um ensinamento claro da Palavra de Deus (comp. 1 Pe 4.11).

5) De suma importância é se lembrar que Deus unicamente fala a verdade das Escrituras quando elas são interpretadas corretamente.

6) A tarefa do pregador e mestre da Palavra não pode ser outra senão expor e aplicar o que o texto da Bíblia diz.

Dr. Russell Shedd

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz 

quarta-feira, 25 de maio de 2022

AUTORIDADE DO NOME DE JESUS

Não há nome mais poderoso do que o nome de Jesus (Filip 2.9-11).

O nome de Jesus é um nome que cura (Tg 5.14).

Em Atos 3, o poder do nome de Jesus fica claramente evidenciado.

Pedro afirmou ao paralítico: “Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” (Atos 3.6).

De repente aqueles tornozelos e pés inúteis receberam forças. Aquele homem correu para dentro do templo, saltando e louvando a Deus. Todos ficaram atônitos.

Então, Pedro declarou: “Pela fé em o nome de Jesus, esse mesmo nome fortaleceu a este homem que vocês vEem e reconhecem; sim, a fé que vem por meio de Jesus, deu a este saúde perfeita na presença de todos vocês” (Atos 3.16).

Os seguidores de Jesus podem curar pessoas em seu nome (Atos 9.34).

O nome de Jesus tem poder sobre os demônios.

Jesus foi por toda a Galiléia, pregando nas Sinagogas e expelindo demônios (Mc 1.39).

Paulo afirma que nossa luta não é contra carne e o sangue, mas contra os principados e potestades nos lugares celestiais; nossa guerra é contra os demônios (Ef 6.12).

Cristo nos deu a sua mesma autoridade para expulsar demônios (Mc 16.17).

Os discípulos receberam a ordem de Jesus para expelirem demônios (Mt 10.8). E eles obedeceram (Atos 16.18).

O poder para expulsar demônios não é somente para pastores e líderes, é dado a todo aquele que crê e usa o nome de Jesus (Mc 16.17-18).

Levante-se em nome de Jesus e exerça a autoridade que Cristo lhe deu. Tudo é possível àquele que crê.

Extraído da Revista LIÇÕES – Central Gospel

Por Litrazini

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Graça e Paz

sábado, 26 de fevereiro de 2022

ORAÇÃO, AUTORIDADE, PODER E UNÇÃO

Senhor Jesus revela que a oração é fonte de autoridade espiritual e de poder

"Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai; e tudo quanto pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei (Jo 14: 12-14)".

As obras maravilhosas que operava as fazia em Sua própria humanidade.

Se não fosse assim, não teria dito que qualquer um de Seus seguidores poderia fazer obras igual aquelas que Ele operava, e ainda poderia fazê-las muito maiores.

O Senhor Jesus cumpriu Seu ministério sem lançar mão da Sua divindade. Não usou sua deidade para se eximir de problemas e dificuldades. Operava maravilhas como homem.

Entretanto, como homem ungido pelo Espírito Santo. Ele leu na sinagoga em Nazaré o que o profeta Isaías vaticinara a Seu próprio respeito:

"O Espírito do Senhor está sobre mim, porquanto me ungiu para anunciar boas novas aos pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos, e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos" (Lc 4.18).

O Espírito Santo está à disposição para ungir o povo de Deus para obra do Senhor. E quanto mais o cristão pede essa unção mais ele a terá.

E não há outra forma de pedir esse poder a não ser pela oração.

Se quisermos produzir frutos para o reino de Deus precisamos orar.

Quantos pregadores que pregam "bonito", mas sem efeito; quantos cantores demonstram uma técnica excepcional, mas não alteram nada com seu canto no reino espiritual; quantos grupos musicais lindos de se ouvir, mas que não encorajam a alma aflita e muito menos amedronta Satanás.

Por que esse fracasso? A resposta é simples: porque não oram; preocupam-se com a aparência e esquecem da essência; dedicam-se a técnica e abandonam a comunhão; prendem-se ao material e rejeitam o espiritual. Que Deus nos guarde disso!

Supliquemos a todo dia como aquele discípulo em Betânia: "Jesus ensina-nos a orar". Com certeza, Ele irá nos atender.                                                                       

Pr. Robson Brito / Por Litrazini

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

SOB A DIREÇÃO DE DEUS

Hamã era um homem que ansiava a morte dos judeus e para tal intento traçou um plano diabólico (Et 3:8-14). "Enviaram-se as cartas por intermédio dos correios a to­das as províncias do rei, para que destruíssem, matassem e aniquilassem a todos os judeus, moços e velhos, crianças e mulheres, em um mesmo dia, no dia treze do décimo se­gundo mês, que é o mês de adar, e para que lhes saqueas­sem os bens." (Et 3:13.)

