"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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sábado, 28 de setembro de 2024

CLAMAR EM MOMENTOS DE ANGÚSTIA

Angústia é um sentimento que acompanha o homem desde seu nascimento até a morte em todas as situações da vida.

A angústia é um sentimento da alma que pode atacar na mesma medida tanto o rei como o mendigo.

Podemos vencer nossas angústias depositando nossa confiança no Deus Todo-Poderoso.

"Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem O podia livrar da morte, e tendo sido ouvido por causa da sua piedade...". (Hb 5.7)

Jesus, em Sua ilimitada angústia, confiou no Deus Todo-Poderoso e O invocou em oração.

Precisamos aprender a aplicar isto também em nossas vidas.

Jesus nos deixou o melhor exemplo de como confiar no Deus Todo-Poderoso em nossa angústia.

"Pois naquilo que Ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados". (Hb 2.18)

Com outras palavras: tendo sofrido e vencido e triunfado no Getsêmani, Ele também pode nos ajudar em nossos medos e angústias, e nos ajuda a vencê-los.

Ele quer nos ensinar a orar com perseverança justamente nesses momentos.

Ele próprio não viu outra maneira para sair da Sua angústia do que por meio de petições e súplicas.

Quanto mais devemos nós também trilhar esse caminho para sair de todas as nossas angústias e apertos que nos surpreendem quase que diariamente.

"Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na angústia me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração" (Sl 4.1).

"Na minha angústia invoquei o Senhor, gritei por socorro ao meu Deus" (Sl 18.6).

Transcrito Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz


sexta-feira, 1 de julho de 2016

VOCÊ É POVO DE DEUS? ESSA MENSAGEM E PARA VOCÊ!

Andando pelas rodovias e estradas desse Brasil, olhando as plantações pude constatar a grande quebra nas safras, quer seja por frio demais, por agua demais, ou seja, pelas oscilações climáticas.

A Palavra do Senhor diz em Jeremias 33.3: Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes. (Jeremias 33.3). Daí comecei a clamar:

Porque Pai? Porque meu Deus? Outrora esse país tão abençoado, agora tão descompensado

O Senhor me respondeu, que por conta das escolhas do povo por governantes que tem práticas que contrariam e até mesmo se aliam a povos que perseguem e matam o povo do Senhor, entregando a autoridade dessa nação a essas pessoas, estão condenando todos e os país a receber maldição em vez de bênção.

O QUE FAZER?
E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. (2 Crônicas 7.14)

Por isso eu convoco os filhos de Deus para se humilhar, orar, buscar, clamar ao Senhor em favor dessa nação, envolva sua igreja, levante um clamor em favor do nosso país enquanto há tempo.

Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agravado o seu ouvido, para não poder ouvir. (Isaías 59:1)

Em Nome de Jesus, nos prostremos diante do trono de graça, e clamemos para que o Senhor tenha misericórdia do seu povo, que tire as escamas dos nossos olhos e os tampões dos nossos ouvidos.

Que Deus perdoe nossas escolhas erradas, arranque aqueles que estão contra os seus preceitos, que levante homens e mulheres comprometidas com o seu Reino e restaure esse país.

Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus. (Salmos. 51.17).

Se cada um de nós, fazer a sua parte, com certeza, Deus mudara os rumos dessa nação.

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

ORANDO PELA MISERICÓRDIA DE DEUS

Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. [Salmos 51.1]

Naturalmente pensamos: “Estou atemorizado por saber que Deus está me vendo, então não posso procurar ajuda no céu. Eu sei que sou pecador e que Deus odeia o pecado. Como posso orar?”.

Com esses pensamentos, começa uma intensa batalha dentro de nós. Por saber que somos pecadores, podemos pensar que é preciso adiar a oração até nos sentirmos dignos.

Ou então olhamos para outras pessoas, buscando nos assegurar de que fizemos boas obras o suficiente para confiarmos em nossa própria dignidade. Somente então oramos: “Deus, tenha misericórdia de mim”.

Mas nascemos em pecado. Se tivéssemos de esperar nos sentir puros e livres de todo pecado para então orarmos, nunca oraríamos.

Devemos nos desfazer desse tipo de pensamento não cristão. Quando estivermos cercados da nossa própria pecaminosidade – mesmo enquanto afogamos em nossos pecados –, devemos clamar a Deus, assim como Davi fez nesse salmo. Então não precisaremos adiar nossa oração.

Para que serviriam as palavras “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor”, se as únicas pessoas que as pronunciassem fossem puras e não precisassem de qualquer misericórdia?

Não importa quão pecaminosos nos sintamos, devemos nos encorajar a clamar a Deus: “Tem misericórdia!”.

Com a minha experiência, eu aprendi que, muitas vezes, orar é a coisa mais difícil de se fazer. Eu não me considero um mestre em oração. Na verdade, admito que, por várias vezes, disse estas palavras friamente: “Deus, tenha misericórdia de mim”. Eu orei assim porque estava preocupado com minha própria indignidade. Até que o Espírito Santo me convenceu: “Não importa como você se sinta, você deve orar!”.

Deus deseja que oremos e ele deseja ouvir as nossas orações – não porque sejamos dignos, mas porque ele é misericordioso.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz