"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 18 de junho de 2024

A ORAÇÃO DE JESUS NO GETSÊMANI

"Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mt 26.39)

Jamais poderemos avaliar a profundidade dessa oração de Jesus no Getsêmani.

Não que Jesus não quisesse seguir o caminho da morte como Cordeiro de Deus.

Nesse sentido Ele já tinha tomado Sua decisão, que anunciou previamente aos Seus discípulos:

"Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles o condenarão à morte. E o entregarão aos gentios para ser escarnecido, açoitado e crucificado; mas, ao terceiro dia, ressurgirá" (Mt 20.18-19).

A salvação da humanidade tem seu fundamento na concordância de Jesus em caminhar em direção ao Calvário.

Para Ele e o Pai não havia outro caminho para a salvação de pecadores ímpios.

Por mais profundamente que uma pessoa tenha caído, se pedir perdão pelos seus pecados, recebê-lo-á.

Jesus não oferece uma graça barata, sem valor, porque conquistou-a com Seu sangue.

E qual foi a resposta que Deus, o Pai, deu a Seu Filho quando este orou: "...todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres"?

Nenhuma! Deus se calou nessa hora. Não houve mais resposta.

Essa foi a provação mais forte pela qual Jesus teve de passar: não receber mais resposta de Deus quando mais precisava dela. Jesus poderia ter desesperado nessa hora; Ele, que sempre foi um com o Pai, que podia dizer: "eu sabia que sempre me ouves" (Jo 11.42).

Deus se calou, e o Filho seguiu pelo caminho do sacrifício mesmo quando a comunicação com o Pai foi interrompida.

Uma missão assim tão difícil só podia ser confiada ao Filho amado de Deus.

E Ele seguiu esse caminho por amor a você e a mim.

Só dessa maneira Deus pôde salvar as pessoas da impiedade delas.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

domingo, 4 de abril de 2021

NO MONTE DO CALVÁRIO

 "Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como os malfeitores, um à direita, outro à esquerda.

Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.

O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido" (Lc 23.33-35).

Realmente Ele é o Cristo (o ungido de Javé) e o escolhido de Deus. Oitocentos anos antes da Sua vinda, Ele já foi legitimado por Deus: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz: pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios" (Is 42.1).

Quando ficamos olhando para o monte do Calvário, uma coisa se torna bem clara: esse Ungido e Escolhido já havia sido predestinado desde a eternidade a levar a própria cruz para a execução no Gólgota como se fosse o maior criminoso.

O que deve ter custado esse caminho de sacrifício a Jesus e ao Pai! Não conseguimos avaliá-lo, apenas podemos adorá-lO por isso.

Ele, o puro Filho de Deus, foi entregue nas mãos dos pecadores e ímpios para ser barbaramente executado.

O malfeitor arrependido que foi pendurado em uma cruz ao lado de Jesus teve de nos servir de exemplo e confessou na hora da sua morte: "Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez" (Lc 23.41). "Porque Cristo... morreu a seu tempo pelos ímpios" (Rm 5.6).

"Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados", já disse Isaías (cap. 53.5).

Essas pisaduras são a prova de Seu sacrifício absolutamente suficiente e de Seu amor salvador insondável.

Transcrito Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

NO MONTE DO CALVÁRIO

 "Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes. O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido" (Lc 23.33-35).

Realmente Ele é o Cristo (o ungido de Javé) e o escolhido de Deus. Oitocentos anos antes da Sua vinda, Ele já foi legitimado por Deus: "Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz: pus sobre ele o meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios" (Is 42.1).

Quando ficamos olhando para o monte do Calvário, uma coisa se torna bem clara: esse Ungido e Escolhido já havia sido predestinado desde a eternidade a levar a própria cruz para a execução no Gólgota como se fosse o maior criminoso.

Pensem no que deve ter custado esse caminho de sacrifício a Jesus e ao Pai! Não conseguimos avaliá-lo, apenas podemos adorá-lO por isso. Ele, o puro Filho de Deus, foi entregue nas mãos dos pecadores e ímpios para ser barbaramente executado.

Por quê?

O malfeitor arrependido que foi pendurado em uma cruz ao lado de Jesus teve de nos servir de exemplo e confessou na hora da sua morte: "Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez" (Lc 23.41).

"Porque Cristo... morreu a seu tempo pelos ímpios" (Rm 5.6).

"Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados", já disse Isaías (cap. 53.5).