Satanás usou Hamã, um homem que tinha um cargo político, para tentar destruir o povo de Deus. O plano do inimigo foi colocado em prática, mas o Senhor era com aque­le povo. "Se Deus é por nós quem será contra nós?" (Rm 8:31.)

Deus se encarregou de vencer o inimigo com a mes­ma estratégia que Hamã havia pensado em usar.

Toda a autoridade que se levanta contra o povo de Deus será destruída, porque quem toma a nossa causa é o Se­nhor.

Hamã morreu no laço que ele mesmo havia prepara­do. "Assim, enforcaram a Hamã na forca que ele tinha pre­parado para Mordecai." (Et 7:10.)

Quando nós estamos sob a direção de Deus, o nosso ini­migo é confundido, vencido pela sua própria estratégia. Por isso, nunca manche suas vestes com a vingança; Deus é o verdadeiro juiz e sabe, muito mais que nós, como punir o inimigo.

Deus vai à frente das nossas batalhas, por isso não devemos temer as ameaças, as acusações, as falcatruas.

Hamã era o tipo de autoridade política que usava todas essas armas sujas. Hoje Deus está abrindo a nossa visão e nos dando um novo tempo, para que possamos vencer es­ses inimigos.

Devemos ter a postura de não entrar no jogo do inimi­go, de não deixar que ele tire a nossa atenção do alvo, com estratégias mentirosas e covardes.

Temos de caminhar na oração, no jejum, na ação, crendo que o Senhor, o Grande Guibor, vai à nossa frente pelejando por nós.

Satanás tem tentado destruir as famílias, a igre­ja, os governos, a economia, enfim, tudo. E nós, como povo valente e destemido, vamos enfrentar e vencer esses demô­nios na força e na estratégia do Todo Poderoso.

"Veio o temor de Deus sobre todos os reinos daquelas terras, quando ouviram que o Senhor havia pelejado contra os inimigos de Israel." (2 Cr 20:29.)

Transcrito Por Litrazini

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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

SUBMISSÃO E OBEDIÊNCIA

A OBEDIÊNCIA DO SENHOR JESUS CRISTO

Estar cheio do Espírito Santo é ter o mesmo sentimento de Cristo Jesus. Ele se sujeitou, honrou as autoridades e foi obediente até morte, e morte de cruz; ele aprendeu a obediência por aquilo que sofreu. Hb.5.7-9.

O resultado da obediência (Filip. 2.5-11) de Jesus foi surpreendente. Assim como a fé é o princípio pelo qual obtemos a vida, a obediência é o princípio pelo qual ela é vivida.

Deus é mais severo com aqueles que o representam. Quanto mais autoridade for delegada, mais severa é a atitude de Deus.

O Senhor também disse: “Mas o que não a soube, e fez coisas que mereciam castigo, com poucos açoites será castigado. Daquele a quem muito é dado, muito se lhe requererá; e a quem muito é confiado, mais ainda se lhe pedirá”: Lc.12.48.

Quando a autoridade delegada (homens que representam a autoridade de Deus) e a autoridade direta (o próprio Deus) entram em conflito, a pessoa pode prestar submissão mas, não obediência à autoridade delegada como:

A obediência está relacionada com a conduta: é relativa. A submissão relaciona-se com a atitude do coração: é absoluta.

Só Deus recebe obediência irrestrita sem medida; qualquer pessoa abaixo de Deus só pode receber obediência restrita.

Se a autoridade delegada emitir uma ordem claramente em contradição com a ordem de Deus, deverá receber submissão, mas não obediência. Temos que nos submeter à pessoa que recebeu autoridade delegada de Deus, mas devemos desobedecer a ordem que ofende a Deus.

Não existe ninguém apto a ser autoridade delegada por Deus se ele mesmo não aprender primeiro como sujeitar-se à autoridade. Ninguém pode saber como exercer autoridade até que sua própria rebeldia tenha sido resolvida.

Estar em posição de autoridade exige restrição; é preciso santificar-se. Outros podem, mas você não pode. Você tem de obedecer ao Espírito do Senhor conforme ele ensina dentro de você. Se não nos santificarmos como nosso Senhor, não estaremos qualificados para ficar em posição de autoridade.

A autoridade tem seus fundamentos na santificação. Sem santificação não pode haver autoridade. Quanto mais alta a autoridade maior a separação. Deus é a autoridade máxima. Vamos aprender a nos santificar de coisas impuras e comuns.

Transcrito Por Litrazini

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