"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quarta-feira, 29 de julho de 2026

A TAREFA DO ESPÍRITO SANTO

A Bíblia nos informa que o Espírito Santo é uma Pessoa da Trindade, um ser pessoal, inteligente, com vontade e determinação próprias

Ele sonda as coisas profundas de Deus Pai; Ele fala, ensina, conduz e guia, intercede, dispensa dons;

Ele chama homens para o seu serviço. se entristece, dá ordens, ama;

Ele pode ser resistido

O batismo com o Espírito Santo ocorre quando um cristão é cheio do Espírito (Ef.5:18) e vivencia uma manifestação sobrenatural de Deus (At.1:5).

Todo cristão deve buscar a experiência com o Espírito de Deus, pois quem se relaciona com Ele ora melhor e edifica a si mesmo (I Cor.14:4).

A experiência de comunhão com o Espírito Santo era uma prática procurada e vivenciada no dia a dia da Igreja primitiva (At.2:4).

Ser cheio do Espírito Santo é uma experiência contínua para o resto da vida.

O apóstolo Paulo explicou com exatidão qual a tarefa do Espírito Santo na oração:

"Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira com gemidos inexprimíveis" (Rm 8.26).

"...Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito, e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos." (Ef 6.18) Orar "no Espírito" é algo bem diferente do que orar ao Espírito!

No fundo, "orar no Espírito" significa simplesmente orar através do Espírito de Jesus!

Isso, significa, conforme Sua orientação, que podemos e devemos aproximar-nos do Pai em nome de Jesus, na certeza de que Deus atende à oração!

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/?m=1

Graça e Paz 

domingo, 12 de outubro de 2025

DEPENDÊNCIA DA PESSOA CERTA

“Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte.” II Co 12:10b

“Fé é fazer aquilo que é certo fazer independente das consequências, sabendo que Deus irá transformar o efeito em algo bom.” Pamela Reves

É necessário força interior para ser gentil e polido com alguém que lhe tem sido rude.

É necessário força interior para dizer a verdade quando uma mentira parece ser o caminho alternativo mais fácil.

É necessário força interior para fazer o que deve ser feito mesmo quando isso se torna desgastante e desagradável.

É necessário força interior para seguir em frente em face aos obstáculos quando aparentemente mais fácil seria desistir.

É necessário força interior para construir o futuro.

É necessário força interior para resistir a tentação.

É necessário força interior para fazer o que é certo.

É necessário força interior para fazer um esforço ainda maior quando mais fácil seria criar apresentar uma desculpa.

Porém, força interior vem de uma força exterior.

Força interior vem de Deus, o Pai das luzes em quem não existe sombra nem variação de mudanças.

Força interior nos vem quando nos tornamos fracos e submetemos Àquele que é Todo Poderoso.

Não existe problemas ou dores neste mundo que você não possa suportar se a sua dependência reside na Pessoa certa.

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


quarta-feira, 6 de julho de 2022

O QUE ACONTECE QUANDO A PESSOA NÃO PERDOA.

É PRISIONEIRA DO SEU PASSADO.

Perdem a capacidade de viver do presente. Daí porque se fere tanto, pois diante de cada atitude ele revela dificuldade em analisar a situação como de fato ela é no momento. Ele encara o presente com os olhos do passado.

É PRISIONEIRO DAS PESSOAS DO PASSADO. 

Estar com sua mente constantemente cheia das lembranças daqueles que foram instrumentos de mágoas. (dorme, acorda, toma café com a pessoa na mente).

É PRISIONEIRO DA MÁGOA.

É comprovado cientificamente que uma grande parte (80%) das enfermidades físicas é de origem psicossomáticas. 

É ATORMENTADO POR DEMÔNIOS (Mt 18:4) Este texto mostra que o mau servo foi lançado na prisão e foi atormentado por verdugos, ou seja, por demônios pelo fato de não perdoar.

COMO VOCÊ PERDOA DO FUNDO DO CORAÇÃO?

Reconheça a mágoa e o ódio. Se o seu perdão não vier do eixo emocional da sua vida, ele será incompleto.

Muitos sentem a dor das ofensas interpessoais, mas não querem ou não sabem como reconhecer isso.

Deixe que Deus leve a dor à superfície, de modo que possa tratá-la. É neste ponto que se dá a cura.

Não espere para perdoar até que tenha sentimentos de perdão; você jamais fará isso.

Os sentimentos levam tempo para sarar depois da decisão de perdoar ser feita e Satanás ter perdido a sua posição: “Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira; nem deis lugar ao Diabo” (Ef.4.26,27).