Essas pisaduras são a prova de Seu sacrifício absolutamente suficiente e de Seu amor salvador insondável.

Por Litrazini

http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sexta-feira, 17 de abril de 2020

CALVÁRIO E PENTECOSTES = DEZ DIAS


O livro de atos nos conta que se passaram dez dias entre a ascensão de Jesus e a vinda do Espírito Santo sobre os discípulos. Por que se passaram tantos dias?

Provavelmente os discípulos se sentiram como soldados que fazem uma pausa obrigatória em meio ao campo de batalha, após perderem o seu general. A confusão os deixava perplexos, não sabiam o que fazer.

Mas por que dez dias? Porque tinham de esperar que chegasse a festa de Pentecostes. Deus havia determinado que Cristo morreria na festa da Páscoa, porque ele simbolizava o Cordeiro que liberta os pecadores. Assim como o cordeiro pascoal lembrava a libertação do Egito, da mesma maneira teriam de esperar a festa de Pentecostes para que o Espírito Santo descesse, pois simbolizava os primeiros frutos da colheita.

E assim aconteceu. No dia que era para vir o Segador, o Espírito Santo, três mil frutos foram colhidos como primícias do Reino.

O Pentecoste marcou o começo dos últimos dias. Esses dias vão desde a descida do Espírito Santo até a Segunda vinda de Jesus. Nós estamos vivendo os últimos dias. Este é o tempo do Espírito Santo, é o tempo da colheita. O segador vem para convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Pedro explicou o que havia acontecido, dizendo que o derramamento do Espírito era o cumprimento da profecia de Joel.

Não podemos tornar a repetir o Pentecostes, como não podemos voltar a repetir o Calvário, mas podemos nos apropriar do poder do Pentecostes com a mesma segurança com que podemos nos apropriar da redenção por meio do Calvário.

Muitas pessoas passam anos sem saber a diferença entre possuir o Espírito Santo e ser cheio dele. A partir do momento da conversão, o Espírito Santo passa a morar em todo crente. Porém, todo cristão necessita ser continuamente cheio do Espírito. Por isso o enchimento do Espírito é sempre algo a ser cultivado a cada dia.

Deus está nos enchendo com o seu Espírito. Não podemos nos dirigir ao mundo sem antes nos dirigir a Deus. Alguns querem fazer a obra sem conhecer o Deus da obra. Alguns querem ser usados por Deus, não querem passar pela oficina do oleiro e dizer a Deus: “Eu quero ser cheio do teu Espírito Santo, porque necessito de unção renovada para servir-te e abençoar os que estão ao meu redor”.

Deus quer encher a você do Espírito por que Ele necessita de você. Estamos vivendo uma nova fase da vida da Igreja de Jesus Cristo. A fase da busca de Deus, da resposta ao seu chamamento. A fase do levantamento de homens e mulheres para cumprir sua missão

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz

domingo, 7 de julho de 2019

A CRUZ NOS REVELA UM DEUS QUE AMA INCONDICIONALMENTE.


John Stott escreveu, em seu excelente livro A Cruz de Cristo, que precisávamos visitar constantemente o Calvário. Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. 

John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer a memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. 

E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?” Você já fez essa pergunta a si mesmo? 

Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes. 

Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta Ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? 

Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! 

O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus, certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. 

A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. 

Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. 

Nossos olhos estarão vendados para o incomensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. 

Diante do Calvário não existe orgulho; não existe pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevada; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! 

Segundo Stott: Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário.

O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. 

A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10:“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”. 

É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. 

Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor. 

Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor”. O nosso Deus optou pelo amor! 

Autoria; Kassio F. P. Lopes – sou da Promessa 

Por Litrazini
Graça e Paz

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

HÁ CURA NA ADORAÇÃO


O profeta Jeremias perguntou: “Porventura não há unguento em Gileade? Ou não há lá médico? Por que, pois não teve lugar a cura da filha do meu povo?” (Jr 8.22).

Este versículo nos ensina uma maravilhosa verdade que guarda o segredo da nossa saúde. Jeremias pergunta: “Acaso não há bálsamo em Gileade?” A palavra bálsamo em hebraico fala de cura. E a palavra Gileade fala de adoração. Ele está perguntando: “Não há cura na adoração?” Claro que sim. Você precisa agir de acordo com conhecimento de que a sua adoração traz consigo a saúde.

