"Alegrem-se sempre no Senhor; outra vez digo: alegrem-se!" [Filipenses 4.4]

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quinta-feira, 2 de junho de 2022

LIVRANDO-SE DE SITUAÇÕES DE CRISE

Livre-se em Cristo de suas cargas e daquilo que o envolve.

Compartilhe sua crise com o Deus todo poderoso, pois Ele é capaz de sustentá-lo e preservá-lo.

Se você não aprender a livrar-se em Deus de situações de crise e problemas que vão e voltam, sua mente e seu coração esmorecerão, e você logo tropeçará.

Às vezes, temos de livrar-nos e desprender-nos de algo para que Deus possa conceder-nos algo melhor e maior.

A Bíblia diz: "Sa­bemos que Deus age em todas as coisas para o bem da­queles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito" (Rm 8.28).

A primeira metade do versículo não apresenta problema; entretanto, precisa­mos dar a mesma atenção à segunda metade e lembrar-nos que este é o nosso chamado, mas o propósito é de Deus.

Não deixe que as pressões do mo­mento retardem o destino futuro.

Há poder no livrar-se apropriadamente do peso!

As 120 pessoas que se reuniram no cenáculo, conforme o capítulo 1 de Atos, tinha muitas coisas a se­rem descartadas, e parece que Jesus sabia disso.

Ele dis­se em termos específicos: "Eu lhes envio a promessa de meu Pai; mas fiquem na cidade até serem revestidos do poder do alto" (Lc 24.49).

O termo no grego traduzido como ficar significa "sentar-se, acomodar-se e permanecer".

O que exatamente essas pessoas faziam no cenáculo?

Esperavam no Senhor e livravam-se de toda noção pre­concebida sobre o que achavam que Deus faria.

Deixa­vam de lado toda mágoa que pudesse separá-las e des­truir sua unidade.

O período de sete a dez dias que essas 120 pessoas passaram livrando-se de seu peso, em ora­ção e jejum, foi seguido por um enchimento instantâneo do Espírito Santo!

É tempo de visitarmos o cenáculo novamente. Precisamos livrar-nos de todo peso e obstá­culo para que Ele possa encher-nos de seu Espírito em poder e glória!

Extraído do Livro Fontes Secretas de Poder de T. E TENNEY e TOMMY TENNEY

Por Litrazini

https://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz 

terça-feira, 11 de agosto de 2020

CRISE, TERRENO FÉRTIL PARA O MILAGRE


“... Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite. 3 Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. 4 Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia. ...” 2 Re 4:1-7

PROBLEMAS PODEM SER O METODO QUE DEUS USA PARA NOS FAZAR CRESCER (1 Re 4:1; Rm. 5:3-4)
É na crise que a gente cresce, amadurece e se torna mais úitl para o Reino de Deus. Muitas vezes Deus permite que passemos por determinadas situações para nos ensinar lições que, de uma forma, não aprenderíamos. É na hora difícil que se aprende a nadar para não morrer.

O MILAGRE DEPENDE DO QUE EU TENHO
Para Deus fazer um milagre ele não depende de muita coisa, pode ser uma botija com um pouco de azeite. O pouco na mão do Senhor pode se tornar muito (Veja o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes (Jo.6).

O MILAGRE PODE NÃO ACONTECER QUANDO HÁ PROBLEMA DE RELACIONAMENTO COM A VIZINHANÇA. (v.3)
Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. Pede vasilhas emprestadas para os teus vizinhos. Relacionamentos quebrados impedem que Deus faça milagres em nossas vidas. Nós quebramos e reconstruímos nossos relacionamentos.

O TAMANHO DO MILAGRE É PROPORCIONAL AO TAMANHO DA MINHA FÉ (v.3).
Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. Fé é um processo de gravidez e parto. Muitas vasilhas, muito azeite, poucas vasilhas, pouco azeite, depende de você. Se Deus disse que vai abrir a torneira aproveite e prepare bastante vasilhas.

A FONTE DO MILAGRE É INESGOTÁVEL (v.6).
E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou. O azeite parou.(não-acabou). Enquanto houver vasilhas o milagre continua acontecendo.

NO MILAGRE HOUVE A PARTE HUMANA
Deus age por nós quando fazemos a nossa parte. Fé genuína tem que desembocar em obediência e trabalho. O que você pode fazer, Deus não faz por você.

Em tempo de crise, bata na porta certa e fale com a pessoa certa. Ainda que seu problema tenha o tamanho do Mar Vermelho ou da muralha de Jericó, creia em milagre.

Nunca aceite perder aquilo que é herança do Senhor. Por maior que seja a crise, não faça negócio com o diabo.

Transcrito Por Litrazini
Graça e Paz


segunda-feira, 2 de outubro de 2017

CRISE, TERRENO FÉRTIL PARA O MILAGRE

“... Dize-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite. 3 Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas. 4 Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia. ...” 2 Reis 4:1-7

PROBLEMAS PODEM SER O METODO QUE DEUS USA PARA NOS FAZAR CRESCER (1 Reis 4:1; Rm. 5:3-4)
É na crise que a gente cresce, amadurece e se torna mais úitl para o Reino de Deus. Muitas vezes Deus permite que passemos por determinadas situações para nos ensinar lições que, de uma forma, não aprenderíamos. É na hora difícil que se aprende a nadar para não morrer.

O MILAGRE DEPENDE DO QUE EU TENHO
Para Deus fazer um milagre ele não depende de muita coisa, pode ser uma botija com um pouco de azeite. O pouco na mão do Senhor pode se tornar muito (Veja o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes (Jo.6).

O MILAGRE PODE NÃO ACONTECER QUANDO HÁ PROBLEMA DE RELACIONAMENTO COM A VIZINHANÇA. (v.3)
Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.
Pede vasilhas emprestadas para os teus vizinhos. Relacionamentos quebrados impedem que Deus faça milagres em nossas vidas. Nós quebramos e reconstruímos nossos relacionamentos.

O TAMANHO DO MILAGRE É PROPORCIONAL AO TAMANHO DA MINHA FÉ (v.3).
Então disse ele: Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.
Fé é um processo de gravidez e parto. Muitas vasilhas, muito azeite, poucas vasilhas, pouco azeite, depende de você. Se Deus disse que vai abrir a torneira aproveite e prepare bastante vasilhas.

A FONTE DO MILAGRE É INESGOTÁVEL (v.6).
E sucedeu que, cheias que foram as vasilhas, disse a seu filho: Traze-me ainda uma vasilha. Porém ele lhe disse: Não há mais vasilha alguma. Então o azeite parou.
O azeite parou.(não-acabou). Enquanto houver vasilhas o milagre continua acontecendo.

NO MILAGRE HOUVE A PARTE HUMANA
Deus age por nós quando fazemos a nossa parte. Fé genuína tem que desembocar em obediência e trabalho. O que você pode fazer, Deus não faz por você.

Em tempo de crise, bata na porta certa e fale com a pessoa certa. Ainda que seu problema tenha o tamanho do Mar Vermelho ou da muralha de Jericó, creia em milagre.

Nunca aceite perder aquilo que é herança do Senhor. Por maior que seja a crise, não faça negócio com o diabo.

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz

sábado, 1 de outubro de 2016

DEUS, A ESPERANÇA DA NAÇÃO

“Porque o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará” (Is 33.22).

O Brasil atravessa uma crise aguda, agônica, endêmica e sistêmica. A crise é moral, política, econômica, social e religiosa. A capilaridade da crise se espraia e cresce como tumores metastáticos, deixando a nação anêmica.

Essa crise enfiou seus tentáculos nos poderes constituídos, deixando-os apequenados aos olhos da nação. Os poderes judiciário, legislativo e executivo foram severamente atingidos, deixando o povo brasileiro desassistido de esperança.

O texto em epígrafe, acende uma réstia de luz em nosso caminho, revelando-nos que nossa esperança não está nos homens, mas em Deus. Nosso socorro não vem da terra, mas do céu. Nossa salvação não está nos poderes constituídos da República, mas no Senhor Deus, nosso juiz, legislador e rei.

Deus concentra em suas mãos esse tríplice poder. Seu trono jamais se enverga sob a pressão dos criminosos para se livrarem de seus delitos. Suas leis jamais se rendem aos interesses inconfessos e escusos dos perversos para protegê-los. Seu governo jamais se fragiliza diante dos rumores da história ou dos estertores das ruas.

O trono de Deus está, imperturbavelmente, estabelecido. Deus reina soberano e absoluto em todo o universo. Ele levanta reinos e abate reinos. Levanta reis e depõe reis. Ele faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade. Aquele que está assentado na sala de comando do universo tem as rédeas da história em suas onipotentes mãos.

Os juízes da terra podem falhar, e falham. Os legisladores podem se corromper, e se corrompem. Os governantes podem perder a governabilidade, e perdem. Mas, o trono de Deus jamais será abalado. Suas leis jamais caducam e sua justiça jamais é torcida. Seu poder jamais se enfraquece. Seu juízo jamais se corrompe. Deus é o nosso juiz, legislador e rei. Nele está a nossa esperança. Dele vem a nossa salvação.

Deus é a base e o construtor do poder judiciário. Seu trono de justiça é o modelo para todos aqueles que julgam. Os tribunais da terra, não raro, por desprezarem esse paradigma, manipulam as leis, torcem a justiça, condenam o inocente e inocentam o culpado. Deus é, também, o alicerce e o edificador do poder legislativo. Ele é o legislador supremo. Suas leis são justas e verdadeiras. Observá-las é viver sob o manto da bem-aventurança; porém, transgredi-las é expor-se ao opróbrio e à vergonha.

Deus é, ainda, o fundamento e o arquiteto do poder executivo. O Senhor é o nosso rei. Seu trono é eterno. Seu governo jamais terá fim. Mesmo nos tempos mais turbulentos da história, nas crises mais avassaladoras que atingiram os homens, Deus jamais perdeu o controle. A história não está à deriva; caminha para uma consumação gloriosa, onde a vitória retumbante será do Senhor e do seu Cristo.

O texto em tela, não apenas acentua a verdade incontroversa de que Deus é o nosso juiz, legislador e rei, mas nos garante, também, de forma insofismável, que ele nos salvará.

Aqui colhemos decepções e mais decepções com os homens. Aqui, aqueles que vestem a toga da justiça, muitas vezes, maculam-na com a nódoa da corrupção. Aqui, aqueles que legislam, muitas vezes, vendem sua consciência, para fazerem leis injustas, para favorecer os inescrupulosos, empanturrados de ganância. Aqui, aqueles que governam, muitas vezes, aparelham o Estado, para esconder seus crimes e oprimir o povo a quem deveriam servir com abnegação e respeito.

Ah, os homens nos decepcionam! Mas, Deus, nosso juiz, legislador e rei nos salvará. Ele é a nossa esperança. Dele vem o nosso socorro!

Rev. Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini

Graça e Paz

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Carrinho de pipocas e a crise

Conta-se que numa cidadezinha do interior residia um pipoqueiro que tinha  amor ao seu oficio e o desempenhava à perfeição. Só utilizava o melhor milho e o melhor óleo, sua panela e seus apetrechos eram mantidos imaculadamente limpos e tinha uma mão magistral para dosar o sal.

Todos os dias percorria as ruas da cidade, empurrando seu carrinho de  alumínio reluzente. "Pipocas Quentinhas" - gritava, apregoando seu produto. "E Boas de Sal", arrematava, enquanto um cartaz com letras de 10 centímetros de  altura, preso ao carrinho, anunciava as virtudes de suas pipocas. Os  fregueses não se faziam de rogados e arrebatavam-lhe das mãos os saquinhos  transbordantes de pipocas.

Animado pela receptividade de sua clientela, o pipoqueiro selecionava mais cuidadosamente ainda o milho, renovava o óleo com mais frequência e  caprichava mais ainda no sal. Chegou até a encomendar saquinhos coloridos para tornar mais atraente a embalagem de seu produto.

Enquanto ia de vento em popa os negócios do pipoqueiro, chegou o período das férias escolares e voltou à casa paterna seu filho de 22 anos, estudante  de Administração e Economia numa das faculdades do Rio de Janeiro.

Após os abraços e proverbiais perguntas sobre parentes, amigos e conhecidos, pai e filho entretinham-se em conversação amena quando, indagado sobre o andamento dos negócios, o pai passou a descrever o sucesso de seu trabalho e confidenciou ao filho seus projetos de expansão. Pretendia contratar um ajudante e, além do carrinho, montar uma barraca fixa num dos melhores pontos da cidade. 

O filho ouviu-o com um olhar de incredulidade e desaprovação e disse:
- "Papai, o senhor deveria ser mais cauteloso e pensar melhor antes de prosseguir com seus projetos de investimento e expansão. A economia do país entrou em fase de desaquecimento e os indicadores conjunturais prognosticam tempos difíceis sendo iminentes novas medidas restritivas por parte das autoridades  monetárias". E prosseguiu por uns bons 20 minutos não poupando referências à  estagnação, inflação, à crise energética, ao balanço de pagamentos, ao desemprego, à capacidade  ociosa da indústria de bens de capital, à política cambial e a toda uma plêiade de efeitos, consequências e implicações cujo impacto sobre a conjuntura econômica seria dos mais desfavoráveis.

O pipoqueiro era homem de poucas letras e, portanto não lia as notícias  econômicas nos jornais e tampouco lhe interessavam os telenoticiários e, evidentemente, ignorava tudo que seu filho lhe contava. Tampouco compreendera o  sofisticado jargão do filho, mas orgulhava-se de ter, com muito sacrifício, conseguido enviar à Capital seu primogênito que, após dois anos de estudos, já  revelava tão profunda compreensão da situação econômica do país. Nada daquilo fazia qualquer sentido para ele, mas, como poderia deixar de ter razão um  rapaz que argumentava com tanto brilho e usava de um linguajar tão elevado?