Liberdade é que será alcançada, e não um sentimento.

Transcrito Por Litrazini

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Graça e Paz


sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

QUEM É O ESPÍRITO SANTO


O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA DIVINA.
O Espírito Santo não é apenas uma força ativa ou uma força impessoal, como dizem algumas religiões. Ele é a Terceira Pessoa da Trindade. Assim como uma Pessoa (Divina), o Espírito Santo tem vontade, tem inteligência, tem afeto e é capaz de ensinar.

O ESPÍRITO SANTO TEM VONTADE:
- Em Atos 16:7 está escrito: “E tendo chegado diante da Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu”. Somente quem tem vontade, pode permitir ou não alguma coisa.
- Em 1 Coríntios 12:11 está escrito: “Mas um só e o mesmo Espírito opera todas estas coisas, distribuindo particularmente a cada um como quer”. O Espírito Santo distribui os dons como quer, então, Ele tem vontade.

O ESPÍRITO SANTO TEM INTELIGÊNCIA:
- Em João 14:26 está escrito: “Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito”. Somente quem tem inteligência é capaz de ensinar.
- Em João 15:26 está escrito: “Quando vier o Ajudador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim”. Somente quem tem inteligência é capaz de testemunhar a respeito de alguém.

O ESPÍRITO SANTO TEM AFETO:
- Em Efésios 4:30 está escrito: “E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção”. Somente quem tem afeto é capaz de se entristecer.
- Em Isaías 63:10 está escrito: “Eles, porém, se rebelaram, e contristaram o seu santo Espírito; pelo que se lhes tornou em inimigo, e ele mesmo pelejou contra eles”. Contristar significa entristecer, causar tristeza.

O ESPÍRITO SANTO É CAPAZ DE ENSINAR:
- Em Lucas 12:12 está escrito: “Porque o Espírito Santo vos ensinará na mesma hora o que deveis dizer”. O Espírito Santo é uma Pessoa Divina e por ser uma Pessoa (e não apenas uma força ativa), Ele é capaz de ensinar.

O ESPÍRITO SANTO É A MESMA ESSÊNCIA COM O PAI E O FILHO.
Ou seja, Ele é Deus assim como o Pai e o Filho. Em Mateus 28:19 está escrito: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.

ELE PROCEDE DO PAI E DO FILHO.
- Em João 14:26 está escrito: “Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito”.
- Em João 15:26 está escrito: “Quando vier o Ajudador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim”.

ELE TAMBÉM SE CHAMA ESPÍRITO DE CRISTO.
- Em Gálatas 4:6 está escrito: “E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai”.
- Em Romanos 8:9 está escrito: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”.

Como pudemos ver acima, o Espírito Santo é: Deus, A Terceira Pessoa da Trindade, O Consolador, O Ajudador. Ele é alguém que pensa, tem afeto, tem inteligência e é capaz de ensinar. Enfim, Ele é Deus Todo Poderoso, assim como o Pai e o Filho.

Por Litrazini
Graça e Paz

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

O ESPÍRITO SANTO É ...


O Espírito Santo é uma pessoa da Trindade, e como tal Ele é Deus e possui os atributos da divindade.

A Bíblia é o nosso tira-teima. Muitos confiam na palavra dos gurus, dos líderes religiosos que se dizem ungidos e senhores da verdade. Mas a Bíblia nos ensina em quem devemos confiar. Façamos como fizeram os bereanos. Eles examinaram se o que Paulo e Silas ensinavam estava conforme as Escrituras (At 17.9-11).

“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (At 5.3-4).

Afinal, Ananias mentiu ao Espírito Santo ou a Deus? Se o Espírito Santo fosse uma força ou uma energia de Deus, não caberia a repreensão de Pedro.

Ninguém mente a uma coisa, a uma força ou poder. Como também não mentimos a um jumento ou a um tijolo. Pessoas mentem a pessoas.

Ao dizer que Ananias mentiu ao Espírito e, em seguida, ao afirmar que mentiu a Deus, o apóstolo fez uma declaração explícita da divindade do Espírito. Não teria sentido Pedro dizer que Ananias mentiu ao “poder de Deus” e depois dizer que “mentiu a Deus”. Na verdade, assim como o Filho e o Pai são um (Jo 10.30), o Espírito e o Pai são um. Os três são um.

“A doutrina da Trindade não afirma que as três pessoas estão unidas numa pessoa, ou três seres num só ser, ou três deuses num só Deus (triteísmo); nem, por outro lado, que Deus simplesmente se manifesta em três diferentes modos (trindade modal, ou de manifestações); mas, ao invés disso, que há três eternas distinções na substância de Deus.