Se você confessar a Palavra e nada acontecer, comece a adorar o Senhor Deus dos céus. Adore-o pelas Suas promessas. Adore e diga: “Jesus, carregaste a minha enfermidade. Não terei de suportá-la. Te dou graças porque a Tua palavra diz: “...Pelas suas pisaduras fomos sarados” (Is 53.5). À medida que você começa a adorar o Senhor, verá como a cura vem ao seu ser.

O QUE ACONTECEU NO CALVÁRIO PODE INCLUSIVE PROTEGER-NOS DA DOR.
Nos dias do Antigo Testamento, quando a pessoa ficava doente lhe davam mirra para tirar a dor. “O meu amado é para mim um ramalhete de mirra; morará entre os meus seios” (Ct 1.13).

Quando Cristo estava na cruz, lhe ofereceram mirra.“Deram-lhe a beber vinho com mirra, mas Ele não o tomou” (Mc 15.23). Era costume dar essa bebida à pessoa que estava sendo crucificada, para que não sentisse dor.

Por que Jesus recusou-se a tomá-la? Cristo é o seu “analgésico”, aquele a quem você pede ajuda na hora da necessidade. Ele ficará ao nosso lado nos momentos mais difíceis de nossas vidas, para tirar a dor e trazer a cura. O Senhor é nosso refúgio e nosso escudo. Ele é o nosso muro de proteção.

Extraído do Livro a Grande Casa de Deus de Max Lucado

Por Litrazini
Graça e Paz

segunda-feira, 27 de março de 2017

A CRUZ DO CALVÁRIO

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (1 Coríntios 1:18).

A cruz do Calvário, na qual o Senhor Jesus morreu, é o ponto central da mensagem do evangelho.

No momento em que Ele foi crucificado, toda a corrupção do coração do homem foi manifestada. Ali Alguém, que nunca tinha feito mal a ninguém mas só buscou o bem do homem e realizar a vontade de Deus, foi morto

Que culpa a humanidade acumulou com esse ato hediondo! No entanto, Deus fez dessa sentença de morte e sua execução o meio de revelar todo o Seu amor a nós.

Embora matamos o Filho de Deus e devemos assumir total responsabilidade por isso, ao mesmo tempo Deus deu Seu Filho para ser o sacrifício expiatório na cruz, de modo que “todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Amor assim não podemos compreender, mas pela fé podemos aceitar a salvação oferecida a nós.

A cruz de Cristo é central para a história do mundo e também da eternidade. A vida de todos passa por ela, por assim dizer, pois todo mundo deve decidir por si mesmo se é a favor ou se continua contra Jesus Cristo.

Aqueles que evitam uma decisão, alegando permanecerem neutros, se posicionam contra Ele.

No momento da crucificação diferentes pessoas cercaram a cruz: os líderes religiosos dos judeus, que haviam exigido Sua execução, mas também Seus familiares e conhecidos, aos quais Sua morte causou dor profunda.

Você estava na cruz? Em desprezo e rejeição? Ou com os seus pecados? Ele sofreu e morreu por você.

Você pode dizer: “Ele expiou meus pecados e me perdoou de tudo?”

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

A CRUZ NOS REVELA UM DEUS QUE AMA INCONDICIONALMENTE.

John Stott escreveu, em seu excelente livro A Cruz de Cristo, que precisávamos visitar constantemente o Calvário. Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. 

John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer a memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. 

E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?” Você já fez essa pergunta a si mesmo? 

Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes. 

Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta Ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? 

Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! 

O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus, certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. 

A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. 

Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. 

Nossos olhos estarão vendados para o incomensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. 

Diante do Calvário não existe orgulho; não existe pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevada; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! 

Segundo Stott: Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário.

O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. 

A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”. 

É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. 

Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor. 

Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor”. O nosso Deus optou pelo amor! 

Autoria; Kassio F. P. Lopes – sou da Promessa 

Por Litrazini


Graça e Paz

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

VERDADES QUE NÃO PODEM SER IGNORADAS

Eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar (Números 32.23).

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).

A primeira palavra dos versículos acima nos mostra que Deus deseja chamar nossa atenção para certos fatos importantes. São verdades que não podemos ignorar sem sofrer as conseqüências. Vamos analisá-las.

Todos pecaram contra Deus. Poucas pessoas irão se recusar a admitir que erraram em algum momento da vida e são culpadas por algo que fizeram. Porém como é fácil menosprezar o assunto com a desculpa de que “todos são pecadores”. Generalizações não têm efeito para com Deus, que espera de nós uma admissão de culpa pessoal: “Eu pequei!”

O “Deus de amor” que fecha os olhos para as “pequenas ofensas” e leva em consideração as “boas intenções”, como muitos imaginam, definitivamente NÃO existe. A Bíblia mostra Deus como Aquele que nos julga de acordo com Seu imparcial senso de justiça. “Sabei que o vosso pecado vos há de achar.”

Jesus Cristo é o Salvador dos pecadores. Ele é o meio pelo qual podemos escapar do juízo divino. Como Cordeiro de Deus Ele sofreu o justo castigo do pecado.

Cristo, o Único que não pecou, morreu na cruz do Calvário no lugar dos que pecaram. Isso se aplica a todos os que confessam diante dEle que são pecadores e O recebem como Salvador e Senhor.

Jesus Cristo voltará como Juiz. Esse é o significado do último versículo. Nesse dia então não haverá mais qualquer oportunidade para as pessoas O receberem como Salvador.

Agora só resta uma pergunta: diante de tais verdades, qual é a sua posição?

Você já pertence ao grupo dos que crêem e têm um relacionamento íntimo com esse Senhor e Salvador ou ainda se esconde atrás de uma infinidade de desculpas?

Extraído do Devocional Boa Semente

Por Litrazini

Graça e Paz

sexta-feira, 26 de junho de 2015

VIDA PELA MORTE? COMO É ISSO?

"Não por meio de sangue de bodes e de bezerros, mas pelo seu próprio sangue, entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção."(Hb.9:12).

Jesus levou Seu próprio sangue para o verdadeiro propiciatório - à presença de Deus, o Santo dos Santos - e ofertou-o para a remissão de todos os pecados, de todos os crentes, de todos os tempos.

A aliança com Moisés, através de sacrifício de animais, trazia alívio temporário, tinha de ser repetido anualmente, entretanto, o derramamento do sangue de Jesus forneceu um sacrifício permanente. Ao aplicar o seu sangue no altar divino, Jesus obteve redenção dos pecados a todos que o recebem através da nova e última aliança.

Jesus asperge Seu próprio sangue quando, pela fé, recebemos sua obra completa no Calvário. Esta não é uma aspersão física; antes, é uma transação legal e espiritual. Ele asperge o sangue nos nossos corações em resposta à nossa fé.

O sangue de Jesus não funciona como um amuleto ou palavra mágica; só produzirá algum efeito nas nossas vidas, se verdadeiramente crermos no poder de Seu sacrifício no Calvário. "A quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação [reconciliação], mediante a fé, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus" Rm. 3:25. 

É através da fé que a humanidade é justificada perante os olhos de Deus. O sangue de Cristo é a única maneira de relacionamento correto com Deus.

CONFIRA ALGUMAS PASSAGENS BÍBLICAS QUE MOSTRAM O PODER AVASSALADOR DO SANGUE DO CORDEIRO DE DEUS:

DESTRUIU A SATANÁS
“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo” (Hb.2.14);

DESTRUIU O PODER DA MORTE
“E livrasse a todos aqueles que, com medo da morte, estavam por toda vida sujeitos à escravidão”. (Hb.2.15);

PURGOU-NOS A CONSCIÊNCIA
“Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará das obras mortas a vossa consciência, para servirdes ao Deus vivo?” (Hb.9.14);

PURIFICOU O CÉU
Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes”.  (Hb.9.23);

PROMETE-NOS A PERFEIÇÃO
“Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do pacto eterno tornou a trazer dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, grande pastor das ovelhas, vos aperfeiçoe em toda boa obra, para fazerdes a sua vontade, operando em nós o que perante ele é agradável, por meio de Jesus Cristo, ao qual seja glória para todo o sempre. Amém”. (Hb.13.20,21); 

GARANTE A SEGUNDA VINDA DE CRISTO
“Assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. (Hb.9.28).

 "E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte." Ap. 12.11

Lidiomar T. Granatti

Por Litrazini:
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz

sábado, 22 de março de 2014

A cruz nos revela um Deus que ama incondicionalmente.

John Stott escreveu, em seu excelente livro A Cruz de Cristo, que precisávamos visitar constantemente o Calvário. Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. 

John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer a memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. 

E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?” Você já fez essa pergunta a si mesmo? 

Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes. 

Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta Ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? 

Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! 

O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus, certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. 

A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. 

Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. 

Nossos olhos estarão vendados para o incomensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. 