No dia seguinte, segunda-feira, o pipoqueiro saiu para o trabalho,  desanimado, empurrando seu carrinho. Achou que não lhe adiantaria gritar o seu pregão e percorreu o seu caminho de sempre, absorto em pensamentos negativos.  Seus clientes habituais continuaram a procurá-lo, apesar de alguns comentarem que o acharam algo mal-humorado e menos atencioso naquele dia.

Na  terça-feira, retirou o cartaz que era pesado e teria pouca utilidade na situação que o  filho lhe tinha descrito.

Na quarta, deixou de renovar o óleo e alguns clientes reclamaram do sabor algo rançoso das pipocas.

Na sexta, errou a mão no sal e recebeu várias reclamações.

No sábado, sua clientela já estava reduzida quase à metade. Ao regressar à casa, encontrou o filho refestelando-se na rede, enquanto lia o suplemento econômico de um jornal de grande circulação. Cansado e  desiludido, dirigiu-se ao brilhante rapaz:

- "Meu filho" - disse - "você tem toda a razão! Não dá mais pra negar, os tempos estão ficando bicudos".

 (publicado no Jornal do Brasil, Domingo 12/04/81)

Transcrito Por Litrazini

Graça e Paz


domingo, 6 de outubro de 2013

Tempos perigosos

"O apóstolo Paulo, olhando para o túnel do tempo..."  profetizou que nos últimos dias enfrentaríamos um tempo perigoso. Na verdade, esse é o melhor dos tempos e o pior dos tempos.

Vivemos o paraíso tecnológico. O futuro já chegou. A ciência deu um salto inimaginável, trazendo para a humanidade benefícios colossais: esse é o tempo da cibernética, da propulsão a jato, das viagens interplanetárias, da pesquisa espacial, do computador, da Internet, do telefone celular, do fax, da televisão.

Vivemos, também, o tempo áureo das pesquisas científicas. A medicina tanto preventiva quanto interventiva avançou extraordinariamente. Temos hoje uma sobrevida maior. Temos mais conforto. A vida é mais valorizada. A indústria cresceu espantosamente. O comércio se diversificou. Muitas fontes de riqueza começaram a ser exploradas. O mundo todo virou uma única aldeia.

A globalização chegou com as suas oportunidades e ameaças.Mas, ao mesmo tempo que alçamos os vôos mais altaneiros do progresso, assistimos a crise mais avassaladora que garroteia a sociedade moderna.

O tempo que estamos vivendo é perigoso porque o homem sacudiu de si o jugo de Deus e embrenhou-se pelas ínvias veredas do secularismo por um lado e dos escabrosos atalhos do misticismo por outro. Na verdade, o sociedade pós moderna rendeu-se ao antropocentrismo idolátrico. 


Por ter abandonado a Deus e a sua Palavra, o homem perdeu o referencial para viver. A sociedade pós moderna removeu os marcos, arrancou as balizas, abandonou os absolutos morais e capitulou-se a um relativismo ético sem freios.

Nesta sociedade hedonista, o que importa é o prazer.

Nesta sociedade utilitarista a lei que dita normas é a de levar vantagem em tudo, mesmo que em sacrifício da verdade e da virtude.

Nesta sociedade pragmática o que interessa não é a verdade, mas o que funciona.

A sociedade pós moderna não sabe mais para onde vai. Ela está perdida. Ela descobriu que não tem mais bandeira para carregar ou ideal pelo qual lutar. Os jovens, com raras exceções, saíram da trincheira da luta. Eles não têm mais sonhos.

Vivemos uma espécie de torpor ideológico. As instituições estão em crise. A família caminha trôpega. A própria igreja sofre os esbarros desta confusão filosófica e desta convulsão social.

Ao mesmo tempo que somos encurralados por ameaças medonhas, temos diante de nós estupendas oportunidades.

Para este mundo sem esperança temos uma mensagem viva, divina, transformadora.

Para as famílias desagregadas e feridas que deixaram seus membros como náufragos no mar revolto da vida, temos uma mensagem de libertação e restauração.

Para aqueles que não enxergam mais uma luz no fim do túnel, que estão com a esperança morta, vencidos pelos seus pecados, temos uma mensagem salvadora provinda do trono de Deus.

A crise desse tempo final é inevitável, mas a igreja de Cristo permanecerá inabalável, ela sairá desse tempo vitoriosa!

Autor: Hernandes Dias Lopes

Por Litrazini


Graça e Paz