"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

Mostrando postagens com marcador ciência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ciência. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

A LABAREDA DA CIÊNCIA INCONTROLADA

Temos um fato irônico em que a ciência, devotada à solução de nossos problemas, se tenha tornado por sua vez um problema.

A ciência nos deu a luz elétrica, o automóvel, o avião, a televisão e o computador, mas deu-nos também a bomba de hidrogênio.

O problema da ciência está em sua má utilização. A bênção do conhecimento torna-se uma maldição quando o pervertemos. Por ser a homem o que é, as realizações científicas são muitas vezes usadas para destruir e não para construir.

Devido ao fato de que nossa moralidade não se equipara à nossa intelectualidade, o mau uso da ciência pode ser maior do que o seu bom uso.

Só quando o progresso moral do homem se emparelhar com o progresso intelectual é que poderemos resolver os problemas criados pela ciência.

Embora a ciência tenha chegado ao máximo em destruição, ainda assim se mostra prostrada e indefesa diante dos problemas realmente grandes da vida.

"De dez em dez anos, os progressos das ciências duplicam o acúmulo de conhecimentos. Quando os entendidos olham o futuro, ficam perturbados pelas potencialidades de mal que poderiam surgir da aplicação de suas descobertas.

As pesquisas biológicas já estão em fermentação, criando e prometendo métodos de interferência nos processos naturais que poderiam destruir ou transformar quase todos os aspectos da vida humana que prezamos.

Aconteceu, como observou o presidente do Howard Payne College, Guy D. Newman, que "o conhecimento do homem ultrapassou sua sabedoria. Ele tem medo do que sabe".

A era da automatização ameaça todas as fases da dignidade, personalidade e individualidade do homem. Também ela se tornou uma labareda sem controle.

Extraído do Livro Mundo em Chamas de Billy Grahan

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O telescópio, o microscópio e a fé

Sem um telescópio à mão, o poeta hebreu afirma que “os céus manifestam a glória de Deus”(Sl 19.1). O máximo que ele podia alcançar com os olhos eram a imensidão da abóbada celeste, a parte clara do dia, a parte escura da noite, as nuvens, o sol, a lua, as poucas estrelas próximas, o arco-íris, os relâmpagos, os eclipses, as chuvas de pedras e, caso se locomovesse em direção aos polos, a aurora polar. Isso já seria mais do que suficiente para o salmista declarar que o firmamento de fato anuncia o resplendor de Deus.

Com os grandes e modernos telescópios e os muitos observatórios astronômicos espalhados por aí, os poetas de hoje teriam de fabricar novas palavras para enaltecer o Criador dos céus e da terra que agora existem.

O que mais impressiona hoje não são a beleza e a regularidade dos movimentos dos corpos celestes que conseguimos enxergar a olho nu. O que pasma, confunde e humilha o ser humano é a imensidão do universo. Como lembra o poeta Ferreira Gullar: “Só na Via Láctea, há bilhões de outros sóis e, no universo, há bilhões de galáxias infinitamente maiores que a Via Láctea, com bilhões de sóis”.

Outro “poeta” brasileiro, o físico Marcelo Gleiser, tenta fazer com que entendamos a distância entre a Terra e o sistema estelar mais próximo, na constelação do Centauro: “Viajando na espaçonave mais veloz que temos, a 50 mil quilômetros por hora, demoraríamos cerca de 100 mil anos para chegarmos lá!”. Só a nossa Galáxia -- um sistema de estrelas, poeira e gás unido pela gravidade -- “tem 200 bilhões de estrelas e possivelmente trilhões de planetas e luas”, acrescenta Gleiser.

Não é só o macro que nos põe de joelhos diante da glória de Deus. O micro faz o mesmo. Com o auxílio de microscópios eletrônicos e microscópios óticos, é possível ver coisas incrivelmente pequenas, invisíveis a olho nu. Existem cristais microscópicos com dimensões de décimos de milímetros, bem como seres microscópicos como bactérias, algas e protozoários, organismos com dimensões inferiores a um mícron -- a milésima parte de um milímetro. A menor coisa que se pode ver com um microscópio ótico possui dimensão da ordem de 0,3 mícrons. Deve haver coisas ainda menores.

Em seu livro “Por que a Ciência não Consegue Enterrar Deus”, John Lennox, docente de matemática na Universidade de Oxford, diz que “no corpo humano há cerca de 10 trilhões de células, e que o comprimento total do DNA é de 20 trilhões de metros, número que nossa mente nem consegue imaginar” (p. 194). Os microscópios são capazes de ampliar esses organismos até 10 milhões de vezes para torná-los visíveis. Há tanta coisa imensamente grande como tanta coisa imensamente pequena!

Olhando para cima, para baixo e para os lados, por fora e por dentro, de perto e de longe, com os olhos e com as mãos, de baixo para cima e de cima para baixo, somos colocados numa encruzilhada a respeito de Deus. E ainda falta muita coisa para ver -- maravilhas acima das alturas e maravilhas abaixo dos abismos.

Aquele que aprender a olhar com os olhos da fé verá o mais glorioso de tudo: o Criador e Sustentador de todas as coisas visíveis e invisíveis!

Elben César / Ultimato

Por Litrazini


Graça e Paz