"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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terça-feira, 7 de janeiro de 2025

CONEXÃO DO CORAÇÃO COM A BOCA

Os evangelhos sempre mostram Jesus sondando o coração das pessoas e percebendo suas intenções.

Não raro lemos nos evangelhos: “e Jesus vendo-lhes o coração e percebendo suas intenções disse…”

Jesus viu as intenções da viúva pobre, viu a soberba e pretensão dos ricos que ofertaram antes dela.

Jesus enfatizou na parábola do publicano e do fariseu a disposição humilde do publicano que era oposta a oração do fariseu.

Ao sondar o coração da multidão que Lhe seguia Ele ainda parafraseou Isaías:

Este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim!”

Também repreendeu seus seguidores ao afirmar: “porque me chamais Senhor e não fazeis o que eu mando?”.

Para Deus deve haver uma conexão direta do nosso coração com nossa boca e as nossas ações.

Nós somos chamados para sermos servos de Deus, precisamos viver nossas vidas sob o domínio de Deus e estár pronto a cumprir sua vontade.

A adoração não é apenas um momento na vida do adorador, mas um estilo de vida que tem continuação dentro ou fora do templo.

Ao dizer que o pai procura os verdadeiros adoradores, Jesus deixa claro que aos olhos do Pai, a adoração só tem valor quando é fruto de uma vida totalmente entregue e consagrada a Senhor.

Os cristãos devem ver na adoração um estilo de vida.

A adoração não se centra num ritual especifico, mas numa vida inteira de rendição e exaltação do Senhorio de Deus.

O louvor só pode ser extraído dos lábios, mas a adoração não.

Ela sai do coração regenerado, das ações diárias de uma pessoa que verdadeiramente teve um encontro com Deus.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

CONEXÃO COM DEUS

A oração é a força vital da caminhada de um cristão com Deus.

Os mandamentos bíblicos para orar são acompanhados de promessas maravilhosas:

"Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade" (Sl 145:18).

Cristo é o nosso melhor exemplo de oração.

Ele mesmo era um homem de oração (Lc 3:21; 5:16; 9:18, 28; 11:1),

Ensinou os Seus seguidores a orar (Lc 11:2-4).

Somos chamados a orar por nossos irmãos e irmãs em Cristo (Tg 5:16).

Jesus nos diz que também devemos orar por aqueles que nos perseguem (Mt 5:44).

A oração abre espaço para a voz corretiva de Deus.

A falta de oração enfraquece nossa capacidade de ouvir Cristo quando Ele sussurra palavras de correção ou convicção aos nossos espíritos.

Hebreus 12:2 nos lembra que Cristo é o "Autor e Consumador da fé".

Sem o Seu Espírito vivendo em nossos corações, estaríamos em uma estrada difícil seguindo nossos próprios julgamentos.

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação"(Mt 26.41)

Apenas nos tornamos sábios nos caminhos de nossos corações através da iluminação e da direção do Espírito.

E é somente no poder do Espírito que nossas orações são efetivas (Rm 8:26-27).

A oração é nossa linha de vida e conexão com Deus.

Cristo mostrou o oposto da falta de oração em Sua caminhada na terra e modelou uma vida cheia de oração.

Baseado em: O que a Bíblia diz sobre a falta de oração? Fonte GotQuestion

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quinta-feira, 28 de abril de 2016

QUAL A CONEXÃO ENTRE ORAÇÃO E JEJUM?



Apesar de que a conexão entre oração e jejum não é descrita especificamente na Bíblia – nem é um comando – aparenta existir uma ligação entre os dois em todos os exemplos de oração e jejum que nos são registrados. No Velho Testamento, aparenta ser o caso que jejum e oração têm a ver com uma necessidade e dependência e / ou desamparo abjecto à face de calamidade atual ou antecipada.

Oração e jejum são praticados juntos no Velho Testamento em tempos de luto, arrependimento e / ou grande necessidade espiritual.

A oração e jejum de Neemias como descrito no primeiro capítulo de seu livro originaram-se do seu grande sofrimento ao ouvir que Jerusalém tinha sido desolada. Seus muitos dias de oração foram caracterizados por lágrimas, jejum, confissão a favor de seu povo, e súplicas a Deus por misericórdia que ele sabia que o povo não merecia. Suas orações diante de Deus foram tão intensas e sinceras que era quase inconcebível que ele podia “tirar um intervalo” no meio de tais orações para comer e beber.

A devastação que caiu sobre Jerusalém também levou Daniel a agir semelhantemente: “Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza” (Daniel 9:3). Como Neemias, Daniel jejuou e orou para que Deus tivesse misericórdia sobre seu povo ao dizer: “temos pecado e cometido iniqüidades, procedemos perversamente e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos” (v.5).

Em vários casos, jejum era relacionado à oração suplicatória e intercessória. Davi orou e jejuou por causa de seu filho doente (2 Samuel 12:16), em prantos diante de Deus em intercessão ardente (v. 21-22). Ester pediu a Mordecai e aos judeus que jejuassem por ela enquanto se preparava para aparecer diante de seu marido e rei (Ester 4:16). Claramente, jejum e petição são, pelo menos nesse exemplo, a mesma coisa.

Há exemplos de oração e jejum no Novo Testamento que não estão ligados à arrependimento e confissão. A profetiza Ana “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (Lucas 2:37). À idade de 84, sua oração e jejum faziam parte de seu serviço ao Senhor em Seu Templo enquanto aguardava o Salvador prometido de Israel.

Também no Novo Testamento, a igreja de Antioquia estava jejuando como parte de seu louvor quando o Espírito Santo falou com eles sobre enviar Saulo e Barnabé ao trabalho do Senhor. Naquele momento, eles oraram e jejuavam, colocaram suas mãos sobre os dois homens e os enviou.

Então podemos ver que esses exemplos de oração e jejum são componentes de louvar ao Senhor e pedir por Seu favor. Em nenhum lugar, no entanto, há uma indicação de que o Senhor vai ser mais inclininado a responder orações se forem acompanhadas de jejum. Na verdade, jejuar e orar aparentam indicar a sinceridade daqueles que estão orando e a natureza crítica das situações nas quais se encontram.

Uma coisa é clara: a teologia de jejum é uma teologia de prioridades na qual os crentes têm a oportunidade de se expressar em uma devoção intensa e por completo ao Senhor e às preocupações da vida espiritual. Os seguidores de Cristo vão poder expressar essa devoção quando escolhem abster-se por um curto período de tempo das coisas boas e normais, tais como comida e bebida, para que possam então gozar de um tempo de comunhão com o Senhor sem nenhum interrompimento. “Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus” (Hebreus 10:19), quer seja jejuando ou não, é uma das coisas maravilhosas que podemos experimentar em nossa caminhada espiritual e que é nossa em Cristo.

Oração e jejum não devem ser um fardo ou um tarefa, mas sim uma celebração consagrada da bondade de Deus e de Sua misericórdia para com Seus filhos.

Fonte: GotQuestion

Por Litrazini


Graça e Paz