"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

ORANDO EM SITUAÇÕES DIFÍCEIS

Ezequias recebeu a carta das mãos dos mensageiros e a leu. Então subiu ao templo do Senhor, abriu-a diante do Senhor e orou. (Isaías 37.14-15)

Este capítulo de Isaías contém uma história interessante sobre o rei Ezequias. Os assírios estavam atacando Jerusalém com um grande exército e começando a vencer. A situação parecia desesperadora.

O rei Senaqueribe ridicularizou Ezequias sem misericórdia. Senaqueribe zombou da desgraça de Ezequias escrevendo uma carta repleta de insultos contra Deus para fazer o devoto rei perder toda a esperança.

Em vez de perder a esperança, Ezequias foi para o templo, abriu a carta diante de Deus, prostrou-se com o rosto tocando o chão e fez uma oração fervorosa.

Aprender a orar quando há uma emergência ou quando alguma coisa está nos amedrontando requer muita disciplina. Em vez de orar, temos a tendência de nos torturar com ansiedade e preocupação.

Pensamos apenas em como nos livrar do problema.

Muitas vezes o Maligno nos engana quando a tentação ou o sofrimento começam, deixando a dúvida se a questão é espiritual ou física. Imediatamente ele entra sem pedir licença e nos deixa tão perturbados com relação ao problema que nos tornamos consumidos por ele.

Neste sentido ele nos afasta da oração. Ele nos deixa tão confusos, que nem mesmo pensamos em orar. Quando, finalmente, começamos a orar, já nos torturamos quase até a morte.

O Maligno sabe o que a oração pode realizar. É por isso que ele cria muitos obstáculos e a torna tão difícil para nós que nunca conseguimos parar para orar.

Com base nesta história registrada no livro de Isaías, nós devemos adquirir o hábito de ficar de joelhos e colocar as nossas necessidades diante de Deus no momento em que tivermos uma emergência ou ficarmos amedrontados.

A oração é o melhor remédio que existe. Ela sempre funciona e nunca falha – basta fazer uso dela!

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

ORANDO PELA MISERICÓRDIA DE DEUS

Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. [Salmos 51.1]

Naturalmente pensamos: “Estou atemorizado por saber que Deus está me vendo, então não posso procurar ajuda no céu. Eu sei que sou pecador e que Deus odeia o pecado. Como posso orar?”.

Com esses pensamentos, começa uma intensa batalha dentro de nós. Por saber que somos pecadores, podemos pensar que é preciso adiar a oração até nos sentirmos dignos.

Ou então olhamos para outras pessoas, buscando nos assegurar de que fizemos boas obras o suficiente para confiarmos em nossa própria dignidade. Somente então oramos: “Deus, tenha misericórdia de mim”.

Mas nascemos em pecado. Se tivéssemos de esperar nos sentir puros e livres de todo pecado para então orarmos, nunca oraríamos.

Devemos nos desfazer desse tipo de pensamento não cristão. Quando estivermos cercados da nossa própria pecaminosidade – mesmo enquanto afogamos em nossos pecados –, devemos clamar a Deus, assim como Davi fez nesse salmo. Então não precisaremos adiar nossa oração.

Para que serviriam as palavras “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor”, se as únicas pessoas que as pronunciassem fossem puras e não precisassem de qualquer misericórdia?

Não importa quão pecaminosos nos sintamos, devemos nos encorajar a clamar a Deus: “Tem misericórdia!”.

Com a minha experiência, eu aprendi que, muitas vezes, orar é a coisa mais difícil de se fazer. Eu não me considero um mestre em oração. Na verdade, admito que, por várias vezes, disse estas palavras friamente: “Deus, tenha misericórdia de mim”. Eu orei assim porque estava preocupado com minha própria indignidade. Até que o Espírito Santo me convenceu: “Não importa como você se sinta, você deve orar!”.

Deus deseja que oremos e ele deseja ouvir as nossas orações – não porque sejamos dignos, mas porque ele é misericordioso.

Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Por Litrazini


Graça e Paz

terça-feira, 29 de abril de 2014

A Intercessão do Espírito Santo

"E aquele que esquadrinha os corações sabe qual é a intenção do Espírito: que ele, segundo a vontade de Deus, intercede pelos santos". Rm 8:27

O versículo acima diz claramente que o Espírito Santo intercede por nós, de acordo com a vontade de Deus. Ele conhece o plano divino para as nossas vidas, e faz com que, ao orarmos em línguas, oremos o plano de Deus para nós!

Esta passagem tem um contexto que a esclarece bem; no versículo anterior (o v.26), o escritor fala da nossa dificuldade em orar de forma correta quando diz que "não sabemos o que havemos de pedir como convém".

É importante reconhecer o quanto nos identificamos nisto; a expressão "como convém" revela o quanto sentimo-nos deslocados na oração por não ter certeza de qual é a vontade do Senhor quanto ao que pedimos. Mas glória a Deus porque o versículo afirma também que o Espírito nos ajuda, intercedendo por nós.

Portanto, se por um lado temos dificuldade em não saber orar como convém (ou seja, segundo a vontade de Deus), por outro o Espírito vem socorrer-nos com sua linguagem de oração, pois Ele conhece a vontade de Deus para cada um de nós.

Já o versículo posterior ao nosso texto base (o v.28), fala de como o Pai Celeste gerencia as circunstâncias na vida de seus filhos, fazendo com que todas as coisas - inclusive as ruins - venham a concorrer para seu próprio bem: "E sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus"; e conclui apontando quem são os que se encontram dentro desta promessa: "aqueles que são chamados segundo o seu propósito".

Deus tem planos e propósitos para as nossas vidas, e, mesmo que não tomemos ciência deles, podemos experimentá-los e vê-los cumprirem-se.

Perceba que não é o fato de sabermos orar a vontade de Deus, mas exatamente o oposto, que nos dá direito de desfrutar do auxílio do Espírito; portanto, a Escritura Sagrada não está falando de conhecermos QUAL é a vontade de Deus para nós, mas sim que, mesmo não a conhecendo, podemos orá-la através do Espírito de Deus.

Nem sempre o Senhor nos mostrará quais são seus planos, mas SEMPRE poderemos desfrutá-los... se orarmos por eles!

Temos um adversário, Satanás, que tentará de todas as formas investir contra as nossas vidas para afastarmo-nos do propósito divino. São investidas, laços, armadilhas... uma após outra! Mas ao orarmos no Espírito Santo, cientes de que o Pai tem para nós um plano, veremos Deus gerenciar as circunstâncias de tal maneira, que tudo se encaixará em seu devido lugar e a vontade do Senhor se estabelecerá.

Entenda isto: mesmo quando as circunstâncias parecem fora do controle, a oração em línguas trará o cumprimento do plano de Deus.

Extraído do livro A Linguagem Sobrenatural de Oração Pr. Luciano Subirá

Por Litrazini


Graça e Paz