Diante do Calvário não existe orgulho; não existe pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevada; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! 

Segundo Stott: Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário.

O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. 

A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10:“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”. 

É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. 

Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor. 

Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor”. O nosso Deus optou pelo amor! 

Autoria; Kassio F. P. Lopes – sou da Promessa 

Por Litrazini


Graça e Paz

quarta-feira, 3 de abril de 2013

A cruz nos revela um Deus que ama incondicionalmente.


John Stott escreveu, em seu excelente livro A Cruz de Cristo, que precisávamos visitar constantemente o Calvário. Não literalmente, é obvio. Não seria possível para todos os cristãos viajar até a Palestina apenas para visitar o lugar onde Jesus foi crucificado – e penso que isso não seria de grande proveito. 

John Stott quis dizer que deveríamos, todos os dias, numa atitude devocional, em oração e meditação, trazer a memória e ao coração tudo aquilo que aconteceu no Calvário. 

E este é justamente o convite que eu faço a você nesse momento. Por alguns minutos permita-me te levar até o Gólgota. Recue comigo dois mil anos atrás. Olhe para a cruz. Imagine toda a dor, toda angústia, todo o sofrer de Jesus. Por que ele fez isso? “Por que morrer?” Você já fez essa pergunta a si mesmo? 

Observe seu comportamento até mesmo em sua morte. Veja o que ele faz neste momento. Ele revida? Pragueja? Faz alguma retaliação? Não. Ele intercede por aqueles que o matavam! Pede o perdão do Pai por seus algozes. 

Com o corpo esvaindo-se em sangue e a boca seca e sedenta Ele se esforça para dizer: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Como poderíamos definir este ato de Jesus na cruz? Pacifismo? 

Talvez. Heroísmo? Quem sabe. Loucura? Convenhamos, até que parece. No entanto, a Bíblia nos mostra que a palavra é outra: amor. O mais profundo e perfeito amor! 

O “por que” da cruz é o amor de Deus por você e por mim. Não existe outra razão, não existe outro motivo. Não há outra explicação razoável para tal atitude. A cruz resume-se na verdade mais profunda e sagrada: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Não somos dignos do amor de Deus. Se merecemos algo da parte de Deus, certamente não é amor, mas punição. Isso porque somos pecadores e, de fato, pecamos consciente e deliberadamente contra Ele. Todo pecado é um ato de violência e rebeldia contra Deus. 

A Bíblia nos diz que “o salário do pecado é a morte”. É isso o que merecíamos! Mas Deus, ao invés de nos punir com a morte, decidiu, por meio de seu Filho Jesus, morrer em nosso lugar. Ele decidiu sofrer a punição dos nossos pecados, mostrando sua justiça em punir o mal (em si mesmo) e seu amor em nos perdoar. 

Enquanto não reconhecermos que somos miseráveis pecadores, não poderemos jamais reconhecer o grande amor de Deus. 

Nossos olhos estarão vendados para o incomensurável amor de Jesus. Se você ainda não o ama talvez seja porque se considere bom de mais – talvez ainda não tenha se visto como um deplorável pecador. 

Diante do Calvário não existe orgulho; não existe pessoas boas por si mesmas, santarrões, seres de moral elevada; ali, o pecador se assombra e extasiado afirma: Deus me ama! 

Segundo Stott: Apenas um ato de amor puro, não manchado por alguma nuança (resquício) de segundas intenções, foi praticado na história do mundo, a saber, o amor de Deus que se deu a si mesmo em Cristo na cruz por pecadores que não mereciam. É por isso que, se estamos procurando uma definição de amor, não devemos ir ao dicionário, mas ao Calvário.


O calvário foi o palco da maior demonstração de amor de todos os tempos. 

A Bíblia nos diz em I Jo 4.9-10: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou se Filho como propiciação pelos nossos pecados”. 

É necessário que o coração seja duro demais para não se comover diante de tamanho amor. 

Quem levou Jesus para morrer na cruz do calvário não foram os fariseus por inveja, não foi Pilatos por temor nem Judas pela sua cobiça, mas o Pai, somente o Pai por amor. 

Como escreveu Yancey: “A cruz, o evento mais público da vida de Jesus nos prova a enorme diferença de um Deus que prova a sua existência pelo poder e de um Deus que prova a sua existência pelo amor”. O nosso Deus optou pelo amor! 

Autoria; Kassio F. P. Lopes – sou da Promessa 

Por Litrazini

Graça e Paz