A doutrina da igreja sobre a Trindade afirma que há em Deus três hipóstases distintas ou subsistências – Pai, Filho e Espírito Santo – cada um possuindo uma única e mesma natureza divina embora de maneira diferente. Os pontos essenciais são:
1) a unidade da essência;
2) a realidade das distinções imanentes ou ontológicas. Há um Deus; Pai, Filho e Espírito Santo são este Deus uno; há esta distinção entre Pai, Filho e Espírito Santo quanto ao lançamento de uma base suficiente para o emprego recíproco dos pronomes pessoais; cada um – Pai, Filho, e Espírito Santo – tem uma peculiaridade incomunicável aos outros; nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus” (Teologia Sistemática, Augustus H. Strong, vol. I, Editora Teológica, 2002, páginas 452-3).
À vista disso, desejar adorar somente ao Pai e rejeitar o Filho e o Espírito não funciona. “Todos devem honrar o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honrar o Filho não honra o Pai que o enviou” (Jo 5.23).

O Espírito Santo não é uma força, uma energia, um poder. Não é uma coisa inanimada, impessoal. Ele age, fala, ensina, consola, convence as pessoas do pecado.

O Espírito Santo ajudou os apóstolos a se lembrarem das palavras de Jesus (Jo 14.26); O Espírito dá testemunho de Cristo (Jo 15.26); convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8); orientou Filipe na evangelização de um homem, no deserto (At 8.25-40); falou a Pedro (At 10.19); escolheu Barnabé e Saulo para o desempenho de importante missão (At 13.2). Convenhamos, uma força ativa não fala.

Jesus ordenou que o batismo fosse ministrado “em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19). Três nomes, três pessoas. Não disse Ele: “Em nome do Pai, e do Filho e do Poder de Deus, ou da energia do Pai, ou da força ativa de Deus”.

O Senhor Jesus disse que o Consolador, o Espírito de verdade habita em nós e estará sempre conosco (Jo 14.17). Ao mesmo tempo o Senhor Jesus assegurou: “eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28.20). Porque é onipresente (atributo exclusivo da divindade), o Senhor Jesus pode estar com cada um de nós. Quem afinal está conosco? O Consolador ou o Senhor Jesus? Os dois. Aliás, os três: Pai, Filho e Espírito Santo, porque os três são um; “nenhum é Deus sem os outros; cada um, com os outros é Deus”.

É o Espírito Santo que guia à verdade (Jo 16.13). Quem O rejeita, de forma consciente e deliberada, não pode entender com clareza as coisas divinas. Continuarão com escamas nos olhos. Continuarão em trevas e algemados por Satanás.

O Senhor Jesus disse que viria “outro Consolador” [parakletos] (Jo 14.16), “literalmente chamado para o lado de alguém, ajudador; auxiliador, consolador.

Cristo exerceu esta função aos discípulos”. Ao dizer “outro Consolador”, o Espírito Santo, afirmou tratar-se de outro do mesmo tipo, (outro = allos, outro da mesma espécie, e não heteros, “outro diferente”). Logo, o Deus Filho deu testemunho explícito da divindade do Espírito Santo. Viria outro igual a Ele em divindade. Não seria um menos poderoso, uma força, uma energia, uma coisa (cf. Jo 15.26; 16.7).

Pr. Airton Evangelista da Costa

Por Litrazini
Graça e Paz

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A PESSOA E A OBRA DO ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo é uma realidade viva e presente na vida da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Entretanto, Ele não é uma força ou energia, mas uma pessoa que Deus enviou para que este efetuasse a obra de regeneração na vida do pecador e operasse a santificação no crente.

“E eu rogarei ao pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” – Jo 14:16. O Espírito Santo é a terceira Pessoa da Trindade Santíssima e,à semelhança do Pai e do Filho, é Deus.

A palavra “espírito”, no Antigo Testamento, vem do hebraico. Sua transliteração é “ruach”, que significa “vento”. No Novo Testamento, por sua vez, o vocábulo vem do grego “pneuma”, que significa “vento, hálito ou respiração”. Ambos os termos possuem correlação com a ação divina (Jo 3:8). Ele não é fruto de emoções, nem de qualquer sensação, mas sim representa Deus presente em nossas vidas.

Sendo assim, quanto maior compreensão houver a respeito das verdades bíblicas, mais o Espírito Santo derrama sobre nossas vidas o seu precioso fruto, o qual, por conseguinte, gera uma vida cristã mais dinâmica e cheia da presença de Deus.

Nas páginas da Bíblia, ele é tratado como Deus, e é assim que devemos crer, pois desde o princípio o Espírito Santo é tratado como Deus. Ademais, basta uma simples exegese do texto de Gn 1:2 para compreendermos a divindade da terceira Pessoa da Trindade. Em Gn 1:1-2 está escrito: “No principio criou Deus os céus e a terra, e a terra era sem forma e vazia e o Espírito de Deus se movia pela face das águas.” – Gênesis 1:1-2.

O ESPÍRITO SANTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Na velha aliança, o Espírito de Deus vinha por meio de possessão sob uma classe restrita de pessoas: sacerdotes, reis, juízes e profetas. Não havendo ninguém no Antigo Testamento que tenha experimentado o agir permanente do Espírito como no contraste de como o mesmo se apresentava no Novo Testamento, a habitação no AT era seletiva e temporária.

O Espírito “apoderava-se” de certas pessoas do Antigo Testamento, como Josué (Números 27:18), Davi (1 Samuel 16:12-13) e até mesmo Saul (1 Samuel 10:10). No livro de Juízes, exemplificando, vemos o Espírito “apoderando-se” dos vários juízes que Deus levantara para libertar Israel de seus opressores. O Espírito Santo viera sobre estes indivíduos somente em seletos momentos específicos.

A habitação era um sinal do favor de Deus sobre aquele indivíduo (no caso de Davi), e, se o favor de Deus abandonava uma pessoa, o Espírito saía (por exemplo, no caso de Saul, em 1 Samuel 16:14). A principal diferença é a habitação permanente do Espírito nos crentes no tempo que se chama hoje. Como Jesus disse a respeito dessa mudança no ministério do Espírito: “Mas vocês o conhecem, pois ele vive com vocês e estará em vocês.” (João 14:17).

O ESPÍRITO SANTO NO NOVO TESTAMENTO
Já na Nova Aliança, vivemos a dispensação da Graça ou o Ministério do Espírito, que se revela por meio da ação do Espírito em favor de todo e qualquer salvo. No NT, o Espírito Santo habita em todos os cristãos, dirige a Igreja, santifica os cristãos e os ornamenta com os dons espirituais. A presente era, por causa das extensas atividades do Espírito Santo, tem sido chamada de era ou dispensação do Espírito.

Uma avaliação mais cuidadosa mostrará que na Bíblia mais ou menos 90% do material que compõe a pneumatologia [1] é encontrado nas páginas do NT que se relacionam com a era da Graça. Este período é distinto, pois apresenta o desenvolvimento do Reino de Deus entre os homens, por meio da ação do Espírito.
“O Reino de Deus não é comida e nem bebida, mas paz, alegria e justiça no Espírito Santo.” – Romanos 14:17

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA
De acordo com o ensino claro das Escrituras, observamos que o Espírito Santo possui sentimentos, intelecto, emoções e vontade, o que o torna uma Pessoa, e não uma “força ativa”.

De acordo com o pastor e teólogo pentecostal Antônio Gilberto: “personalidade é o conjunto de atributos de várias categorias que caracterizam uma pessoa” [2].

As Escrituras evidenciam, com clareza e simplicidade, que todos estes atributos o Espírito Santo possui e suas ações evidenciam essa verdade.

O Espírito Santo não é uma força impessoal, como a gravidade e o magnetismo. Ele é uma Pessoa, com todos os atributos de uma personalidade. Mas não é só Pessoa; também é divino.

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA DIVINA: ELE É DEUS
Em toda a Bíblia podemos ver claramente que o Espírito Santo é o próprio Deus, e que desta feita podemos concluir que os atributos que as Escrituras lhe conferem são os mesmos do próprio Deus [3].

A primeira referência bíblica ao Espírito Santo está em Gênesis 1:2, onde lemos: “O Espírito de Deus pairava por sobre as águas”. No entanto, Gên. 1:1 diz: “No princípio criou Deus os céus e a terra”. E, em Colossenses, escrevendo à Igreja de Colossos sobre o Senhor Jesus Cristo, no meio de outras grandes verdades, Paulo nos diz: “Nele foram criadas todas as coisas; nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos, sejam soberanias, quer principados, quer potestades. Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste” (é conservado em ordem e harmonia, BLH) (Col. 1:16, 17).

Por fim, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo estavam juntos criando o mundo e é da máxima importância para todos os cristãos compreender e aceitar estes fatos, tanto na teologia como na prática.

Orlando Martins

Por Litrazini

Graça e Paz